Comunidade São Marcelino Champagnat e Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

Comunidade São Marcelino Champagnat e Nossa Senhora do Perpétuo Socorro PASCOM
Comunidade São Marcelino Champagnat
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15/01/2026

O Janeiro Branco é um convite para refletir sobre a saúde mental em um momento de recomeços e renovação, quando muitos já começam a traçar metas para o novo ano.

EVANGELHO DO DIA 15° DOMINGO DO TEMPO COMUM 14 JULHO 2024Evangelho (Mc 6,7-13)— Aleluia, Aleluia, Aleluia.— Que o Pai do...
14/07/2024

EVANGELHO DO DIA
15° DOMINGO DO TEMPO COMUM
14 JULHO 2024

Evangelho (Mc 6,7-13)

— Aleluia, Aleluia, Aleluia.

— Que o Pai do Senhor Jesus Cristo nos dê do saber o Espírito; conheçamos, assim, a esperança à qual nos chamou como herança.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 7 Jesus chamou os doze, e começou a enviá-los dois a dois, dando-lhes poder sobre os espíritos impuros. 8 Recomendou-lhes que não levassem nada para o caminho, a não ser um cajado; nem pão, nem sacola, nem dinheiro na cintura. 9 Mandou que andassem de sandálias e que não levassem duas túnicas. 10 E Jesus disse ainda: "Quando entrardes numa casa, f**ai ali até vossa partida. 11 Se em algum lugar não vos receberem, nem quiserem vos escutar, quando sairdes, sacudi a poeira dos pés, como testemunho contra eles!" 12 Então os doze partiram e pregaram que todos se convertessem. 13 Expulsavam muitos demônios e curavam numerosos doentes, ungindo-os com óleo.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

REFLEXÃO SOBRE O EVANGELHO

«Jesus chamou os Doze e começou a enviá-los, dois a dois»

Rev. D. Jordi SOTORRA i Garriga
(Sabadell, Barcelona, Espanha)

Hoje, Domingo XV (B) do Tempo Comum, lemos no Evangelho que Jesus envia os Doze, dois a dois, a pregar. Até agora tinham acompanhado o Mestre pelos caminhos da Galileia, mas chegou a hora de começar a difusão do Evangelho, a Boa Nova: a notícia de que o nosso Pai Deus nos ama com um amor infinito e que nos trouxe à vida para nos fazer felizes por toda a eternidade. Esta notícia é para todos. Ninguém f**a à margem dos ensinamentos libertadores de Jesus. Ninguém f**a excluído do Amor de Deus. É preciso chegar até ao último lugar do mundo, anunciar a alegria da salvação plena e universal, por meio de Jesus Cristo, o Filho de Deus feito homem por nós, morto e ressuscitado e activamente presente na Igreja.

Equipados com «poder sobre os espíritos impuros» (Mc 6,7) e com uma bagagem quase inexistente - «Mandou que não levassem nada pelo caminho, a não ser um cajado; nem pão, nem sacola, nem dinheiro à cintura, mas que calçassem sandálias e não usassem duas túnicas» (Mc 6,8) - iniciam a missão da Igreja. A eficácia da sua pregação evangelizadora não virá de influências humanas ou materiais, mas do poder de Deus e da sinceridade, da fé e do testemunho de vida do pregador. «Todo o impulso, a energia e a entrega dos evangelizadores provêm da fonte que é o amor de Deus infundido nos nossos corações com o dom do Espírito Santo» (S. João Paulo II).

Hoje em dia, a Boa Notícia ainda não chegou a todos os lugares da terra, nem com a intensidade que era preciso. Temos que anunciar a conversão, temos que vencer muitos espíritos malignos.

Nós, que já recebemos a Boa Notícia, sabemos dar-lhe o devido valor? Somos disso conscientes? Somos agradecidos? Sintamo-nos enviados, missionários, urgidos a pregar com o exemplo e, se necessário, com a palavra, para que a Boa Nova não falte àqueles que Deus colocou no nosso caminho.

EVANGELHO DO DIA 14a SEMANA DO TEMPO COMUM SEXTA-FEIRA  - 12 JULHO 2024Evangelho (Mt 10,16-23)— Aleluia, Aleluia, Alelui...
12/07/2024

EVANGELHO DO DIA
14a SEMANA DO TEMPO COMUM
SEXTA-FEIRA - 12 JULHO 2024

Evangelho (Mt 10,16-23)

— Aleluia, Aleluia, Aleluia.

