Fraternidade Missionária Cenáculo de Maria

Fraternidade Missionária Cenáculo de Maria Carisma: Apostolado do Santo Rosário e da Divina Misericórdia. Arquidiocese de São José do Rio Preto - SP

28/08/2026

QUARESMA A SÃO MIGUEL E SÃO RAFAEL ARCANJO (12° Dia 28/08/26)

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TERÇO DA LIBERTAÇÃO 28/08/26 (Dn. 3) - Casa de Evangelização Rainha do Rosário de Fátima

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☕ 'É Ele quem te livrará do laço do caçador e da peste perniciosa!' SL 90,3

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7° Dia NOVENA (JESUS BOM PASTOR) 28/08/26
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Sexta feira  /   Evangelho (Mt 25,1-13)Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.- Glória a vós, Senhor.Na...
28/08/2026

Sexta feira / Evangelho (Mt 25,1-13)

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

- Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos esta parábola: 1 "O Reino dos Céus é como a história das dez jovens que pegaram suas lâmpadas de óleo e saíram ao encontro do noivo. 2 Cinco delas eram imprevidentes, e as outras cinco eram previdentes. 3 As imprevidentes pegaram as suas lâmpadas, mas não levaram óleo consigo. 4 As previdentes, porém, levaram vasilhas com óleo junto com as lâmpadas. 5 O noivo estava demorando e todas elas acabaram cochilando e dormindo. 6 No meio da noite, ouviu-se um grito: 'O noivo está chegando. Ide ao seu encontro!' 7 Então as dez jovens se levantaram e prepararam as lâmpadas. 8 As imprevidentes disseram às previdentes: 'Dai-nos um pouco de óleo, porque nossas lâmpadas estão se apagando'. 9 As previdentes responderam: 'De modo nenhum, porque o óleo pode ser insuficiente para nós e para vós. É melhor irdes comprar aos vendedores'. 10 Enquanto elas foram comprar óleo, o noivo chegou, e as que estavam preparadas entraram com ele para a festa de casamento. E a porta se fechou. 11 Por fim, chegaram também as outras jovens e disseram: 'Senhor! Senhor! Abre-nos a porta!' 12 Ele, porém, respondeu: 'Em verdade eu vos digo: Não vos conheço!' 13 Portanto, ficai vigiando, pois não sabeis qual será o dia nem a hora".

— Palavra da Salvação

28 Agosto. Santo Agostinho de HIipona. (Bispo e Doutor da igreja)Aurélio Agostinho nasceu, no dia 13 de novembro de 354,...
28/08/2026

28 Agosto. Santo Agostinho de HIipona. (Bispo e Doutor da igreja)

Aurélio Agostinho nasceu, no dia 13 de novembro de 354, na cidade de Tagaste, hoje região da Argélia, na África. Era o primogênito de Patrício, um pequeno proprietário de terras, pagão, casado com Mônica Sua Mãe, que era uma devota cristã. Aos 16 anos de idade, foi estudar fora de casa. Na oportunidade, envolveu-se com a heresia maniqueísta e também passou a conviver com uma moça de Cartago, que lhe deu um filho, Adeodato, no ano 372. Agostinho, sempre envolvido em paixões e atitudes contrárias aos ensinamentos da Sua Mãe Mônica e dos cristãos. Viveu uma juventude desregrada e pagã, mas possuia uma inteligência rara. Foi escritor dedicado à poesia e à filosofia. Buscando sucesso, Agostinho foi para Roma, onde abriu uma escola de retórica. Foi convidado para ser Mestre dessa matéria e de gramática em Milão. O motivo que o levou a aceitar o trabalho em Milão era estar perto do Santo Bispo Ambrósio, poeta e orador, por quem Agostinho tinha enorme admiração. Assim, passou a assistir aos seus sermões. Seu interesse era cultural. Mas aos poucos, a pregação de Ambrósio foi tocando seu coração e ele se converteu...Foi batizado, junto com o filho Adeodato, pelo Bispo Ambrósio, na Páscoa do ano de 387, com 33 anos e o filho com 15 anos de idade. Mas Agostinho passou por uma grande provação: seu filho morreu. Era um jovem muito inteligente, a quem dedicava muita atenção e afeto. Decidiu, voltar com Sua Mãe Mônica para sua terra natal, na África, mas a Mãe também veio a falecer, no porto de Óstia, não muito distante de Roma. Depois de sepultar Sua Mãe, Agostinho prosseguiu a viagem, chegando a Tagaste em 388, onde decidiu ao lado de alguns amigos, fundar uma Comunidade Monástica, cujas Regras que foram escritas por ele deram, origem depois a várias Ordens masculinas e femininas. Porém o então velho e doente Bispo de Hipona, convidou Agostinho para acompanhá-lo em suas pregações, para tanto ele fez Agostinho sacerdote e, logo após a sua morte, em 397, Ele foi aclamado pelo povo como novo Bispo de Hipona. Por 34 anos Agostinho foi Bispo de Hipona, considerado o Pai dos Pobres, um homem de alta espiritualidade e um grande defensor da doutrina de Cristo. Na verdade, foi definido como o "mais profundo e importante filósofo e teólogo do seu tempo". Depois de uma grave enfermidade, morreu amargurado, aos 76 anos de idade, em 28 de agosto de 430, pois os bárbaros haviam invadido sua cidade episcopal. Em 430, Agostinho foi sepultado em Hipona. No início do século VI os bispos africanos foram expulsos de suas sedes pelo Rei Vândalo Trasamundo. Eles saíram levando consigo o tesouro mais valioso da Igreja africana: os Despojos Mortais de Santo Agostinho. Foi depositado na Ilha de Sardenha (Itália), na igreja de São Saturnino de Cagliari, onde permaneceu mais de dois séculos. No ano 722 com o avanço dos Mouros (muçulmanos) que ameaçavam invadir a ilha da Sardenha, foi necessário transladar de novo os Despojos Mortais de Santo Agostinho. O Rei longobardo Luitprando conseguiu resgatá-las dos mouros em 725 pagando por elas uma grande quantia em caixotes de ouro. Os Despojos Mortais foram solenemente transportados para a capital de seu Reino de Pavia, e ali depositados em "San Pietro in Ciel d’Oro", (próximo do local de sua conversão) e dentro de um cofre de prata, onde permanece até nossos dias. Santo Agostinho recebeu o honroso título de Doutor da Igreja e é celebrado hoje, no dia de sua morte.

