Venerável Irmandade do Senhor Bom Jesus dos Passos - Natal /RN

Venerável Irmandade do Senhor Bom Jesus dos Passos - Natal /RN Sodalício Católico Apostólico Romano

26 DE MAIO - SÃO FILIPE NÉRI, PRESBÍTERO Nascido em Florença, Itália, em 21 de julho de 1515, Filipe Néri pertencia a um...
25/05/2026

26 DE MAIO - SÃO FILIPE NÉRI, PRESBÍTERO

Nascido em Florença, Itália, em 21 de julho de 1515, Filipe Néri pertencia a uma família rica. Junto com a irmã Elisabete, foi educado pela madrasta. Filipe surpreendia pela alegria, bondade, lealdade e inteligência. Cresceu na sua terra natal, estudando e trabalhando com o pai, sem demonstrar vocação para vida religiosa, mesmo frequentando regularmente a igreja. Em 1535, aceitou o convite para ser o tutor dos filhos de uma nobre e rica família, estabelecida em Roma. Nessa cidade foi estudar Filosofia e Teologia com os agostinianos. No tempo livre praticava a caridade junto aos pobres e necessitados, atividade que exercia com muito entusiasmo e alegria, principalmente com os pequenos órfãos de filiação ou de moral. Somente aos trinta e seis anos de idade ele se consagrou sacerdote, sendo designado para a igreja de São Jerônimo da Caridade. Tão grande era sua consciência dos problemas da comunidade que formou um grupo de religiosos e leigos para discutir os problemas, rezar, cantar e estudar o Evangelho. Viveu até o dia 26 de maio de 1595. São Filipe Néri é chamado até hoje de: Santo da alegria e da caridade.Filipe se preocupou com a integração das minorias e a educação dos meninos de rua. Com bom humor, ele dizia aos que reclamavam do barulho das crianças: “Contanto que os meninos não pratiquem o mal, eu ficaria contente até se eles me quebrassem paus na cabeça.”

26 DE MAIO DE 2026 - TERÇA-FEIRA DEPOIS DE PENTECOSTESSÃO FELIPE NÉRI, PRESBÍTEROLeitura da Primeira Carta de São Pedro:...
25/05/2026

26 DE MAIO DE 2026 - TERÇA-FEIRA DEPOIS DE PENTECOSTES
SÃO FELIPE NÉRI, PRESBÍTERO

Leitura da Primeira Carta de São Pedro: 1Pd 1, 10-16

Caríssimos, esta salvação tem sido objeto das investigações e meditações dos profetas. Eles profetizaram a respeito da graça que vos estava destinada. Procuraram saber a que época e a que circunstâncias se referia o Espírito de Cristo, que estava neles, ao anunciar com antecedência os sofrimentos de Cristo e a glória consequente. Foi-lhes revelado que, não para si mesmos, mas para vós, estavam ministrando estas coisas, que agora são anunciadas a vós por aqueles que vos pregam o evangelho em virtude do Espírito Santo, enviado do céu; revelações essas, que até os anjos desejam contemplar! Por isso, aprontai a vossa mente; sede sóbrios e colocai toda a vossa esperança na graça que vos será oferecida na revelação de Jesus Cristo. Como filhos obedientes, não modeleis a vossa vida de acordo com as paixões de antigamente, do tempo da vossa ignorância. Antes, como é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos, também vós, em todo o vosso proceder. Pois está na Escritura: “Sede santos, porque eu sou santo”.

Palavra do Senhor.

Salmo — 97(98), 1. 2-3ab. 3c-4 (R. 2a)

— O Senhor fez conhecer seu poder salvador perante as nações.
— Cantai ao Senhor Deus um canto novo, porque ele fez prodígios! Sua mão e o seu braço forte e santo alcançaram-lhe a vitória.
— O Senhor fez conhecer a salvação, e às nações, sua justiça; recordou o seu amor sempre fiel pela casa de Israel.
— Os confins do universo contemplaram a salvação do nosso Deus. Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira, alegrai-vos e exultai!

Evangelho — Marcos 10, 28-31

Naquele tempo, começou Pedro a dizer a Jesus: “Eis que nós deixamos tudo e te seguimos”. Respondeu Jesus: “Em verdade vos digo, quem tiver deixado casa, irmãos, irmãs, mãe, pai, filhos, campos, por causa de mim e do Evangelho, receberá cem vezes mais agora, durante esta vida — casa, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos, com perseguições — e, no mundo futuro, a vida eterna. Muitos que agora são os primeiros serão os últimos. E muitos que agora são os últimos serão os primeiros”.