— Quando o paráclito vier, o Espírito da verdade, ele vos conduzirá a toda a verdade, lembrar-vos-á de tudo o que eu tenho falado.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 16 "Eis que eu vos envio como ovelhas no meio de lobos. Sede, portanto, prudentes como as serpentes e simples como as pombas. 17 Cuidado com os homens, porque eles vos entregarão aos tribunais e vos açoitarão nas suas sinagogas. 18 Vós sereis levados diante de governadores e reis, por minha causa, para dar testemunho diante deles e das nações. 19 Quando vos entregarem, não fiqueis preocupados como falar ou o que dizer. Então naquele momento vos será indicado o que deveis dizer. 20 Com efeito, não sereis vós que havereis de falar, mas sim o Espírito do vosso Pai é que falará através de vós. 21 O irmão entregará à morte o próprio irmão; o pai entregará o filho; os filhos se levantarão contra seus pais, e os matarão. 22 Vós sereis odiados por todos, por causa do meu nome. Mas quem perseverar até o fim, esse será salvo. 23 Quando vos perseguirem numa cidade, fugi para outra. Em verdade vos digo, vós não acabareis de percorrer as cidades de Israel, antes que venha o Filho do Homem".

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

REFLEXÃO SOBRE O EVANGELHO

«Sereis odiados por todos, por causa do meu nome»

P. Josep LAPLANA OSB Monje de Montserrat
(Montserrat, Barcelona, Espanha)

Hoje, o Evangelho remarca as dificuldades e as contradições que o cristão haverá de sofrer por causa de Cristo e do seu Evangelho e como deverá resistir e perseverar até o final. Jesus nos prometeu: «Eis que estou convosco todos os dias, até o fim dos tempos» (Mt 28,20); mas não prometeu, aos seus, um caminho fácil, antes pelo contrário, lhes disse: «Sereis odiados por todos, por causa do meu nome» (Mt 10,22).

A Igreja e o mundo são duas realidades de ”difícil” convivência. O mundo, que a Igreja há de converter a Jesus Cristo, não é uma realidade neutra, como se fosse uma cera virgem que só espera o selo que lhe dará forma. Isto só teria sido assim se não tivesse havido uma história de pecado entre a criação do homem e a sua redenção. O mundo, como estrutura afastada de Deus, obedece a outro senhor, que o Evangelho de São João denomina como o senhor deste mundo, o inimigo da alma, o que fez com que o cristão fizesse um juramento— no dia de seu batismo— de desobediência, de dizer não ao inimigo, para pertencer somente ao Senhor e à Mãe Igreja que ela engendrou em Jesus Cristo.

Mas o batizado continua vivendo neste mundo e não em outro, não renuncia à cidadania deste mundo nem lhe nega sua honesta contribuição para mantê-lo e melhorá-lo; os deveres de cidadania cívica são também deveres dos cristãos; pagar os impostos é um dever de justiça para o cristão. Jesus disse que nós, seus seguidores, estamos no mundo, mas não somos do mundo (cf. Jo 17,14-15). Não pertencemos ao mundo incondicionalmente, inteiramente, só pertencemos a Jesus Cristo e à sua Igreja, verdadeira pátria espiritual, que está aqui na terra e que transpassa a barreira do espaço e do tempo para desembarcar-nos na pátria definitiva que é o céu.

Esta dupla cidadania inevitavelmente se choca com as forças do pecado e do domínio que move os mecanismos mundanos. Repassando a história da Igreja, Newman dizia que «a perseguição é a marca da Igreja e talvez a mais duradoura de todas».

EVANGELHO DO DIA 14a SEMANA DO TEMPO COMUM SÃO SÃO BENTO, MEMÓRIA. QUINTA-FEIRA  - 11 JULHO 2024Evangelho (Mt 10,7-15)— ...
11/07/2024

EVANGELHO DO DIA
14a SEMANA DO TEMPO COMUM SÃO
SÃO BENTO, MEMÓRIA.
QUINTA-FEIRA - 11 JULHO 2024

Evangelho (Mt 10,7-15)

— Aleluia, Aleluia, Aleluia.

— Convertei-vos e crede no Evangelho, pois, o reino de Deus está chegando!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 7 "Em vosso caminho, anunciai: 'O Reino dos Céus está próximo'. 8 Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purif**ai os leprosos, expulsai os demônios. De graça recebestes, de graça deveis dar! 9 Não leveis ouro nem prata, nem dinheiro nos vossos cintos; 10 nem sacola para o caminho, nem duas túnicas, nem sandálias, nem bastão, porque o operário tem direito ao seu sustento. 11 Em qualquer cidade ou povoado onde entrardes, informai-vos para saber quem ali seja digno. Hospedai-vos com ele até a vossa partida. 12 Ao entrardes numa casa, saudai-a. 13 Se a casa for digna, desça sobre ela a vossa paz; se ela não for digna, volte para vós a vossa paz. 14 Se alguém não vos receber, nem escutar vossa palavra, saí daquela casa ou daquela cidade, e sacudi a poeira dos vossos pés. 15 Em verdade vos digo, as cidades de Sodoma e Gomorra serão tratadas com menos dureza do que aquela cidade, no dia do juízo".

