Igreja Evangélica Shalom

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24/05/2026

Há exatamente 288 anos atrás, no dia 24 de maio do ano de 1738, John Wesley, voltava de sua viagem missionária de 2 anos na então ainda America (EUA) que naquele momento era uma colonia da Inglaterra; ele arrasado e fracassado, porém, naquela noite sua vida foi impactada pelo Poder de Deus. O Espírito Santo o visitou e pela vez, disse, sentiu que seus pecados foram verdadeiramente perdoados. Confira esta história!
812 – Bilhete do Céu DCCCXII – John Wesley à Serviço da Igreja
Texto: Rm. 1:16-32
Tema: O Poder do Evangelho X Impurezas da Humanidade.
Introdução: No dia 24 de maio de 1738, John Wesley, ministro da Igreja Anglicana estava de retorno de sua viagem missionária, que fizera ao Novo Mundo, assim era chamada a América do Norte, que nesta época era uma colônia da Inglaterra. Seu trabalho missionário no Território da Georgia, foi aos olhos humanos, um fracasso, porém, naquela noite de 24/05/1738, os céus se abriram para ele: “À tarde fui, com pouca vontade, a uma reunião na Aldersgate Street (Londres); quando cheguei alguém estava lendo o prefácio de Lutero à Epístola de Paulo aos Romanos. Cerca das 20:45hs, enquanto ele descrevia a mudança que Deus opera no coração mediante a fé em Cristo, senti o meu coração estranhamente aquecido. Eu senti que agora confiava realmente em Cristo, somente em Cristo, para salvação: e me foi dada a segurança de que Cristo havia perdoado os meus pecados, sim, os meus, e que eu estava salvo da lei do pecado e da morte” John Wesley. 1- John Wesley à Serviço da Igreja de Cristo. 2- John Wesley e a Sua Influência Para Inglaterra e o Mundo. 3 – John Wesley e a Sua Mensagem.
1- John Wesley à Serviço da Igreja de Cristo.
a) John Wesley, depois da sua experiencia de Aldersgate Street, se dedicou ainda mais a Igreja de Cristo, porém, doravante, com uma profunda sensibilidade espiritual sobre o Reino de Deus e a missão da igreja na implantação deste reino. Antes, ele fazia a obra de Deus por causa do medo do castigo eterno, agora, fazia por amor a Deus, a Jesus Cristo e o Espírito Santo. Antes, ele era influenciado pelas boas obras, por desconhecer o amor de Deus, depois, passou a viver pela fé. Ele compreendeu que a salvação é uma dádiva de Deus e já fora conquistada lá no calvário e que sua vida pertencia por completa ao Eterno e Amoroso Deus, que estendeu a sua tão grande salvação sem que ninguém merecesse: “Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego; visto que a justiça de Deus se revela no evangelho, de fé em fé, como está escrito: O justo viverá por fé” Rm. 1:16-17
b) John Wesley se libertou do Asceticismo, (É uma doutrina filosófica que defende a abstenção dos prazeres físicos e psicológicos, acreditando ser o caminho para atingir a perfeição e equilíbrio moral e espiritual) ou seja, não mais fazia a obra de Deus esperando recompensas imediatas aqui na terra, como era o costume da igreja de seu tempo. Não precisaria mais fazer sacrifícios para obter a recompensa da salvação, pois sentiu e viu pela primeira vez, que a salvação é de graça e pela fé em Cristo, não pelas obras da carne. Em nossos dias, lamentavelmente existe muitas pessoas vivendo dentro da igreja, como um asceta, querendo justificar a sua salvação, não compreendem que a salvação é dom de Deus. “A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça; porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou” Rm. 1:18-19.
2- John Wesley e a Sua Influência Para Inglaterra e o Mundo.
