IPB do Jardim Alvorada

IPB do Jardim Alvorada Uma Igreja que quer te abençoar. Os assentos eram improvisados com pilhas de tijolos e tábuas. O Pastor da IPB Central era o Rev. Oscar Chaves. Com isso o Presb.

Breve histórico da IPB do Jardim Alvorada

Tendo nascido em Marialva, o trabalho presbiteriano chegou a Maringá através de algumas famílias que se estabeleceram e ofereceram suas casas como pontos de pregação. Depois de alguns anos foi organizada a Igreja Presbiteriana Central de Maringá e, logo em seguida uma congregação presbiteriana no bairro da Vila Operária (que futuramente se tornou na IPVO)

. Em meados de 1969 teve início um novo ponto de pregação no Jardim Alvorada, dirigido pelo jovem Abner Assis - hoje Pastor Presbiteriano em Recife. O trabalho iniciou aos domingos pela manhã com visitação aos lares convidando as crianças a participarem de uma Escola Bíblica que ocorreria das 15h00. Essa EBD era realizada à sombra de uma árvore no quintal de um senhor que, apesar de não ser evangélico, simpatizava com os crentes e cedeu o espaço para o trabalho. No dia 29 de março de 1970 foi oficializada a plantação da Congregação Presbiteriana do Jardim Alvorada, sob a jurisdição da Igreja Presbiteriana Central de Maringá que, à época, pertencia ao PLON – Presbitério de Londrina. José Costa e o pregador convidado para a solenidade de foi o Rev. Com o desenvolvimento do trabalho Presbiteriano na Cidade, o Templo e o salão social da IPB Central, que eram de madeira, foram desmanchados para serem reconstruídos e ampliados em alvenaria. Giuliano Delfino (IPB Central), que era pedreiro e carpinteiro, solicitou que a Igreja doasse suas madeiras para a construção de um pequeno Templo em um terreno que havia sido adquirido no bairro do Jardim Alvorada. Também o casal Jácomo e Iracema, que eram donos de um depósito de madeiras, contribuiu com alguns materiais para a construção do primeiro Templo da IPB do Jardim Alvorada. Ainda no primeiro ano de trabalho já havia cerca de 80 pessoas frequentando os cultos. Dezessete anos depois o velho Templo de madeira foi substituído por um de alvenaria, sob a responsabilidade do Rev. Sebastião Eduardo Alves Pelissier. A consagração do novo Templo foi no dia 20 de dezembro de 1987, tendo como pregador o Rev. João Marcos de Vasconcelos (IPB Central de Maringá). Muita gente amada foi se achegando à Congregação até que, em 21/04/1991, a congregação foi organizada em Igreja Presbiteriana do Jardim Alvorada contando com 103 membros em seu rol, sendo 64 comungantes e 39 menores não comungantes. A primeira composição do Conselho foi composta pelos seguintes Presbíteros: Presb. Alcides Custódio de Melo, Presb. Edélcio Miranda, Presb. Fernando Santiago, Presb. Nehemias Ferreira dos Santos e Presb. Magnes Schweitzer Chaves Rodrigues. A primeira Junta Diaconal foi composta pelos seguintes Diáconos: Diác. Cleon Zoroastro Castro Cabral, Diác. Edilson Sturmer Klökner, Diác. Adonias Inácio Pereira, Diác. Jaeder Lucas Hotts de Andrade e Diác. Dirceu Rodrigues. Desde sua organização a IPB do Jardim Alvorada foi pastoreada por 4 pastores: Rev. Elizeu Dourado de Lima (1991-1998), Rev. Orlando Manoel Rodrigues (1999-2002), Rev. Eleazar Rodrigues Sobrinho (2003-05) e Rev. Alessandro Roberto Azevedo Capelari (2006 até hoje). Hoje a IPB do Jardim Alvorada conta com 290 membros arrolados, sendo 215 comungantes e 75 não comungantes. O Senhor também nos tem dado um quadro de liderança abençoado: O Conselho atual é composto por 5 Presbíteros: Presb. Adilson Silva Pires, Presb. Isael de Aguiar Delfino, Presb. Joaquim Veloso do Espírito Santos, Presb. Lucas de Oliveira Delfino e Presb. Rinaldo Garcia Ramirez. A Junta Diaconal atual é composta por 7 Diáconos: Diác. Bruno Carvalho, Diác. Cláudio Nunes Ferreira, Diác. Júlio Tofolo, Diác. Lucas Miguel Oliveira da Silva, Diác. Márcio Souza, Diác. Melquisedeque Soares e Diác. William Ribeiro Luvizeto. Temos ainda o Ev. Vinícius de Moraes Sfalsin que auxilia no trabalho com a juventude. A Palavra do Senhor tem sido constante lâmpada para os nossos pés durante todos esses anos; o Espírito Santo tem se movido em nossos corações e a Graça de Jesus nos tem sustentado. Hoje somos uma Igreja bíblica, acolhedora, amável e vívida; uma verdadeira família da fé, que ama a Palavra do Senhor e tem uma EBD fortemente orientada pelas Escrituras e um Culto centrado na pessoa do Salvador Jesus Cristo. Uma Igreja que busca glorificar ao seu Salvador e abençoar a todos os que se achegarem a nós. Faça-nos uma visita e venha compartilhar da rica comunhão com Cristo juntamente conosco. Nossas programações são as seguintes:

