16/05/2026
Maria teve um papel singular na história da redenção.
Ela foi escolhida por Deus para ser a mãe terrena de Jesus Cristo, não por mérito próprio, mas pela graça soberana do Senhor.
Sua vida nos lembra que Deus usa pessoas simples, obedientes e disponíveis para cumprir Seus propósitos eternos.
Ela o gerou, cuidou dele, ensinou, acompanhou seu crescimento, viu todos os desafios de Seu ministerio e também sofreu ao vê-lo caminhar em direção à cruz. Como mãe, viveu a dor e a honra de participar de perto da missão do Filho de Deus.
Maria não deve ser vista como mediadora, intercessora ou objeto de veneração. A Escritura nos ensina que há um só Mediador entre Deus e os homens: Jesus Cristo. Ainda assim, Maria deve ser respeitada como uma serva fiel, exemplo de humildade, submissão à vontade de Deus e confiança nas promessas do Senhor.
Sua importância não está em ocupar o lugar de Cristo, mas em apontar para Ele. A grandeza de Maria está justamente em sua obediência: “Eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim segundo a tua palavra” [Lc 1: 38]
Maria nos ensina que uma vida entregue a Deus pode fazer parte de algo muito maior do que conseguimos compreender. Seu exemplo permanece como testemunho de fé, reverência e dependência do Senhor.