Palavra da Salvação.

25 DE MAIO - BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA, MÃE DA IGREJAA Virgem Maria, Mãe da Igreja, constitui uma das celebrações mari...
25/05/2026

25 DE MAIO - BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA, MÃE DA IGREJA

A Virgem Maria, Mãe da Igreja, constitui uma das celebrações marianas recentes, que pertencem ao calendário religioso do povo católico. Nesta celebração os cristãos honram e veneram a Mãe de Jesus dentro do mistério da comunidade eclesial. Motivados pela fé e piedade, os cristãos celebram o mistério da Mãe de Jesus de modo singular. Na “celebração anual dos mistérios de Cristo, a Santa Igreja venera com especial amor a Bem-aventurada Mãe de Deus, que por vínculo indissolúvel está unida à obra salvífica de seu Filho. Nela admira e exalta o mais excelente furto da redenção e a contempla com alegria como uma puríssima imagem daquilo que ela mesma anseia e espera ser” (Concílio Vaticano II. Sacrosanctum Concilium, no. 103). O mistério da Virgem Santíssima está presente na liturgia da Igreja por meio das celebrações marianas inseridas no decorrer do ano litúrgico, na lembrança de que dela se faz nas diversas orações eucarísticas, na evocação dos grandes temas mariais e na coletânea de missas de Nossa Senhora, contidas em seu lecionário. A pessoa de Maria é ainda evocada na liturgia das horas e outros ritos sacramentais e orações da Igreja. As celebrações marianas expressam o culto oficial que a Igreja presta à Virgem Maria. Esse culto “encontra sua expressão nas festas litúrgicas dedicadas à Mãe de Deus” (Catecismo da Igreja Católica, nº. 971). No decorrer do ano litúrgico, a Igreja realiza três tipos de celebrações marianas, de acordo com sua importância: solenidades, festas e memórias. Essas celebrações ressaltam a beleza da figura de Maria na obra salvífica de Jesus e na vida da Igreja. As solenidades são as celebrações marianas mais importantes, com um sabor peculiar. São dias relevantes do calendário litúrgico. Suas celebrações se iniciam com as primeiras vésperas na tarde precedente. As solenidades têm três leituras próprias na missa e também na liturgia das horas. As solenidades são quatro: Santa Maria, Mãe de Deus (1º. de janeiro), Anunciação do Senhor (25 de março), Assunção de Nossa Senhora (15 de agosto) e Imaculada Conceição de Maria (8 de dezembro). No Brasil há também a solenidade de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, sua padroeira principal (12 de outubro). As festas são celebrações marianas que, em ordem de importância, vêm depois das solenidades. São realizadas nos limites do dia natural. Não têm as primeiras vésperas. Mas têm tudo próprio, tanto as leituras e orações da missa, com os textos da liturgia das horas. As festas são os dias em que os cristãos rompem a monotonia do ordinário e celebra algum acontecimento de Maria com alegria, gratidão e tranquilidade. As principais festas são: apresentação do Senhor (2 de fevereiro), visitação de Nossa Senhora (31 de maio) e natividade de Maria (8 de setembro). No Brasil e outros países latino-americanos, há a festa de Nossa Senhora de Guadalupe (12 de dezembro), padroeira da América Latina. As memórias são celebrações marianas de menor importância. São obrigatórias ou facultativas. São harmonizadas com a liturgia do dia da semana corrente. As memórias são: Nossa Senhora de Lourdes (11 de fevereiro), Nossa Senhora de Fátima (13 de maio), Imaculado Coração de Maria (sábado depois da solenidade do Sagrado Coração de Jesus), Nossa Senhora do Carmo (16 de julho), Dedicação da Basílica de Santa Maria Maior (5 de agosto), Nossa Senhora Rainha (22 de agosto), Nossa Senhora das Dores (15 de setembro), Nossa Senhora do Rosário (7 de outubro) e apresentação de Nossa Senhora (21 de setembro). Na semana os cristãos dedicam os sábados à memoria da Virgem Santíssima. Recordam a participação constante de Nossa Senhora na vida de Jesus e nas existências das pessoas. Se no sábado não há nenhuma festa ou memória obrigatória, pode-se celebrar pela manhã a missa de Nossa Senhora. Essa tradição mariana remonta ao século IX. A Virgem Maria, Mãe da Igreja constitui uma memória litúrgica. Está integrada no conjunto das celebrações marianas que os cristãos celebram durante o ano. A memória da Virgem Maria, Mãe da Igreja, é recente na liturgia cristã. Mas seu título é antigo, proveniente da literatura patrística do século IV. A denominação de Maria como Mãe da Igreja foi utilizada pela primeira vez por Santo Ambrósio de Milão (338-397). Esse dado foi redescoberto por Hugo Rahner, um jesuíta, que era irmão do renomado teólogo Karl Rahner. O próprio Santo Agostinho (354-430) afirmava que Maria é mãe dos membros de Cristo, porque cooperou, com sua caridade, para o renascimento dos fiéis na Igreja. São Leão Magno (440-461), papa e doutor da Igreja, quando diz que o nascimento da Cabeça é, também, o nascimento do Corpo, indica que Maria é, ao mesmo tempo, Mãe de Cristo, o Filho de Deus, e Mãe do seu Corpo Místico, isto é, a Igreja. Na Idade Média, a partir do século IX, os pregadores, os escritores e os devotos empregavam com maior frequência a maternidade eclesial e espiritual de Maria. Eles também usaram diversos títulos equivalentes, como Mãe dos seres humanos, Mãe dos discípulos, Mãe dos cristãos, Mãe dos redimidos e Mãe de todos aqueles que renascem em Cristo. A invocação