Colégio Druídico do Brasil

Colégio Druídico do Brasil Comunidade de membros e amigos do Colégio Druídico do Brasil. Nosso principal objetivo é a elevação espiritual.

O Colégio Druídico do Brasil é uma Congregação Druídica, fraternal, religiosa, espiritualista, cientifica e filosófica, sem fins lucrativos, cultural, não sectária, apolítica, sem distinção de sexo, raça, cor, posição social ou cultural, de personalidade jurídica, podendo nele ingressar pessoas maiores de 18 anos, mediante solicitação formal, que será submetida a avaliação. Estabelecer a harmonia

entre as forças cósmo-telúricas e seus membros, e assim ajudar homens e mulheres em seus esforços, em suas buscas, para alcançar o poder de uma Vida reta e fecunda, para reconhecer a Verdade e para a procura da Luz. A este Colégio, toda pessoa sábia e espiritualmente esclarecida pertence por sua natureza, porque todos, mesmo desconhecidos uns dos outros, são UNO em seus objetivos, trabalhando sob a conduta de uma única Luz da Verdade.

♥→ღ.✻♥🍀✸☽✿☾✸→O Xamanismo CeltaImagine viver em um mundo onde as grandes forças da natureza não são temidas, mas compreen...
31/12/2015

♥→ღ.✻♥🍀✸☽✿☾✸→O Xamanismo Celta
Imagine viver em um mundo onde as grandes forças da natureza não são temidas, mas compreendidas. Imagine viver num mundo onde cada pessoa fosse responsável por seu destino; imagine um mundo em que ao invés de manipular as energias da natureza os seres humanos se inspirassem em sua beleza, seu poder oculto e sua inesgotável energia. Gostou?
Pois saiba que esse mundo existe: é o mundo do druidismo.
Para muitas pessoas, a figura do druida é geralmente a de um velho senhor de longas barbas brancas trajando vestes igualmente brancas, com um cajado à mão e capaz de controlar os elementos e operar magia.
A imagem acima se aplica perfeitamente a Panoramix, o famoso druida da tribo de Asterix, personagem eternizado pelos quadrinhos e agora no cinema; também corresponde com precisão ao mago Gandalf de "O Senhor dos Anéis" e também a Albus Dumbledore, das aventuras de Harry Potter.
Apesar dessa visão clássica ainda persistir, ela está longe de ser a única imagem dos druidas.

Vindos de diversos segmentos sociais, pertencendo a ambos os s**os e a diversas faixas etárias, os druidas modernos buscam no passado a inspiração para criar um futuro melhor. Mas que passado é esse?

Entre os celtas, o mais importante povo da Europa pré-clássica, os druidas eram conhecidos como grandes sacerdotes e filósofos.
Os historiadores gregos e romanos descrevem seus rituais e a importância atribuída a eles pela população das tribos celtas.
Suas funções, porém, ultrapassavam em muitas as de um mero sacerdote: conhecedores dos mistérios da natureza estudavam as propriedades mágicas e curativas de plantas, ervas e árvores.
Eram também os responsáveis pela preservação da cultura, pois eram os guardiães da história e das lendas da tribo, eternizando os feitos dos reis e rainhas em versos de rara beleza.
Poetas por excelência cantavam seus conhecimentos em versos que deviam ser memorizados e também atuavam como legisladores nas disputas pessoais e inter-tribais. Por fim, eram também conselheiros dos reis e rainhas celtas, em muitas vezes exercendo sobre eles a autoridade que advém não do poder, mas do respeito.
Por tudo isso pode-se dizer que os druidas eram o pilar ao redor do qual toda a sociedade celta se estruturava.

A chegada do Império Romano e a posterior adoção do cristianismo apagou a estrutura sócio-cultural celta, mas os conhecimentos dos druidas sobreviveram através dos séculos em poemas, lendas e sagas que podem, quando verdadeiramente compreendidos, resgatar a sabedoria druídica.
Mas no que criam os druidas?

Para os druidas de ontem e de hoje, o universo é todo feito de energia, e energia é, no fim das contas, a melhor definição para a alma.
Logo, tudo no universo tem alma, merecendo assim ser respeitado e compreendido.
A espiritualidade celta é rica em exemplos de árvores vivas, animais que se comunicam com humanos, rios que na verdade são o corpo de uma deusa, assim como bosques são o corpo de diversos deuses.
Quando se adota uma visão dessas, f**a difícil poluir um rio - afinal, seria o mesmo que matar uma deusa!
Quanta devastação teria sido evitada se os princípios do druidismo ainda estivessem arraigados em nossas práticas...

Pois é justamente isso que faz do druidismo moderno um caminho espiritual válido: ao invés de prometer uma vida eterna de paz ou tormentos, ao invés de prometer a evolução na outra vida, o druidismo põe nosso destino próprio em nossas mãos - bem como o de toda a criação.
Os druidas e druidesas modernos, em seus jeans e camisetas, ternos e gravatas ou mesmo em suas túnicas rituais, lutam pela criação de um mundo mais justo, com as armas que têm em mãos: a ação; a poesia; o trabalho.

