Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro Maringá

Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro Maringá Sra. Aparecida - domingo | 10h

Missas
💒 Matriz
Segunda a sábado | 6h
Quarta | 15h
1ª sexta | 20h
Sábado | 19h
Domingo | 8h e 19h
💒 Capela São Mateus - sábado | 19h
💒 Capela São Paulo - domingo | 8h
💒 Capela São Sebastião - domingo | 10h
💒 Capela N.

TERÇA-FEIRA, 26 DE MAIO DE 2026MEMÓRIA DE SÃO FILIPE NÉRI, PRESBÍTERO8ª SEMANA DO TEMPO COMUMEvangelho | Marcos 10,28-31...
26/05/2026

TERÇA-FEIRA, 26 DE MAIO DE 2026
MEMÓRIA DE SÃO FILIPE NÉRI, PRESBÍTERO
8ª SEMANA DO TEMPO COMUM

Evangelho | Marcos 10,28-31

- Aleluia, Aleluia, Aleluia.

- Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, pois, revelaste os mistérios do teu Reino aos pequeninos, escondendo-os aos doutores!

✠ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos.

- Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 28 começou Pedro a dizer a Jesus: "Eis que nós deixamos tudo e te seguimos". 29 Respondeu Jesus: "Em verdade vos digo, quem tiver deixado casa, irmãos, irmãs, mãe, pai, filhos, campos, por causa de mim e do Evangelho, 30 receberá cem vezes mais agora, durante esta vida — casa, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos, com perseguições — e, no mundo futuro, a vida eterna. 31 Muitos que agora são os primeiros serão os últimos. E muitos que agora são os últimos serão os primeiros".

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Reflexão
Quem segue Jesus deve ser, acima de tudo, humilde e despojado. Os Evangelhos nos apresentam diversas situações em que Jesus pede que os discípulos deixem tudo para segui-lo. Seu próprio nascimento, numa gruta de Belém, rodeado apenas pelos pais e por alguns animais, é sinal do abandono total ao projeto do Pai, que pede o mesmo a todos os que querem segui-lo. Outro sinal é a obediência, aceitando ser o último em tudo. Aquele que está disposto a seguir Jesus não pode ambicionar riqueza ou poder, não pode almejar um alto posto, um cargo de liderança, um status privilegiado e assim por diante. Deve se colocar como o último, lavando os pés dos Seus discípulos, abaixando a cabeça diante das acusações, renunciando a qualquer regalia ou privilégio. Essas mesmas características são pedidas a nós hoje, especialmente aos que lideram a Igreja em todos os âmbitos. Por isso, o Vaticano II exorta os bispos, os sacerdotes e toda a Igreja a seguir o modelo de Jesus Cristo. Humildade, obediência e dedicação total ao Reino.

https://liturgia.cancaonova.com/pb/liturgia/sao-filipe-neri-presbitero-memoria-terca-feira/?sDia=26&sMes=05&sAno=2026

https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/26-terca-feira-11/

São Filipe Néri, o santo da alegria, oração, penitente e adorador

“Pippo bono”
Pertencente a uma família rica, filho de tabelião, o santo, nascido em 1515 em Florença, Itália, ficou órfão de mãe muito cedo e, ainda pequeno, já mereceu o nome de “Filipe bom”, por conta de seu proceder bondoso, alegre e leal.

Negócios e estudos
Aos 18 anos, recebeu um convite de seu tio para que se dedicasse aos negócios em São Germano. Filipe, no entanto, não se adaptou. Atraído por Deus, foi se dedicar aos estudos em Roma. Estudou Filosofia e Teologia, deixando-se conduzir e formar pelo Espírito Santo.

O apóstolo de Roma
Néri, mesmo antes de ser padre, visitava os lugares mais pobres de Roma, os hospitais mais abandonados e as mais terríveis prisões, levando uma pregação alegre, espontânea e viva, juntamente com uma amável caridade cristã que o fez ser conhecido e simpático a toda cidade, sendo então chamado: o apóstolo de Roma.

Dedicação aos jovens
“Contanto que não façam pecados, de boa vontade suportarei que rachem lenha em cima das minhas costas”, dizia Filipe aos jovens, os quais ele instruía e educava. Dedicava-se a eles com tal amor, que não se perturbava com as reclamações e injúrias recebidas por causa deles.

