Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro Maringá

Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro Maringá Sra. Aparecida - domingo | 10h

Missas
💒 Matriz
Segunda a sábado | 6h
Quarta | 15h
1ª sexta | 20h
Sábado | 19h
Domingo | 8h e 19h
💒 Capela São Mateus - sábado | 19h
💒 Capela São Paulo - domingo | 8h
💒 Capela São Sebastião - domingo | 10h
💒 Capela N.

QUINTA-FEIRA, 27 DE AGOSTO DE 2026MEMÓRIA DE SANTA MÔNICA21ª SEMANA DO TEMPO COMUMEvangelho | Mateus 24,42-51- Aleluia, ...
27/08/2026

QUINTA-FEIRA, 27 DE AGOSTO DE 2026
MEMÓRIA DE SANTA MÔNICA
21ª SEMANA DO TEMPO COMUM

Evangelho | Mateus 24,42-51

- Aleluia, Aleluia, Aleluia.

- Vigiai, diz Jesus, vigiai, pois, no dia em que não esperais, o vosso Senhor há de vir.

✠ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

- Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo disse Jesus aos seus discípulos: 42 "Ficai atentos! porque não sabeis em que dia virá o Senhor. 43 Compreendei bem isso: se o dono da casa soubesse a que horas viria o ladrão, certamente vigiaria e não deixaria que a sua casa fosse arrombada. 44 Por isso, também vós ficai preparados! Porque na hora em que menos pensais, o Filho do Homem virá. 45 Qual é o empregado fiel e prudente, que o senhor colocou como responsável pelos demais empregados, para lhes dar alimento na hora certa? 46 Feliz o empregado, cujo senhor o encontrar agindo assim, quando voltar. 47 Em verdade vos digo, ele lhe confiará a administração de todos os seus bens. 48 Mas, se o empregado mau pensar: 'Meu senhor está demorando', 49 e começar a bater nos companheiros, a comer e a beber com os bêbados; 50 então o senhor desse empregado virá no dia em que ele não espera, e na hora que ele não sabe. 51 Ele o partirá ao meio e lhe imporá a sorte dos hipócritas. Ali haverá choro e ranger de dentes".

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Reflexão
Como é nossa atitude enquanto esperamos a vinda definitiva do Senhor? Preocupamo-nos em defender os Seus interesses, seguindo todas as indicações que Ele nos deixou por meio do Evangelho? Ou preferimos passar o tempo nos divertindo, “curtindo a vida”, autossuficientes e indiferentes para Deus e para o próximo? Essa é uma forma de atualizar as questões presentes no Evangelho de hoje, relacionadas ao tema da vigilância, que estará em foco na liturgia dos próximos dias. Jesus nos exorta a vigiar, pois não sabemos nem o dia nem a hora da Sua nova vinda. Nossa única certeza é que Ele virá.

https://liturgia.cancaonova.com/pb/liturgia/santa-monica-memoria-quinta-feira/?sDia=27&sMes=08&sAno=2026

https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/27-quinta-feira-13/

Santa Mônica, mãe de Santo Agostinho

De origem berbere, Mônica nasceu no ano 331, em Tagaste, norte da África, no seio de uma família opulenta, mas de antigas raízes cristãs. Aplicou-se, com dedicação, aos ensinamentos da Sagrada Escritura; sua forte espiritualidade foi forjada pela oração e assídua prática dos Sacramentos, além dos quais se coloca a serviço da comunidade eclesial.

Casou-se com Patrício, homem ambicioso, pagão, irascível, de caráter difícil, que também lhe foi infiel. Mônica, doce, benévola, capaz de dialogar nos momentos oportunos, com o seu método, composto de espera, paciência e oração, que o sugere até as suas amigas, que lhe confiam seus problemas e incompreensões conjugais – consegue vencer as rudezas do marido, a ponto de levá-lo a abraçar a fé.

Aos 22 anos, Mônica dá à luz ao primogênito Agostinho, seguido por outro filho, Navígio, e uma filha, da qual não se sabe o nome, e os educa segundo os princípios cristãos.

Tornando-se viúva aos 39 anos, administrou os bens da família, dedicando-se, com amor incomensurável à sua prole. Quem mais causou preocupações à cuidadosa e astuta mãe foi Agostinho, o “filho de tantas lágrimas”; de coração irrequieto e ambicioso retórico, na busca da verdade, ele se distancia da fé católica e vaga de uma filosofia à outra.