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

REFLEXÃO SOBRE O EVANGELHO

«No vosso caminho, proclamai: O Reino dos Céus está próximo»

Rev. D. Antonio BORDAS i Belmonte
(L’Ametlla de Mar, Tarragona, Espanha)

Hoje, o texto do Evangelho convida-nos a evangelizar; diz-nos: «Pregai» (cf. Mt 10,7). O anúncio é a boa nova de Jesus, que tenta falar-nos sobre o reino de Deus, que Ele é nosso salvador, enviado pelo Pai ao mundo e, por este motivo, o único que nos pode renovar desde o nosso interior e mudar a sociedade em que vivemos.

Jesus anunciava que «o Reino dos Céus está próximo» (Mt 10,7). Ele anunciava o reino de Deus, que se fazia presente entre os homens e mulheres à medida que o bem avançava e o mal retrocedia.

Jesus quer a salvação do homem total, seu corpo e seu espírito; mais ainda, perante o enigma que preocupa a humanidade, que é a morte, Jesus propõe a ressurreição. Quem vive morto pelo pecado, quando recupera a graça, experimenta uma nova vida. Este é um grande mistério que começamos a experimentar a partir de nosso baptismo: os cristãos estamos chamados à ressurreição.

Uma amostra de como o Papa Francisco procura o bem do homem: «Esta ‘cultura do descarte’ tornou-nos insensíveis também ao esbanjamento e ao desaproveitamento de alimentos. Outrora, os nossos avós prestavam muita atenção a não perder nada da comida que sobejava. A comida que se desaproveita é como se fosse roubada da mesa do pobre, de quantos têm fome!».

Jesus diz-nos que sejamos sempre portadores de paz. Quando os sacerdotes levam a Comunhão a um enfermo dizem: «A paz do Senhor esteja nesta casa!». E a paz de Cristo permanece aí, se houver pessoas dignas dela. Para receber os dons do reino de Deus é necessário ter boa disposição interior. Por outro lado, também vemos como muita gente dá desculpas para não receber o Evangelho.

Temos uma grande responsabilidade entre os homens: é que, depois de crer, não podemos deixar de anunciar o Evangelho, porque vivemos dele e queremos que outros também vivam.

EVANGELHO DO DIA 14a SEMANA DO TEMPO COMUM QUARTA-FEIRA  - 10 JULHO 2024Evangelho (Mt 10,1-7)— Aleluia, Aleluia, Aleluia...
10/07/2024

EVANGELHO DO DIA
14a SEMANA DO TEMPO COMUM
QUARTA-FEIRA - 10 JULHO 2024

Evangelho (Mt 10,1-7)

— Aleluia, Aleluia, Aleluia.

— Convertei-vos e crede no Evangelho, pois, o reino de Deus está chegando!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, Jesus chamou os doze discípulos e deu-lhes poder para expulsarem os espíritos maus e para curarem todo tipo de doença e enfermidade. 2 Estes são os nomes dos doze apóstolos: primeiro, Simão chamado Pedro, e André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João; 3 Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o cobrador de impostos; Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu; 4 Simão, o Zelota, e Judas Iscariotes, que foi o traidor de Jesus. 5 Jesus enviou estes Doze, com as seguintes recomendações: "Não deveis ir aonde moram os pagãos, nem entrar nas cidades dos samaritanos! 6 Ide, antes, às ovelhas perdidas da casa de Israel! 7 Em vosso caminho, anunciai: 'O Reino dos Céus está próximo'".

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

REFLEXÃO SOBRE O EVANGELHO

«Ide e proclamai: O Reino dos Céus está próximo»

Rev. D. Fernando PERALES i Madueño
(Terrassa, Barcelona, Espanha)

Hoje, o Evangelho nos mostra Jesus enviando os seus discípulos em missão: «Jesus enviou esses doze, com as seguintes recomendações» (Mt 10,5). Os doze discípulos formaram então o Colégio Apostólico, que signif**a missionário; a Igreja, que em sua peregrinação terrena, é uma comunidade missionária, pois tem a sua origem no cumprimento da missão do Filho e do Espírito Santo segundo os desígnios de Deus Pai. Do mesmo modo que Pedro e os demais apóstolos constituem um só Colégio Apostólico por instituição do Senhor, assim o Romano Pontífice, sucessor de Pedro, e os Bispos, sucessores dos Apóstolos, formam um todo sobre o qual recai o dever de anunciar o Evangelho por toda a terra.