“Oratório do divino amor”
Dizendo sim para a glória de Deus e apaixonado por poesia e música desde a adolescência, iniciou a bela obra do Oratório do Divino Amor, onde reunia jovens e os fazia cantar e rezar. Ali começava o sentido musical da palavra: foi criado o drama lírico com coros e orquestra. A partir daí, Filipe fundou a Congregação do Oratório.

O santo alegre
Homem de oração, penitência e adoração, São Filipe Néri, conhecido pelo seu testemunho alegre, cujo sorriso, disse Papa Francisco, o transformou em um apaixonado anunciador da Palavra de Deus, morreu no dia 26 de maio de 1595, partindo para o céu com 80 anos. Foi beatificado, em maio de 1614, por Papa Paulo V; e canonizado, em março de 1622, por Papa Gregório XV.

Coração dilatado
Depois de sua páscoa, médicos verificaram que seu coração era dilatado, de tal forma que duas costelas se quebraram para acomodá-lo. A este fato atribui-se o seu grande amor para com Deus e para com os homens.

A minha oração
“São Filipe, intercedei por mim e conduzi-me à alegria verdadeira no serviço ao Cristo e à caridade amável por todo o povo de Deus. Quero também eu poder cantar a glória de Deus e anunciar, com coração apaixonado, a Sua Palavra. Amém!”

São Filipe Néri, rogai por nós!

https://santo.cancaonova.com/santo/sao-filipe-neri-o-santo-da-alegria-oracao-penitente-e-adorador/?sDia=26&sMes=05&sAno=2026

25/05/2026
SEGUNDA-FEIRA, 25 DE MAIO DE 2026MEMÓRIA DA BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA, MÃE DA IGREJA8ª SEMANA DO TEMPO COMUMEvangelho ...
25/05/2026

SEGUNDA-FEIRA, 25 DE MAIO DE 2026
MEMÓRIA DA BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA, MÃE DA IGREJA
8ª SEMANA DO TEMPO COMUM

Evangelho | João 19,25-34

- Aleluia, Aleluia, Aleluia.

- Ó feliz Virgem, que geraste o Senhor; ó santa Mãe da Igreja, que nos alimenta com o Espírito do teu Filho, Jesus Cristo.

✠ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.

- Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 25 perto da cruz de Jesus, estavam de pé a sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena. 26 Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe: “Mulher, este é o teu filho”. 27 Depois disse ao discípulo: “Esta é a tua mãe”. Daquela hora em diante, o discípulo a acolheu consigo. 28 Depois disso, Jesus, sabendo que tudo estava consumado, e para que a Escritura se cumprisse até o fim, disse: “Tenho sede”. 29 Havia ali uma jarra cheia de vinagre. Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre e levaram-na à boca de Jesus. 30 Ele tomou o vinagre e disse: “Tudo está consumado”. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito. 31 Era o dia da preparação para a Páscoa. Os judeus queriam evitar que os corpos ficassem na cruz durante o sábado, porque aquele sábado era dia de festa solene. Então pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas aos crucificados e os tirasse da cruz. 32 Os soldados foram e quebraram as pernas de um e depois do outro que foram crucificados com Jesus. 33 Ao se aproximarem de Jesus, e vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas; 34 mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Reflexão
Maria viveu como ninguém as bem-aventuranças. É aquela que estremecia de júbilo na presença de Deus, aquela que conservava tudo no seu coração e que se deixou atravessar pela espada. É a santa entre os santos, a mais abençoada, aquela que nos acompanha e nos mostra o caminho da santidade. Quando caímos, não nos deixa por terra e, às vezes, carrega-nos em seus braços sem nos julgar. Conversar com ela consola-nos, liberta-nos, santifica-nos. A Mãe não necessita de muitas palavras, não precisa que nos esforcemos demasiado para lhe explicar o que sentimos ou precisamos. É suficiente sussurrar: “Ave, Maria…”.