torna-se comum nos pronunciamentos e documentos dos papas dos últimos séculos. No dia 29 de junho de 1943, o Papa Pio XII (1939-1958) já preconizava Maria, a nova Eva, como Mãe de todos os cristãos na Igreja. Maria, que “era fisicamente Mãe da nossa divina Cabeça, foi, com novo título de dor e de glória, feita espiritualmente mãe de todos os seus membros” no Calvário (Carta Encíclica Mystici Corporis, no. 106). Ela é “Mãe santíssima de todos os membros de Cristo, a cujo Coração Imaculado confiadamente consagramos todos os homens, e agora em corpo e alma refulge na glória e reina juntamente com seu Filho, nos alcance dele que sem interrupção corram os caudais da graça da excelsa Cabeça para todos os membros do Corpo Místico” (Carta Encíclica Mystici Corporis, no. 107). Na Igreja Católica, o título de Mãe da Igreja foi dado oficialmente à Maria pelo Papa Paulo IV (1963-1978), em meados dos anos 60. Bem acolhido pelos cristãos, foi rapidamente divulgado dentro da cristandade. Diversas igrejas e capelas passaram a ter como patrona a Mãe da Igreja. Aos 21 de novembro de 1964, ao encerrar a terceira sessão do Concílio Vaticano II, Paulo VI declarou a Mãe de Jesus como Mãe da Igreja. Foi durante a promulgação da Constituição Dogmática sobre a Igreja: “Lumen Gentium”, documento considerado a pedra angular da doutrina conciliar, pois faz uma profunda meditação sobre a natureza e a missão da Igreja à luz de Jesus Cristo. Para o Papa, a missão maternal de Maria na Igreja é expressão de sua bondade, solicitude e caridade atenta e afetuosa. A invocação de Mãe da Igreja sempre foi querida e reconhecida dentro do povo de Deus. Foi também sugerida por muitos ministros ordenados, teólogos, religiosos e leigos de diversos seguimentos, lugares e partes do mundo. Paulo VI afirmou que Maria é Mãe de todo o povo de Deus, tanto os cristãos leigos como o clero. Em seu discurso oficial, ele pontuava: “Para a glória da Virgem e para nosso conforto, proclamamos Maria Santíssima ‘Mãe da Igreja’, isto é, de todo o povo de Deus, tanto dos fiéis como dos pastores que lhe clamam Mãe amorosíssima; e queremos que com este título suavíssimo seja a Virgem doravante ainda mais honrada e invocada por todo o povo cristão”. Em seu pronunciamento, o Papa precisa, por três vezes, que Maria é mãe de todos os membros da Igreja. O título de Mãe da Igreja, oficializado por Paulo VI, alicerça-se na união de Maria com Jesus. “Com esse título, se expressa a realidade do vínculo mais profundo de Maria com o Senhor e, nele, conosco. Sua maternidade em relação à comunidade cristã é derivação do dom e da tarefa que recebeu do próprio Deus” (Pe. Angel L. Strada, teólogo e escritor). Em 13 de maio de 1967, Paulo VI propôs a Exortação Apostólica Signum Magnum, dedicada ao culto da Virgem Maria, Mãe da Igreja e modelo de todas as virtudes. O Papa exorta os cristãos a honrarem, com veneração especial, Nossa Senhora como Mãe espiritual perfeita da Igreja e a imitarem suas virtudes como caminho seguro de fidelidade ao seguimento de Cristo. Em 1975, por ocasião do Ano Santo da Reconciliação, a Sé Apostólica propôs uma missa votiva em honra de Santa Maria, Mãe da Igreja. A celebração foi inserida no Missa Romano. Em 1980, durante o pontificado de João Paulo II, a Sé Apostólica concedeu a possibilidade de acrescentar a invocação de Mãe da Igreja na Ladainha Lauretana. Em 1986, publicou também outros formulários de missas votivas com o título de Mãe e Imagem da Igreja na Coletânea de Missas de Nossa Senhora. Para alguns países, dioceses e institutos religiosos, autorizou a inserir a celebração da Mãe da Igreja em seu calendário particular. Considerando toda a tradição cristã e a importância da maternidade eclesial no mistério da Igreja, Papa Francisco instituiu a memória de Maria, Mãe da Igreja, no calendário romano geral. Determinou que a celebração mariana fosse feita todos os anos na segunda-feira depois da solenidade de Pentecostes. A instituição da memória está no Decreto “Ecclesia Mater”, da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos. O documento foi assinado pelo Cardeal Robert Sarah, prefeito do Dicastério, em 11 de fevereiro de 2018, quando se comemorara o centésimo sexagésimo aniversário da primeira aparição de Nossa Senhora em Lurdes, França. O Decreto foi publicado no dia 3 de março de 2018. O documento orienta que a memória de Maria, Mãe da Igreja, deva figurar em todos os calendários e livros litúrgicos para a celebração da missa e da liturgia das horas. A memória litúrgica visa favorecer o crescimento do sentido materno da Igreja nos pastores, nos religiosos e nos leigos. Busca também incrementar o senso materno na genuína piedade mariana. Para instituir a celebração mariana, o Papa Francisco considerou o valor fundamental da presença de Maria na comunidade cristã primitiva, quando se esperava o Espírito Santo em Pentecostes (At 1,14). Desde então, a Mãe de Jesus sempre se ocupou maternalmente com a Igreja peregrina no tempo. A memória mariana auxilia a recordar e a reforçar que a vida cristã, para progredir, deve ser ancorada no mistério da redenção de Jesus na cruz e no mistério de Maria, a Mãe do Redentor e dos redimidos, como Virgem oferente no Calvário. Esses são mistérios que Deus deu ao mundo para orientar, fecundar e santificar os cristãos. Tais mistérios visam também conduzi-los a Jesus Cristo, o Senhor Ressuscitado.