Mônica jamais deixa de rezar por ele; pelo contrário, segue todas as vicissitudes da sua vida e lhe permanece sempre ao lado. Por isso, transfere-se para Cartagena e, depois, para a Itália, quando o filho, no ápice da sua carreira, como docente de retórica, vai morar em Milão.

Seu carinho materno e as suas orações acompanham a conversão de Agostinho, que, ao receber o batismo pelo santo Bispo Ambrósio, decidiu voltar para Tagaste, onde fundou uma Comunidade de servos de Deus. Mônica estava com ele quando tiveram que embarcar no porto de Óstia com destino à África. Porém, ao esperar o navio, foram obrigados a passar alguns dias ali.

No entanto, Mônica e Agostinho mantêm intensos diálogos espirituais. A um destes se refere o chamado “êxtase em Óstia”, narrado nas suas Confissões (XIX 10, 23-27):

“Aconteceu encontrar-nos a sós, eu e ela, apoiados em uma janela que dava para o jardim interior da casa em que morávamos. Era em Óstia, sobre a foz do Tibre, onde, longe da multidão, depois do cansaço de uma longa viagem, recobramos forças para a travessia do mar. Ali, sozinhos, conversávamos com grande doçura, esquecendo o passado, ocupados apenas no futuro, indagamos juntos, na presença da Verdade, que és tu, qual seria a vida eterna dos santos… percorremos uma a uma todas as coisas corporais, até o próprio céu… E subimos ainda mais em espírito, meditando, celebrando e admirando tuas obras, e chegamos até o íntimo de nossas almas. E fomos além delas, para alcançar a região da abundância inesgotável… onde a vida é a própria Sabedoria. E enquanto assim falávamos dessa Sabedoria e por ela suspiramos, chegamos a tocá-la com supremo ímpeto de nosso coração”.

Assim, Mônica sente ter atingido o ápice da sua vida e confessa ao filho: “No que me diz respeito, esta vida já não tem mais nenhum atrativo para mim. O que estou fazendo ainda aqui? Não sei. As minhas expectativas aqui na terra já se esgotaram. Somente uma coisa me fazia permanecer aqui embaixo…: ver, antes de morrer, que você se tornou cristão católico. Meu Deus me satisfez completamente, porque vejo que você até despreza a felicidade terrena para servir a Ele. O que estou fazendo aqui?”.

Alguns dias depois, Mônica adoece e morre aos 56 anos.

Seu corpo foi enterrado em Óstia Antiga, na atual igreja de Santa Áurea. O tempo, provavelmente, é uma basílica paleocristã com uma necrópole ao lado. Os restos mortais de Santa Mônica descansam, por muitos séculos, na igreja de Santa Áurea. Hoje, no lugar, pode-se ver apenas uma lápide, porque, no século XV, o Papa Martinho V quis que as relíquias fossem transladadas para Roma, na igreja de São Trifão, confiada aos frades Agostinianos – depois englobada a uma grande Basílica dedicada a Santo Agostinho. Ali, ainda hoje, encontram-se respostas aos tantos porquês diante de um sarcófago de mármore verde, na capela decorada com afrescos, em 1885, por Pietro Gagliardi.

Oração
“Vós que fostes uma mãe intercessora, incansável na salvação de seus filhos, ajudai as mães para que não desanimem dessa missão e, rezando, possam ser pontes para que sua família chegue ao céu. Amém!”

Santa Mônica, rogai por nós!

https://santo.cancaonova.com/santo/santa-monica-mae-de-santo-agostinho1/?sDia=27&sMes=08&sAno=2026

QUARTA-FEIRA, 26 DE AGOSTO DE 202621ª SEMANA DO TEMPO COMUMEvangelho | Mateus 23,27-32- Aleluia, Aleluia, Aleluia.- O am...
26/08/2026

QUARTA-FEIRA, 26 DE AGOSTO DE 2026
21ª SEMANA DO TEMPO COMUM

Evangelho | Mateus 23,27-32

- Aleluia, Aleluia, Aleluia.

- O amor de Deus se realiza em todo aquele, que guarda sua palavra fielmente.