✓ AOS DOMINGOS:
09H00 – Escola Bíblica Dominical
10H30 – Culto Matinal
18H30 – Culto Vespertino
✓ AOS SÁBADOS:
19H30 – Programação Especial com a Juventude (Culto)
✓ DURANTE A SEMANA:
20H00 – Reunião nos lares dos irmãos (de terça a sexta)

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Em Cristo Jesus. Rev. Alessandro Capelari

Você tem se sentido cansado? Todos nós passamos por momentos difíceis que nos deixam exaustos — seja pelo trabalho, pela...
09/05/2025

Você tem se sentido cansado? Todos nós passamos por momentos difíceis que nos deixam exaustos — seja pelo trabalho, pela tristeza, pelas perdas ou por desafios financeiros. Em meio a esses momentos, Jesus nos convida com amor: “Venham a mim todos vocês que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso” (Mateus 11:28-30). Ele oferece um alívio verdadeiro, um renovo que vem de dentro para fora,prometendo não nos livrar de nossos problemas, mas nos dar Paz e refrigério em meio à eles.

Jesus nos ajuda de três formas:

1. Carrega os nossos pesos: Ele nos convida a entregar toda a opressão e preocupação para que Ele as leve para nós.

2. Ensina a viver com mansidão e humildade: Com Seu exemplo, aprendemos a enfrentar as dificuldades com serenidade e fé.

3. Dá descanso para a alma: Ao depositar nossas dores e culpas a Ele, encontramos o verdadeiro descanso, perdão e renovação espiritual.

Se você deseja sentir esse renovo interior e descobrir mais sobre o amor transformador de Jesus, estamos aqui para ajudar!

Igreja Presbiteriana do Jardim Alvorada
📍 Alameda Dr. João Paulino, 106 – Jd. Alvorada
📞 WhatsApp: (44) 99960-0131
🔗 Nossas redes sociais: (https://ilinks.com.br/ipbalvorada-mga)

Que Deus abençoe sua vida e que o Espírito Santo te conduza a esse descanso tão especial que só Jesus pode oferecer.

DEVOCIONAL - 30/10/24:"Disse-lhe Noemi, sua sogra: Minha filha, não hei de eu buscar-te um lar, para que sejas feliz? Or...
30/10/2024

DEVOCIONAL - 30/10/24:

"Disse-lhe Noemi, sua sogra: Minha filha, não hei de eu buscar-te um lar, para que sejas feliz? Ora, pois, não é Boaz, na companhia de cujas servas estiveste, um dos nossos parentes? Eis que esta noite alimpará a cevada na eira. Banha-te, e unge-te, e põe os teus melhores vestidos, e desce à eira." (Rt 3.1-3)

Deus é soberano; portanto, podemos fazer escolhas ousadas.
Como qualquer figura carinhosa faria, Noemi queria que sua nora viúva Rute se estabelecesse e que cuidassem dela. Então ela pediu a Rute que fosse a Boaz para pedir que ele assumisse o papel de provedor ao se casar com ela.
Claro, devemos ter cuidado para não lermos muitas noções contemporâneas nesta história do Antigo Testamento, uma vez que essa época tinha seu próprio conjunto de costumes. No entanto, também devemos lembrar que essa era a vida real de pessoas reais em uma aldeia real do Oriente Médio, as quais encontraram um Deus real e entregaram suas vidas sem reservas a ele. Assim sendo, existem verdades eternas a aprender. Primeiramente, podemos aprender que, embora a providência de Deus governe nossa vida, ela não limita nossa liberdade de tomar decisões. A soberania suprema de Deus não impediu o raciocínio de Noemi ou a resposta de Rute. O Senhor era soberano sobre tudo isso, mas não à custa de suas escolhas.
A história de Rute também é um lembrete de que, mesmo quando os erros alteram nossa vida, Deus os redime para nosso bem final e sua glória. O marido de Noemi não deveria ter mudado sua família da terra prometida para a terra de Moabe, os inimigos do povo de Deus; e seus filhos não deveriam ter se casado com mulheres moabitas, uma vez que a Lei de Deus proibia o casamento com outras religiões. No entanto, essas escolhas erradas levaram Rute a Noemi, a Deus e à linha da história da Redenção como ancestral de Jesus (Mt 1.1-6). Tal Redenção não é uma desculpa para nossa rebelião intencional, mas é uma garantia constante de que não precisamos nos desesperar por causa dos erros do passado.
Da mesma forma, a soberania de Deus ao tecer seu plano de Redenção, primeiro ao trazer seu Filho ao mundo e depois ao chamar seu povo à fé nele, é uma garantia constante à medida que enfrentamos decisões e consideramos este ou aquele curso de ação. Confiamos em Deus por meio de ações cheias de fé. Noemi não ficou apenas sentada em sua casa esperando que Deus agisse, dizendo: Seja o que Deus quiser. Não; ela agiu encorajando Rute a dar o próximo passo no que parecia estar se desdobrando.
Confiar na providência de Deus não significa que nos sentamos e esperamos que o plano se desdobre, cantando Que será, será — o que quer que seja, será —, pois “o futuro não é nosso para que vejamos”. Em vez disso, devemos citar as palavras de Jesus: “Não se faça a minha vontade, e sim a tua” (Lc 22.42). Depois que Jesus fez essa oração, ele passou a vivê-la em perfeita obediência, até a morte.
O caminho da vida pode ter muitas reviravoltas, mas a Palavra de Deus promete que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Rm 8.28). Tenha bom ânimo nesta promessa. Você está enfrentando uma decisão? Você está se perguntando qual caminho seguir? Deus é soberano e Deus salva. O que quer que você decida, viva com ousadia e livremente dentro do co***lo da providência de Deus.