28 agosto. São Junípero Serra. Sacerdote da Primeira Ordem, apóstolo da Califórnia (1713-1784).Beatificado por São João ...
28/08/2026

28 agosto. São Junípero Serra. Sacerdote da Primeira Ordem, apóstolo da Califórnia (1713-1784).

Beatificado por São João Paulo II no dia 25 de setembro de 1988 e canonizado pelo Papa Francisco em 23 de setembro de 2015.
Este santo, conhecido como o Apóstolo da Califórnia, nasceu em Petra na ilha de Maiorca, a 24 de novembro de 1713, de António Serra e Margarida Ferrer, pais exemplares pelos costumes e piedade, embora pessoas de pouca instrução. A criança foi batizada com o nome de Miguel José e foi crismado com a idade de apenas dois anos, por ocasião da visita do bispo de Maiorca, Atanasio Esterripa. Criança ainda, ajudava os pais nos trabalhos do campo e frequentou a escola anexa ao convento franciscano de São Bernardino, dando provas de inteligência viva e aberta e desta forma pôde ser encaminhado para fazer estudos superiores.

Depois de um ano de estudos filosóficos no convento de São Francisco de Palma, com 17 anos, vestiu o hábito franciscano no convento Santa Maria de Jesus. A 15 de setembro de 1731 emitiu os votos religiosos mudando o nome de batismo para o de Junípero, devido à grande admiração que tinha para com Frei Junípero, um dos primeiros companheiros de São Francisco. Concluídos com brilhantismo os estudos teológicos, foi ordenado diácono em 1736 e, posteriormente, sacerdote. Em 1743, já tinha sido designado para o ensino de filosofia no convento de São Francisco de Palma. Nesse período manifestou dotes de fino orador. Foi chamado a ocupar a cátedra de teologia escotista na Universidade Lulliana de Palma de Maiorca. Nunca haveria de deixar o ministério da pregação.

Aos 35 anos de idade, não obstante a fecundidade de seu apostolado na ilha, Frei Junípero, obedecendo a uma vocação interior, partiu rumo às Missões da América junto com um seu discípulo, Frei Francisco Palòu. Os dois permanecerão juntos por toda a vida. Partiram no dia 13 de abril de 1749, de Málaga. Depois de dramática travessia chegaram a São João de Porto Rico no dia 18 de outubro e a 7 de dezembro alcançaram Vera Cruz, na costa sul do México. A pé prosseguiram até a cidade do México. Passou a exercer apostolado junto aos indígenas falando em sua língua. Fez um catecismo na língua do povo e ensinava rudimentos de ciência e técnicas a respeito do trabalho da terra. Graças à ajuda dos que eram missionados, Junípero e seu colega puderam construir em Santiago de Jalpán uma igreja de pedra, de estilo barroco ainda hoje tido como monumento de interesse histórico e tomado, posteriormente, como modelo para a realização de quatro outras igrejas na missão. Em seu trabalho pastoral insistia nas graças dos sacramentos da eucaristia e da reconciliação. Costumava confessar-se a seu confrade Frei Francisco diante de todos, antes da celebração da missa. Levou os indígenas a uma qualidade de vida respeitável e digna.