https://liturgia.cancaonova.com/pb/liturgia/bem-aventurada-virgem-maria-mae-da-igreja-memoria-segunda-feira-4/?sDia=25&sMes=05&sAno=2026

https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/25-segunda-feira-11/

MÃE DE JESUS E NOSSA MÃE

Ó Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe! Nós te saudamos com esta invocação de todas as gerações humanas, pelo mistério de tua vida, no esplendor de tua assunção. Ainda uma vez te saudamos bem-aventurada: intercede por nós, ó gloriosa Rainha do mundo, e sê-nos sempre propícia, particularmente nos perigos e nas necessidades da hora presente. Ó Jesus, Filho de Maria, nosso Irmão e nosso Salvador, pelo mistério do corpo e do sangue que te dignaste assumir no seio puríssimo da Virgem, e que nós renovamos sobre o altar, conserva-nos o dom da fé, para a salvação de nossas almas, para a prosperidade e a grandeza de nosso povo, pela glória de teu nome, que será nossa glória e nossa alegria, na vida presente e na vida eterna. Assim seja!

Do livro: “Maio com Maria e o Papa João XXIII”, Paulinas Editora.

24/05/2026

Santa Missa da Solenidade do Domingo de Pentecostes, presidida pelo nosso pároco, padre Genivaldo Ubinge, domingo, 24 de maio de 2026, às 19h, na Igreja Matriz, Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Maringá (PR).

Hoje, na solenidade de Pentecostes, que encerra o Tempo da Páscoa, o Círio Pascal foi apagado. Este sinal nos é retirado porque, formados na escola pascal do Mestre Ressuscitado e inflamados pelo fogo dos dons do Espírito Santo, agora devemos ser nós a “Luz de Cristo” que se irradia. Como uma coluna luminosa que atravessa o mundo, caminhamos entre os irmãos para guiá-los no êxodo rumo ao céu, à “terra prometida” definitiva.

🎥 Transmissão ao vivo: PASCOM/Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

Disponível também: https://youtube.com/live/NH3Zr6qsTVY

DOMINGO, 24 DE MAIO DE 2026SOLENIDADE DO DOMINGO DE PENTECOSTESEvangelho | João 20.19-23- Aleluia, Aleluia, Aleluia.- Vi...
24/05/2026

DOMINGO, 24 DE MAIO DE 2026
SOLENIDADE DO DOMINGO DE PENTECOSTES

Evangelho | João 20.19-23

- Aleluia, Aleluia, Aleluia.

- Vinde, Espírito Divino, e enchei com vossos dons os corações dos fiéis; e acendei neles o amor como um fogo abrasador!

✠ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.

- Glória a vós, Senhor.

19 Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”. 20 Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor. 21 Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”. 22 E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. 23 A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem não os perdoardes, eles lhes serão retidos”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Reflexão
Não há mais barreiras que o Ressuscitado não possa atravessar. No mesmo dia da Páscoa, Ele aparece aos apóstolos amedrontados e lhes deseja a paz: “A paz esteja com vocês”. É o desejo de plenitude que o Mestre lhes oferece. É a primeira Boa Notícia que recebem e a dádiva por excelência que os auxilia na superação do medo. Alegraram-se ao ver as marcas da crucificação, e pensaram: é Ele mesmo. Após uma segunda saudação com o desejo da paz, os discípulos são convidados a dar continuidade à obra do Mestre, e para isso são enviados. Em seguida, sopra sobre eles o Espírito Santo, que é a certeza da Sua presença e da Sua força na missão dos Seus. Com o sopro do Espírito, o Ressuscitado renova a ação de Deus criador que deu vida ao ser humano, criado para viver a paz, a reconciliação e a harmonia entre si. Com o sopro do Espírito, Jesus ressuscitado impele sua Igreja e cada fiel a sair de si, superando o medo e o comodismo, e levando à sociedade os valores do Reino de Deus.

https://liturgia.cancaonova.com/pb/liturgia/domingo-de-pentecostes-solenidade-2/?sDia=24&sMes=05&sAno=2026

https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/24-domingo-12/

DOMINGO DE PENTECOSTES O AMOR UNIVERSALO que celebramos neste domingo é, sem dúvida, a universalidade do Evangelho. Rece...
23/05/2026

DOMINGO DE PENTECOSTES

O AMOR UNIVERSAL

O que celebramos neste domingo é, sem dúvida, a universalidade do Evangelho. Receber o Espírito Santo concede autoridade, sim, mas, antes de tudo, marca de maneira indelével aqueles que se dispõem a viver a vocação cristã, que é doação e serviço. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e se entendiam, porque a linguagem do cristianismo é o amor. Qualquer outra não vem de Deus.