FONTE: Devocional Verdade para a Vida - Alistair Begg.

https://youtu.be/CnygBpV4Sng

Que a nossa segurança esteja na providência santa do Senhor.
Em Cristo Jesus.

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*DEVOCIONAL - 19/10/24:**_"Ouvindo, pois, três amigos de Jó todo este mal que lhe sobreviera, chegaram, cada um do seu l...
19/10/2024

*DEVOCIONAL - 19/10/24:*

*_"Ouvindo, pois, três amigos de Jó todo este mal que lhe sobreviera, chegaram, cada um do seu lugar […]. Sentaram-se com ele na terra, sete dias e sete noites; e nenhum lhe dizia palavra alguma […]. Então, respondeu Elifaz, o temanita, e disse: Se intentar alguém falar-te, enfadar-te-ás? Quem, todavia, poderá conter as palavras?"_* *(Jó 2.11, 13; 4.1-2)*

Os amigos de Jó nos mostram como responder quando alguém está passando pelas profundezas da dor e da tristeza — e depois nos mostram como não devemos agir.
Os amigos de Jó sentaram-se na primeira fila para testemunhar a profundidade de seu sofrimento e tiveram dificuldade para trazer a ele qualquer medida de conforto por suas palavras. A resposta deles foi fortemente teórica e bastante inútil.
Há um grande perigo em comentar sobre a aflição ou falar com alguém que está sofrendo se não tivermos experimentado algo semelhante ou não tivermos tempo para ouvi-lo bem e orar a Deus humildemente. Jó 16 descreve esses mesmos amigos como consoladores miseráveis — aqueles que “[poderiam] amontoar palavras” contra Jó e cujas palavras não tinham fim (16.4 A21).
Em busca de uma cura instantânea e uma resposta rápida ao sofrimento de Jó, seus amigos amontoaram as acusações. Zofar, em particular, lembrou a Jó que ele merecia algo pior do que o que estava experimentando no momento (Jó 11.4-6). Na mesma linha, Elifaz sugeriu que talvez Jó estivesse se afastando de Deus e precisasse ouvi-lo com mais atenção (22.21-23). Esses homens adotaram uma abordagem excessivamente simplista para o sofrimento de Jó — uma abordagem que feriu em vez de curar. Eles foram rápidos em sacar a arma e prontos com uma resposta a todo e qualquer lamento de Jó. Quando Elifaz perguntou, ao abrir a boca pela primeira vez: “Quem, todavia, poderá conter as palavras?”, ele deveria ter respondido: “Eu!”
Jó foi mordaz sobre os meios deles de aconselhá-lo: “Vós, porém, besuntais a verdade com mentiras e vós todos sois médicos que não valem nada. Tomara vos calásseis de todo, que isso seria a vossa sabedoria!” (Jó 13.4-5). E, na verdade, seus amigos haviam feito exatamente isso — para início de conversa. Eles sentaram-se com ele por uma semana sem falar.
Na experiência do sofrimento, o silêncio na presença do sofredor é muitas vezes uma ajuda muito maior do que muitas palavras. É bem possível que Jó tivesse experimentado maior conforto e companheirismo se seus amigos tivessem mantido sua resposta inicial: juntar-se a ele no chão, sentados, sem dizer uma única palavra.
O silêncio é muitas vezes um ingrediente que falta em nossa resposta ao sofrimento. Embora decerto não seja a única resposta necessária, é muito subvalorizada. Se nos esforçarmos, sem uma agenda, para nos desconectar de todo o barulho ao nosso redor e ouvir as vozes do sofrimento, poderemos progredir muito mais nessa contemplação silenciosa do que qualquer um de nós imagina. E poderemos então ter coisas muito mais úteis a dizer, tanto no que dizemos quanto na forma como dizemos. Jó certamente pensava assim. Existe alguém a quem você poderia abençoar com sua presença silenciosa esta semana?

FONTE: Devocional Verdade para a Vida - Alistair Begg.

https://youtu.be/65z5TXE285c

Que o Senhor nos dê a graça e a sabedoria de sabermos consolar os que sofrem, às vezes, até mesmo com um silêncio amoroso.
Em Cristo Jesus.

