Ilè Egbé Òmó N'ifé Vodun Danbirá - Dan

Ilè Egbé Òmó N'ifé Vodun Danbirá - Dan Terreiro de Candomblé Jeje de Bessèn
Vodun feminino da família DAN, seria se não a parte feminina de Besén. Babalorisá Dan Leijò de Besèn

ILÈ EGBÈ ÒMÓ NIFÉ DANBIRÁ - DAN é o nome da casa de candomblé que significa:
Casa da comunidade do amor dos filhos do orixá da serpente sagrada

O orixá que a casa faz referência é Oxumarê e Bessen, que tem a serpente e o arco-íris como símbolo. DAN – Serpente sagrada (Daomé – Benin) representando a eternidade e a mobilidade sob a figura de uma cobra que engole a própria cauda. Genericamente designa os filhos-de-santo da nação jeje; encontrando-se sincretizada com Òsùmàrè e Bessen.

13/10/2024

Hoje as felicitações de idade nova vai para nosso Bàbáloriṣá Adanlejò.
Felicidades Pai Adan, que Besén é Olorun te proteja e iluminem seus caminhos sempre...

Nossa casa na celebração dos Ibejí
18/10/2023

Nossa casa na celebração dos Ibejí

Nosso sacerdote na celebração ddo Olubajé.
18/10/2023

Nosso sacerdote na celebração ddo Olubajé.

27/10/2022

Ao nosso Presidente do Brasil, sim digo presidente porque ele será sempre o presidente do nosso povo, do povo pobre, preto e do Santo.

Senhor Luís Inácio (Lula) quero lhe parabenizar no dia de hoje.

Hoje é seu aniversário.

São 77 anos de teimosia boa, que todos os “Deuses” dobrem seu tempo de vida entre nós com muita saúde e sabedoria.

Presidente continue firme, forte, confiante no povo brasileiro, com fé e resistência chegaremos lá.
Resistir faz parte da sua história.

Seu espírito de luta e garra pelos os mais necessitados enchem os olhos dessa velha aqui; de esperança em dias melhores para os 34 milhões de pessoas que passam fome no Brasil.

Nossa tão nova “Democracia” também precisa do senhor presidente, corremos o risco de perder o direito do voto e de "NÃO" escolhermos os nossos representantes, o direito de termos um Brasil melhor, um Brasil de todos e para todos,um Brasil com justiça social.

Todos esses direitos foram nos dados pela nossa Constituição, que infelizmente no atual momento do nosso País não é respeitada, onde pobre morre no camburão da polícia asfixiado com gás e rico atira granada na polícia federal.

Confiamos que a paz voltará a reinar no nosso Brasil e que o nosso povo voltará a ser respeitado, e o amor será a única arma nessa caminhada de reconstruir a nossa Pátria.

Como religiosa de Matriz Africana, são 88 anos de Idade, 77 vivendo para o Candomblé. Sou Patrimônio Vivo do Estado das Alagoas e a Vòdún de Nanã mais velha do Brasil.

Declaro meu voto ao senhor Presidente Lula e peço encarecidamente confiante nos “Deuses”, na Natureza, em todos os Òrisás;
que os movimentos negros, quilombolas, indígenas, povos da religião de Matriz Africana, os menos favorecidos, e todas as pessoas “teimosas” como eu; em ter um pais mais justo:

QUE NO DIA 30 DE OUTUBRO!
NAO DEIXE DE IR VOTAR!
APERTE O 13 DA ESPERANÇA!

Presidente Lula, Òrisá só dá grandes missões aos grandes guerreiros e uma vida longe de Xangô é no mínimo insossa!
Batemos os nossos tambores pela sua existência!

Força.
Fé.
Àsé.

Benças para todos e recomendações da Vitória.

Iyàbinan
(Mãe duas vezes)

05/09/2022

Grande celebração do Orixá Gbesèn dono do Ilė Egbé Òmó Vodun Danbirá Dan nos cinco anos de freitura do irmão Kosidan.