Ao longo do período pascal, ouvimos relatos da presença do Ressuscitado, que ia ao encontro dos Seus onde e como eles estivessem. O interessante é que quase sempre os discípulos estavam sob o risco de voltar para a vida antiga, por não compreenderem o que Jesus havia dito. As aparições/encontros são organizados de maneira a fazer um percurso com a comunidade cristã atual, até a solenidade de hoje. E aqui estamos.

O sopro do Espírito sobre os apóstolos, reunidos em torno de Maria, é a nova criação acontecendo. Jesus, o novo Adão, é obediente em tudo e recupera a amizade da humanidade com Deus, perdida pela desobediência. De Maria nasce aquele que restaura a fraternidade e a aliança.

O mesmo Espírito é quem impulsiona e sustenta a Igreja em sua missão de evangelizar todos os povos. Ela é lugar de “todos, todos, todos” (Papa Francisco). O amor de Deus transforma qualquer situação, perdoa tudo e cura tudo. A Igreja e seus filhos não são donos da verdade, mas guardiães e servidores dela. O Pentecostes, narrado nos Atos dos Apóstolos, é a maior expressão da universalidade do Evangelho, do seu alcance e de nossa vocação de batizados, pois somos parte desse corpo místico que é a Igreja.

A autoridade que possuímos é a do serviço. Doar-se inteiramente por causa do Reino é fazer que a humanidade sinta a suavidade de Deus nas tribulações, é ser luz em meio às trevas da guerra, da corrupção, da desigualdade, do feminicídio e do preconceito. É não repetir o gesto de Caim, mas o de Cristo, que, até na cruz, ama, perdoa e consola. Vivamos intensamente o dom recebido como comunidade e em torno de Maria, nossa Mãe.

Cl. Bruno Rosa, SSP

SÁBADO, 23 DE MAIO DE 20267ª SEMANA DA PÁSCOAEvangelho | João 21,20-25- Aleluia, Aleluia, Aleluia.- Eu hei de enviar-vos...
23/05/2026

SÁBADO, 23 DE MAIO DE 2026
7ª SEMANA DA PÁSCOA

Evangelho | João 21,20-25

- Aleluia, Aleluia, Aleluia.

- Eu hei de enviar-vos o Espírito da verdade; ele vos conduzirá a toda a verdade.

✠ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.

-Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 20 Pedro virou-se e viu atrás de si aquele outro discípulo que Jesus amava, o mesmo que se reclinara sobre o peito de Jesus durante a ceia e lhe perguntara: "Senhor, quem é que te vai entregar?" 21 Quando Pedro viu aquele discípulo, perguntou a Jesus: "Senhor, o que vai ser deste?" 22 Jesus respondeu: "Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, o que te importa isso? Tu, segue-me!" 23 Então, correu entre os discípulos a notícia de que aquele discípulo não morreria. Jesus não disse que ele não morreria, mas apenas: "Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, que te importa?" 24 Este é o discípulo que dá testemunho dessas coisas e que as escreveu; e sabemos que o seu testemunho é verdadeiro. 25 Jesus fez ainda muitas outras coisas, mas, se fossem escritas todas, penso que não caberiam no mundo os livros que deveriam ser escritos.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Reflexão
Assim João encerra o seu Evangelho, identificando-se como “discípulo amado” e com o belo testemunho de que nada do que foi escrito, e ainda seria e será, pode conter toda a grandeza e riqueza de ensinamento do Mestre. É impossível narrar tudo o que Jesus fez e todos os sentimentos e emoções que gerou ao longo da sua vida neste mundo. Conheceremos o Messias totalmente somente no dia do Juízo, quando ele nos estiver aguardando à direita do Pai. Aí então o conheceremos de modo pleno, pois o veremos face a face, não mais “por reflexo em espelho” (cf. 1Cor 13,12). Por enquanto, mantemos a fé e a esperança, depois teremos o conhecimento e o entendimento.

https://liturgia.cancaonova.com/pb/liturgia/7a-semana-da-pascoa-sabado-9/?sDia=23&sMes=05&sAno=2026

https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/23-sabado-11/

Vigília de Pentecostes 🔥⛪O Espírito nos una num só corpo!Missa da Unidade Paroquial no Espírito SantoQueridos irmãos e i...
22/05/2026

Vigília de Pentecostes 🔥⛪

O Espírito nos una num só corpo!
Missa da Unidade Paroquial no Espírito Santo

Queridos irmãos e irmãs,
Convidamos a todos para participarem conosco da Missa da Unidade Paroquial no Espírito Santo, no sábado, 23 de maio, às 19h, em nossa Igreja Matriz.