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*DEVOCIONAL - 18/10/24:**_"Portanto, estejam com a mente preparada, prontos para agir; estejam alertas e ponham toda a e...
18/10/2024

*DEVOCIONAL - 18/10/24:*

*_"Portanto, estejam com a mente preparada, prontos para agir; estejam alertas e ponham toda a esperança na graça que será dada a vocês quando Jesus Cristo for revelado."_* *(1Pe 1.13 NVI)*

O treinamento para se tornar um piloto envolve horas e horas de preparação intensa. Parte desse treinamento ocorre em simuladores onde a intensidade é alta o suficiente para induzir transpiração e estresse. Por que os pilotos são submetidos a um treinamento tão rigoroso? Para que eles possam aprender a tomar as decisões certas quando isso realmente importa!
Quando se trata de pureza, muitas vezes as pessoas caem em pecado porque tentam tomar decisões vitais no calor do momento. Isso não vai bastar. Se quisermos manter a pureza, precisamos fazer escolhas com antecedência e com base na Palavra de Deus.
É por isso que Pedro nos manda preparar nossa “mente […] prontos para agir […] [estando] alertas”. A versão King James traduz este versículo: “Cingi os lombos da vossa mente”. Em outras palavras, devemos manter o controle de nossa mente — para controlar nossos processos de pensamento — a fim de podermos correr atrás do que é bom e fugir do que é mau.
Se não prepararmos nossa mente para a ação, seremos facilmente seduzíveis e propensos à tragédia. Tendemos a tomar decisões difíceis e que alteram a vida no calor do momento em que nossas emoções estão envolvidas e nossos desejos estão gritando conosco. Mas uma vida de pureza não acontece por acidente; é um ato de determinação absoluta motivado pelo Espírito de Deus, guiado por sua Palavra e capacitado por seu poder.
Precisamos nos comprometer com a pureza, como o salmista fez quando disse: “Jurei e confirmei o juramento de guardar os teus retos juízos” (Sl 119.106). Assuma seu compromisso antes que seja tarde demais.
E aqui está uma sugestão para o tipo de compromisso a ser feito: decida viver no centro do caminho estreito, não no limite. O jovem em Provérbios 7 que foi vítima da tentação de uma “mulher proibida” estava vivendo no limite; ele “passava pela rua junto à sua esquina, e seguia o caminho da sua casa; no crepúsculo” (Pv 7.5, 8-9 ACF). A lição da Bíblia é clara: não se coloque no lugar errado na hora errada.
Não há nada a ganhar vivendo no limite quando se trata de pureza. Assuma seu compromisso antes que a tentação o confronte, para que, quando o dia mau chegar, você esteja pronto para dizer: “Não, eu já tomei essa decisão”. Mantenha sua vida no centro do caminho estreito e decida ficar lá. No dia em que Cristo Jesus voltar e, pela graça, seu povo estiver ao redor de seu trono, nenhum de nós dirá que a busca da santidade não valeu o esforço.

FONTE: Devocional Verdade para a Vida - Alistair Begg.

https://youtu.be/S6w-OQP4FoA

Que o Senhor nos ajude a guardar nossa mente na Palavra de Deus para estarmos preparados para agir em todos os momentos críticos da vida.
Em Cristo Jesus.

Aprofunde sua devoção a Deus em fiel.in/devocionalPortanto, estejam com a mente preparada, prontos para agir; estejam alertas e ponham toda a esperança na gr...

*DEVOCIONAL - 17/10/24:**_"Eles, contudo, não compreendiam isto e temiam interrogá-lo."_* *(Mc 9.32)*Eu imagino uma estu...
17/10/2024