a) Depois de sua experiencia com Deus, sua mensagem também mudou, antes era baseada na salvação pelas obras como ele mesmo relata: “fui à América evangelizar os índios, mas quem me converterá?”. John Wesley em 24/05/1739; agora de seus lábios e de sua mente renovada só se ouvia sermões baseados na fé em Deus e na sua santa palavra. Ou seja, dos mais de quarenta mil sermões, a base era no que Deus já fez por todos, isto é a fé genuína e não mais nas crenças, isto é, aquilo que nós mesmo fazemos para alcançar a salvação. Por causa de seus sermões, como verdadeiras flechas ardentes, pelos quais muitas pessoas se entregavam a Cristo, os religiosos da Igreja Anglicana, proibiu de John Wesley pregar em seus templos. A isto ele respondeu: "The world is my parish" “O mundo é minha paróquia” John Wesley. “Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis; porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se lhes o coração insensato” Rm. 1:20-21. b) Destituído pela sua própria igreja, John Wesley criou uma comunidade chamada o “Clube Santo” Evidentemente chamado assim como deboche pelos seus opositores, anglicanos, pois era exigido aos seus membros muita devoção a Bíblia Sagrada e o cultivo da oração e serviço gratuito as pessoas, pobres, principalmente, na doação de mantimentos, roupas e ensino da palavra de Deus. Foram apelidados também de “Os Metodistas” que depois veio a constituir a Igreja Metodista Wesleyana, que nasceu na Inglaterra e rapidamente se espalhou pela Europa e o Novo Mundo. John Wesley, na verdade nunca se afastou da igreja mãe, porém, sua Igreja metodista, tornou-se maior do que a igreja oficial. “Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos 23 e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis” Rm. 1:22-23.
3 – John Wesley e a Sua Mensagem.
a) A Experiencia de John Wesley serviu como parâmetro para igreja da Idade Contemporânea, pois até aquela data, estava totalmente tomada pela frivolidade e pelo ritualismo. A pregação Metodista, reavivou a obra missionária, pois como apregoava John Wesley, a sua paróquia era o mundo e não as quatro paredes. Eles simplesmente seguiam o método ensinado por Jesus Cristo, que ordenou a Igreja a sair de dentro dos templos, e ir até os confins da terra. O grande fervor missionário dos séculos XVIII e XIX, deveu-se aos corajosos missionários metodistas que saíram mundo a fora anunciando o Reino de Deus. Aqui no Brasil, eles chegaram por volta de 1810. A nossa Sociedade Bíblia foi fundada em 10/06/1948, e seu primeiro presidente foi o Bispo Metodista Cesar Darcoso Filho. “Por isso, Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si; pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém!” Rm. 1:24-25.
b) Frases de John Wesley: Sobre o amor “Cuidado para não ser tragado pelos livros! Um grama de amor vale mais que um quilo de conhecimento”. Sobre Abalar o mundo: “Dai-me cem homens que nada temam senão o pecado, e que nada desejam senão a Deus, e eu abalarei o mundo.” Sobre o pecado “Qualquer que seja a causa natural, o pecado é a verdadeira causa de todos os terremotos” Sobre a Evangelização: “Eu me coloco em chamas, e o povo vem para me ver queimar.” Sobre Fazer o bem: “Faça todo o bem que você puder, com todos os recursos que você puder, por todos os meios que você puder, em todos os lugares que você puder, em todos os tempos que você puder, para todas as pessoas que você puder, sempre e quando você puder” “Eis o soberbo! Sua alma não é reta nele; mas o justo viverá pela sua fé” Hc. 2:4.
Lição: “O Melhor de tudo, é que Deus sempre está conosco” John Wesley.
Pr. José Miraídes Penha. Mogi das Cruzes, 24/05/2026, 288 anos depois!

07/05/2026
26/04/2026

Na mensagem de hoje falarei da urgente necessidade da igreja de Cristo se envolver completamente na obra missionária, obedecendo, cabalmente a comissão dada por Jesus Cristo, o IDE!
810 - Bilhete do Céu – DCCCX – Missões ao Alcance de Todos
Textos: Lc. 24:44-53; Lc. 9:62;
Tema: Pregação do Arrependimento a e Remissão de Pecados a Todas as Nações.
Introdução: A mensagem inicial e final de Jesus Cristo, foi o arrependimento e a remissão de pecados para todas as nações. Ele não desviou o seu foco; não obstante sofrer várias tentações e as ciladas de seus opositores, que buscavam desviá-lo de sua nobre missão; Jesus nunca cedeu e nem olhou para trás: “Mas Jesus lhe replicou: Ninguém que, tendo posto a mão no arado, olha para trás é apto para o reino de Deus” Lc. 9:62. Ele obedeceu em tudo ao Pai Celestial; e nunca se desviou da sua missão, isto é a Pregação do Evangelho a todos os povos, a fim de que se arrependam e sejam perdoados. 1 – Missões é o Foco Principal da Igreja de Cristo. 2 – Missões é Muito Mais do Que Abertura de Templos. 3 – Missões e só Missões Para Salvar os Povos Inalcançáveis: Jesus, porém, lhes disse: Vamos a outros lugares, às povoações vizinhas, a fim de que eu pregue também ali, pois para isso é que eu vim” Mc. 1:38.
