Anama Caveira

Anama Caveira Nossa Página se dedica a disseminar os conhecimentos de uma forma geral, abrangendo conhecimento sobre Kimbanda e Necromancia.

O Kimbanda e a Kimbanda:O que podemos extrair da essência do Kimbanda em dias atuais na “Kimbanda Brasileira”.Podemos af...
09/02/2023

O Kimbanda e a Kimbanda:

O que podemos extrair da essência do Kimbanda em dias atuais na “Kimbanda Brasileira”.

Podemos afirmar várias nuances e critérios do “modus” mágico-religioso aplicado em terras Bantas, que no Brasil foram entrelaçadas a nível de fundamento juntamente com Indígenas e os exilados ibéricos que, ao longo do tempo vieram resistindo e sobrevivendo para que hoje pudéssemos ter composição no que diz respeito a Kimbanda Brasileira, seus fundamentos, sua forma Hierárquica de aspecto clânico, herdadas tanto da essência Tribal negra quanto nativa, sabendo que, as “castas” que faziam o caminho de não se entregar ao processo de catequização sobrevivem nas fileiras Ancestrais que compõe o Universo da Kimbanda Brasileira através dos Exus e Exu mulher que se manifestam nos terreiros.
Devemos entender que, não existe uma Kimbanda Brasileira pura, mas existem heranças que se mantém de pé em nossas bases, fazendo com que nosso culto possa abarcar “raiz” e “solidez” não somente para seus praticantes, como também alicerçar a egrégora, onde tal pilar é denominado como Cosmogonia.
O que é a Cosmogonia?
A cosmogonia é um conglomerado de conceitos, origens míticas, fatores históricos de cunho tradicional que abrangem e buscam ilustrar de modo sóbrio e contextual os princípios de uma existência, seja ela vasta ou seja ela minoritária.
Entender o “nascimento” de nossa Kimbanda por meio de energias geradoras nos auxilia compreender em qual parte do processo como praticantes nós estamos e em determinadas circunstâncias, podemos sincronizar com nosso Ancestrais os fatores mais íntimos de nossa vida em paralelo com a prática de feitiçaria, caso venhamos a esquecer as origens, mesmo que de algum modo “fragmentadas” podemos correr o risco de não perpetuar os troncos ancestrais, corremos o risco de não alterar positivamente a bagagem Ancestral de nosso posteriores, para que isso ocorra, devemos saber então, mesmo que por meio da Lógica o que estamos acessando no mistério Kimbandeiro.
Em terras Brasileiras juntamente com a “carga” histórica fornecida, passamos a entender que a palavra Kimbanda deixa de ser parte de tão somente um “Indivíduo”, para formar um culto, todavia o “Indivíduo” mencionado e tido como resistente (o Kimbanda), curador, aquele que aconselhava sua comunidade, o comunicador e intermediador do além, conhecedor das folhas e práticas medicinais, aquele que sabia ter as previsões até mesmo sobre o tempo e sobre as colheitas naturais, o Líder em resumos, transfere sua herança ao nosso Culto, mas porquê?
Simplesmente porque nossos Exus se preocupam com nossa comunidade, simplesmente porque nossos Exus curam os membros da família, porque quando prescrevem um banho de folhas estão praticando a cura, quando visitam nossos abismos afim de nos tornar resilientes estão praticando cura mesmo que emocional, quando estão nos alinhando para não chegarmos em escolhas e rumos do azar estão trazendo o sortilégio.
Me fale aqui, qual a diferença do Kimbanda Africano para nossos Exus? Se afinal de contas com o tempo vamos nos refinando e aprendendo a nos comunicar com nossos Exus, passamos também como futuros Sacerdotes a fazer o papel de Kimbandas praticando Kimbanda.
Mas sim, existem diferenças mesmo que pequenas no nosso Brasil! Em África os Kimbandas são “separados” dos Feiticeiros, mas horas?? Se um Kimbanda é visto como um “Xamã”, como saberá curar sem ter passado pelo espírito da doença? Como saberá livrar o espírito maligno de um Bruxedo sem saber sobre o “mal”? Como fazer uma proteção ao membro da comunidade sem saber o que deixa “um corpo aberto para o azar”? Como fazer cura com plantas sem saber quais delas são venenosas?
O que citei acima é que nos diferencia! Nossos Exus, o culto de Kimbanda Brasileira não é maniqueísta, assim como Nzambi também não é uma existência maniqueísta! Os Ancestrais Exu e Exu mulher, são neutros, estão a serviço de curar ou adoecer mediante seus próprios protocolos, não sendo de modo nenhum, separados no “universo” benigno ou maligno, assim como a natureza é vista pelo Bantus! Não existe separação entre físico e espiritual, tudo está aqui e tudo tem vida!
Bom, vou falar em outros textos um pouco sobre a separação (bem/mal) em terras Africanas, aquelas em que podemos referir os Ndokis e Kimbandas com finalidade de atenuar ainda mais clareza no ensaio.
Tatá Gabriel.