✠ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

- Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus: 27 "Ai de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós sois como sepulcros caiados: por fora parecem belos, mas por dentro estão cheios de ossos de mortos e de toda podridão! 28 Assim também vós: por fora, pareceis justos diante dos outros, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e injustiça. 29 Aí de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós construís sepulcros para os profetas e enfeitais os túmulos dos justos, 30 e dizeis: 'Se tivéssemos vivido no tempo de nossos pais, não teríamos sido cúmplices da morte dos profetas'. 31 Com isso, confessais que sois filhos daqueles que mataram os profetas. 32 Completai, pois, a medida de vossos pais!"

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Reflexão
Continua a série de admoestações de Jesus dirigidas aos líderes religiosos e políticos de Israel. Hoje vemos as duas últimas das sete sentenças. A indignação de Jesus é tamanha que Ele compara os doutores da Lei e os fariseus a “sepulcros caiados”, pois têm a aparência exterior de um túmulo recém-pintado de branco que tenta esconder sua realidade interior de corrupção e morte. Aparentando ser pessoas boas e justas, escondem uma realidade de mentiras e exploração, camuflam pecados e falta de comprometimento com os valores essenciais da religião, como a misericórdia e a justiça. São “sepulcros caiados” também porque dizem uma coisa e fazem outra, totalmente diferente, motivados por interesses próprios, e não pelo bem comum.

https://liturgia.cancaonova.com/pb/liturgia/21a-semana-tempo-comum-quarta-feira-6/?sDia=26&sMes=08&sAno=2026

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25/08/2026
TERÇA-FEIRA, 25 DE AGOSTO DE 202621ª SEMANA DO TEMPO COMUMEvangelho | Mateus 23,23-26- Aleluia, Aleluia, Aleluia.- A pal...
25/08/2026

TERÇA-FEIRA, 25 DE AGOSTO DE 2026
21ª SEMANA DO TEMPO COMUM

Evangelho | Mateus 23,23-26

- Aleluia, Aleluia, Aleluia.

- A palavra do Senhor é viva e eficaz: ela julga os pensamentos e as intenções do coração.

✠ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

- Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus: 23 "Ai de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós pagais o dízimo da hortelã, da erva-doce e do cominho, e deixais de lado os ensinamentos mais importantes da Lei, como a justiça, a misericórdia e a fidelidade. Vós deveríeis praticar isto, sem contudo deixar aquilo. 24 Guias cegos! Vós filtrais o mosquito, mas engolis o camelo. 25 Aí de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós limpais o copo e o prato por fora, mas, por dentro, estais cheios de roubo e cobiça. 26 Fariseu cego! Limpa primeiro o copo por dentro, para que também por fora fique limpo".

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Reflexão
O dízimo sobre ervas e especiarias, como a hortelã, a erva-doce e o cominho, que serviam apenas como tempero, não era prescrito na Lei que vemos em (Dt 14,22-29 - trigo, vinho, azeite e primeiras crias do gado…). Faz parte de uma interpretação posterior que taxa tudo o que serve de alimento. Nisso os fariseus são especialistas, porém Jesus pede que vão além da “regra”, seguindo o fundamental da Lei, pois nesse quesito eles falham muito. Estamos falando do senso de justiça, de misericórdia e de fidelidade, que é o “espírito” do direito, aquilo que dá sentido à Lei. Esses princípios são expressos na legislação brasileira em vigor hoje? De que modo os valores evangélicos poderiam ajudar a iluminar as nossas leis e os nossos legisladores?

https://liturgia.cancaonova.com/pb/liturgia/21a-semana-tempo-comum-terca-feira-6/?sDia=25&sMes=08&sAno=2026

https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/25-terca-feira-13/

SEGUNDA-FEIRA, 24 DE AGOSTO DE 2026FESTA DE SÃO BARTOLOMEU, APÓSTOLO21ª SEMANA DO TEMPO COMUMEvangelho | João 1,45-51- A...
24/08/2026

SEGUNDA-FEIRA, 24 DE AGOSTO DE 2026
FESTA DE SÃO BARTOLOMEU, APÓSTOLO
21ª SEMANA DO TEMPO COMUM

Evangelho | João 1,45-51

- Aleluia, Aleluia, Aleluia.