1 – Missões é o Foco Principal da Igreja de Cristo
a) Desde o seu início lá no dia de Pentecostes até o presente momento a tarefa principal da Igreja de Jesus Cristo sempre foi o IDE, ou seja, levar o Evangelho até os confins da terra. Isto é Missões! Logo, os verdadeiros discípulos de Jesus Cristo estão comissionados a fazer Missões em toda terra, a fim de que o Reino de Deus seja expandido em todos os lugares do mundo. A igreja não pode perder o seu tempo com outras coisas fúteis que impedirão a realização de sua tarefa principal que a pregação do Evangelho a todos os perdidos. O Espírito Santo está aqui neste mundo para auxiliar a Igreja de Cristo a concretizar esta comissão. Eia avante Igreja de Cristo, Leva a Palavra aos perdidos: “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra” At. 1:8.
b) Os negócios desta vida não podem nos desviar desta missão sublime; na verdade, muita gente ficou pelo caminho e se desviou de sua tarefa, porque ficou tremendamente envolvida com o mundo, a carne e o diabo; ou seja, estas pessoas, achavam que estavam no controle de tudo, porém, acabaram se afastando da simplicidade do Evangelho de Cristo; assim como Demas, Alexandre e Himeneu, se envolveram com os negócios deste mundo perdido, talvez buscando a fama e a primazia para si. Os discípulos de Cristo estão engajados no Exército de Cristo, logo, não poderão buscar outros interesses acima do Reino de Deus. O nosso general é Cristo seguimos os seus passos diz a canção! “Participa dos meus sofrimentos como bom soldado de Cristo Jesus. Nenhum soldado em serviço se envolve em negócios desta vida, porque o seu objetivo é satisfazer àquele que o arregimentou” 2 Tm. 2:3-4.
2 – Missões é Muito Mais do Que Abertura de Templos
a) Muitas pessoas pensam que missões seria somente a aberturas templos nos territórios dos povos não alcançados; templos não salvam; Cristo Salva! A pregação do Evangelho de Jesus não visa apenas à abertura de templos locais, como se isto resolvesse o problema, ou seja, pelo simples estabelecimento de um templo local, as almas perdidas fossem alcançadas. Missões é primeiramente salvar o perdido e transformá-lo em um discípulo de Jesus Cristo. A igreja local não dá segurança aos novos convertidos; porém a sua comunhão com Deus, em Espírito e em verdade! Logo, o templo é apenas o endereço para estes novos conversos, quando isso for possível, pois em muitos países são proibidos! “O Deus que fez o mundo e tudo o que nele existe, sendo ele Senhor do céu e da terra, não habita em santuários feitos por mãos humanas” At. 17:24.
b) Que diremos pois; o templo é ou não é primordial? Este assunto é muito controverso, veja o exemplo da Europa pós-guerra, muitas catedrais e templos ficaram vazios, e se transformaram em boates, mesquitas mulçumanas e outras coisas. A grande quantidade de templos e catedrais não deram segurança e estabilidade para os perdidos. Mesmo com todo o luxo e conforto, estes templos não atraíram e nem tampouco seguraram os pecadores. Qual a solução então? Simples, a pregação do Evangelho: Arrependimento para remissão dos pecados! Sem arrependimento não há novo nascimento. Templo não é um lugar para o entretenimento, como são atualmente. Templo a base de envio de missionários; veja a Igreja de Antioquia: “Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá; porque o santuário de Deus, que sois vós, é sagrado” 1 Co. 3:16-17.