16/05/2022

OROGBO

Este é um fruto negro predileto de Egun e Sàngó, por ser um elemento de pura ligação com Ikú (a morte). Isto porque Sàngó é um dos maiores representante de Egun, fato latente no culto Yorubà e ignorado aqui no Brasil, onde dizem que Sàngó tem pavor a Egun isto acontece por falta de conhecerem quem na verdade é Sàngó.

Sàngó é tão quente quanto Egun e o orogbo é o melhor fruto para ser oferecido tanto no culto de egungun resultado da morte no culto a Sàngó associado à Ikú por sua capacidade de destruição através do raio. Os orogbo representam as pedras de raios no culto a Sàngó, já no culto a Egun representa os descendentes raciais ou familiares, por este fato está relacionado à morte.

O orogbo por ser um fruto quente totalmente relacionado Ikú, por isso é ofertado aos ancestrais, por este aspecto, quando um ser vivo parte orogbo e oferece juntamente com mel a seus ancestrais, representa uma comunhão do fisico com o espiritual, ou seja os seres vivos cultuam seus ancestrais partilhando o fruto.

Neste momento a morte é inteiramente representada pelo orogbo principalmente por sua casca negra, entra em harmonia com a vivacidade de Sàngó por ser um Òrìsá oriundo de Ikú (morte), ou seja, ele é um grande Egungun de inteira relação com todos os ancestrais cultuados na terra, onde todos vivem totalmente sob o domínio do grande Rei da terra (Òbàlúwàiyé). Muitos e muitos orogbos devem ser ofertados à Sàngó com mel, o qual è sua fruta predileta de principal relação com Ikú e egun. Fatos desconhecidos por muitos e ignorados por outros... Os principais òrìsás que também recebem oferta de orogbo é Esú, Ìyàmi-Òsòróngà, Ògún, Òbàlúwàiyé, Oyà, Òmólú, Iyémowo-Iyémònjá e Òòrisànlà-Òbátálà só recebem oferta de Orogbo sem a casca exibindo sua parte branca. Já no culto de Òsún o orogbo é inaceitável por sua relação com a morte, quando Òsún não suporta nenhum tipo de elemento com ligação a morte. Este fruto possui uma grande força ritualística, quando oferecimento num ritual deve ser sempre ofertado ao Òrìsá no mínimo dois orogbo, o mesmo acontece com qualquer outro fruto, isso porque em ritual nunca se deve oferecer um, e sim dois elementos.

São utilizados nos ritos de Orunmilá, Xango, Osain e outros aborós, indispensável em jogos divinatórios e na feitura de santo no sentido de alcançar a prosperidade. Utiliza-se também no preparo do abô, sasanha e da comida ritual especificamente nas oferendas de Airá.

Agende já sua consulta

Bábàláwò Ìfásàyó Èsúgbèmí

(11)99566-0736

Final de semana de função.
27/04/2022

Final de semana de função.

Nem toda verdade é fácil de digerir.Compreender que a vida continua mesmo depois da morte física foi o ponto inicial.Com...
22/02/2022

Nem toda verdade é fácil de digerir.
Compreender que a vida continua mesmo depois da morte física foi o ponto inicial.
Como manter a ligação entre os vivos do mundo físico e os vivos do além?
Aliás, como os do além podem seguir ajudando aqueles que ainda estão aqui? E como nós aqui podemos ajudá-los?
Aí está a dialética da máscara. Seu uso representa a materialização do diálogo entre dois mundos: os dos vivos visíveis e os dos vivos invisíveis, porém, que podem ser sentidos.
Os vivos invisíveis possuem uma excedente de visão. Porque já não são mais limitados pela prisão carnal.
Portanto, conseguem ver, ouvir, sentir, cheirar, todas as práticas humanas. Inclusive, aquelas que criam caos no mundo imaterial e que acabam impactando o mundo material.
Nesse caso, para retomar a harmonia, os vivos visíveis precisam ouvir os vivos invisíveis para ter ideia do que está fora do lugar, mas, também receber pistas de soluções.
Eis o que acontece em grandes momentos de danças de máscaras sagradas. O mascarado(a) é temporariamente habitado por um ancestral.
Logo, a máscara se torna uma fronteira. Porque o ancestral não pode ser visto. Mas, pode ser sentido.
O mascarado(a) — o ancestral— pode dizer, sem preocupação nenhuma, o que tememos em ouvir. As incoerências e aberrações que estamos vivendo.
A máscara se torna também um símbolo de reequilíbrio. De restauração da harmonia. Porque a denúncia vem junto com orientações a serem seguidas.
Ou seja, você precisa de vez em quando que um mascarado(a) te diga certas verdades. Difícil de ingolir. Mas, que lá no fundo do seu coração, você sabe que é real.
E aí? Você consegue identificar quando esses momentos de revelação acontecem na sua vida?
Sabe usá-los para restaurar a sua harmonia?