- Mestre, tu és o filho de Deus, és rei de Israel!

✠ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.

- Glória a vós, Senhor.

45 Filipe encontrou-se com Natanael e lhe disse: "Encontramos aquele de quem Moisés escreveu na Lei, e também os profetas: Jesus de Nazaré, o filho de José". 46 Natanael disse: "De Nazaré pode sair coisa boa?" Filipe respondeu: "Vem ver!" 47 Jesus viu Natanael que vinha para ele e comentou: "Aí vem um israelita de verdade, um homem sem falsidade". 48 Natanael perguntou: "De onde me conheces?" Jesus respondeu: "Antes que Filipe te chamasse, enquanto estavas debaixo da figueira, eu te vi". 49 Natanael respondeu: "Rabi, tu és o Filho de Deus, tu és o Rei de Israel". 50 Jesus disse: "Tu crês porque te disse: Eu te vi debaixo da figueira? Coisas maiores que esta verás!" 51 E Jesus continuou: "Em verdade, em verdade, eu vos digo: Vereis o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem".

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Reflexão
Bartolomeu, ou, em hebraico, Natanael, como é chamado pelo evangelista João, era pescador, como a maioria dos apóstolos. Era natural de Caná, oito quilômetros ao norte de Nazaré, por isso se acredita que estava presente nas famosas Bodas de Caná, local do primeiro milagre de Jesus, que o próprio Bartolomeu reconheceu como o Filho de Deus, rei de Israel, assim que O viu. Inicialmente, movido pelo preconceito, havia duvidado que Jesus, filho de José e Maria, habitante da pequena Nazaré, era verdadeiramente o Messias. Assim que O viu, porém, seu coração se encheu de alegria, confirmando as palavras de Filipe: “Encontramos aquele de quem Moisés escreveu na Lei, e também os profetas” (v. 45). Segundo a tradição, Bartolomeu evangelizou a Índia e a Armênia, onde foi martirizado.

https://liturgia.cancaonova.com/pb/liturgia/sao-bartolomeu-apostolo-festa-segunda-feira/?sDia=24&sMes=08&sAno=2026

https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/24-segunda-feira-12/

São Bartolomeu, o verdadeiro israelita

Sobre São Bartolomeu, tudo o que sabemos sobre a sua vida vem dos textos evangélicos, especialmente do Evangelho de São João. Bartolomeu era um pescador de Caná, mas conhecia bem Nazaré, situada a apenas 8 km de distância, mas não confiava naqueles montanheses. Por isso, era um pouco cético quando seu amigo Filipe lhe falou sobre Jesus. Mas ele lhe respondeu simplesmente: “venha e veja”. Assim, Bartolomeu foi e, logo que Jesus o viu, lhe demonstrou ter uma confiança sem precedentes: finalmente um israelita sincero.

No Evangelho, ele também é chamado de Natanael. Em hebraico, a palavra “bar” que dizer “filho” e “tholmai” significa “agricultor”. Por isso, os historiadores são unânimes em afirmar que Bartolomeu-Natanael trata-se de uma só pessoa.

No primeiro encontro com Jesus, Bartolomeu era cético e, às vezes, irônico com relação às coisas de Deus.

Ele era um homem concreto, apegado à tradição e que meditava diariamente a Bíblia, conforme a Lei exigia. Contudo, depois de toda aquela desconfiança, a adesão de Bartolomeu a Jesus foi total: “Vós sois o Rei de Israel!”, exclamou!

Depois de convertido, tornou-se um dos apóstolos mais ativos e presentes na vida pública de Jesus. A melhor descrição que temos de Bartolomeu foi feita pelo próprio Mestre: “Aqui está um verdadeiro israelita, no qual não há fingimento”.

Devido à sua origem, presume-se que Bartolomeu podia estar presente nas Bodas de Caná, palco do primeiro milagre de Jesus, mas não há provas nos textos.

Após a morte de Jesus, sabemos quais Apóstolos estavam reunidos em oração no Cenáculo, porque os Atos mostram uma lista precisa de nomes. Entre eles também estava Bartolomeu.

O que este apóstolo fez depois não se sabe historicamente, mas parece que foi pregar a Palavra em várias regiões do Oriente, da Mesopotâmia à Índia. Realizou milagres e curas milagrosas até chegar à Armênia.