3 – Missões e só Missões Para Salvar os Povos Inalcançáveis
a) O que a igreja de Cristo sempre fez nestes dois mil anos de cristianismo, foi a obra missionária, ou seja, a igreja verdadeira, é aquela que está envolvida com a grande comissão de Jesus Cristo; esta igreja sempre botou seus pés para fora das quatros paredes, isto é, deixou o seu conforto em troca dos sofrimentos de Cristo e se aplicou inteiramente na Evangelização mundial. Ela não se intimidou diante das ameaças e perseguições por parte dos povos hostis ao Evangelho de Cristo, antes, foi muito determinada e obedeceu à risca o IDE. Veja o exemplo de Paulo e seus companheiros, que saíram de Antioquia e levaram ousadamente as Boas Novas aos gentios: “Pelo poder dos sinais e prodígios, e pelo poder do Espírito de Deus; de maneira que desde Jerusalém, e arredores, até ao Ilírico, tenho pregado o evangelho de Cristo” Rm. 15:19
b) Não existe outro método ou outra estratégia para se alcançar o mundo perdido a não ser pela pregação do Evangelho de Jesus Cristo; logo, qualquer afastamento desta graça universal, é inútil e perda de tempo e de recursos. A igreja deve aplicar todos os seus esforços na tarefa da evangelização mundial. Isto é verdadeiramente missões, o Ide de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Este foi o método estabelecido e ordenado pelo SENHOR da seara, não podemos modificá-lo. Se os missionários estão sendo enviados ao mundo perdido é sinal de que a Igreja está obedecendo rigorosamente o IDE do Mestre. Se a igreja não está fazendo missões, ela não é a igreja verdadeira de Jesus Cristo. Pense bem nisso! “E disse-lhes: Assim está escrito, e assim convinha que o Cristo padecesse, e ao terceiro dia ressuscitasse dentre os mortos, E em seu nome se pregasse o arrependimento e a remissão dos pecados, em todas as nações, começando por Jerusalém” Lc. 24:46-47.
Lição: Obedecer ao IDE, tornará Missões ao Alcance de Todos!
Pr. José Miraídes Penha. Mogi das Cruzes, 26/04/2026

12/04/2026

O Evangelho da Graça é o tema da minha mensagem de hoje. Confira!
809 Bilhete do Céu – DCCCIX – A Graça é de Graça
Textos: Ef. 2:4-8; 1 Tm. 4:1-2; Gl. 1:8; Mt. 10:7-8; 2 Pe. 2:2-3; Mt. 23:13; Mc. 1:14-15
Tema: A Superioridade da Graça
Introdução: O Evangelho de Jesus Cristo é chamado o Evangelho da Graça; sim, é chamado Evangelho da Graça, porque todos que recebem este Evangelho, o recebe gratuitamente, sem necessidade fazer qualquer pagamento ou ressarcimento; não obstante, algumas denominações eclesiásticas fazerem as tais campanhas de sacrifícios, a fim de que o fiel possa alcançar esta Graça que é de Graça, tais campanhas não passam de fraudes e heresias. Se existia um preço, este já foi pago antecipadamente; o sangue de Jesus Cristo é o preço; logo, todos os que se aproximam deste Evangelho, não é obrigado a fazer qualquer sacrifício ou penitência. É de Graça e pela Graça, o resto é artimanha: 1 – Graça é Graça Para Todos. 2 – A Graça Não Aceita Barganha. 3 – A Graça não é religião: “Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, — pela graça sois salvos, e, juntamente com ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus; para mostrar, nos séculos vindouros, a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus” Ef. 2:4-7.
1 – Graça é Graça Para Todos
a) Os religiosos sempre quiseram manipular o Evangelho da Graça; visando obter o lucro, estes espertalhões apresentam outro evangelho, que não o da Graça e através deste falso evangelho, estipulam condições extrabíblicas, para que desta forma, o fiel possa alcançar a salvação. Geralmente, eles colocam o dinheiro como a chave para se entrar no Reino de Deus e de Cristo; ameaçam os incautos, afirmando que sem sacrifício ninguém será salvo; por isso, malignamente criam campanhas que exigem pagamentos ou doações de bens (para a denominação ou para eles mesmos), constrangendo almas que querem se aproximar do Evangelho da Graça. São Falsos mestres e falsos profetas, que amam o erro: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie” Ef. 2:8-9.
b) O Altíssimo Deus, o seu Unigênito Filho Jesus Cristo e o Espírito Santo, oferecem a todos pecadores este Evangelho da Graça, sem qualquer exigência, a não ser a fé; ou seja, todos aqueles que se aproximarem desta Graça pela fé serão alcançados e seus nomes serão escritos no Livro da Vida: “O vencedor será igualmente vestido de branco. Jamais apagarei o seu nome do livro da vida, mas o reconhecerei diante do meu Pai e dos seus anjos” Ap. 3:5. Por que muitas pessoas são seduzidas por estes vigaristas? São enganadas por desconhecerem a Bíblia Sagrada; se lessem somente a Palavra de Deus, não dariam ouvidos estes ensinos de demônios: “Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios, pela hipocrisia dos que falam mentiras e que têm cauterizada a própria consciência” 1 Tm. 4:1-2.