Fonte:
https://www.instagram.com/p/CaR2O9gLLUI/?utm_source=ig_web_copy_link

O sabão da Costa, também conhecido como Ose Dudu (que significa sabão negro em Iorubá) é um sabão produzido com ingredie...
04/02/2022

O sabão da Costa, também conhecido como Ose Dudu (que significa sabão negro em Iorubá) é um sabão produzido com ingredientes totalmente naturais como ervas, especiarias e óleos, sendo carbonizados através de uma técnica chamada “etu” que é responsável pela coloração negra do sabão.
O nome “da Costa” remete ao início das navegações ibéricas pelo continente africano, em que os navegadores passaram a designar toda a costa Atlântica Africana e seu interior imediato como “da Costa”. Isso não serviu apenas para o sabão, mas também para outros produtos como: pano da Costa, pimenta da Costa, limo da Costa, esteira da Costa entre outros.
O sabão da Costa é tido como mágico, possui uma receita secular e seu modo de produção é secreto e transmitido de geração em geração. Segundo algumas lendas, a luz solar e as fases lunares são de extrema importância para sua fabricação, para que seja consagrado no Axé do Orixá desejado. Além disso, a mistura dos ingrediente é feita com as mãos por quase um dia inteiro e o processo de maturação (cura) leva cerca de duas semanas.
Apesar de toda a mística envolvida é fato de que o sabão da Costa é um produto cujas origens se baseiam no conhecimento hermético de antigos africanos mas que se produz hoje, com avançada tecnologia.
Nos rituais religiosos das religiões de matriz africana é utilizado para as mais diversas finalidades, desde limpeza espiritual e descarrego, para quebra de energias negativas, atrair a sorte e prosperidade, abertura de caminhos, promover a paz, o equilíbrio e a tranquilidade.

Copiado do site www.casasantoforte.com.br

Fontes: O Candomblé. Sabão da Costa, 2021. Disponível em: https://ocandomble.com/2016/08/03/sabao-da-costa-ose-dudu/
Anjos de Luz. O sabão da Costa, 2021. Disponível: http://anjodeluz.ning.com/group/osguadioesdoscaminhosumbandafeamorrespeitocaridade/forum/topics/o-sab-o-da-costa
Wikipédia. Ose Dudu, 2021. Disponível em: https://nl.wikipedia.org/wiki/Ose_dudu

As velas são símbolos de fé, iluminação e transformação. Quando acendemos uma vela, buscamos nos conectar com o plano es...
01/02/2022

As velas são símbolos de fé, iluminação e transformação. Quando acendemos uma vela, buscamos nos conectar com o plano espiritual, iluminar nossos pensamentos e enviar nossos pedidos e orações. As velas estão presentes em diversos rituais, cerimônias e práticas religiosas de diferentes culturas.
A vela não foi criada por uma pessoa, em um lugar específico. Foi, isso sim, produto de muitas mentes e épocas. Ao longo da história, teve inúmeros formatos. Nos tempos Antigos eram feitas de gordura de animais envolta em tecidos ou fibras vegetais. No Egito, pequenos pavios de tecido mergulhados em óleos eram muito comuns. Já entre os romanos era usada cera de abelha.
Na segunda metade do século 18, a companhia de gás de Londres introduziu o espermacete (um óleo que vem de uma cavidade da cabeça da baleia cachalote e de golfinhos) na iluminação pública. A substância tinha combustão mais lenta e gerava menos custos à administração da cidade. A parafina, de que são compostas as velas modernas, só apareceu em 1854. Atualmente são usadas estearina e parafina ou misturas dessas substâncias derivadas do petróleo.
Ainda, na cultura Oriental, as velas eram usadas como relógios e marcadas de acordo com a cadência de queima. Mesmo que não mais utilizadas na atualidade, os relógios de vela no passado eram um método eficaz de consultar as horas em ambientes internos, à noite ou em dias nublados (quando os relógios de sol não funcionavam).
Nos dias atuais, as velas sobreviveram à curva do tempo e da modernidade, continuando sendo amplamente utilizadas, tanto nos ambientes religiosos, como objetos decorativos e com um mercado consumidor cada vez mais atuante e aquecido.
conferir!