Ali, além de converter as populações de 12 cidades, conseguiu até evangelizar o rei Polímio e sua esposa, causando ira entre os sacerdotes das divindades locais.

Astiage, irmão do rei Polímio, convencido pelos próprios sacerdotes, mandou condená-lo à morte. Seu martírio ocorreu em Albanópolis, por volta do ano 68.

Ao longo dos séculos, depois de milhares de peripécias, suas relíquias chegaram a Roma. Graças à mediação do imperador Otão III, onde descansam na basílica a ele dedicada na Ilha Tiberina.

A Igreja comemora São Bartolomeu Apóstolo no dia de sua morte. Ele se tornou o modelo para quem se deixa conduzir pelo outro ao Senhor Jesus Cristo.

Oração
“À grande testemunha do ressuscitado, rogamos que nos torne testemunhas da vida de Cristo hoje. Que Ele seja amado, adorado e acolhido acima de tudo e todos. A partir da nossa vida, todos vejam que Ele vive e Reina. Amém.”

São Bartolomeu, rogai por nós!

https://santo.cancaonova.com/santo/sao-bartolomeu-o-verdadeiro-israelita/?sDia=24&sMes=08&sAno=2026

23/08/2026

Santa Missa do 21° Domingo do Tempo Comum, presidida pelo nosso pároco, padre Genivaldo Ubinge, domingo, 23 de agosto de 2026, às 8h, na Igreja Matriz, Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Maringá (PR).

🎥 Transmissão ao vivo: PASCOM/Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

Disponível também: https://youtube.com/live/NACwUqs0_GQ

DOMINGO, 23 DE AGOSTO DE 202621º DOMINGO DO TEMPO COMUMEvangelho | Mateus 16,13-20- Aleluia, Aleluia, Aleluia.- Tu és Pe...
23/08/2026

DOMINGO, 23 DE AGOSTO DE 2026
21º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Evangelho | Mateus 16,13-20

- Aleluia, Aleluia, Aleluia.

- Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei minha Igreja; e os poderes do reino das trevas jamais poderão contra ela!

✠ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

- Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 13 Jesus foi à região de Cesareia de Filipe e aí perguntou a seus discípulos: "Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?" 14 Eles responderam: "Alguns dizem que é João Batista; outros, que é Elias; outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas". 15 Então Jesus lhes perguntou: "E vós, quem dizeis que eu sou?" 16 Simão Pedro respondeu: "Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo". 17 Respondendo, Jesus lhe disse: "Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. 18 Por isso, eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. 19 Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus". 20 Jesus, então, ordenou aos discípulos

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Reflexão
O texto que lemos neste domingo constitui um marco importante no Evangelho de Mateus. Numa região pagã (Cesareia de Filipe), Jesus quer saber o que Seus seguidores mais próximos pensam d’Ele, e Pedro (porta-voz do grupo) reconhece n’Ele o Messias, o Filho do Deus vivo. Jesus é mais que um simples profeta, Ele é a revelação verdadeira do Pai. Ele é o Emanuel, a presença e a ação de Deus no meio da humanidade. A resposta de Pedro traz a essência da fé cristológica: Jesus é Messias, Filho de Deus. Pela resposta, revelada pelo Pai, Pedro é proclamado feliz, testemunha a fé da comunidade e recebe as chaves para abrir as portas do Reino de Deus, para que todos os que desejarem tenham acesso a ele. Ele tem o poder de discernir quem de fato pertence à comunidade comprometida com a justiça do Reino. A pergunta de Jesus continua soando em nossos dias: “Vocês, quem dizem que eu sou?”. A resposta deve ser dada pela nossa prática, pelo nosso compromisso com o projeto de Jesus, que exige liberdade e vida digna para todos.

https://liturgia.cancaonova.com/pb/liturgia/21o-domingo-tempo-comum-domingo-2/?sDia=23&sMes=08&sAno=2026

https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/dia-23-domingo-15/

Santa Rosa de Lima, virgem, Padroeira da América LatinaSanta Rosa de Lima, antes Isabel, nasceu em Lima em 1586. Era a d...
23/08/2026

Santa Rosa de Lima, virgem, Padroeira da América Latina

Santa Rosa de Lima, antes Isabel, nasceu em Lima em 1586. Era a décima de treze filhos da família Flores de Oliva, nobre espanhola, transferida para o Peru. A sua ama, Mariana, de origem indígena, deu-lhe o nome de Rosa, pela incrível beleza que a caracterizava.