Entre os discípulos enviados em missão, encontramos aqueles aos quais Cristo conferiu um lugar destacado e uma maior responsabilidade, como Pedro; e a outros como Tadeu, do qual quase não temos notícias; afinal, os Evangelhos foram escritos para nos comunicar a Boa Nova e não para satisfazer nossa curiosidade. Nós, por nossa parte, devemos rezar por todos os bispos, pelos importantes e pelos menos conhecidos, e viver em comunhão com eles: «Segui a todos os bispos, como Jesus Cristo seguiu ao Pai, e ao Colégio dos Anciãos como aos Apóstolos» (Santo Inácio de Antioquia). Jesus não buscou pessoas instruídas, mas simplesmente as disponíveis e capazes de segui-lo até o fim. Isto me ensina que eu, como cristão, também devo sentir-me responsável por uma parte da obra de salvação de Jesus. Afasto o mal? Ajudo meus irmãos?

Como a obra está em seu começo, Jesus logo estabelece uns limites: «Não deveis ir aos territórios dos pagãos, nem entrar nas cidades dos samaritanos! Ide, antes, às ovelhas perdidas da casa de Israel! No vosso caminho, proclamai: O Reino dos Céus está próximo» (Mt 10,5-6). Hoje há de se fazer tudo o que se possa, com a certeza de que Deus chamará a todos os pagãos e samaritanos em outra fase do trabalho missionário.

EVANGELHO DO DIA 14a SEMANA DO TEMPO COMUM TERÇA-FEIRA  - 09 JULHO 2024Evangelho (Mt 9,32-38)— Aleluia, Aleluia, Aleluia...
09/07/2024

EVANGELHO DO DIA
14a SEMANA DO TEMPO COMUM
TERÇA-FEIRA - 09 JULHO 2024

Evangelho (Mt 9,32-38)

— Aleluia, Aleluia, Aleluia.

— Eu sou o bom pastor, conheço minhas ovelhas e elas me conhecem, assim fala o Senhor.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 32 apresentaram a Jesus um homem mudo, que estava possuído pelo demônio. 33 Quando o demônio foi expulso, o mudo começou a falar. As multidões f**aram admiradas e diziam: "Nunca se viu coisa igual em Israel". 34 Os fariseus, porém, diziam: "É pelo chefe dos demônios que ele expulsa os demônios". 35 Jesus percorria todas as cidades e povoados, ensinando em suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino, e curando todo tipo de doença e enfermidade. 36 Vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam cansadas e abatidas, como ovelhas que não têm pastor. Então disse a seus discípulos: 37 "A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. 38 Pedi pois ao dono da messe que envie trabalhadores para a sua colheita!"

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

REFLEXÃO SOBRE O EVANGELHO

«Pedi, pois, ao Senhor da colheita que envie trabalhadores para sua colheita!»

Rev. D. Joan SOLÀ i Triadú
(Girona, Espanha)

Hoje, o Evangelho nos fala da cura de um endemoninhado mudo, que provoca diferentes reações nos fariseus e na multidão. Enquanto os fariseus, ante a evidência de um prodígio inegável, atribuem isso a poderes demoníacos - «É pelo chefe dos demônios que ele expulsa os demônios» (Mt 9,34), a multidão f**a maravilhada: «Nunca se viu coisa igual em Israel» (Mt 9,33). São João Crisóstomo, comentando essa passagem, diz: «O que verdadeiramente incomodava aos fariseus era que consideravam Jesus superior a todos, não somente aos que existiam então, mas a todos os que haviam existido anteriormente».

Jesus não se abala ante a aversão dos fariseus, Ele continua fiel à sua missão. Na verdade, Jesus, ante a evidência de que os guias de Israel, ao invés de guiar e instruir o rebanho, o estavam afastando do bom caminho, apiedou-se daquela multidão cansada e abatida, como ovelhas sem pastor. Que as multidões desejam e agradeçam uma boa orientação ficou comprovado nas visitas pastorais do São João Paulo II a tantos países do mundo. Quantas multidões reunidas em volta dele! Como escutavam sua palavra, sobretudo os jovens! E o Papa não rebaixava o Evangelho, mas o pregava com todas as suas exigências.

Todos nós, «se fôssemos conseqüentes com a nossa fé - nos diz São Josémaria Escrivã - se olhássemos à nossa volta e contemplássemos o espetáculo da História e do Mundo, não poderíamos senão deixar crescer nos nossos corações os mesmos sentimentos que animaram os de Jesus Cristo», o que nos conduziria a uma generosa tarefa apostólica. Mas é evidente a desproporção que existe entre o grande número de pessoas que esperam a pregação da Boa Nova e a escassez de operários. A solução Jesus nos dá ao final do Evangelho: Pedi, pois, ao Senhor da colheita que envie trabalhadores para sua colheita! (cf. Mt 9,38).