2 – A Graça Não Aceita Barganha
a) Todo e qualquer evangelho apresentado aos ouvintes, que seja acompanhado de exigências, sacrifícios ou barganhas, é anátema, fujam dele, pois não é o genuíno Evangelho da Graça: “Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema” Gl. 1:8. O Evangelho da Graça, que nos foi apresentado primeiramente pelo Senhor Jesus Cristo e depois pelos seus discípulos e apóstolos, não faz estas exigências e tampouco requer ao fiel os tais sacrifícios e barganhas propostos pelos falsos profetas e falsos mestres; De graça recebestes de graça dai: não exatamente isso que nos ensina as Escrituras Sagradas?: “E, à medida que seguirdes, pregai que está próximo o reino dos céus. Curai enfermos, ressuscitai mortos, purificai leprosos, expeli demônios; de graça recebestes, de graça dai” Mt. 10:7-8.
b) Ora, estes malandros religiosos, alegam que as ofertas, os dízimos e os bens exigidos são para a manutenção da Obra de Deus. Na verdade, todas as denominações serias e responsáveis pela expansão do Reino de Deus, não condiciona e nem esfola seus fiéis, e todas as arrecadações são aplicadas integralmente na Obra Missionária e no sustento dos obreiros que se dedicam integralmente na Obra de Deus e aplicam estes recursos na obra social, socorrendo os desempregados, as viúvas e os desamparados. Geralmente estes falsos obreiros utilizam-se destes recursos em causas próprias, como aquisição bens desnecessários como aviões, mansões e outras vaidades desassociadas do Reino de Deus “E muitos seguirão as suas práticas libertinas, e, por causa deles, será infamado o caminho da verdade; também, movidos por avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme” 2 Pe. 2:2-3.
3 – A Graça Não é Uma Religião
a) Sabemos que são muitas denominações criadas diariamente com este propósito, ou seja, apenas o de arrecadar dinheiro; é bem verdade que algumas destas denominações formadas, são serias e visam alcançar as almas perdidas e a expansão do Reino de Deus até os confins da terra, como nos ordenou Jesus Cristo. Não podemos transformar o Evangelho da Graça em um negócio ou numa fonte de lucro, como faziam os fariseus nos dias que Jesus Cristo estava aqui neste mundo, em carne; Ele repreendeu a ganância deles e os rejeitou veementemente, os chamando de sepulcros caídos, raça de víboras e filhos do Diabo. Não é assim em nossos dias estes obreiros da iniquidade? “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque fechais o reino dos céus diante dos homens; pois vós não entrais, nem deixais entrar os que estão entrando!” Mt. 23:13.
b) A Graça não é uma religião criada pelo ser humano, a graça é um presente imerecido, ou seja, recebemos a vida eterna sem que merecêssemos. É Dom de Deus. Ele não fez acepção de pessoas, porém a todos que receberam pela fé este Evangelho da Graça, tornou-se um filho de Deus: “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que creem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus” Jo. 1:12-13. Logo, este Evangelho da Graça é um presente de Deus para toda a humanidade e inteiramente de Graça: “Depois de João ter sido preso, foi Jesus para a Galileia, pregando o evangelho de Deus, dizendo: O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo; arrependei-vos e crede no evangelho” Mc. 1:14-15.
Lição: A Graça é Graça!
Pr. José Miraídes Penha. Mogi das Cruzes, 12/04/2026.

05/04/2026

Devemos celebrar a Páscoa? Nesta mensagem de hoje iremos desvendar este mistério, ou melhor este equivoco religioso. Confira!
808 – Bilhete do Céu DCCCVIII – Tudo Que Você Precisa Saber Sobre A Pascoa
Textos: 1 Co. 5:6-8; Ex. 12:26-27; Ex. 12:40-41; Jo. 1:29; 1 Co. 11:25-26; Hb. 10:9-10; Hb. 10:12; Jo. 1:14.