25 DE MAIO DE 2026 - SEGUNDA-FEIRA DEPOIS DE PENTECOSTESBEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA, MÃE DA IGREJALeitura do Livro do Gê...
25/05/2026

25 DE MAIO DE 2026 - SEGUNDA-FEIRA DEPOIS DE PENTECOSTES
BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA, MÃE DA IGREJA

Leitura do Livro do Gênesis: 3, 9-15. 20

Depois que Adão comera do fruto da árvore, o Senhor Deus o chamou, dizendo: “Onde estás?” E ele respondeu: “Ouvi tua voz no jardim, e fiquei com medo porque estava nu; e me escondi”. Disse-lhe o Senhor Deus: “E quem te disse que estavas nu? Então comeste da árvore, de cujo fruto te proibi comer?” Adão disse: “A mulher que tu me deste por companheira, foi ela que me deu do fruto da árvore, e eu comi”. Disse o Senhor Deus à mulher: “Por que fizeste isso?” E a mulher respondeu: “A serpente enganou-me e eu comi”. Então o Senhor Deus disse à serpente: “Porque fizeste isso, serás maldita entre todos os animais domésticos e todos os animais selvagens! Rastejarás sobre o ventre e comerás pó todos os dias da tua vida! Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela. Esta te ferirá a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar”. E Adão chamou à sua mulher “Eva”, porque ela é a mãe de todos os viventes.

Palavra do Senhor.

Salmo — 86(87), 1-2. 3 e 5. 6-7 (R. 3)

— Dizem coisas gloriosas da Cidade do Senhor.
— O Senhor ama a cidade que fundou no Monte santo; ama as portas de Sião mais que as casas de Jacó.
— Dizem coisas gloriosas da Cidade do Senhor. De Sião, porém, se diz: “Nasceu nela todo homem; Deus é sua segurança”
— Deus anota no seu livro, onde inscreve os povos todos: “Foi ali que estes nasceram”. Por isso todos juntos a cantar se alegrarão; e, dançando, exclamarão: “Estão em ti as nossas fontes!”