Visibilidade, política e excessos..Hoje em dia vemos muito na internet pessoas expondo o sagrado e achando que pelo núme...
04/09/2022

Visibilidade, política e excessos..

Hoje em dia vemos muito na internet pessoas expondo o sagrado e achando que pelo número de seguidores numa rede social, isso as define com boa qualidade de Feiticeiro(a). Quem veio antes desse cenário todo atual vos observa com risadas. Afinal um bom jogo, o conhecimento de Exus "não catalogados", pontos cantados antigos, uma incorporação onde a entidade risca seu ponto adequadamente, não se acha mais, quando esses famosinhos são enquadrados no conhecimento, eles nunca tem nada a oferecer de bom. Vou continuar batendo palma para palhaço, porque igual há uns anos atrás esse povo some, mas eu continuo. Continuo com adeptos com mais de uma década comigo numa raiz sólida e não onde nego entra e sai da minha Ganga.
Que Exu continue me envolvendo na arte de entender o caminho da Kimbanda ao trilhar de raízes profundas, que me livre de "vender" supostas iniciações igual bolacha de mercado. Lá na frente "os escravos servirão".

O ponto Riscado na Kimbanda!Elemento de extrema amplitude no universo Kimbandeiro, com inúmeras determinantes e variaçõe...
30/05/2022

O ponto Riscado na Kimbanda!

Elemento de extrema amplitude no universo Kimbandeiro, com inúmeras determinantes e variações de acordo com cada tradição, e, portanto, vou retratar como entendo dentro do que aprendi.
Ponto riscado é a identidade do Exu ou da Pomba gira, grafado no chão com pemba pela própria entidade, mas não é só isso. O principal ponto riscado caracteriza a identif**ação genuína daquele espírito, seu campo de atuação energética, sua comunicação com outras falanges, nuances energéticas e aspectos defensivos ou ofensivos.
Mas temos diversos outros fatores que podemos compreender por meio de simbologias determinadas como “ponto riscado”, dentro da Kimbanda, a entidade pode manipular os mesmos dentro de outras óticas que não somente sua identif**ação.
Os pontos possuem junção de símbolos, sendo este com polaridade negativa ou positiva, passiva ou ativa, compondo alavancas elementais, sutis ou grosseiras, com emblemas entrelaçados ou não, circulados do lado de fora ou não, podem obter espirais como forma de absorção energética ou de retorno de energia hostis, enfim o campo é extremamente vasto e minucioso.
Podemos separar ponto riscado como:
Ponto de demanda: Um Exu ou Pomba gira se utiliza de uma grafação para atacar algo ou alguém, com influências lunares e planetárias, podendo se beneficiar de outros artefatos materiais além da simbologia riscada no chão.
Ponto de Defesa: Um Exu ou Pomba gira se utiliza de uma grafação para defender um médium de algo ou alguém, com influências lunares e planetárias, podendo se beneficiar de outros artefatos materiais além da simbologia riscada no chão.
Ponto de Expansão Energética: Um Exu ou Pomba gira se utiliza de uma grafação para ampliar uma energia do terreiro para uma finalidade específ**a em auxílio de algo ou alguém, com influências lunares e planetárias, podendo se beneficiar de outros elementos materiais além da simbologia riscada no chão.
Ponto de demarcação ou bloqueio: Um Exu ou Pomba gira se utiliza de uma grafação para estipular um limite de um território ou sítio vibratório filtrando o espaço do terreiro, visando algum tipo de ocultação mágica ou não, com influências lunares e planetárias, podendo se beneficiar de outros elementos materiais além da simbologia riscada no chão.
Ponto de Magnetismo: Um Exu ou Pomba gira se utiliza de uma grafação para consagrar ou potencializar algum item de uso corriqueiro da casa, pode ser um pó mágico, um colar ritualístico, uma faca e assim por diante, com influências lunares e planetárias, podendo se beneficiar de outros elementos materiais além da simbologia riscada no chão.
Por fim, o ponto mais importante em nossa Tradição é o de identif**ação, os outros “pontos de auxílio” que chamamos podem ser riscados com pemba, carvão ou outro elementos solicitados pela entidade e de acordo com cada finalidade.
Em breve falaremos sobre o crivo e importância da vivência para se manipular tais energias citadas.
Abraço povo! Alupandê e salve o Exu Pemba!