Depois, este nome foi confirmado na Crisma, e quando, aos vinte e três anos, recebeu o hábito religioso da Ordem Terceira Dominicana, seu modelo de vida foi Santa Catarina de Sena. Ao nome Rosa foi acrescentado também o “de Santa Maria”, como expressão do seu tenro amor, que sempre nutria pela Virgem. Recorria a Mãe de Deus, a todo instante, para pedir proteção.

Ainda criança, Rosa teve grande inclinação à oração e à meditação, sendo dotada de dons especiais de profecia. Já adolescente, enquanto rezava diante da imagem da Virgem Maria, decidiu entregar sua vida somente a Cristo.

Apesar dos apelos da família, que contava com sua ajuda para o sustento, ela ingressou na Ordem Terceira Dominicana, como exemplo de vida Santa Catarina de Sena.

Dedicou-se, então, ao jejum, às severas penitências e à oração contemplativa, aumentando seus dons de profecia e prodígios. E, para perder a vaidade, cortou os cabelos e engrossou as mãos, trabalhando na lavoura com os pais.

Rosa conheceu a pobreza quando a sua família caiu na miséria, por falência nos negócios paternos; trabalhou, arduamente, como doméstica, na horta e como bordadeira, até altas horas da noite; quando fazia entrega nas casas dos seus fregueses, aproveitava para levar a Palavra de Cristo e o seu anseio pelo bem e pela justiça, que, na sociedade peruana da época — espezinhada pela Espanha colonizadora —, parecia totalmente ofuscada.

Na casa paterna, criou uma espécie de asilo para os necessitados, onde dava assistência às crianças e aos idosos abandonados, sobretudo de origem indígena.

Desde pequena, Rosa desejava consagrar-se a Deus com a vida claustral, permanecendo “virgem no mundo”; como Terciária Dominicana, trancou-se em uma cela de poucos metros quadrados, construída no jardim da casa paterna, da qual saía apenas para a função religiosa; ali, transcorria grande parte dos dias, dedicando-se à oração e em íntima comunhão com o Senhor.

Vivendo em contínuo contato com Deus, atingiu um alto grau de vida contemplativa e experiência mística, compreendendo o mistério. Além disso, Rosa reviveu, na sua carne, a Paixão de Jesus, por duas intenções: a conversão dos espanhóis e a evangelização dos índios.

Quando ainda era viva, Rosa foi examinada por uma comissão mista de religiosos e cientistas, que julgou as suas experiências místicas como verdadeiros “dons da graça”; tanto é verdade que, quando ela morreu, pela enorme multidão que participou do seu enterro, já era considerada santa.

Rosa faleceu só depois de renovar seus votos religiosos, repetindo várias vezes: “Jesus, permanecei comigo!”. Transcorria o dia 23 de agosto de 1617.

Após a sua morte, quando seu corpo foi trasladado para a Capela do Rosário, Nossa Senhora sorriu-lhe pela última vez, daquela estátua, diante da qual a Santa havia rezado tantas vezes. Ao ver o ocorrido, a multidão presente gritou: “milagre”!

Santa Rosa de Lima foi a primeira mulher a ser canonizada na América. Ela é Padroeira do Peru, da América Latina, das Índias e das Filipinas. É invocada também como protetora dos floricultores e jardineiros, contra as erupções vulcânicas e ainda em casos de feridas ou de brigas familiares.

Em 1668, Rosa de Lima foi beatificada pelo Papa Clemente IX e canonizada três anos depois.

Foi proclamada Padroeira da América Latina, das Filipinas e das Índias Orientais. A festa litúrgica marcada para o dia 23 de agosto. A devoção a Santa Rosa de Lima propagou-se rapidamente nos países latino-americanos, sendo venerada pelos fiéis como Padroeira dos Jardineiros e dos Floristas.

Oração
“Ó Santa Padroeira da América Latina, cuidai deste povo tão sofrido e necessitado. Amparai os doentes, concedei as necessidades dos que são excluídos e marginalizados, consolai os idosos, iluminai os políticos. Que a nossa região seja curada dos problemas sociais. A ti clamamos nossa santa padroeira. Amém!”