Título: Símbolos e Figuras X Realidade
Introdução: Como cristãos, não estamos mais vivendo debaixo da Antiga Aliança e sim, da Nova Aliança. A Festa da Páscoa tem se tornado um divisor de água entre os cristãos; sim, muitas pessoas estão comemorando a Páscoa à moda da Antiga Aliança; ou seja, estão realizando o cerimonialismo da Páscoa judaica, que era uma simbologia que apontava para o futuro, ou seja, para o cordeiro de Deus viria a este mundo e daria a sua vida em sacrifício de toda a humanidade. A Pascoa, portanto, representava duas realidades, sendo a primeira uma comemoração da libertação da nação de Israel da terra do Egito; eram escravos e se tornaram livre; e a segunda, seria a libertação dos pecados deles e de toda humanidade: 1 – Cristo é a Realidade e Páscoa Uma Figura. 2 - Cristo Já Foi Imolado, os Sacrifícios Cessaram. 3 – Cristo é a Nossa Verdadeira Páscoa: “Lançai fora o velho fermento, para que sejais nova massa, como sois, de fato, sem fermento. Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado. Por isso, celebremos a festa não com o velho fermento, nem com o fermento da maldade e da malícia, e sim com os asmos da sinceridade e da verdade” 1 Co. 5:7-8.
1 – Cristo é a Realidade e a Páscoa Uma Figura
a) Quando a nação de Israel conseguiu a sua libertação do jugo egípcio, pela mão de Moisés e o poder do Altíssimo, a eles foi dado um mandamento sobre este livramento sobrenatural; eles deveriam comemorar em suas festas anuais esta epopeia: “Quando vossos filhos vos perguntarem: Que rito é este? Respondereis: É o sacrifício da Páscoa ao Senhor, que passou por cima das casas dos filhos de Israel no Egito, quando feriu os egípcios e livrou as nossas casas. Então, o povo se inclinou e adorou” Ex. 12:26-27. Neste aspecto, a Páscoa era festa anual que relembrava este feito, Israel, depois de 430 anos escravizado pela nação Egípcia, pelo poder de Deus, se livrou:
“Ora, o tempo que os filhos de Israel habitaram no Egito foi de quatrocentos e trinta anos. Aconteceu que, ao cabo dos quatrocentos e trinta anos, nesse mesmo dia, todas as hostes do Senhor saíram da terra” Ex. 12:40-41.
b) A Passagem de Israel, como escravo no Egito para a liberdade na terra de Canaã, pelo poder de El Shadday, representava o sentido espiritual deste evento que deveria ser relembrado anualmente; ou seja, os filhos de Israel, eram escravos duas vezes, primeiramente escravos do pecado e consequentemente escravos da nação Egípcia. Logo, este acontecimento, chamado de Pessach, celebrava não só a libertação da nação Israelita, do jugo Egípcio, mas acima de tudo, da escravidão do pecado que os fazia escravos de Satanás, e sujeitos a morte eterna. Jesus Cristo, o cordeiro pascoal, se sacrificou em prol da humanidade; logo, não precisamos mais de rituais e sacrifícios para esta libertação: “No dia seguinte, viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” Jo. 1:29.
2 - Cristo Já Foi Imolado, os Sacrifícios Cessaram
a) Ora, se quisermos comemorar a Páscoa nos moldes da Antiga aliança, estamos desconsiderando o fato primordial e imutável, de que Cristo já veio e se sacrificou por toda a humanidade, e, portanto, já não há mais necessidade de se fazer sacrifícios, e o cerimonialismo da Páscoa, ritual este, que apontava para o futuro, até Cristo; agora tudo isso ficou para trás, pois a obra realizada Cristo foi perfeita. Justamente no memorial da Santa Ceia, que todas as igrejas de Cristo, uma vez por mês relembra sua morte e ressurreição, temos o mandamento vindo diretamente de Jesus Cristo, que nos ensina a celebrar corretamente esta grande obra da sua morte e ressurreição a nosso favor: “Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que Ele venha” 1 Co. 11:25-26.
b) Na verdade, a Páscoa comemorada nos dias atuais, não tem sentido Bíblico, e para os crentes em Jesus Cristo, não tem nenhum efeito, tendo em vista, que já fomos resgatados por Cristo e não esperamos novamente pelo sacrifício do cordeiro de Deus; está consumado! Os judeus, que ainda não receberam Jesus Cristo em seus corações, estão enganados e equivocados, por isso realizam este cerimonialismo; e assim rejeitam a obra perfeita de Jesus Cristo. O cristão de maneira nenhuma, deve imitar o judeu, fazendo uma comemoração pelo um ato que já se concretou. O judeu erroneamente comemora a Páscoa, nos moldes da Antiga Aliança, porque acreditam que o Messias ainda não veio! “Então, acrescentou: Eis aqui estou para fazer, ó Deus, a tua vontade. Remove o primeiro para estabelecer o segundo. Nessa vontade é que temos sido santificados, mediante a oferta do corpo de Jesus Cristo, uma vez por todas” Hb. 10:9-10.
