Tenda Umbanda Caboclo Tupinambá

Tenda Umbanda Caboclo Tupinambá Umbanda é Caridade.

29/05/2026
O MÉDIUM COM SÍNDROME DE DIRIGENTE Existem certos tipos de médiuns...Que acham que sabem muito mais que o dirigente do t...
27/05/2026

O MÉDIUM COM SÍNDROME DE DIRIGENTE

Existem certos tipos de médiuns...

Que acham que sabem muito mais que o dirigente do terreiro...

Os tais "doutorados" pelo "pai google"...

Tudo que o dirigente diz ou fala!

Esse médium espera a gira acabar ou o dirigente virar as costas para contestar...

Vale lembrar que ninguém caí de paraquedas dentro de um terreiro para ser dirigente...

O Médium quando entra no terreiro tem a obrigação de aceitar e respeitar as ordens do dirigente...

Agora se o médium que age desrespeitando o dirigente ele deve sair da casa...

E abrir seu terreiro já que ele sabe tanto...

Ai, só assim vai entender ou não o que é ser um dirigente de Umbanda...

O verdadeiro dirigente sábio não troca...

E nem altera a mensagem da Umbanda...

E seus fundamentos, ritos e doutrinas...

Só para alegrar ou agradar um determinado grupo de pessoas...

Tem médium que tem síndrome de dirigente...

Mas não tem tarimba, sabedoria e maturidade para tal...

Ai vive pelos cantos de terreiro em terreiro fazendo fofoca...

Pois não sabe o significado da palavra respeito e responsabilidade...

"Quem gosta de trabalhar não enxerga dificuldades"

Um médium sem palavras é um médium sem carácter...

E um médium sem caráter é um médium sem respeito...

Um médium com sindrome de dirigente...

Não aprendeu nada!

Pois o maior ensinamento é a humildade!

Respeite os seus mais velhos...

Quem não ajoelhou e baixou sua cabeça para aprender...

Não pode ter a pretensão de levantar para ensinar

(Pai Joaquim de Angola)

(Credito: Pai Diego de Oxossi)

Saravá Fraterno!

Pai Jonathas de Ogum.'.

Esses dias vi uma sacerdotisa anunciar publicamente seu afastamento. (Se não me falha a memória ela é do Rio Grande do S...
28/04/2026

Esses dias vi uma sacerdotisa anunciar publicamente seu afastamento. (Se não me falha a memória ela é do Rio Grande do Sul).

Ela relatou fechar a casa.
Encerrar um ciclo.
Entregar os assentamentos de seus filhos.

E imediatamente surgiram os juízes do sacerdócio alheio:

“Missão é para a vida toda.”
« Tem que pensar nos Òrìsàs.”
« E as pessoas que precisam dela?”
»Sacerdote não pode desistir.”

Foi então que uma pergunta me atravessou:

Até que ponto vale o preço de ser sacerdote?

Porque existe uma cobrança silenciosa e às vezes cruel de que o sacerdote seja uma espécie de entidade funcional: sempre disponível, sempre forte, sempre equilibrado, sempre pronto para ouvir dores, resolver conflitos, sustentar egos, apartar guerras internas, alimentar esperanças e carregar demandas espirituais que não cessam.

Mas quase nunca perguntam:

quem sustenta quem sustenta?

As pessoas esperam de um sacerdote direção, colo, resposta, milagre, solução, paciência, presença e renúncia.

Esperam que ele esteja acima do cansaço.
Acima da frustração.
Acima da exaustão emocional.
Acima da própria humanidade.

Como se ao assumir um cargo espiritual ele tivesse automaticamente assinado a própria anulação como indivíduo.

Mas sacerdote tem vida.
Tem corpo.
Tem limites.
Tem vontade própria.
Tem sonhos fora do barracão.
Tem necessidades emocionais.
Tem ambições humanas e profissionais.
E principalmente: Tem o direito de não querer morrer em nome de uma função.

Porque conviver com gente é uma das tarefas mais difíceis do mundo.

Pessoas são cheias de certezas, de carências, de melindres, de projeções, de exigências e, muitas vezes, de ingratidão.

Muitas não querem ser conduzidas.
Querem apenas ser beneficiadas.
Querem a bênção, querem a reza,querem o ebó, querem o milagre,querem o amparo…
Mas nem sempre querem disciplina, entrega, transformação ou responsabilidade espiritual.

Querem o resultado sem o processo.

E no meio disso tudo está o sacerdote, algumas vezes adoecendo em silêncio para manter viva uma estrutura que quase nunca o poupa.

Então eu volto à pergunta:

Qual é o valor real da força de um sacerdote?

Porque sua força é sempre exigida.

Mas sua saúde física e emocional raramente é preservada!?

Seu tempo é tomado como se fosse público.
Sua energia é tratada como se fosse infinita.
Sua renúncia é naturalizada como obrigação.

E qualquer movimento de recolhimento é chamado de fraqueza, egoísmo ou falta de compromisso com os Òrìsàs.

Mas talvez exista uma verdade incômoda que muitos não querem aceitar:
nenhum Òrìsà se honra através do adoecimento completo de quem serve.

Não existe grandeza espiritual em destruir a própria vida para manter expectativas humanas.

Não existe santidade em se abandonar para continuar sendo útil.

Sacerdócio não deveria ser sentença de desaparecimento pessoal.

Não deveria exigir que alguém abrisse mão do crescimento profissional, da saúde mental, da paz doméstica e da própria identidade para conduzir pessoas que, muitas vezes, sequer desejam verdadeiramente caminhar.

Porque servir ao sagrado não deveria significar servir à exaustão.

Talvez a pergunta não seja por que alguém fecha uma casa.

Talvez a pergunta seja..quantos sacerdotes continuam de pé apenas porque se sentem culpados demais para ir embora?

Oyanitiatiiná 🔥

Endereço

RodoVia Vereador Oldemar Guedes Figueiredo N°2001
Maricá, RJ

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