EVANGELHO DO DIA 14a SEMANA DO TEMPO COMUM SEGUNDA-FEIRA - 08 JULHO 2024Evangelho (Mt 9,18-26)— Aleluia, Aleluia, Alelui...
08/07/2024

EVANGELHO DO DIA
14a SEMANA DO TEMPO COMUM
SEGUNDA-FEIRA - 08 JULHO 2024

Evangelho (Mt 9,18-26)

— Aleluia, Aleluia, Aleluia.

— Jesus Cristo Salvador destruiu o mal e a morte; fez brilhar, pelo Evangelho, a luz e a vida imperecíveis.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus

— Glória a vós, Senhor.

18 Enquanto Jesus estava falando, um chefe aproximou-se, inclinou-se profundamente diante dele, e disse: "Minha filha acaba de morrer. Mas vem, impõe tua mão sobre ela e ela viverá". 19 Jesus levantou-se e o seguiu, junto com os seus discípulos. 20 Nisto, uma mulher que sofria de hemorragia, há doze anos, veio por trás dele e tocou a barra do seu manto. 21 Ela pensava consigo: "Se eu conseguir ao menos tocar no manto dele, f**arei curada". 22 Jesus voltou-se e, ao vê-la, disse: "Coragem, filha! A tua fé te salvou". E a mulher ficou curada a partir daquele instante. 23 Chegando à casa do chefe, Jesus viu os tocadores de flauta e a multidão alvoroçada, 24 e disse: "Retirai-vos, porque a menina não morreu, mas está dormindo". E começaram a caçoar dele. 25 Quando a multidão foi afastada, Jesus entrou, tomou a menina pela mão, e ela se levantou. 26 Essa notícia espalhou-se por toda aquela região.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

REFLEXÃO SOBRE O EVANGELHO

«A tua fé te Salvou»

Rev. D. Antoni CAROL i Hostench
(Sant Cugat del Vallès, Barcelona, Espanha)

Hoje, a Liturgia da Palavra nos convida a admirar duas magníf**as manifestações de fé. Tão magníf**as que comoveram o coração de Jesus Cristo e provocaram imediatamente a sua resposta. O Senhor não se deixa vencer em generosidade!

«Minha filha faleceu agora mesmo; mas vem impor a mão sobre ela, e viverá» (Mt 9,18). Quase poderíamos dizer que com uma fé consistente nós «obrigamos» a Deus. Ele gosta desta espécie de obrigação. O outro testemunho de fé do Evangelho de hoje também é impressionante: «Se eu conseguir ao menos tocar no seu manto, f**arei curada» (Mt 9,21).

Poderíamos afirmar que Deus se deixa «manipular» de bom grado pela nossa boa fé. O que Ele não admite é que O tentemos por desconfiança. Este foi o caso de Zacarias, que pediu uma prova ao arcanjo Gabriel: «Zacarias disse ao anjo: Como posso ter certeza disso?» (Lc 1,18). O Arcanjo não cedeu à desconfiança de Zacarias e respondeu: «Eu sou Gabriel, e estou sempre na presença de Deus (...). E agora, f**arás mudo, sem poder falar até o dia em que estas coisas acontecerem, já que não acreditaste nas minhas palavras, que se cumprirão no tempo certo» (Lc 1,19-20). E assim aconteceu.

É Ele mesmo quem deseja “obrigar-se” conosco e deixar-se “prender” por nossa fé: «Eu vos digo: pedi e vos será dado; procurai e encontrareis; batei e a porta vos será aberta» (Lc 11,9). Ele é nosso Pai, e não quer negar nada do que convém aos seus filhos.

Entretanto, é necessário que lhe manifestemos confiantemente os nossos pedidos. A confiança e a conaturalidade com Deus requerem intimidade: para confiar em alguém é preciso conhecê-lo, e para conhecê-lo é necessário conviver com ele. Assim, «a fé faz brotar a oração, e a oração - enquanto brota - alcança a firmeza da fé» (Santo Agostinho). Não nos esqueçamos do louvor que mereceu Santa Maria: «Feliz aquela que acreditou, pois o que lhe foi dito da parte do Senhor será cumprido!» (Lc 1,45).

EVANGELHO DO DIA 14° DOMINGO DO TEMPO COMUM 07 JULHO 2024Evangelho (Mc 6,1-6)— Aleluia, Aleluia, Aleluia.— O Espírito do...
07/07/2024

EVANGELHO DO DIA
14° DOMINGO DO TEMPO COMUM
07 JULHO 2024

Evangelho (Mc 6,1-6)

— Aleluia, Aleluia, Aleluia.