Santa Rosa de Lima, rogai por nós!

https://santo.cancaonova.com/santo/santa-rosa-de-lima-terciaria-dominicana/?sDia=23&sMes=08&sAno=2026

21° DOMINGO DO TEMPO COMUM O PODER DO AMORHá quem pense que o poder se refere somente à força, à dominação e à possibili...
22/08/2026

21° DOMINGO DO TEMPO COMUM

O PODER DO AMOR

Há quem pense que o poder se refere somente à força, à dominação e à possibilidade de mandar e desmandar. Sim, há o poder da força. Contudo, há também o poder do amor.

O poder da força está aí, não há como negá-lo! Desde que a humanidade existe, esse poder ergueu castelos, templos, torres, pirâmides, catedrais, mesquitas, mosteiros, reinos; interveio na terra, no mar e no ar; explorou povos, dizimou outros. Pelo poder da força já se guerreou tanto. Pelo poder da força já se matou tanto. Esse tanto, somado ao pranto, deixa ainda hoje a ferida aberta e o sangue que não se estanca.

Pelo poder da força, imortalizam-se os nomes daqueles que mandam. Esses nomes estão em obras monumentais, ruas, praças, viadutos, rodovias e nos livros da história oficial.

Por outro lado, o que pensar da força humana dos anônimos, daqueles trabalhadores que derramaram suor e sangue, nas noites e nos dias do tempo, erguendo edifícios e fachadas? Onde estão seus nomes e memórias? Estariam nas chamas calmas dos castiçais silenciosos das igrejas? Ou somente na memória e no tecido da sabedoria popular, que teima em contar e recontar os feitos dos homens e mulheres simples?

O poder da força geralmente corrompe. Por ele, rompem-se amizades, fazem­-se conchavos e o que conta é a conta, é o bolso, o luxo, a ostentação.

Isso tudo é também tentação para os seguidores de Jesus. Ninguém está imune à força do poder. Daí o Mestre se apresentar aos apóstolos não com o poder da força, mas com o poder do amor. É este o poder conferido a Pedro no Evangelho. Reconhecer Jesus Cristo como Senhor é não se conformar à força do poder que domina e exclui.

A força do amor é bem diferente do poder da força. O poder do amor tem seu ápice na cruz. Ali reside o segredo do mistério da força do amor. Cabe à comunidade cristã ser sinal autêntico, alternativa para um novo mundo, baseado em valores humanizadores que nos ajudem a experimentar o céu desde agora.

Pe. Antonio Iraildo Alves de Brito, SSP

⛪️ Horários | Santa Missa na Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (Igreja Matriz e capelas)

SÁBADO, 22 DE AGOSTO DE 2026MEMÓRIA DA BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA RAINHA20ª SEMANA DO TEMPO COMUMEvangelho | Lucas 1,26...
22/08/2026

SÁBADO, 22 DE AGOSTO DE 2026
MEMÓRIA DA BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA RAINHA
20ª SEMANA DO TEMPO COMUM

Evangelho | Lucas 1,26-38

- Aleluia, Aleluia, Aleluia.

- Maria, alegra-te, ó cheia de graça, o Senhor é contigo; és bendita entre todas as mulheres da terra!

✠ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.

- Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 26 o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, 27 a uma virgem, prometida em casamento a um homem chamado José. Ele era descendente de Davi e o nome da virgem era Maria. 28 O anjo entrou onde ela estava e disse: "Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo!" 29 Maria ficou perturbada com estas palavras e começou a pensar qual seria o significado da saudação. 30 O anjo, então, disse-lhe: "Não tenhas medo, Maria, porque encontraste graça diante de Deus. 31 Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus. 32 Ele será grande, será chamado Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi. 33 Ele reinará para sempre sobre os descendentes de Jacó, e o seu reino não terá fim". 34 Maria perguntou ao anjo: "Como acontecerá isso, se eu não conheço homem algum?" 35 O anjo respondeu: "O Espírito virá sobre ti, e o poder do Altíssimo te cobrirá com sua sombra. Por isso, o menino que vai nascer será chamado Santo, Filho de Deus. 36 Também Isabel, tua parenta, concebeu um filho na velhice. Este já é o sexto mês daquela que era considerada estéril, 37 porque para Deus nada é impossível". 38 Maria, então, disse: "Eis aqui a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra!" E o anjo retirou-se.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Reflexão
No quinto mistério glorioso, contemplamos a coroação de Maria como Rainha do Céu e da Terra, ao lado de seu Filho, o Rei do Universo. Alguns poderiam dizer que se trata de resquícios da tradição medieval, marcada pelas relações entre reis e súditos. Porém, é significativo celebrar a memória que hoje a liturgia nos apresenta, pois ela ressalta a beleza da Assunção de Nossa Senhora, celebrada há uma semana, e nos recorda que Maria é modelo e sinal de esperança para os cristãos que, já revestidos da dignidade real do Senhor no Batismo, são chamados a reinar eternamente com ele.