O druidismo é um caminho mágico, para aqueles que não se conformam em esperar por um líder ou em seguir cegamente o que lhes é ditado.
O druidismo é um caminho de crescimento espiritual pessoal, individual, íntimo.
É um caminho transformador, que dá a todos nós a possibilidade de fazer a diferença.

Nesse mundo, aprendemos a nos relacionar de forma honrosa com o ambiente em que vivemos.
Aprendemos a nos maravilhar com as coisas mais simples do dia-a-dia, tirando delas a inspiração que nos permite viver de forma mais digna, mais íntegra.
Nesse mundo, cada dia é uma bênção, cada gesto é uma transformação, cada alvorada é uma nova promessa, cada palavra uma fonte de inspiração.
O druidismo é um mundo em que aprendemos a conhecer melhor os segredos do universo e, por conseqüência, aprendemos a conhecer melhor a mais complexa e importante fonte de magia que existe: nós mesmos.
Bem vindo ao mundo do Druidismo!

Texto: Claudio Crow Quintino
Autor de "O Livro da Mitologia Celta" e "A Religião da Grande Deusa"
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09/01/2015

“A provação vem, não só para testar nosso valor, mas para aumentá-lo; o carvalho não é apenas testado mas enrijecido pelas tempestades.”

(Friedrich Nietzsche)

Mãos de Carvalho

09/01/2015

O Colégio Druídico do Brasil, com pesar, comunica que os Druidas Bod Koad (René Bouchet - Grande Druida do Collége International D'Éstudes Celto-Druidiques) e Kevrinel (Denis Chausson - Mestre de Ritos do Collége Druidique des Gaules) fizeram o TRESPASSE neste início de 2015.

11/12/2014
16/11/2014

Amazing shot. isn't?

16/11/2014
14/10/2014

Un poco de vocabulario.

21/03/2014

O Sabbat do Equinócio do Outono (também conhecido como Sabbat de Outono, Mabon e Alban Elfed), é o Segundo Festival da Colheita e a época de celebrar o término da colheita dos grãos que começou em Lammas. Também é a época de agradecer, meditar e fazer uma introspecção.
Festival celebrado no dia 21 de março com o Equinócio de Outono. O mês de março em gaélico se chama Márta. Em galês este festival é conhecido como Alban Elfed ou a Luz de Outono, período onde se comemora a segunda colheita, iniciada em Lughnasadh. A vegetação e a luz solar diminuem e os mistérios da vida e da morte se fazem presentes. Mais uma vez, os dias e as noites são iguais. No Hemisfério Norte celebra-se no dia 21 de setembro.

Época do equilíbrio, da paz e do tempo de se fazer uma avaliação de tudo aquilo que foi plantado e colhido. As folhas começam a cair e o Sol a minguar rapidamente. A natureza declina e se prepara para a chegada do inverno.

Este festival homenageia o Deus galês Mabon, representando a colheita dos frutos, a despedida do verão e a preparação para o inverno, que se aproxima. Mabon é filho de Modron, a Grande Mãe dos galeses, associada à fertilidade e às colheitas dos campos. Modron, às vezes, era comparada a Morrighan, bem como a Morgana Le Fay dos mitos arthurianos.
Fase ideal para fazer banimentos, pedir harmonia no amor e proteção às pessoas que amamos. Aproveite a energia deste ritual para caminhar em um bosque e colher sementes e folhas secas, refletindo sobre a colheita recebida, durante o ápice do outono.
No Equinócio de Outono lembre-se também daqueles que estão doentes e das pessoas mais velhas, que precisam da nossa ajuda, dirija-lhes palavras de amor e carinho.
Enfeite seu altar com os grãos e sementes que sobraram da primeira colheita, milho, abóboras, maçãs e outros frutos do outono. E, agradeça mais uma vez à Grande Mãe, pelas bênçãos recebidas durante a sua colheita pessoal.
Os alimentos pagãos tradicionais do Sabbat do Equinócio do Outono são os produtos do milho e do trigo, pães, nozes, vegetais, maçãs, raízes (cenouras, cebolas, batatas, etc.), cidra e romãs (para abençoar a jornada de Perséfone ao tenebroso reino do Submundo).

Image tribute_to_the_triple_goddess_by_mi_eterna_primavera

Alma Celta

20/03/2014

"Não existem caminhos sugeridos pra nós quando sabemos onde queremos chegar.
Os caminhos, quem os pavimenta, somos nos…em comum acordo com a gente mesmo."

Somos absolutamente ilimitados !!!

19/03/2014

Signif**ados de Doar :

Entregar-se para o outro!
Ser caridoso, e prestativo aos serviços do próximo!

Doar-se

19/03/2014

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José Luiz Garcia
E-mail: [email protected]

Endereço

Rua 04/Lt. 13/Qd. 24
Maricá, RJ
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