3 – Cristo é a Nossa Verdadeira Páscoa
a) A antiga aliança apontava para Cristo o cordeiro de Deus viria e seria imolado como o único e verdadeiro cordeiro pascoal; agora na nova aliança, temos a realidade, sim, Jesus Cristo, o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo já conclui a obra da redenção; e só em Jesus Cristo, passamos da morte para a vida eterna. Portanto, a nossa comemoração é pelo fato de que a morte e ressurreição se efetuou e não devemos celebrar a pascoa apenas de uma celebração histórica como fazem os judeus, porém, devemos olhar para Cristo e viver diariamente esta morte e ressurreição. Não devemos nos sujeitar aos rituais caducos e sem efeitos. A verdadeira pascoa já aconteceu definitivamente para nós: “Jesus, porém, tendo oferecido, para sempre, um único sacrifício pelos pecados, assentou-se à destra de Deus” Hb. 10:12.
b) O que diremos pois? Dizemos que a comemoração da Páscoa para os cristãos é inadequada, pois se assim o fizermos, negaremos a obra salvífica de Cristo, e a expiação de Cristo se torna nula. Historicamente, a Páscoa nos representa algo que iria acontecer e que mudaria completamente a esperança Messiânica; isto é, sem a convicção de que Jesus Cristo seja o Messias enviado por Deus, estaremos equivocadamente como a maioria do povo Judeu que insiste neste erro fatal, de não aceitar Jesus Cristo que é verdadeiramente o Deus encardo que veio a este mundo e se ofereceu em sacrifício agradável a Deus e suficientemente capaz de redimir toda a humanidade caída. “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai” Jo. 1:14.
Lição: Jesus Cristo é a Nossa Páscoa!
Pr. José Miraídes Penha. Mogi das Cruzes, 05/04/2026

29/03/2026

A Bíblia ao alcance de todos é o tema da nossa mensagem de hoje. Confira!
807 – Bilhete do Céu – DCCCVII – A Bíblia ao Alcance de Todos
Textos: 2 Tm. 3:14-17; Jo. 5:39-40; 1 Co. 6:9-10; Rm. 1:26-27; Jd. 1:7; Rm.10:11; Ef. 5:10-11; 2 Co. 6:14-16.
Tema: Fidelidade ao Texto Bíblico
Introdução: O maior ataque e perseguição aos cristãos não é exatamente contra as igrejas locais e nem contra os missionários que estão atuando em regiões hostis ao cristianismo; que são injustificáveis; na verdade, é contra a Bíblia Sagrada e a sua mensagem impactante, que incomoda tremendamente a este mundo que jaz nas mais profundas trevas. Por isso, no decorrer da história, o livro mais odiado e taxado como inimigo de muitas nações foi, é, e será sempre a Bíblia Sagrada. Atualmente, até mesmo no meio cristão, existe muitas resistências ao texto sagrado, por conta de suas afirmações concretas contra os comportamentos de natureza morais, espirituais, humanitários, tais como o homossexualismo, o ab**to e o ecumenismo: 1 - A Bíblia é imutável. 2 – A Bíblia é inerrante e o seu Texto não Necessita de Atualização e Adaptação. 3 – A Bíblia é Eterna e a sua Mensagem Triunfante: “Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste e de que foste inteirado, sabendo de quem o aprendeste e que, desde a infância, sabes as sagradas letras, que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé” 2 Tm. 3:14-15.