*DEVOCIONAL - 17/10/24:*

*_"Eles, contudo, não compreendiam isto e temiam interrogá-lo."_* *(Mc 9.32)*

Eu imagino uma estudante sentada numa sala de aula, olhando para uma fórmula no quadro. Os símbolos da fórmula são completamente sem sentido para ela, mas ela tem medo de levantar a mão para fazer uma pergunta esclarecedora. Muitos de nós provavelmente já experimentamos uma situação semelhante, presos em um dilema: por um lado, temos medo de sermos expostos ou de onde a resposta nos levará se perguntarmos, mas, por outro lado, sabemos que ficaremos impossivelmente presos se não perguntarmos.
Embora os discípulos vivessem na companhia de Jesus, ouvissem regularmente seus ensinamentos, recebessem suas instruções e vissem seus feitos milagrosos, eles ainda lutavam para entender o quadro geral de seu ministério. Muitas vezes, Jesus falou claramente com eles sobre tudo o que estava à sua frente — sua traição, morte e ressurreição. No entanto, eles enfrentaram o pior dos problemas: “Eles, contudo, não compreendiam isto e temiam interrogá-lo”.
Pedro, Tiago e João tinham acabado de testemunhar a transfiguração de Jesus (Mc 9.2-8). Ele era o Filho de Deus. Mas a sinceridade da crença dos discípulos em Jesus como Messias não foi acompanhada por sua compreensão do que significava para ele ser realmente o Messias. Sua percepção do Messias estava turva e incompleta, causando confusão e medo. Talvez eles não tenham pedido para Jesus explicar mais porque não queriam admitir sua ignorância; ou talvez porque não estivessem dispostos a confrontar as implicações do que ele estava lhes dizendo, tanto para si mesmo (vv. 30-31) quanto para eles (8.34-35).
Mesmo depois da morte e ressurreição de Jesus, os dois discípulos na estrada para Emaús precisavam que ele os levasse de volta a todo o panorama da Bíblia para poderem entender seu sofrimento e juntar tudo (Lc 24.26-27). Imediatamente antes de sua ascensão ao céu, os discípulos ainda não tinham certeza da natureza do Reino de Cristo. Desta vez, porém, eles pediram respostas a Jesus; e Jesus não disse: Vocês voltaram com a mesma pergunta? Quantas vezes mais vocês vão falhar? Em vez disso, ele graciosamente explicou que seu reino não viria pelo restabelecimento do templo em Jerusalém, mas avançaria através da obra do Espírito Santo em cada um dos discípulos (At 1.8).
Talvez você se identifique com os discípulos aqui, ache difícil entender tudo o que é ensinado na Palavra de Deus ou não tenha certeza de que realmente deseja confrontar as implicações do que começou a entender. Mas você não precisa viver assim, cheio de medo. Como é bom que Jesus seja um professor tão gentil e paciente — tão gentil e paciente com seus discípulos, tão gentil e paciente com você e comigo. E como é bom que o Espírito Santo habite dentro de você, capacitando-o a fazer tudo o que seu Senhor o chama a fazer (Ez 36.26-27; Gl 5.16). Hoje, então, se você se perceber sem sabedoria e entendimento, simplesmente peça a Deus, “que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera” (Tg 1.5).

FONTE: Devocional Verdade para a Vida - Alistair Begg.

https://youtu.be/EcurzOa3DUQ

Que o Senhor nos abençoe o coração com sua maravilhosa graça paciente.
Em Cristo Jesus.

Aprofunde sua devoção a Deus em fiel.in/devocionalEles, contudo, não compreendiam isto e temiam interrogá-lo. (Mc 9.32)Eu imagino uma estudante sentada numa ...

*DEVOCIONAL - 16/10/24:**_"O que guarda a boca conserva a sua alma, mas o que muito abre os lábios a si mesmo se arruína...
16/10/2024

*DEVOCIONAL - 16/10/24:*

*_"O que guarda a boca conserva a sua alma, mas o que muito abre os lábios a si mesmo se arruína."_* *(Pv 13.3)*

O puritano Thomas Brooks escreveu certa vez: “Conhecemos os metais pelo tilintar e os homens pela fala”.
Palavras raramente são neutras. Deus ouve cada palavra que falamos — nossa vida está exposta diante dele, e a Bíblia tem a incrível capacidade de sondar os recessos até mesmo daquilo que procuramos esconder de nós mesmos e dos outros.
Cada um de nós é marcado por lembranças de palavras que nos são ditas. Talvez reflitamos sobre a alegria das primeiras palavras de uma criança ou ainda sintamos a amargura das palavras dolorosas de um amigo. Desde os nossos primeiros dias, aprendemos a usar as palavras tanto para causar danos quanto para trazer alegria. O Rei Salomão estava certo: “A morte e a vida estão no poder da língua” (Pv 18.21).
Somos todos caídos. Portanto, palavras ofensivas fluem facilmente de nossa boca. Ela pode ser imprudente, como o balanço descuidado de uma espada, e desprotegida durante os momentos em que respondemos antes de ouvir. Às vezes, simplesmente falamos demais; inevitavelmente, dizemos coisas que deveríamos ter guardado para nós mesmos. As palavras podem destruir o próximo, esmagar os sentimentos de um amigo e incendiar nossos relacionamentos com os outros. Uma palavra errada pode estragar o caráter de uma pessoa, manchar uma reputação ou prejudicar a utilidade da vida de outra pessoa por muito tempo. Sabemos de tudo isso, mas como achamos difícil guardar a própria boca! Quantas vezes fechamos a boca tarde demais, só depois de a termos aberto e causado danos a nós mesmos ou aos outros.
Se fôssemos verdadeiramente honestos sobre as falhas de nossa língua, daríamos muito mais folga uns aos outros. E seríamos muito mais sérios na busca, pela capacitação de Deus, de guardar nossa própria boca e banir palavras ruinosas. Que bela demonstração de graça seria para nossos amigos, familiares e próximos! Jesus é o único homem perfeito; ele nunca pecou com suas palavras (Tg 3.2). Se procurarmos ser como ele dessa maneira, talvez encontremos mais pessoas maravilhadas com as palavras compassivas, ternas e gentis que saíram dos próprios lábios de Cristo (Lc 4.22).
Embora suas palavras e suas obras em si mesmas não alcancem nada para você diante da porta do céu, elas são evidências de que sua profissão de fé no Senhor Jesus Cristo é verdadeira. Como será para você levar a sério estas palavras: “Sejam todos prontos para ouvir, tardios para falar e tardios para irar-se” (Tg 1.19 NVI)?