Uso de ossos indiscriminadamente na Kimbanda?A preservação da consciência e discernimento de um espírito faz morada na c...
19/05/2022

Uso de ossos indiscriminadamente na Kimbanda?

A preservação da consciência e discernimento de um espírito faz morada na cabeça. Os ossos são captadores do que chamamos de Memória Ancestral, eles não somente canalizam as emoções que aquele espírito angariou em vida, mas também, tudo que o corpo físico recebeu de informação, Sabedoria, inteligência, capacidade para absorção de conhecimento, doenças que teve ao longo da caminhada na carne, vícios e por fim, o temperamento daquele indivíduo.
A Kimbanda é um culto Necromante operado e sob a égide e tutela de Exu em seus campos de atuação, porém com doses e limites corretos, Exu é moderador dessa densidade gerada no mundo dos mortos.
Exu comanda baixos espíritos e ordena eles a fazer aquilo que é necessário ser feito por meio de suas legiões, que podem ser outros Exus ou espíritos mais leigos que seguem em modo de obediência. Nossos Ancestrais (Exu) mantém uma certa ordem e disciplina sobre o Caos que em que são conhecedores.
Você sabe como Exu escolhe um Egun para comandar?
Colocarei em forma de tópicos:
• Temperamento adequado para circunstância do trabalho.
• Grau de Lealdade e inteligência.
• Sintonização com a egrégora de Kimbanda.
• Chances de gerar reatividade ou não para o Templo.
Esses tópicos acima são assistidos e compartilhados com o Sacerdote ou Sacerdotisa de uma casa de Kimbanda.
Perguntam-se várias coisas antes da necessidade de se recolher qualquer “osso” de uma Tumba, não é tarefa fácil e constante na Kimbanda assim como andam fazendo por aí. Quem pega osso de indigente e coloca em assentamento de Exu não sabe o que está fazendo, não sabe o que é Kimbanda e muito menos sabe o que é Necromancia.

Porque são cobrados os Rituais na Kimbanda? Levantarei algumas questões sem intenção de ferir outros modos de crença, at...
09/12/2021

Porque são cobrados os Rituais na Kimbanda?
Levantarei algumas questões sem intenção de ferir outros modos de crença, até porque sou indiferente aos conceitos que não se engajam ou refinam a minha fé e segmento.
Primeiramente devemos entender que a Kimbanda como sendo um culto de resistência ao conceito religioso das massas, bem como os sensos e valores do Cristianismo, logo não possui o que podemos chamar de “aspecto de piedade”, nessa ótica não trabalhamos com a oferta gratuita de “serviços religiosos” porque não enxergamos o ofício de Feiticeiro como vocacional ou mesmo regado de “missões”...O que quero dizer com isso?
Quero dizer que, nós Feiticeiros não acreditamos que existe uma força maior além da nossa, que nos concede gratuitamente “poderes” e “capacidade mediúnica” que seja despertada unicamente por dom e com facilidade, ao ponto de darmos anos de estudo, esforço, cautela, observação, disciplina e muito mais coisas, de “graça” para as pessoas. Nós não temos sequer um berço que solidifique nossa base e visão tribal, que nos faça inclinar um vislumbre direcionado ao devaneio da Fé Cristã, e mesmo assim, enxergamos em dias atuais remuneração para Sacerdotes deste meio religioso que é nada mais nada menos do que um reconhecimento ou cobrança implícita para o indivíduo replicar o “Sagrado”. Em nosso caso, se não trabalhamos não recebemos! Preferimos a cobrança explícita e sincera do que disfarçada e não condizente.
Segundo fator e motivo das pagas Rituais ao Feiticeiro:

Trabalhamos com sistema divinatório (Oráculo) que exige de nós minuciosidade e estudo onde aguentamos cargas que caem sobre nossas costas na tarefa dos termos assertivos quanto a vida do consulente, bem como não podemos ocultar ou falhar na comunicação de algo decisivo ou importante ao mesmo, sendo suscetíveis ao castigo dos Ancestrais, fora o fator de se estabelecer confiança de ambas as vias sacerdote/consulente para um futuro adepto em uma casa de Kimbanda, que inicia-se pelo Oráculo e intermediação com os espíritos e, portanto, cobramos aquilo que se remete ao ato de responsabilidade com a vida das pessoas. Para encerrar o segundo “motivo” um Sacerdote de Kimbanda somente pode manipular Oráculos sob a outorga e senioridade que fora investida lá atrás por meio do dinheiro, assim sendo, “entendedores entenderão”.
Terceiro e último de muitos motivos para honrar a mão do Feiticeiro:
Como Sacerdotes podemos: curar, proteger, auxiliar, executar diversos rituais para dar caminhos de prosperidade e até mesmo podemos fazer sem cobrar! Grande problema dos viciados em caridade é que estes deixam de priorizar a si próprios, se desgastam, desgastam quem está a sua volta, deixam de ter vida própria fazendo tais coisas, para impressionarem alguém ou a si mesmos, deixando de entender que a “caridade” é um bem secreto que não deve ser revelada e nem reconhecida, pois torna-se veneno para o ego quando f**a famosa, NÓS NÃO QUEREMO SER DESTA FORMA, então pedimos nesse caso (se houver caso) aos nossos Exus para filtrar aqueles que possuem real necessidade.
Não queremos ser chamados toda hora e conhecidos por fazer gratuidades constantes caindo na falha Ancestral mais grave! Aquela falha em que acabamos por deixar nosso seio familiar, para ajudar muitas vezes quem sequer precisava de verdade. Fazer o bem é aquilo que se espera de uma boa pessoa e isso não está interligado na religião ou sistema mágico-religioso, portanto é exercício diário analisar e dosar tais aspectos.
Para finalizar uso o exemplo do médico, que ao executar seu ofício não pode jamais trazer o problema emocional do paciente para si, não pode se deixar interferir por emoções tóxicas ao fazer uma cirurgia, para o sucesso de seu trabalho ele necessita de frieza, aquilo em que nós Feiticeiros somos treinados para fazer, que o é, deveras difícil, árduo e digno.
Portanto, honre a salva do Sacerdote, valorize para ser valorizado.

Ética na Kimbanda?Antes de ler o texto olhe a imagem que foi escolhida antes e pense: “ Tenho uma honra a zelar e vou at...
29/11/2021

Ética na Kimbanda?

Antes de ler o texto olhe a imagem que foi escolhida antes e pense: “ Tenho uma honra a zelar e vou atrás dela a qualquer custo”.

“Acredite na justiça, mas não a que emana dos demais e sim na tua própria” – Código Samurai
“Uma alma sem respeito é uma morada em ruínas. Deve ser demolida para construir uma nova. Quando um samurai diz que fará algo, é como se já o tivesse feito. ...” – Código Samurai
Assunto muito polêmico, delicado e complicado de se destrinchar. A Ética em si, agrega os princípios de uma sociedade como um todo, dentro de contextos disciplinares e comportamentais diante do coletivo (não no senso maioritário ou com base no contexto religioso). É muito simples entender que a via do caminho mágico religioso não lhe ensina a ser honesto, educado e de caráter! Para se fazer parte de um culto Ancestral, o adepto já deve carregar tais aspectos em sua essência, o berço da educação não está na Kimbanda, mas sim no seio familiar. “ A Kimbanda é uma arma nas mãos de homens com coração limpo”.
Esconder-se dentro da “máscara” e “conceito” amoral da Kimbanda é um veneno que muitos bebem de copo cheio e se intoxicam, descaracterizam seus valores diante da sociedade porque acham que “amoralidade” abre margens para o senso do “mal caráter”, do mentiroso, do desonesto e todos os outros tipos de “elogios”...
Pois bem, se trabalhas com o espírito da verdade, da sabedoria e do justo, mas não se espelha ou atribui tal conceito em sua vida, a Kimbanda jamais vai lhe ensinar, Exu jamais vai lhe ensinar, não existe Exu doutrinador de educação pessoal, Exu vai lhe refinar naquilo que um dia você como homem desperdiçou, desvalorizou.
Amoralidade então existe na Kimbanda? Sim! Ela existe dentro do “modus operandi” mágico, no ofício de feiticeiro, mas engajado de morais internas humanas, com base em ética...Enfim, leia, releia, faça isso quantas vezes forem necessárias para entender, se preciso até medite sobre, observe suas atitudes e se pergunte. “Meu Exu enxerga como tal atitude minha que injustamente desabonou o outro e sem grandes motivos” – “ Qual a ótica do meu Exu sobre isso?”

O Filtro mais preciso da Kimbanda é o Cruzeiro! A Cruz denota o encontro do homem com seu Sagrado, o homem nos pés do Cr...
17/11/2021

O Filtro mais preciso da Kimbanda é o Cruzeiro!