1 - A Bíblia é imutável
a) O que o significa a imutabilidade da Bíblia? Dizemos que a Bíblia é imutável, porque a sua mensagem não se altera ou se contradiz, pois todos os seus autores, isto é, os escritores de seus 66 livros foram inteiramente inspirados pelo Espírito Santo, e, suas narrativas são verídicas e suas profecias se cumpriram, se cumprem e se cumprirão. Não há vacilos e profecias que falharam e não se concretizaram. Podemos afirmar com toda convicção e certeza de que a Bíblia é o único livro plenamente confiável. Pecado será sempre pecado e desobediência idem; logo, para os filhos de Deus, a Bíblia é a única regra de fé e conduta para suas vidas aqui neste mundo: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra” 2 Tm. 3:16-17.
b) As afirmações que estão em todos os seus livros são coerentes e não se contradizem, tendo em vista, que o Deus Eterno, seu Filho Unigênito Jesus Cristo e o Espírito Santo, estão presente em todos os acontecimentos bíblicos; e esta atuação da Santíssima trindade é perfeita e sem confusão. O Pai pensa com o Filho e o Espírito Santo, o Espírito Santo pensa igual ao Pai e ao Filho e o Filho pensa assim como o Pai e o Espírito Santo. Eis o segredo eterno e imutável presente no texto bíblico. O próprio texto nos dá a garantia que somente examinando as escrituras e obedecendo sua mensagem, seremos salvos: “Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim. Contudo, não quereis vir a mim para terdes vida” Jo. 5:39-40.
2 – A Bíblia é inerrante e o seu Texto não Necessita de Atualização e Adaptação
a) Outro grande ataque feito a Bíblia Sagrada é sobre a necessidade de se fazer adaptação do texto sagrado aos comportamentos atuais que são diferentes da são doutrina, mais precisamente, o movimento LGBT, o ab**to e o Ecumenismo. Até mesmo em nosso meio, muitos pastores e líderes cristão defendem estas pautas e querem fazer alterações nos textos bíblicos a fim de se acomodar estes segmentos dentro da igreja de Cristo. Para eles, a Bíblia está desatualizada e precisa extrair delas textos contrários a estas pautas. Na verdade, querem autorização para se cometer o pecado e ficar impune diante de Deus e dos homens. Querem afirmar que estes pecados já não são mais pecado, estranho, não é? “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus” 1 Co. 6:9-10.
b) Veja que absurdo, pastores e líderes cristãos que deveriam combater o pecado, estão reivindicando mudanças na Bíblia, a fim de acomodar os efeminados dentro da casa de Deus. Querem habilitar estes transgressores no ministério santo da igreja de Cristo. Eles são indesculpáveis diante de Deus, pois o que estão querendo fazer, é contaminar o aprisco do Senhor. Assim caiu Sodoma e Gomorra: “Assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregado à fornicação como aqueles, e ido após outra carne, foram postas por exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno” Jd. 1:7. A Bíblia nunca cederá! Ou seja, o que está escrito permanece para sempre! Pecado é sempre pecado: “Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. “E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro” Rm. 1:26-27
3 – A Bíblia é Eterna e a sua Mensagem Triunfante
a) O manual do cristão é a Bíblia Sagrada. Deus não nos deixo à deriva, ou seja, sem orientações. Tudo o que precisamos para a nossa conduta aqui neste mundo tenebroso, encontramos nas páginas da Bíblia Sagrada; por isso, temos que diariamente meditar nas páginas das sagradas escrituras. Quem medita na sã doutrina jamais será enganado ou decepcionado: “Porque a Escritura diz: Todo aquele que nele crer não será confundido” Rm.10:11. Estes comportamentos deturpáveis são condenados por Deus e o crente não poderá ser cumplices destas obras das trevas. Logo, o homossexualismo, o ab**to e o Ecumenismo, são pautas vindos diretamente do Império das trevas: “E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as. Porque o que eles fazem em oculto, o só referir é vergonha” Ef. 5:10-11.
b) Os verdadeiros cristãos jamais concordarão com estas aberrações. Diante do texto bíblico, o cristão não poderá afirmar que os idolatras e os efeminados fazem parte da igreja de Cristo. Pelo contrário, a sã doutrina combate estes pecados. Quanto ao ecumenismo é irreconciliável com a palavra de Deus. Como podemos nos conciliar com doutrinas que defendem culto aos mortos, a feitiçaria, união homossexual a reencarnação, a bigamia e o Panteísmo? Não existe união entre o cristão o belial: Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas? Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo?” 2 Co. 6:14-16.
Lição: A Bíblia é a carta de Deus aos seus filhos!
Pr. José Miraídes Penha. Mogi das Cruzes, 29/03/2026.

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