FONTE: Devocional Verdade para a Vida - Alistair Begg.

https://youtu.be/tDD4P16d5R4

Que o Senhor nos dê sabedoria para guardarmos os nossos lábios de falar desnecessariamente.
Em Cristo Jesus.

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*DEVOCIONAL - 15/10/24:**_"Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tu...
15/10/2024

*DEVOCIONAL - 15/10/24:*

*_"Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é louvável, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento."_* *(Fp 4.8)*

Desejamos conhecer a paz de Deus e sentir sua presença. Mas a paz de Deus, que guarda nosso coração e mente (Fp 4.7), não acontece no vácuo. Não vai acontecer espontaneamente. A paz duradoura de Deus só será experimentada quando treinarmos nossa mente naquilo que agrada a ele. Então, para conhecer a paz, primeiro pergunte: “Qual deve ser meu padrão de pensamento?”
Este versículo dá a resposta de Paulo. Ele nos encoraja a construir nossa estrutura para pensar com base no que é excelente e louvável. Para esse fim, ele nos fornece uma lista de seis virtudes fundamentais de uma vida de pensamento cristão.
A primeira é a verdade. O cinturão da verdade deve ser preso antes que possamos nos beneficiar de quaisquer outros aspectos da armadura de Deus (Ef 6.14). Portanto, aqui, a verdade — encontrada objetivamente em Cristo e experimentada subjetivamente à medida que proclamamos o Evangelho a nós mesmos e aos outros — vem em primeiro lugar. Em segundo lugar, Paulo nos direciona para “tudo o que é respeitável” — ou “nobre”, como dizem algumas traduções. Fixar nossa mente no que é majestoso ou inspirador é o oposto de contemplar o que é imoral e terreno. Como crentes, não devemos alimentar nossa mente com entretenimento inútil ou trivialidades semelhantes, que preocupam tanto nossa sociedade secular. Em vez disso, devemos pensar naquilo que eleva nossa alma a Deus e suas grandes obras. Terceiro e quarto, Paulo nos chama a tomar decisões com base no que é justo e puro, em vez do que é conveniente ou agradável. Foi essa maneira de pensar que distinguiu José de Davi em situações semelhantes; pois, quando José foi perseguido pela esposa de Potifar, ele tomou a decisão de fugir dela com base no que era certo, não no que era fácil ou instantaneamente agradável a ele (Gn 39.6-12). Davi, por outro lado, seguiu seus sentimentos e cometeu grande injustiça ao dormir com Bate-Seba e assassinar o marido dela (2Sm 11). Ser uma pessoa salva não nos imuniza da impiedade, que começa na mente e termina em ação pecaminosa. Mas pensar como uma pessoa salva sim. Quinto e sexto, devemos pensar em “tudo o que é amável” e “tudo o que é louvável” — ou, como é traduzido na Versão King James, o que é “de boa fama”. Quando pensamos dessa maneira, ouvimos relatos que edificam as pessoas, em vez de relatos que desmantelam, desapontam e destroem. Essa é uma mentalidade que promove o amor fraternal e acompanha a graça de Deus à medida que funciona em nossa vida.
Adapte seu pensamento ao padrão que Paulo fornece e certifique-se de acompanhá-lo com oração (Fp 4.6-8), e você terá muito pouco espaço para a ansiedade — aquele estado mental perturbador e destruidor de alegria que tantas vezes se arrasta em nossa vida. Em vez disso, treine sua mente para pensar os pensamentos de Deus segundo ele, e você pode experimentar uma medida maior da paz e presença dele.

FONTE: Devocional Verdade para a Vida - Alistair Begg.

https://youtu.be/bnXBA2N_ehI

Que o Senhor guarde a nossa mente sempre firme em Sua Palavra.
Em Cristo Jesus.

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*DEVOCIONAL - 08/10/24:**_"Andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados, com toda a humildade e mansidão, com l...
08/10/2024

*DEVOCIONAL - 08/10/24:*

*_"Andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados, com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz."_* *(Ef 4.1-3)*