Será um momento de unidade e comunhão, celebrando a Eucaristia e preparando nossos corações para acolher o Espírito Santo, que nos fortalece na fé e nos impulsiona na missão de evangelizar todos os povos.

Como batizados e batizadas, somos parte do Corpo Místico que é a Igreja, e a autoridade que recebemos é a do serviço. Doar-se pelo Reino é fazer a humanidade experimentar a suavidade de Deus nas tribulações; é ser luz em meio às trevas da guerra, da corrupção e da desigualdade. É escolher o gesto de Cristo, que, até na cruz, ama, perdoa e consola.

Unidos como comunidade e em torno de Maria, nossa Mãe, vivamos intensamente o dom do Espírito Santo. Venha participar com sua família, pastoral, movimento, grupo e sua comunidade para este grande momento de fé e esperança.

O Espírito Santo nos una num só corpo! ⛪

Padre Genivaldo Ubinge (pároco)
Padre Ivaldir Camaroti (vigário paroquial)
Diácono Jose Luiz Mosna


✝️ Santa Missa e Novena de Santa Rita de CássiaQuerido povo de Deus, tenho certeza de que as graças de que você necessit...
22/05/2026

✝️ Santa Missa e Novena de Santa Rita de Cássia

Querido povo de Deus, tenho certeza de que as graças de que você necessita serão derramadas com abundância.

Venham agradecer celebrando conosco o dia da “Santa das Causas Impossíveis”, participando da Santa Missa e Novena de Santa Rita de Cássia, no dia 22 de maio, 20h, na Capela São Mateus Apóstolo.

Você é nosso convidado especial, traga sua família e amigos!

🌹 Santa Rita de Cássia, intercessora das famílias e das causas impossíveis

Uma infância cheia de devoção
Na pequena periferia de Roccaporena, na Úmbria, foi berço de Margherita Lotti, provavelmente por volta de 1371, chamada com o diminutivo de “Rita”. Seus pais, humildes camponeses e pacificadores, procuraram dar-lhe uma boa educação escolar e religiosa na vizinha cidade de Cássia, onde a instrução era confiada aos Agostinianos. Naquele contexto, amadurece a devoção a Santo Agostinho, São João Batista e São Nicolau de Tolentino, que Rita escolheu como seus protetores.

Mulher e mãe dedicada
Por volta de 1385, a jovem se uniu em matrimônio com Paulo de Ferdinando de Mancino. A sociedade de então era caracterizada por diversas contendas e rivalidades políticas, nas quais seu marido estava envolvido. Mas a jovem esposa, através da sua oração, serenidade e capacidade de apaziguar, herdadas pelos pais, o ajudou a viver, aos poucos, como cristão de modo mais autêntico. Com amor, compreensão e paciência, a união entre Rita e Paulo tornou-se fecunda, embelezada pelo nascimento de dois filhos: Giangiacomo e Paulo Maria. Porém, a espiral de ódio das facções políticas da época acometeram seu lar doméstico.

Assassinato do esposo e perdão
O esposo de Rita, que se encontrava envolvido também por vínculos de parentela, foi assassinado. Para evitar a vingança dos filhos, escondeu a camisa ensanguentada do pai. Em seu coração, Rita perdoou os assassinos do seu marido, mas a família Mancino não se resignou e fazia pressão, a ponto de desatar rancores e hostilidades. Rita continuava a rezar, para que não fosse derramado mais sangue, fazendo da oração a sua arma e consolação.