O colégio de São Ferdinando (Fernando), ao qual padre Serra pertencia, em 1751 contava com cinco missões das quais ele tinha sido nomeado presidente e primeiro responsável até que foi enviado por seus superiores ao Texas para restaurar a missão de São Sabas, destruída um pouco antes pelos índios Apaches, tarefa pouco depois revogada, devido ao perigo que comportava para o missionário. De 1758 até 1767 permaneceu no colégio apostólico de São Ferdinando como mestre de noviços e pregador de missões em várias dioceses mexicanas. Nunca deixou de frisar a importância das celebrações litúrgicas, mas, sobretudo, implantará modelo de vida comunitária e de organização econômica, ensinando como trabalhar o campo, criar o gado e exercitar-se na arte da cerâmica.

Em junho de 1767, depois da expulsão dos jesuítas das possessões do vice-reino de Espanha por decisão de Carlos III, as missões da Baixa Califórnia foram confiadas aos Franciscanos e Frei Junípero foi nomeado seu superior. Em 1º de abril de 1768, junto com 14 companheiros, empreendeu a corajosa e extenuante viagem rumo à península da Baixa Califórnia, cujo clima é caracterizado por longos períodos de seca e de temperaturas muito elevadas. Estabeleceu o quartel general da missão em Loreto. Fez o que pode sempre sob a vigilância do governo civil sobre as missões. Incansável foi seu trabalho também porque a população local vivia somente de caça e da pesca desconhecendo as técnicas do cultivo da terra.

Depois de dois anos, devido também às condições econômicas favoráveis, pôde fundar a primeira missão californiana de San Diego de Alcalá. Deslocou-se na direção da Alta Califórnia e fundou as Missões de São Carlos Borromeu, de Santo Antônio de Pádua, São Gabriel e de São Luis Bispo e muitas outras. Segue-se um período de incompreensão com um comandante militar da Nova Espanha, José de Galvez. Por este motivo, o bem-aventurado retirou-se a pé para o México permanecendo no Colégio de São Ferdinando até 13 de março de 1774. Volta aos antigos campo de atividade. A missão prosseguia lenta, mas perseverantemente. Foram refundadas as missões destruídas pelos índios e abertas outras novas. No final de tudo, retirou-se com seu confrade fiel para Monterey, na Califórnia, que escreveu a biografia do bem-aventurado como testemunha ocular.

Merecidamente, Junípero Serra foi definido como um colosso de evangelizador. Durante dezessete anos, precisamente de 1767 a 1784 percorreu, apenas na Califórnia, perto de 9.900 km a pé, 5.400 em embarcação, não obstante a idade e as enfermidades. Fundou 9 missões, das quais derivam os nomes franciscanos de cidades californianas muito importantes, como São Francisco, São Diego, Los Angeles, etc.

Frei Junípero, fortemente debilitado em sua saúde, pela asma e gangrena numa perna, morreu a 28 de agosto de 1784 no retiro do Carmelo de Monterrey na Califórnia com 71 anos de idade, sendo que 36 deles foram dedicados à missão.

Considerado o pai dos índios, foi honrado como herói nacional. Desde 1º de março de 1931, a sua estátua representando o Estado da Califórnia, está entre as outras dos Pais fundadores dos Estados Unidos na Sala do Congresso de Washington, estátua única de um religioso no Santuário dos americanos ilustres. O ponto mais alto da cordilheira de montanhas de Santa Lucia na Califórnia tem o seu nome.

São João Paulo II o beatificou a 25 de setembro de 1988 e o Papa Francisco, durante Viagem Apostólica aos Estados Unidos a 23 de setembro 2015, celebrou sua canonização. Ele morreu no dia 28 de agosto e a Família Franciscana celebra sua memória no dia 26.
Sua festa litúrgica é em 1 de julho nos Estados Unidos, e em 28 de agosto no resto do mundo.[

(Tradução e adaptação da obra Frati Minori Santi e Beati, publicada pela Postulação Geral da Ordem dos Frades Menores, Roma 2009, p. 334-337).