https://liturgia.cancaonova.com/pb/liturgia/bem-aventurada-virgem-maria-rainha-memoria-sabado/?sDia=22&sMes=08&sAno=2026

https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/22-sabado-13/

Nossa Senhora Rainha, mediadora da paz

A festa de Santa Maria Rainha foi instituída pelo Pio XII, na carta encíclica Ad Caeli Reginam, no dia 11 de outubro do ano de 1954, para ser celebrada no dia 31 de maio. Em virtude da reforma pós-conciliar, foi transmitida como memória para oito dias depois da Festa da Assunção de Nossa Senhora.

Contudo, desde os primeiros séculos da Igreja católica, elevou o povo cristão orações e cânticos de louvor e de devoção à Rainha do céu, tanto nos momentos de alegria, como também quando se via ameaçado por graves perigos.

Com razão, o povo acreditou fielmente, já nos séculos passados, que a mulher, de quem nasceu o Filho do Altíssimo, recebeu mais que todas as outras criaturas singulares privilégios de graça. E, considerando que há estreita relação entre uma mãe e o seu Filho, sem dificuldade reconhece na Mãe de Deus a dignidade real sobre todas as coisas.

Tudo que se refere ao Messias traz a marca da divindade. Assim, todos os cristãos veem em Maria a superabundante generosidade do amor divino, que A acumulou de todos os bens. A Igreja convida o povo a invocá-la não só com o nome de Mãe, e sim com aquele de Rainha, porque ela foi coroada com o duplo diadema, de virgindade e de maternidade divina.

A festa possui a finalidade de que todos reconheçam mais claramente e melhor honrem o clemente e materno império da Mãe de Deus. Para assim, contribuir para que se conserve, consolide e torne perene a paz dos povos.

No século XX, começaram os movimentos para a proclamação de Nossa Senhora Rainha do Universo, a partir de três congressos marianos daquela época. O grande impulsor foi Pio XI que, na conclusão do Ano Santo de 1925, proclamou a Festa de Cristo Rei.

Mais tarde, foi uma mulher, Maria Desideri, que, nos anos 1930, em Roma, deu início ao movimento Pro regalitatae Mariae, para recolher petições de todo o mundo em favor da instituição da festa. E foi justamente esse percurso que levou à decisão de Pio XII de instituir a festa litúrgica.

Um mês depois, em 1954, Papa Pacelli pronunciou um importante discurso em honra de Maria Rainha, antes de fazer uma comovente oração e a coroação da Venerada imagem de Maria “Salus Populi Romani”.

Certamente, Pio XII recordava da ajuda que recebera de Nossa Senhora quando – invocada durante a Segunda Guerra Mundial –, evitou que Roma fosse alvo de uma batalha final entre alemães e aliados.

Não foi por acaso que Pio XII proclamou 1953 Ano Mariano. Inaugurou a tradição da homenagem a Maria por parte dos Papas, no dia 8 de dezembro, e isso permanece até hoje com grande devoção.

Oração
“Ó querida Mãezinha, coloca-nos sob a tua proteção e auxílio, que, debaixo do teu manto, sejamos acolhidos, consolados e amparados. Tu és a nossa mãe; e a ti nos entregamos, mais uma vez, durante este dia dedicado à tua honra. Reine sobre o mundo inteiro. Amém!”

Nossa Senhora Rainha, rogai por nós!

https://santo.cancaonova.com/santo/nossa-senhora-rainha-mediadora-da-paz/?sDia=22&sMes=08&sAno=2026

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