Evangelho — João 19, 25-34

Naquele tempo, perto da cruz de Jesus, estavam de pé a sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena. Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe: “Mulher, este é o teu filho”. Depois disse ao discípulo: “Esta é a tua mãe”. Daquela hora em diante, o discípulo a acolheu consigo. Depois disso, Jesus, sabendo que tudo estava consumado, e para que a Escritura se cumprisse até o fim, disse: “Tenho sede”. Havia ali uma jarra cheia de vinagre. Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre e levaram-na à boca de Jesus. Ele tomou o vinagre e disse: “Tudo está consumado”. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito. Era o dia da preparação para a Páscoa. Os judeus queriam evitar que os corpos ficassem na cruz durante o sábado, porque aquele sábado era dia de festa solene. Então pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas aos crucificados e os tirasse da cruz. Os soldados foram e quebraram as pernas de um e depois do outro que foram crucificados com Jesus. Ao se aproximarem de Jesus, e vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas; mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água.

Palavra da Salvação.

25 DE MAIO DE 2026 - DOMINGO DE PENTECOSTES Leitura dos Atos dos Apóstolos: 2, 1-1Quando chegou o dia de Pentecostes, os...
24/05/2026

25 DE MAIO DE 2026 - DOMINGO DE PENTECOSTES

Leitura dos Atos dos Apóstolos: 2, 1-1

Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um barulho como se fosse uma forte ventania, que encheu a casa onde eles se encontravam. Então apareceram línguas como de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito os inspirava. Moravam em Jerusalém judeus devotos, de todas as nações do mundo. Quando ouviram o barulho, juntou-se a multidão, e todos ficaram confusos, pois cada um ouvia os discípulos falar em sua própria língua. Cheios de espanto e admiração, diziam: “Esses homens que estão falando não são todos galileus?Como é que nós os escutamos na nossa própria língua? Nós que somos partos, medos e elamitas, habitantes da Mesopotâmia, da Judeia e da Capadócia, do Ponto e da Ásia, da Frígia e da Panfília, do Egito e da parte da Líbia próxima de Cirene, também romanos que aqui residem; judeus e prosélitos, cretenses e árabes, todos nós os escutamos anunciarem as maravilhas de Deus na nossa própria língua!”

Palavra do Senhor.

Salmo: 103(104), 1ab. 24ac. 29bc-30. 31. 34 (R. cf. 30)

- Enviai o vosso Espírito, Senhor, e da terra toda a face renovai.
- Bendize, ó minha alma, ao Senhor! Ó meu Deus e meu Senhor, como sois grande! Quão numerosas, ó Senhor, são vossas obras! Encheu-se a terra com as vossas criaturas!
- Se tirais o seu respiro, elas perecem e voltam para o pó de onde vieram. Enviais o vosso espírito e renascem e da terra toda a face renovais.
- Que a glória do Senhor perdure sempre, e alegre-se o Senhor em suas obras! Hoje seja-lhe agradável o meu canto, pois o Senhor é a minha grande alegria!

Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios: 1Cor 12, 3b-7. 12-13

Irmãos: Ninguém pode dizer: Jesus é o Senhor, a não ser no Espírito Santo. Há diversidade de dons, mas um mesmo é o Espírito. Há diversidade de ministérios, mas um mesmo é o Senhor. Há diferentes atividades, mas um mesmo Deus que realiza todas as coisas em todos. A cada um é dada a manifestação do Espírito em vista do bem comum. Como o corpo é um, embora tenha muitos membros, e como todos os membros do corpo, embora sejam muitos, formam um só corpo, assim também acontece com Cristo. De fato, todos nós, judeus ou gregos, escravos ou livres, fomos batizados num único Espírito, para formarmos um único corpo, e todos nós bebemos de um único Espírito.

Palavra do Senhor.

Sequência de Pentecostes

Espírito de Deus,
enviai dos céus
um raio de luz!

Vinde, Pai dos pobres,
dai aos corações
vossos sete dons.

Co***lo que acalma,
hóspede da alma,
doce alívio, vinde!

No labor descanso,
na aflição remanso,
no calor aragem.

Enchei, luz bendita,
chama que crepita,
o íntimo de nós!

Sem a luz que acode,
nada o homem pode,
nenhum bem há nele.

Ao sujo lavai,
ao seco regai,
curai o doente.