28 Agosto. São Hermes de Roma (Mártir)Martirológio Romano: Em Roma, no Cemitério da Basila, na Via Salaria Antigua, São ...
28/08/2026

28 Agosto. São Hermes de Roma (Mártir)

Martirológio Romano: Em Roma, no Cemitério da Basila, na Via Salaria Antigua, São Hermes, Mártir, de quem o Papa São Dâmaso diz: «A Grécia o enviou e Roma o reteve depois de sofrer pelo santo nome». (+ 120)
Mártir com muitos outros cristãos em Roma, sob o juiz Aureliano. Segundo a tradição católica, Hermes era um personagem rico e prefeito da Roma pagã, e também um liberto, que tinha 200 escravos homens em sua propriedade familiar, além de suas esposas e filhos, até 1.200 pessoas. Ele aprendeu a mensagem cristã dos lábios do Papa Santo Alexandre I. Quando foi batizado, concedeu a todos aqueles que dependiam dele, não apenas plena liberdade, mas também uma confortável subsistência no trabalho. E após o sacrifício de sua própria economia, ele mais tarde deu sua vida no martírio.
Pouco se sabe mais sobre sua vida além do que segundo o Papa São Dâmaso, ele foi enviado para a Grécia. Roma o venera como um Mártir e ele está enterrado nas catacumbas da Basílica da Via Ápia, em Roma. As suas relíquias foram transferidas para Salzburgo, onde é patrono.

28 de agosto. Santa Joaquina de Vedruna. Viúva.Joaquima Vedruna Vidal de Mas nasceu em 16 de abril de 1783 em Barcelona ...
28/08/2026

28 de agosto. Santa Joaquina de Vedruna. Viúva.