A Cruz denota o encontro do homem com seu Sagrado, o homem nos pés do Cruzeiro busca o altíssimo, esse "altíssimo" nao se trata do Demiurgo e de nenhum Deus que esteja fora da própria Figura humana, afinal entenda: O Cruzeiro para ser Cruzeiro precisar estar de pé.

A Linha do Cruzeiro e suas legiões, faz uma excelente captação energética e através do encontro de seus extremos possui um "portal" capaz de sintonizar com outros Reinos, um grande transformador e moderador de energia, que dissipa ou eleva a densidade ali depositada por meios de intenção humana. O Cruzeiro é como um Deus vivo que precisa da fé direcionada para se locomover, se manter, os sentimentos são alimentos deste ponto de força assim como o sangue para a faca experimenta da psicosfera de cada um. Os antigos diziam: " não pode ir para a Praia oferendar? Vá ao Cruzeiro Mestre no Cemitério, peça ao Exu dono de lá para que transmita o recado a quem você deseja" " Não tem Cruzeiro Mestre nesse Cemitério? Aprenda: "Busque qual a Cruz mais velha que ali habita..."

É um portal de transição, encaminhamento, locomoção de energia e dissipação pode elevar ou diminui densidade, como dito anteriormente, um grande filtro.

Esse é o Reino dos Cruzeiros.

Lira na Kimbanda: Linhagem relacionada a conquista pessoal, negociação de bens materiais, comunicação, diplomacia, alegr...
16/11/2021

Lira na Kimbanda:

Linhagem relacionada a conquista pessoal, negociação de bens materiais, comunicação, diplomacia, alegria, desenvolvimento coletivo, sensualidade e principalmente a multiplicação de coisas boas.

É uma vasta falange que aprecia favorecer artistas, músicos, comerciantes e tudo que envolva a necessidade de se ter o próximo como veículo de realização.

Falange representada pelo instrumento Lira, abrange o teor de propagação energética que contagia os envolvidos, assim como a música o faz. Traz entidades com alta capacidade de retórica, são vorazes em convencer, mostrar o caminho da coerência e a racionalidade aplicada na estratégia.
Ao longo de minha caminhada aprendi a associar esta Linha muito mais ao gênero feminino e suas essências do que qualquer outro aspecto. A Mulher emponderada tudo conquista na sociedade, seria então a grande atribuição e busca do ser humano em seus anseios, tanto para homens quanto para mulheres...É também a linha que ensina ao homem a necessidade de respeitar, reverenciar a mulher esclarecida de si, engajar-se nas veredas da Magia Feminina, ser a alavanca de equilíbrio sem imponência destrutiva, a Lira assim o é.
Lira não é sexualidade banalizada e nem depravação, ela compõe os valores perdidos da sociedade e ensina a conquista do brilho pessoal que propaga boas notas musicais para aqueles que apreciam a arte.

Egun na Kimbanda: Fundamentos de normalidade dentro de nosso culto, arrebanhar, "selecionar" um espírito que esteja de a...
15/11/2021

Egun na Kimbanda:

Fundamentos de normalidade dentro de nosso culto, arrebanhar, "selecionar" um espírito que esteja de acordo com os ditames de um Terreiro, ao mesmo tempo aceitando ser "servo" do Exu que irá lhe comandar para recolher saberes ao longo do tempo, cabe também ao Exu aceitar o dito espírito.
Não se vai retirando partes de ossos da Kalunga e muito menos sem um pedido de licença, o Oráculo pode reprovar por ínumeras vezes o intento, se faz necessário ter olhos cirúrgicos para se mexer com mortos sem o alcunho de Exu, pois não possuem discernimento, vivem em.terra sem lei.A Necromancia na Kimbanda é algo onde Exu permite de propósito que reboliços negativos ocorram com o adepto quando é feita a vontade do médium e não do Exu....

É como falo: Para um Exu que confirme sua presença por meio de Rituais que incluem um "ponto riscado e ponto cantado" fora outros muitos Rituais de suporte, a tarefa de lidar com as forças mortuárias citadas acima, é um grau de longo alcance, fora este fator, comandar os mesmo através do encanto da palavra, torna-se algo mais distante ainda e sim, a maioria não traz consigo esse preparo.

Pense sobre, quebre as práticas "liberais" demais em relação a isso é estude, estude muito para não ser um recolhedor de detritos.

Ou serás alvo dos Caveiras ou será respeitado pelos Caveiras, escolha um lado.

Endereço

Mogi Das Cruzes, SP

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