Dobrai o que é duro,
guiai no escuro,
o frio aquecei.

Dai à vossa Igreja,
que espera e deseja,
vossos sete dons.

Dai em prêmio ao forte
uma santa morte,
alegria eterna.

Amém.

Evangelho — João 20, 19-23

Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”. Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor. Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”. E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem não os perdoardes, eles lhes serão retidos”.

Palavra da Salvação.

23 DE MAIO - SÃO JOÃO BATISTA DE ROSSI, PRESBÍTERO João Batista de Rossi nasceu no dia 22 de fevereiro de 1698, em Volta...
23/05/2026

23 DE MAIO - SÃO JOÃO BATISTA DE ROSSI, PRESBÍTERO

João Batista de Rossi nasceu no dia 22 de fevereiro de 1698, em Voltagio, na província de Gênova, Itália. Aos dez anos, foi trabalhar para uma família muito rica em Gênova como pajem, para poder estudar e manter-se. Três anos depois, transferiu-se, definitivamente, para Roma, morando na casa de um primo que já era sacerdote e estudando no Colégio Romano dos jesuítas. Lá se doutorou em filosofia, convivendo com os melhores e mais preparados de sua geração de clérigos. Depois, os cursos de teologia ele concluiu com os dominicanos de Minerva. A todo esse esforço intelectual João Batista acrescentava uma excessiva carga de atividade evangelizadora, mesmo antes de ser ordenado sacerdote, junto aos jovens e às pessoas abandonadas e pobres. Com isso, teve um esgotamento físico e psicológico tão intenso que desencadearam os ataques epiléticos e uma grave doença nos olhos. Nunca mais se recuperou e teve de conviver com essa situação o resto da vida. Contudo ele nunca deixou de praticar a penitência, concentrada na pouca alimentação, minando ainda mais seu frágil organismo. Recebeu a unção sacerdotal em 1721. Nessa ocasião, devido à experiência adquirida na direção dos grupos de estudantes, decidiu fundar a Pia União de Sacerdotes Seculares, que dirigiu durante alguns anos. Por lá, até o final de 1935, passaram ilustres personalidades do clero romano, alguns mais tarde a Igreja canonizou e outros foram eleitos para dirigi-la. Entretanto João Batista queria uma obra mais completa, por isso fundou e também dirigiu a Casa de Santa Gala, para rapazes carentes, e a Casa de São Luiz Gonzaga, para moças carentes. Aliás, esse era seu santo preferido e exemplo que seguia no seu apostolado. O seu rebanho eram os mais pobres, doentes, encarcerados e pecadores. Tinha o dom do conselho, era atencioso e paciente com todos os fiéis, que formavam filas para se confessarem com ele. O tom de consolação, exortação e orientação com que tratava seus penitentes atraía cristãos de toda a cidade e de outras vizinhanças. João Batista era incansável, dirigia tudo com doçura e firmeza, e onde houvesse necessidade de algum socorro ali estava ele levando seu fervor e força espiritual. Quando seu primo cônego morreu, ele foi eleito para sucedê-lo em Santa Maria, em Cosmedin, Roma. Mas acabou sendo dispensado da obrigação do coro para poder dedicar-se com maior autonomia aos seus compromissos apostólicos. Aos sessenta e seis anos de idade, a doença finalmente o venceu e ele morreu no dia 23 de maio de 1764, tão pobre que seu enterro foi custeado pela caridade dos devotos. João Batista de Rossi foi canonizado pelo papa Leão XIII em 1881, que marcou sua celebração para o dia de sua morte.

23 DE MAIO DE 2026 - SÁBADO DA VIII SEMANA DA PÁSCOA Leitura dos Atos dos Apóstolos: 28, 16-20.30-31Quando entramos em R...
23/05/2026

23 DE MAIO DE 2026 - SÁBADO DA VIII SEMANA DA PÁSCOA

Leitura dos Atos dos Apóstolos: 28, 16-20.30-31

Quando entramos em Roma, Paulo recebeu permissão para morar em casa particular, com um soldado que o vigiava. Três dias depois, Paulo convocou os líderes dos judeus. Quando estavam reunidos, falou-lhes: 'Irmãos, eu não fiz nada contra o nosso povo, nem contra as tradições de nossos antepassados. No entanto, vim de Jerusalém como prisioneiro e, assim, fui entregue às mãos dos romanos. Interrogado por eles no tribunal e não havendo nada em mim que merecesse a morte, eles queriam me soltar. Mas os judeus se opuseram e eu fui obrigado a apelar para César, sem nenhuma intenção de acusar minha nação. É, por isso, que eu pedi para ver-vos e falar-vos, pois estou carregando estas algemas exatamente por causa da esperança de Israel.' Paulo morou dois anos numa casa alugada. Ele recebia todos os que o procuravam, pregando o Reino de Deus. Com toda a coragem e sem obstáculos, ele ensinava as coisas que se referiam ao Senhor Jesus Cristo.