— O Espírito do Senhor, sobre mim fez a sua unção; enviou-me aos empobrecidos a fazer feliz proclamação.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 1 Jesus foi a Nazaré, sua terra, e seus discípulos o acompanharam. 2 Quando chegou o sábado, começou a ensinar na sinagoga. Muitos que o escutavam f**avam admirados e diziam: "De onde recebeu ele tudo isto? Como conseguiu tanta sabedoria? E esses grandes milagres que são realizados por suas mãos? 3 Este homem não é o carpinteiro, filho de Maria e irmão de Tiago, de Joset, de Judas e de Simão? Suas irmãs não moram aqui conosco?" E f**aram escandalizados por causa dele. 4 Jesus lhes dizia: "Um profeta só não é estimado em sua pátria, entre seus parentes e familiares". 5 E ali não pôde fazer milagre algum. Apenas curou alguns doentes, impondo-lhes as mãos. 6 E admirou-se com a falta de fé deles. Jesus percorria os povoados das redondezas, ensinando.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

REFLEXÃO SOBRE O EVANGELHO

«Ele se admirava da incredulidade deles»

P. Joaquim PETIT Llimona, L.C.
(Barcelona, Espanha)

Hoje, a liturgia ajuda-nos a descobrir os sentimentos do Coração de Jesus: «Ele admirava-se da incredulidade deles» (Mc 6,6). A falta de fé dos concidadãos do Mestre e a Sua reacção certamente deve ter impressionado os discípulos. Parecia muito normal que as coisas tivessem acontecido de outra forma: chegavam à terra onde tinham vivido tantos anos, tinham ouvido contar as obras que realizava, e a consequência lógica era que O acolhessem com carinho e confiança, mais dispostos do que os outros a escutar os seus ensinamentos. No entanto, não foi assim, mas exactamente ao contrário: «E tornou-se para eles pedra de tropeço» (Mc 6,3).

A estranheza de Jesus pela atitude da gente da sua terra mostra-nos um coração que confia nos homens, que espera uma resposta e a quem a falta da mesma não deixa indiferente, porque é um coração que se dá, procurando o nosso bem. S. Bernardo expressa-o muito bem, quando escreve: «Veio o Filho de Deus e fez tais maravilhas no mundo que afastou o nosso entendimento de tudo quanto é mundano, para que meditemos e nunca cessemos de ponderar nas suas maravilhas. Deixou-nos horizontes infinitos para ocupar a inteligência, e um rio tão caudaloso de idéias que é impossível atravessá-lo. Existe alguém capaz de compreender por que quis a majestade suprema morrer para nos dar a vida, servir Ele para que nós reinemos, viver desterrado para nos levar à pátria, e rebaixar-se até ao mais vil e ordinário para nos exaltar acima de tudo?»

Podemos pensar como teria mudado a vida dos habitantes de Nazaré, se se tivessem aproximado de Jesus com fé. Assim, temos de Lhe pedir dia a dia, como os seus discípulos: «Senhor, aumenta a nossa fé» (Lc 17,5), para que nos abramos mais e mais à sua acção amorosa.

EVANGELHO DO DIA 13a SEMANA DO TEMPO COMUM SÁBADO - 06 JULHO 2024Evangelho (Mt 9,14-17)— Aleluia, Aleluia, Aleluia.— Min...
06/07/2024

EVANGELHO DO DIA
13a SEMANA DO TEMPO COMUM
SÁBADO - 06 JULHO 2024

Evangelho (Mt 9,14-17)

— Aleluia, Aleluia, Aleluia.

— Minhas ovelhas escutam minha voz, eu as conheço e elas me seguem.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 14 os discípulos de João aproximaram-se de Jesus e perguntaram: "Por que razão nós e os fariseus praticamos jejuns, mas os teus discípulos não?" 15 Disse-lhes Jesus: "Por acaso, os amigos do noivo podem estar de luto enquanto o noivo está com eles? Dias virão em que o noivo será tirado do meio deles. Então, sim, eles jejuarão. 16 Ninguém coloca remendo de pano novo em roupa velha, porque o remendo repuxa a roupa e o rasgão f**a maior ainda. 17 Também não se coloca vinho novo em odres velhos, senão os odres se arrebentam, o vinho se derrama e os odres se perdem. Mas vinho novo se coloca em odres novos, e assim os dois se conservam".

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

REFLEXÃO SOBRE O EVANGELHO

«Dias virão em que o noivo lhes será tirado. Então jejuarão»

Rev. D. Joaquim FORTUNY i Vizcarro
(Cunit, Tarragona, Espanha)

Hoje notamos os novos tempos que se iniciam com Jesus, a sua nova doutrina que é ensinada com autoridade, e, como todas as coisas novas, vemos como elas chocam e questionam a realidade e os valores dominantes na sociedade. Assim, nas páginas que precedem o Evangelho que estamos contemplando, vemos a Jesus perdoando os pecados, o paralítico sendo curado e, ao mesmo tempo, acompanhamos como isso escandaliza os fariseus. Vemos também Jesus, chamado à casa de Mateus, o cobrador de impostos, comendo com eles outros publicanos e pecadores, o que fez os fariseus “subir pelas paredes”. No Evangelho de hoje são os discípulos de João que se aproximam de Jesus porque não compreendem que Ele e seus discípulos não jejuem.