Doença dos filhos
Entretanto, as tribulações não faltaram. Uma doença causou a morte de Giangiacomo e de Paulo Maria; seu único conforto foi pensar que, pelo menos, suas almas foram salvas, sem mais correr o risco de serem envolvidos pelo clima de represálias, provocado pelo assassinato do marido. Tendo ficado sozinha, Rita intensificou sua vida de oração, seja pelos seus queridos defuntos, seja pela família de Mancino, para que perdoasse e encontrasse a paz.

Pedido recusado
Com a idade de 36 anos, Rita pediu para ser admitida na comunidade das monjas agostinianas do Mosteiro de Santa Maria Madalena de Cássia. Porém, seu pedido foi recusado: as religiosas temiam, talvez, que a entrada da viúva de um homem assassinado pudesse comprometer a segurança do Convento. No entanto, as orações de Rita e as intercessões dos seus Santos protetores levaram à pacificação das famílias envolvidas na morte de Paulo de Mancino e, após tantas dificuldades, ela conseguiu entrar para o Mosteiro.

Monja Agostiniana
Narra-se que, durante o Noviciado, para provar a humildade de Rita, a Abadessa pediu-lhe para regar o tronco seco de uma planta, e sua obediência foi premiada por Deus, pois a videira, até hoje, é vigorosa. Com o passar dos anos, Rita distinguiu-se como religiosa humilde, zelosa na oração e nos trabalhos que lhe eram confiados, capaz de fazer frequentes jejuns e penitências. Suas virtudes tornaram-se famosas até fora dos muros do Mosteiro, também por causa das suas obras de caridade, juntamente com algumas coirmãs; além da sua vida de oração, ela visitava os idosos, cuidava dos enfermos e assistia aos pobres.

A santa das rosas
Cada vez mais imersa na contemplação de Cristo, Rita pediu-lhe para participar da Sua Paixão. Em 1432, absorvida em oração, recebeu a ferida na fronte de um espinho da coroa do Crucifixo. O estigma permaneceu, por quinze anos, até a sua morte. No inverno, que precedeu a sua morte, enferma e obrigada a ficar acamada, Rita pediu a uma prima, que lhe veio visitar em Roccaporena, dois figos e uma rosa do jardim da casa paterna. Era janeiro, período de inverno na Itália, mas a jovem aceitou seu pedido, pensando que Rita estivesse delirando por causa da doença. Ao voltar para casa, ficou maravilhada por ver a rosa e os figos no jardim e, imediatamente, os levou a Rita. Para ela, estes eram sinais da bondade de Deus, que acolheu no Céu seus dois filhos e seu marido.

Veneração de Rita
Santa Rita expirou na noite entre 21 e 22 de maio de 1447. Devido ao grande culto que brotou logo depois da sua morte, o corpo de Rita nunca foi enterrado, mas mantido em uma urna de vidro. Rita conseguiu reflorescer, apesar dos espinhos que a vida lhe reservou, espalhando o bom perfume de Cristo e aquecendo tantos corações no seu gélido inverno. Por este motivo e em recordação do prodígio de Roccaporena, a rosa é, por excelência, o símbolo de Rita.

A minha oração
“Rita, grande intercessora das famílias, a ti pedimos verdadeiras graças de conversão sobre aqueles aos quais amamos. Tuas rosas são sinais de salvação, por isso, te pedidos a paciência e o perdão, a oração e intercessão, ajuda-nos de forma concreta nesta luta. Amém!”

Santa Rita de Cássia, rogai por nós!

SEXTA-FEIRA, 22 DE MAIO DE 20267ª SEMANA DA PÁSCOAEvangelho | João 21,15-19- Aleluia, Aleluia, Aleluia.- O Espírito Sant...
22/05/2026

SEXTA-FEIRA, 22 DE MAIO DE 2026
7ª SEMANA DA PÁSCOA

Evangelho | João 21,15-19

- Aleluia, Aleluia, Aleluia.

- O Espírito Santo, o Paráclito, haverá de lembrar-vos de tudo o que tenho falado.

✠ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.

- Glória a vós, Senhor.