Um dos subprodutos do atrito é o calor: quando dois ou mais objetos se esfregam um contra o outro, a temperatura aumenta. Da mesma forma, quando você coloca pessoas pecaminosas juntas — mesmo na igreja, onde o pecado não reina mais, porém ainda permanece —, é provável que haja atrito. Não deveríamos nos surpreender com isso. Não somos tijolos perfeitamente criados, todos lindamente posicionados para se encaixarem. Somos pessoas duras e imperfeitas. Contudo, da mesma forma, não devemos permitir que o atrito nos distraia do nosso foco final.
O atrito não desaparecerá por ser ignorado; em vez disso, é superado à medida que nos concentramos em Cristo e valorizamos o que ele valoriza para o corpo de crentes: prioridades como hospitalidade, carregar os fardos uns dos outros, encorajamento mútuo, oração e doação. Esses valores não nos levam a perguntar “O que o corpo de Cristo pode fazer por mim?”, mas “O que eu posso fazer pelo corpo de Cristo?”. Somente quando trabalhamos a partir dessa perspectiva, nossa autopiedade, problemas e preocupações começam a desaparecer.
Embora o atrito deva ser esperado, não deve ser tolerado. Como crentes, devemos exibir evidências de corações humildes e arrependidos. Quando não exibimos, é correto que outros na igreja nos ajudem e, se necessário, nos desafiem e disciplinem com amor. Os líderes da igreja durante a Reforma disseram que, para uma igreja ser uma igreja verdadeira, tinha de haver a pregação da Palavra de Deus, a celebração dos sacramentos e o exercício da disciplina da igreja.
Tolerar a divisão impenitente em uma igreja não apenas permite que o calor causado pelo atrito não seja controlado, mas pode levar à destruição. Não deixaríamos que alguém se sentasse à nossa mesa de jantar e destruísse nossa família com uma atitude ruim; no entanto, como é fácil tolerar o atrito e a divisão na igreja para que ela pareça um lugar agradável e aconchegante. Mas devemos seguir o caminho mais difícil. O futuro da igreja depende disso.
O atrito virá. Faremos bobagens. Então, vamos precisar suportar uns aos outros em amor. Teremos de ser pacientes uns com os outros. Vamos precisar “[fazer] todo o esforço” para manter a unidade que o Espírito nos traz quando ele nos insere na família de Deus pela fé (Ef 4.3 NVI). Em outras palavras, precisaremos ser semelhantes a Cristo, pois é o seu amor abnegado agape que nos mostra como amar uns aos outros sacrificialmente e como superar conflitos. A unidade é um dom precioso, e, portanto, o atrito precisa ser tratado — com gentileza e paciência, mas ainda assim tratado. Talvez haja alguém com quem você precise falar hoje. Talvez haja alguém a quem você precise pedir perdão, ou oferecer perdão, ou caminhar ao lado para ajudá-la a resolver seu atrito com outro membro da igreja.

FONTE: Devocional Verdade para a Vida - Alistair Begg.

https://youtu.be/K4l608vZLgY

Que o Senhor nos dê a graça de vivermos harmoniosamente em amor, suportando-nos e ajudando-nos uns aos outros.
Em Cristo Jesus.

Aprofunde sua devoção a Deus em fiel.in/devocionalAndeis de modo digno da vocação a que fostes chamados, com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, ...

*DEVOCIONAL - 07/10/24:**_"Então, o mesmo Daniel se distinguiu destes presidentes e sátrapas, porque nele havia um espír...
07/10/2024

*DEVOCIONAL - 07/10/24:*

*_"Então, o mesmo Daniel se distinguiu destes presidentes e sátrapas, porque nele havia um espírito excelente; e o rei pensava em estabelecê-lo sobre todo o reino. Então, os presidentes e os sátrapas procuravam ocasião para acusar a Daniel a respeito do reino; mas não puderam achá-la, nem culpa alguma; porque ele era fiel, e não se achava nele nenhum erro nem culpa."_* *(Dn 6.3-4)*

Depois de ser capturado e levado para o cativeiro na Babilônia, Daniel tornou-se parte de um seleto grupo de jovens israelitas que foram escolhidos para fazer parte da corte do Rei Nabucodonosor. Embora ele tenha sido levado para o exílio, tenham lhe dado um nome diferente e tenha se distanciado por muitos quilômetros da familiaridade e da família, em tudo isso Daniel propôs em seu coração que não se contaminaria com a comida e a bebida do rei (Dn 1.12-16). Ele se destacou como um homem íntegro em meio à decadência moral de seu tempo.
Daniel se distinguia dentro da estrutura dos governos a que servia pela qualidade de sua vida. Ao longo de muitos anos, sua lealdade provou ser inquestionável. Era um homem de consistência, a qual ele exibia através de uma sucessão de reinos. Ele tinha uma capacidade extraordinária de enfrentar e superar dificuldades, bem como a sabedoria dada por Deus, que lhe permitia dar conselhos que alterariam o curso da história humana.
Embora as posições governamentais que Daniel ocupava fossem suscetíveis à corrupção, ele se distinguiu dizendo “não” a todos os tipos de desonestidade. Ele não era negligente nem antiético, nem havia uma lacuna entre suas atividades públicas e sua vida privada. Ele era irrepreensível aos olhos de seu semelhante. Mesmo os colegas que estavam com ciúmes e o desprezavam por causa de sua distinção não conseguiam encontrar motivos para reclamar.
Cheios de inveja, esses oficiais finalmente decidiram conspirar contra Daniel. Eles não gostavam de seu compromisso inabalável com seu Deus ou do fato de ele ocupar uma posição de poder. Eles não conseguiram lidar com a maneira como ele demonstrou ao longo de sua vida uma convicção inabalável sobre o poder e a pureza de Deus. A vida santa muitas vezes traz esse tipo de desdém. Daniel foi incriminado não porque fosse um sujeito mau, mas porque defendia a verdade. Ele amava o que Deus amava e vivia isso.
Sua vida é marcada por uma convicção semelhante? Suas ações declaram a verdade sobre seu Deus? Você está preparado para cultivar diligentemente uma paixão pela integridade? Você está mais preocupado em obedecer a Deus do que com o que os outros pensam de você? Jesus advertiu seus seguidores de que eles seriam insultados e sofreriam perseguição por sua causa (Mt 5.11), mesmo quando vivessem de uma maneira que revelasse e louvasse seu Pai (vv. 14-16). Viva com o tipo de devoção que Daniel tinha; seja inequívoco em seu compromisso de amar o que Deus ama, e então viva isso.