Jesus que nunca deixa a ninguém sem resposta, lhes dirá: «Acaso os convidados do casamento podem estar de luto enquanto o noivo está com eles? Dias virão em que o noivo lhes será tirado. Então jejuarão» (Mt 9,15). O jejum era, e é, uma prática penitencial que contribui para «adquirir o domínio sobre nossos instintos e a liberdade de coração» (Catecismo da Igreja Católica, n. 2043) e a implorar à misericórdia divina. Mas nesses momentos, a misericórdia e o amor infinito de Deus estava no meio deles com a presença de Jesus, o Verbo Encarnado. Como podiam jejuar? Só havia uma atitude possível: a alegria, o gozo pela presença de Deus feito homem. Como poderiam jejuar se Jesus havia revelado uma maneira nova de relacionar-se com Deus, um espírito novo que rompia com todas aquelas maneiras antigas de viver?

Hoje Jesus está: «Eis que estou convosco todos os dias, até o fim dos tempos» (Mt 28,20) e também não está, porque voltou ao Pai e por isso clamamos: Vem Senhor Jesus!

Estamos vivendo tempos de expectativa. Por isso, convém renovar-nos a cada dia, com o espírito novo de Jesus, desprendendo-nos de nossas rotinas, jejuando de tudo aquilo que nos impeça de avançar a uma identif**ação plena com Cristo, à santidade. «Justo é nosso choro —nosso jejum— se queimamos em desejos de vê-lo» (Santo Agostinho).

À Santa Maria, supliquemos que nos outorgue as graças que necessitamos para viver a alegria de nos sabermos filhos amados de Deus.

05/07/2024
EVANGELHO DO DIA 13a SEMANA DO TEMPO COMUM QUINTA-FEIRA  - 04 JULHO 2024Evangelho (Mt 9,1-8)— Aleluia, Aleluia, Aleluia....
04/07/2024

EVANGELHO DO DIA
13a SEMANA DO TEMPO COMUM
QUINTA-FEIRA - 04 JULHO 2024

Evangelho (Mt 9,1-8)

— Aleluia, Aleluia, Aleluia.

— Em Cristo, Deus reconciliou consigo mesmo a humanidade; e a nós ele entregou essa reconciliação.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 1 entrando em um barco, Jesus atravessou para a outra margem do lago e foi para a sua cidade. 2 Apresentaram-lhe, então, um paralítico deitado numa cama. Vendo a fé que eles tinham, Jesus disse ao paralítico: "Coragem, filho, os teus pecados estão perdoados!" 3 Então alguns mestres da Lei pensaram: "Esse homem está blasfemando!" 4 Mas Jesus, conhecendo os pensamentos deles, disse: "Por que tendes esses maus pensamentos em vossos corações? 5 O que é mais fácil, dizer: 'Os teus pecados estão perdoados', ou dizer: 'Levanta-te e anda'? 6 Pois bem, para que saibais que o Filho do Homem tem na terra poder para perdoar pecados, - disse, então, ao paralítico - "Levanta-te, pega a tua cama e vai para a tua casa". 7 O paralítico então se levantou, e foi para a sua casa. 8 Vendo isso, a multidão ficou com medo e glorificou a Deus, por ter dado tal poder aos homens.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

REFLEXÃO SOBRE O EVANGELHO

«Levanta-te, pega a tua maca e vai para casa»

Rev. D. Francesc NICOLAU i Pous
(Barcelona, Espanha)

Hoje encontramos uma das muitas manifestações evangélicas da bondade misericordiosa do Senhor. Todas elas nos mostram aspectos ricos em detalhes. A compaixão misericordiosamente exercida de Jesus vai desde a ressurreição de um morto ou a cura da lepra até perdoar uma mulher pecadora, passando por muitas outras curas de enfermidades e o perdão dos pecadores arrependidos. Perdão esse, expresso em parábolas como a da ovelha desgarrada, da moeda perdida e a do filho pródigo.

O Evangelho de hoje nos dá uma mostra da misericórdia do Salvador em dois aspectos de uma só vez: diante da enfermidade do corpo e da enfermidade da alma. E, considerando que a alma é mais importante, Jesus começa por ela. Sabe que o doente está arrependido de seus pecados, vê a sua fé, e a fé daqueles que o conduzem e diz: «Coragem, filho, teus pecados estão perdoados!» (Mt 9,2).