Joaquima Vedruna Vidal de Mas nasceu em 16 de abril de 1783 em Barcelona
Santa Joaquina de Vedruna, mãe de família, que educou piedosamente os seus nove filhos e, uma vez viúva, fundou as Irmãs Carmelitas da Caridade de Vedruna. Suportou com humor tranquilo todo o tipo de sofrimento até à sua morte, que ocorreu por contagio da cólera. Descansou no Senhor em Barcelona, na Espanha, 28 de agosto, data em que também é recordada ( † 1854).
Esta é uma santa que durou casada até aos 33 anos. Teve oito filhos e muitos netos. Aos 47 anos fundou a Comunidade das Irmãs Carmelitas da Caridad e ao morrer aos 61 anos tinha fundado conventos, escolas e hospitais em vários lugares da Espanha.
Nascido em Barcelona, Espanha, em 1773. Seu pai, Don Lorenzo de Vedruna, era rico e alto funcionário do governo. Sua família era muito católica.
A menina desde muito pequena teve muita devoção ao Menino Jesus e às almas abençoadas.
Algo que a caracterizou desde seus primeiros anos foi um grande amor pela limpeza. Não tolerava nenhuma mancha de sujidade nos vestidos dela. E isso foi levando-a a não tolerar nem manchas de pecado na sua alma.
Aos 12 anos sentiu um grande desejo de ser religiosa Carmelita. Mas as freiras não a aceitaram porque achavam que ela era muito pequena para decidir pela vocação religiosa.
Aos 26 anos, em 1799, casou-se com um rico fazendeiro, Don Teodoro de Mas, muito amigo do seu pai, e funcionário oficial como ele. Teodoro estimava muito as três filhas de Don Lorenzo e para decidir por uma delas levou-lhes um pequeno pacote de doces de presente. As duas primeiras rejeitaram-no como um presente muito infantil, mas Joaquina aceitou-o com alegria exclamando: "Adoro amêndoas". Este gesto de humildade decidiu que o jovem a escolhê-la como esposa.
No início do seu casamento sentia-se às vezes sérios escrúpulos por não ter seguido a vocação de religiosa que quando criança tanto lhe chamava a atenção, mas o seu marido a confortava dizendo-lhe que na vida de casa se pode chegar a tão alta santidade como em um convento e que com suas boas obras de misericórdia iria substituindo as que iria fazer na vida religiosa. Isto acalmou-a. 16 anos ela viveu com seu marido, e Deus deu-lhe oito filhos. E como prémio de seus sacrifícios, quatro filhas se tornaram religiosas, e várias de suas netas também.
Quando Napoleão invadiu a Espanha; o marido de Joaquina foi para o exército defender a pátria e participou corajosamente em cinco batalhas contra os invasores. Joaquina e seus filhos tiveram que deixar a cidade de Barcelona e fugir para a pequena cidade de Vich.
Quando Joaquina e seus filhos andavam pela planície fugindo, de repente apareceu uma misteriosa senhora e a levou até Vich para casa de uma família muito boa, que os recebeu com muito carinho. Imediatamente a senhora desapareceu e ninguém pôde dar razão a ela. Joaquina sempre acreditou que foi a Virgem Maria que chegou a ajudá-la.
Um dia, enquanto estava rodeada pela sua família, ela pensou ouvir uma voz dizendo: "Em breve você vai ficar viúva". Ela preparou-se para aceitar a vontade de Deus, e dois meses depois, apesar de seu marido estar de boa saúde, e apenas ter 42 anos, morreu imprevistamente. Joaquina ficava viúva aos 33 anos e encarregada de oito filhos.
Desde aquele dia ela deixou todos os vestidos de senhora rica. E dedicou-se completamente a ajudar os pobres e a ajudar os doentes nos hospitais. No começo as pessoas acreditavam que ela tinha enlouquecido com a tristeza da morte do marido, mas logo perceberam que o que estava se tornando era uma grande santa. E admiravam a sua generosidade com os necessitados. Ela vivia como as pessoas mais pobres, mas todas as suas energias eram para ajudar aqueles que sofriam miséria ou doença.
Durante dez anos foi dedicada a penitências, muitas orações e contínuas obras de caridade, pedindo a Deus que lhe iluminasse o que mais lhe convinha fazer para o futuro. Quatro das suas filhas entraram em conventos e os outros quatro filhos foram se casando, e finalmente ela ficou livre de toda a responsabilidade doméstica. Agora eu ia poder realizar o seu grande desejo de quando era criança: ser religiosa.
Encontrou-se providencialmente com um sacerdote muito santo, o Padre Esteban, cappuccino, que lhe disse que Deus a tinha destinada a fundar uma comunidade de religiosas dedicada à vida ativa de apostolado. O sábio Padre Esteban redige as constituições da nova comunidade, e em 1826, perante o Sr. Bispo de Vich, que as apoia totalmente, começa com oito jovens a sua nova comunidade à qual chama "Carmelitas da Caridade".
Logo já as religiosas são treze e mais tarde cem. Sua comunidade, como o grão de mostarda, começa muito pequena, e torna-se uma grande árvore cheia de bons frutos. Ela está fundando casas religiosas por toda a província.
Santa Joaquina teve a alegria de encontrar também o grande apóstolo Santo Antonio Maria Claret cujos conselhos lhe foram de grande proveito para o progresso da sua nova congregação.
Chegou então a guerra civil chamada "Guerra Carlista" e a nossa santa, perseguida pelos esquerdistas, teve que fugir para a França onde foi acolhida por três anos. Lá recebeu a ajuda muito oportuna de um jovem misterioso que ela acreditou sempre ter sido São Miguel Arcanjo, e Deus preparou nestas terras uma família espanhola que a tratou com verdadeira caridade.
Ao voltar para a Espanha, talvez como fruto dos sofrimentos sofridos e de tantas orações, a sua comunidade começou a crescer admiravelmente e as casas foram-se multiplicando como uma verdadeira bênção de Deus.
Em 1850 ela começou a sentir os primeiros sintomas da paralisia que ia imobilizá-la por completo. Aconselhada pelo Vigário Episcopal renunciou a todos os seus cargos e dedicou-se a viver humildemente como uma religiosa sem lugar nenhum. Embora mantivesse totalmente suas qualidades mentais, no entanto deixou outras pessoas dirigirem a Congregação. Deus suscitou-lhe um novo e santo diretor para a sua comunidade, o Padre Bernardo Sala, beneditino, que se propôs dirigir às religiosas segundo o espírito da santa fundadora.
Durante quatro anos, a paralisia foi-se espalhando e imobilizando-a completamente até que a fala fosse removida. Chegou então uma epidemia de cólera, que acabou com a sua vida e 28 de agosto de 1854 passou santamente para a eternidade.
Antes tinha tido o prazer de ver sua Comunidade religiosa aprovada pela Santa Igreja em 1850. E desde então tem ajudado de forma prodigiosa suas religiosas que se espalharam por muitos países.
A Comunidade Carmelitas da Caridade tem agora 290 casas no mundo com 2.724 religiosas. 40,079 meninas são educadas em suas escolas e 4.443 pessoas soln atendidas em seus hospitais.
Foi declarada santa pelo Papa São João XXIII em 1959 (sendo ela a primeira pessoa a canonizar este Pontífice).
Santa Joaquina: sem fazer milagres em vida, e sendo uma simples mãe de família, uma esposa carinhosa, e uma mulher que teve que sofrer muito na terra, e que dedicou suas grandes energias em ajudar os necessitados, seja para nós um modelo para imitar, e uma protetora poderosa que rogue pela nossa santificação e salvação.

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