Acesse: www.casasantoAs velas são símbolos de fé, iluminação e transformação. Quando acendemos uma vela, buscamos nos conectar com o plano espiritual, iluminar nossos pensamentos e enviar nossos pedidos e orações. As velas estão presentes em diversos rituais, cerimônias e práticas religiosas de diferentes culturas.
A vela não foi criada por uma pessoa, em um lugar específico. Foi, isso sim, produto de muitas mentes e épocas. Ao longo da história, teve inúmeros formatos. Nos tempos Antigos eram feitas de gordura de animais envolta em tecidos ou fibras vegetais. No Egito, pequenos pavios de tecido mergulhados em óleos eram muito comuns. Já entre os romanos era usada cera de abelha.
Na segunda metade do século 18, a companhia de gás de Londres introduziu o espermacete (um óleo que vem de uma cavidade da cabeça da baleia cachalote e de golfinhos) na iluminação pública. A substância tinha combustão mais lenta e gerava menos custos à administração da cidade. A parafina, de que são compostas as velas modernas, só apareceu em 1854. Atualmente são usadas estearina e parafina ou misturas dessas substâncias derivadas do petróleo.
Ainda, na cultura Oriental, as velas eram usadas como relógios e marcadas de acordo com a cadência de queima. Mesmo que não mais utilizadas na atualidade, os relógios de vela no passado eram um método eficaz de consultar as horas em ambientes internos, à noite ou em dias nublados (quando os relógios de sol não funcionavam).
Nos dias atuais, as velas sobreviveram à curva do tempo e da modernidade, continuando sendo amplamente utilizadas, tanto nos ambientes religiosos, como objetos decorativos e com um mercado consumidor cada vez mais atuante e aquecido.
Aqui na Casa Santo Forte você encontra esse objeto milenar e essencial a preços imperdíveis.
Não deixe de conferir!

Acesse: www.casasantoforte.com.br
Fontes: Revista Superinteressante, 2021. Modificado. Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/vela-2
Wikipédia. 2021. Modificado. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Vela
Wikipédia, 2021. Modificado. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_fabrica%C3%A7%C3%A3o_de_velas
página
casaforte.com.br
WhatsApp: (11) 95577-1135

Fontes: Revista Superinteressante, 2021. Modificado. Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/vela-2
Wikipédia. 2021. Modificado. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Vela
Wikipédia, 2021. Modificado. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_fabrica%C3%A7%C3%A3o_de_velas

O Jequitibá é uma árvore brasileira com troncos grandes (cerca de 25 a 50 metros), conhecida como “o gigante da floresta...
24/01/2022

O Jequitibá é uma árvore brasileira com troncos grandes (cerca de 25 a 50 metros), conhecida como “o gigante da floresta". É a maior e a mais nobre árvore da Mata Atlântica.
Os frutos do Jequitibá são lenhosos com formato que lembra um pequeno copo com uma espécie de tampa, que se desprende quando maduro. A casca desses frutos eram usados pelos índios para fazer ca*****os.
Além disso, no uso popular, suas cascas são utilizadas como desinfetante, anti-inflamatório, adstringente e descongestionante.
Copiado da página www.casasantoforte.com.br

Fontes: Wikipédia, 2021. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jequitib%C3%A1.
Admiradores da Umbanda, 2021.

Endereço

Conjunto Liberalina Ribeiro, Quadra B, N° 01, Teperaguá
Marechal Deodoro, AL
57160-000

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Ilè Egbé Òmó N'ifé Vodun Danbirá - Dan posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar

Categoria