Por que começa por aí se ninguém Lhe pediu isso? Está claro que Ele lê seus pensamentos e sabe que é precisamente isto o que mais agradecerá aquele paralitico, que provavelmente, ao se ver diante da Santidade de Jesus Cristo, se sentiria confuso e envergonhado de seus próprios pecados, e com certo temor deles serem um impedimento para receber a graça da cura de sua saúde. O Senhor quer tranqüilizá-lo. Não se importa com os maus pensamentos do coração dos escribas, ao contrário, quer mostrar que veio para exercer a misericórdia com os pecadores e agora a quer proclamar.

É que aqueles que estão cegos pelo orgulho, se acham justos e por isto não aceitam a chamada de Jesus; ao contrário, O acolhem todos aqueles que sinceramente se sentem pecadores. Ante estes, Deus se inclina perdoando-os. Como diz Santo Agostinho, «é uma grande miséria o homem orgulhoso, mas é muito maior a misericórdia de Deus humilde». E, neste caso a misericórdia divina vai mais longe: como complemento do perdão, devolve a saúde: «Levanta-te, pega a tua maca e vai para casa» (Mt 9,6). Jesus quer que a felicidade do pecador convertido seja completa.

Nossa confiança nele se há de afirmar. Mas, nos sintamos pecadores, a fim de não nos fecharmos para a graça.

EVANGELHO DO DIA 13a SEMANA DO TEMPO COMUM SÃO TOMÉ, APÓSTOLO QUARTA-FEIRA  - 03 JULHO 2024Evangelho (Jo 20,24-29)— Alel...
03/07/2024

EVANGELHO DO DIA
13a SEMANA DO TEMPO COMUM
SÃO TOMÉ, APÓSTOLO
QUARTA-FEIRA - 03 JULHO 2024

Evangelho (Jo 20,24-29)

— Aleluia, Aleluia, Aleluia.

— Acreditaste, Tomé, porque me viste. Felizes os que creem sem ter visto.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João

— Glória a vós, Senhor.

24 Tomé, chamado Dídimo, que era um dos doze, não estava com eles quando Jesus veio. 25 Os outros discípulos contaram-lhe depois: "Vimos o Senhor!". Mas Tomé disse-lhes: "Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos e não puser a mão no seu lado, não acreditarei." 26 Oito dias depois, encontravam-se os discípulos novamente reunidos em casa, e Tomé estava com eles. Estando fechadas as portas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: "A paz esteja convosco". 27 Depois disse a Tomé: "Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. E não sejas incrédulo, mas fiel". 28 Tomé respondeu: "Meu Senhor e meu Deus!" 29 Jesus lhe disse: "Acreditaste, porque me viste? Bem-aventurados os que creram sem terem visto!"

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

REFLEXÃO SOBRE O EVANGELHO
«Meu Senhor e meu Deus»

Rev. D. Joan SERRA i Fontanet
(Barcelona, Espanha)

Hoje, a Igreja celebra a festa de Santo Tomé. O evangelista João, depois de descrever a aparição de Jesus, no próprio Domingo da Ressurreição, diz que o apóstolo Tomé não estava ali, e quando os Apóstolos —que tinham visto o Senhor— disso davam testemunho, Tomé respondeu: «Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos, se eu não puser a mão no seu lado, não acreditarei» (Jo 20,25).

Jesus é bom e vai ao encontro de Tomé. Passados oito dias, Jesus aparece novamente e diz a Tomé: «Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado e não sejas incrédulo, mas crê!» (Jo 20,27).

— Oh, Jesus, como és bom! Se vês que alguma vez me afasto de Ti, vem ao meu encontro, como foste ao encontro de Tomé.

Estas palavras foram a reação de Tomé: «Meu Senhor e meu Deus!» (Jo 20,28). Que bonitas são estas palavras de Tomé! Chama-lhe “Senhor” e “Deus”. Faz um ato de fé na divindade de Jesus. Ao vê-lo ressuscitado, já não vê somente o homem Jesus, que estava com os Apóstolos e comia com eles, mas o seu Senhor e seu Deus.

Jesus repreende-o e diz-lhe que não seja incrédulo, mas crente e acrescenta: «Bem-aventurados os que não viram, e creram!» (Jo 20,28). Nós não vimos Cristo crucif**ado, nem Cristo ressuscitado, nem nos apareceu, mas somos felizes porque acreditamos neste Jesus Cristo que morreu e ressuscitou por nós.

Então, rezemos: «Meu Senhor e meu Deus, afasta de mim tudo o que me afasta de Ti; meu Senhor e meu Deus, dá-me tudo o que me aproxima de Ti; meu Senhor e meu Deus, tira-me de mim próprio para me dar inteiramente a Ti» (S. Nicolau de Flüe).

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