13/02/2026
Salve seu Zé Pilintra,
Mestre das encruzilhadas,
Guardião das ruas onde a luz e a sombra se encontram.
Hoje é sexta-feira 13.
Dia de véus finos.
Dia em que o invisível se aproxima do visível.
E em tempo de Carnaval,
Quando as energias se tornam permissivas,
Quando emoções transbordam,
Quando excessos abrem brechas espirituais.
Seu Zé, eu não ignoro o peso desse tempo.
Eu reconheço que há euforia,
Mas também há desequilíbrio.
Há alegria,
Mas também há obsessão, vícios, conflitos e espíritos perdidos buscando sintonia.
Por isso eu firmo com o senhor.
Cruze meu campo com sua linha vermelha de proteção.
Feche meu corpo contra demandas, invejas, feitiçarias e ataques invisíveis.
Que nenhuma energia densa encontre morada em mim.
Se houver espírito perturbado rondando,
Que seja encaminhado.
Se houver olho grande me mirando,
Que se quebre.
Se houver armadilha espiritual no caminho,
Que o senhor revele antes que eu pise.
Seu Zé,
Guarde minha mente contra impulsos negativos.
Guarde meu coração contra ilusões perigosas.
Guarde meus passos contra decisões precipitadas.
Que a malandragem que me acompanhe seja a da luz:
Astúcia para perceber o ambiente.
Intuição para sair antes da confusão.
Força para dizer não ao que enfraquece.
Coragem para manter minha vibração elevada.
Nesta sexta-feira,
Eu não temo — eu me preparo.
Eu não me escondo — eu me fortaleço.
Eu não me entrego à energia coletiva — eu comando meu próprio campo.
Seu Zé Pilintra,
Corte o que for negativo.
Desfaça o que for armado contra mim.
Tranque a rua do mal e abra somente a rua da proteção.
Que onde eu passar haja respeito.
Que onde eu estiver haja equilíbrio.
E que nenhuma sombra seja maior que minha fé.
Salve seu Zé!
Salve a malandragem!