Palavra do Senhor

Salmo 10 (11)

- Ó Senhor, quem tem reto coração há de ver a vossa face.
- Deus está no templo santo, e no céu tem o seu trono; volta os olhos para o mundo, seu olhar penetra os homens.
- Examina o justo e o ímpio, e detesta o que ama o mal. Porque justo é nosso Deus, o Senhor ama a justiça. Quem tem reto coração há de ver a sua face.

Evangelho: João 21, 20-25

Naquele tempo: Pedro virou-se e viu atrás de si aquele outro discípulo que Jesus amava, o mesmo que se reclinara sobre o peito de Jesus durante a ceia e lhe perguntara:'Senhor, quem é que te vai entregar?' Quando Pedro viu aquele discípulo, perguntou a Jesus:'Senhor, o que vai ser deste?' Jesus respondeu: 'Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, o que te importa isso? Tu, segue-me!' Então, correu entre os discípulos a notícia de que aquele discípulo não morreria. Jesus não disse que ele não morreria, mas apenas: 'Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, que te importa?' Este é o discípulo que dá testemunho dessas coisas e que as escreveu; e sabemos que o seu testemunho é verdadeiro. Jesus fez ainda muitas outras coisas, mas, se fossem escritas todas, penso que não caberiam no mundo os livros que deveriam ser escritos.

Palavra da Salvação

22 DE MAIO - SANTA RITA DE CÁSSIA, VIÚVA Santa Rita de Cássia nasceu em Cássia na Itália, em um 22 de maio. Seu verdadei...
22/05/2026

22 DE MAIO - SANTA RITA DE CÁSSIA, VIÚVA

Santa Rita de Cássia nasceu em Cássia na Itália, em um 22 de maio. Seu verdadeiro nome era Margarida, mas desde muito pequena lhe diziam Rita. Desde seu nascimento, a santa começou a demonstrar porque ia ser chamada a “advogada dos impossíveis”, pois sua mãe era estéril e não podia conceber nenhum filho. Sem embargo, suas contínuas orações e penitências lhe permitiram obter a graça de Deus de dar à luz a uma maravilhosa e piedosa filha. Desde seus primeiros anos, a santa demonstrava constantemente sua piedade e seu desejo de consagrar-se à vida religiosa; seu maior gosto era dedicar-se à oração e à caridade fraterna com o próximo. Entretanto, por decisão e obediência aos seus pais, Santa Rita contraiu matrimônio. O esposo da santa resultou ser uma pessoa de caráter difícil e sumamente violento que constantemente agredia e humilhava a Santa Rita entretanto, ela suportou o gênio feroz deste homem por 18 anos, com a mais refinada paciência, sem reclamar, sem recorrer às autoridades civis para pedir sanções e oferecendo todo este martírio pela conversão dos pecadores e entre eles, seu esposo, e logo seus dois filhos, que tambbém tinha herdado o gênio rebelde do seu pai. A paciência e a oração de Santa Rita deram seus frutos, e pouco antes da morte de seu esposo, e logo de seus dois filhos, se converteram de coração. Agora já sem esposo e sem filhos, Rita se dedicou a obras de caridade e a passar longos lapsos dedicados à oração e à meditação. Desejava ser religiosa, mas as comunidades de freiras lhe respondiam que elas somente recebiam a jovens solteiras. Ela aproveitou este intervalo de tempo para espiritualizar-se mais e dedicar-se com maior esmero a socorrer aos necessitados. Afinal as irmãs Agustinianas fizeram uma exceção e aceitaram-na em sua comunidade. Uma vez admitida como religiosa se dedicou com a mais estrita atitude a cumprir tudo o que mandavam os regulamentos da Congregação e a obedecer a suas superioras com alegria e prontidão em tudo. Ademais, se dedicou a tender às irmãs enfermas e a rezar pela conversão dos pecadores e obteve prodígios a longa distância. Santa Rito caiu muito doente, falecendo no dia 22 de maio de 1457. Seu corpo se conserva incorrupto. No dia 22 de maio celebramos a vida santa da esposa, mãe, viúva e depois religiosa : Santa Rita de Cássia que tornou-se popular pela sua intercessão em casos impossíveis. Nascida em 1381 de uma pobre família que muito bem comunicou-lhe a riqueza que é viver o Evangelho. Desde pequena manifestava sua grande devoção a Nossa Senhora, confiança na intercessão de São João Batista e de Santo Agostinho. No coração de Santa Rita crescia o desejo da vida religiosa, porém foi casada pelos pais com Paulo Ferdinando, que de início aparentava de boa índole, porém começou a se mostrar grosseiro, violento e fanfarrão. Santa Rita de Cássia grande intercessora sofreu muito com o esposo, até que este foi assassinado e acabou gerando nos dois filhos gêmeos grande revolta e vontade de vingança. Santa Rita de Cássia se entregava constantemente a oração, e ao testemunho de caridade, tanto que perdoou o esposo e assassinos, mas infelizmente perdeu cedo os filhos. Como viúva conseguiu a graça de entrar na vida religiosa. Chagada, e em meio a novas situações humanamente impossíveis, conseguiu superar com a graça de Deus todos os desafios pela santidade.