FONTE: Devocional Verdade para a Vida - Alistair Begg

https://youtu.be/8Hq2fxxvRdo?si=A3VZqm7A-BMpfQhL

Que o Senhor nos dê a graça de vivermos uma vida que nos distinga dos que não servem a Deus.
Em Cristo Jesus.

Aprofunde sua devoção a Deus em fiel.in/devocionalEntão, o mesmo Daniel se distinguiu destes presidentes e sátrapas, porque nele havia um espírito excelente;...

*DEVOCIONAL - 05/10/24:**_"Se ainda temes atacar, desce tu com teu moço Pura ao arraial; e ouvirás o que dizem; depois, ...
05/10/2024

*DEVOCIONAL - 05/10/24:*

*_"Se ainda temes atacar, desce tu com teu moço Pura ao arraial; e ouvirás o que dizem; depois, fortalecidas as tuas mãos, descerás contra o arraial. Então, desceu ele com seu moço Pura até à vanguarda do arraial."_* *(Jz 7.10-11)*

É sempre mais fácil recuar com medo do que avançar com fé: mais fácil, porém nunca melhor.
Gideão sabia muito sobre o medo e a hesitação que ele gerava. Ele hesitou quando o anjo de Deus o chamou para liderar Israel (Jz 6.13, 15). Ele hesitou quando os inimigos de Israel se reuniram para se opor a ele (v. 36-40). E, ao que parece, ele hesitou novamente na noite anterior à batalha em que Deus havia prometido vitória (7.9-10). E, nesse medo e hesitação, Deus falou. Observe a graça e a paciência de Deus com Gideão quando diz: “Se ainda temes…” e o encoraja a levar seu servo para o acampamento com ele. Esta é uma maneira sensível de lidar com o medo de Gideão. Reconhece que, humanamente falando, havia uma grande razão para ter medo! Ele estava prestes a entrar em batalha contra um oponente cujos soldados superavam os dele em dezenas de milhares. Deus não o repreendeu por seu medo; em vez disso, Deus lhe deu uma razão para estar confiante.
Como Gideão, precisamos de tais palavras gentis de nosso Senhor. Muitas vezes demoramos a lembrar que podemos lançar todas as nossas preocupações sobre ele (1Pe 5.7). Podemos colocar todos os nossos fardos e medos aos seus pés. Temos permissão para ir a ele e dizer que não sabemos o que fazer. E sua resposta é sempre cheia de graça e sensibilidade para conosco.
O que torna essa história ainda mais bonita é a resposta de Gideão à sugestão gentil de Deus. Durante sua visita discreta ao acampamento inimigo, ele ouve dois homens discutindo um sonho, que um soldado interpreta significando que eles cairão sob “a espada de Gideão”, porque “Nas mãos dele entregou Deus os midianitas e todo este arraial” (Jz 7.14). Quando Gideão ouviu isso e percebeu que Deus realmente foi antes dele para fazer o que lhe é impossível fazer sozinho, o que ele faz? “Adorou” (v. 15). Há tanta riqueza contida nessa resposta. Enfrentando probabilidades impossíveis, mas seguro da promessa de Deus, este líder temeroso, frágil e improvável derramou seu coração em louvor e, em seguida, utilizou sua coragem dada por Deus para reunir suas tropas. Sua ousadia veio de um momento privado e secreto entre ele e o Senhor.
Há uma diferença entre os esquemas orientados pela personalidade para manipular as pessoas e a ousadia genuína e cheia do Espírito. Um é produzido em um plano puramente humano e está apto a desmoronar; o outro só pode ser descoberto quando nos humilhamos diante de Deus, reconhecemos nossa inadequação e nos lembramos de sua suficiência. Esse é um lugar firme para nos posicionarmos. O antídoto para o medo não é exaltar a si mesmo, como muitos afirmam. É exaltar a Deus. É confiar na capacitação de Deus, que pode lhe conceder uma ousadia santa e humilde sem comparação.
Do que você está com medo agora? De que maneira você é tentado a ficar para trás, mesmo que Deus esteja chamando você para seguir em frente em obediência? Traga seus medos a Deus. Peça a ele que lhe mostre a capacidade dele de fazer o que você não pode. Então confie nele, adore-o e obedeça-lhe.

FONTE: Devocional Verdade para a Vida - Alistair Begg.

https://www.youtube.com/watch?v=7_9hDUyNwL0

Que encontremos a segurança que precisamos no Senhor e descansemos nas suas poderosas mãos.
Em Cristo Jesus.

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