21/08/2026
Se você acha que a espiritualidade atua apenas em grandes acontecimentos, duas histórias marcantes da vida de Chico Xavier provam que até os mínimos detalhes do invisível estão perfeitamente conectados.
A primeira ocorreu durante uma reunião mediúnica, quando Chico psicografou um poema vindo do espírito do poeta Casimiro Cunha.
Os versos foram dedicados a uma jovem menina chamada Valdéia.
Ao final da leitura, um trecho específico chamou a atenção de todos: a poesia mencionava expressamente uma tal "Assembleia da Divina Providência".
O que ninguém na sala sabia era que, dias antes, Valdéia havia tido um sonho extraordinário e muito particular. Naquela noite, ela tinha sonhado exatamente com a Assembleia da Divina Providência. Por timidez ou por achar que era apenas uma fantasia da própria mente, a jovem não tinha contado o sonho para absolutamente ninguém, nem para sua família.
O poema vindo do Além trouxe à tona o segredo que ela guardava no peito, revelando que suas experiências noturnas eram reais e acompanhadas pelos benfeitores espirituais.
Pouco tempo depois, outro fato impressionante surpreendeu os frequentadores das sessões. Já no encerramento dos trabalhos da noite, Chico Xavier parou e comunicou a todos a presença do espírito de João Sanz.
O médium revelou que o amigo havia desencarnado "há quase um mês". A informação pegou todos de surpresa, pois a notícia da morte de João Sanz não havia chegado à cidade e ninguém ali tinha conhecimento de sua partida, muito menos da data exata.
A confirmação irrefutável veio de forma sutil na manhã seguinte. Enquanto os trabalhadores acordavam para a rotina diária, um jornaleiro passou pelas ruas vendendo o jornal da cidade.
Ao abrirem as páginas de avisos, os amigos de Chico encontraram o anúncio oficial: o convite da família para a missa de 30º dia de falecimento de João Sanz.
A espiritualidade havia adiantado com precisão matemática o que o jornal impresso só revelaria poucas horas depois.