22 DE MAIO DE 2026 - SEXTA-FEIRA DA VII SEMANA DA PÁSCOA SANTA RITA DE CÁSSIA, VIÚVA Leitura dos Atos dos Apóstolos: 25,...
22/05/2026

22 DE MAIO DE 2026 - SEXTA-FEIRA DA VII SEMANA DA PÁSCOA
SANTA RITA DE CÁSSIA, VIÚVA

Leitura dos Atos dos Apóstolos: 25, 13b-21

Naqueles dias, o rei Agripa e Berenice chegaram a Cesareia e foram cumprimentar Festo. Como ficassem alguns dias aí, Festo expôs ao rei o caso de Paulo, dizendo: “Está aqui um homem que Félix deixou como prisioneiro. Quando eu estive em Jerusalém, os sumos sacerdotes e os anciãos dos judeus apresentaram acusações contra ele e pediram-me que o condenasse. Mas eu lhes respondi que os romanos não costumam entregar um homem antes que o acusado tenha sido confrontado com os acusadores e possa defender-se da acusação. Eles vieram para cá e, no dia seguinte, sem demora, sentei-me no tribunal e mandei trazer o homem. Seus acusadores compareceram diante dele, mas não trouxeram nenhuma acusação de crimes de que eu pudesse suspeitar. Tinham somente certas questões sobre a sua própria religião e a respeito de um certo Jesus que já morreu, mas que Paulo afirma estar vivo. Eu não sabia o que fazer para averiguar o assunto. Perguntei então a Paulo se ele preferia ir a Jerusalém, para ser julgado lá. Mas Paulo fez uma apelação para que a sua causa fosse reservada ao juízo do Augusto Imperador. Então ordenei que ficasse preso até que eu pudesse enviá-lo a César”.

Palavra do Senhor.

Salmo — 102(103), 1-2. 11-12. 19-20ab (R. 19a)

- O Senhor pôs o seu trono lá nos céus.
- Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e todo o meu ser, seu santo nome! Bendize, ó minha alma, ao Senhor, não te esqueças de nenhum de seus favores!
- Quanto os céus por sobre a terra se elevam, tanto é grande o seu amor aos que o temem; quanto dista o nascente do poente, tanto afasta para longe nossos crimes.
- O Senhor pôs o seu trono lá nos céus, e abrange o mundo inteiro seu reinado. Bendizei ao Senhor Deus, seus anjos todos, valorosos que cumpris as suas ordens.

Evangelho — João 21, 15-19

Jesus manifestou-se aos seus discípulos e, depois de comerem, perguntou a Simão Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas mais do que estes?” Pedro respondeu: “Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”. Jesus disse: “Apascenta os meus cordeiros”. E disse de novo a Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas?” Pedro disse: “Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”. Jesus disse-lhe: “Apascenta as minhas ovelhas”. Pela terceira vez, perguntou a Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas?” Pedro ficou triste, porque Jesus perguntou três vezes se ele o amava. Respondeu: “Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo”. Jesus disse-lhe: “Apascenta as minhas ovelhas. Em verdade, em verdade te digo: quando eras jovem, tu te cingias e ias para onde querias. Quando fores velho, estenderás as mãos e outro te cingirá e te levará para onde não queres ir”. Jesus disse isso, significando com que morte Pedro iria glorificar a Deus. E acrescentou: “Segue-me”.

Palavra da Salvação.

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