Jesus manifestou-se aos seus discípulos 15 e, depois de comerem, perguntou a Simão Pedro: "Simão, filho de João, tu me amas mais do que estes?" Pedro respondeu: "Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo". Jesus disse: "Apascenta os meus cordeiros". 16 E disse de novo a Pedro: "Simão, filho de João, tu me amas?" Pedro disse: "Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo". Jesus disse-lhe: "Apascenta as minhas ovelhas". 17 Pela terceira vez, perguntou a Pedro: "Simão, filho de João, tu me amas?" Pedro ficou triste, porque Jesus perguntou três vezes se ele o amava. Respondeu: "Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo". Jesus disse-lhe: "Apascenta as minhas ovelhas. 18 Em verdade, em verdade te digo: quando eras jovem, tu te cingias e ias para onde querias. Quando fores velho, estenderás as mãos e outro te cingirá e te levará para onde não queres ir". 19 Jesus disse isso, significando com que morte Pedro iria glorificar a Deus. E acrescentou: "Segue-me".

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Reflexão
Jesus Cristo confia a Pedro a liderança do seu rebanho. Neste profundo e ao mesmo tempo enigmático diálogo entre Jesus e Pedro, vemos expressa a vontade do Mestre de dar continuidade à missão através dos seus discípulos. São eles que levarão o Evangelho a todos os povos, fazendo com que Cristo possa encarnar em cada rosto humano. Mais importante nesse diálogo, porém, é o sentido de unidade e comunhão que Cristo confere simbolicamente ao apóstolo. Pedro, a rocha sobre a qual se edifica a Igreja, não apenas “alimenta as suas ovelhas”, mas garante a presença de Jesus junto ao rebanho, junto a nós, guiando-nos e protegendo-nos contra as ameaças do mundo. A nossa fidelidade a Cristo deve hoje se revelar e prolongar, portanto, na fidelidade ao papa, o seu vigário no mundo.

https://liturgia.cancaonova.com/pb/liturgia/7a-semana-da-pascoa-sexta-feira-8/?sDia=22&sMes=05&sAno=2026

https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/22-sexta-feira-11/

QUINTA-FEIRA, 21 DE MAIO DE 20267ª SEMANA DA PÁSCOAEvangelho | João 17,20-26- Aleluia, Aleluia, Aleluia.- Para que todos...
21/05/2026

QUINTA-FEIRA, 21 DE MAIO DE 2026
7ª SEMANA DA PÁSCOA

Evangelho | João 17,20-26

- Aleluia, Aleluia, Aleluia.

- Para que todos sejam um, diz o Senhor, como tu estás em mim e eu em ti, para que o mundo possa crer que me enviaste.

✠ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.

- Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, Jesus ergueu os olhos ao céu e rezou, dizendo: 20 “Pai santo, eu não te rogo somente por eles, mas também por aqueles que vão crer em mim pela sua palavra; 21 para que todos sejam um como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, e para que eles estejam em nós, a fim de que o mundo creia que tu me enviaste. 22 Eu dei-lhes a glória que tu me deste, para que eles sejam um, como nós somos um: 23 eu neles e tu em mim, para que assim eles cheguem à unidade perfeita e o mundo reconheça que tu me enviaste e os amaste, como me amaste a mim. 24 Pai, aqueles que me deste, quero que estejam comigo onde eu estiver, para que eles contemplem a minha glória, glória que tu me deste porque me amaste antes da fundação do universo. 25 Pai justo, o mundo não te conheceu, mas eu te conheci, e estes também conheceram que tu me enviaste. 26 Eu lhes fiz conhecer o teu nome, e o tornarei conhecido ainda mais, para que o amor com que me amaste esteja neles, e eu mesmo esteja neles”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Reflexão
Chegamos à terceira e última parte da “oração sacerdotal de Jesus”. Além de rezar pelos apóstolos, o Mestre pede por todos os futuros seguidores, ou seja, por todos os que fizeram, fazem e farão parte da Igreja. À unidade, Jesus junta agora o tema do amor. Isso mostra que a força da Igreja se alicerça sobre esses dois grandes pilares, que vêm de Deus Uno e Trino, e são por ele mantidos. Unidade e amor têm suas fontes no Pai, chegam até nós pelo Filho e são vividos pelos fiéis sob a proteção e guia do Espírito Santo.

https://liturgia.cancaonova.com/pb/liturgia/7a-semana-da-pascoa-quinta-feira-8/?sDia=21&sMes=05&sAno=2026

https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/21-quinta-feira-11/

Endereço

Avenida Dep. José Alves Dos Santos, 1439/Jardim Dos Pássaros
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