Terreiro Ylè Àlábásé De São Miguel Arcanjo

Terreiro Ylè Àlábásé De São Miguel Arcanjo Instituição assistencial, cultural e religiosa de matriz africana. Comunidade tradicional de terreiro tombada pelo Estado da Bahia. Mas não só. Axé!

Pedindo licença aos nossos ancestrais e a benção aos nossos Orixás, hoje, 14.8.2016, dou publicidade à página oficial do TERREIRO YLÈ ÀLÁBÁSÉ, e, nossa BABÁ ROBINHO DE OTYN. Nesta nossa página oficial, que é por mim, ANTONIO ROBERVAL SANTOS, BABÁ ROBINHO DE OTYN, pessoalmente administrada e editada, serão encontradas informações sobre nossa história e nossas atividades desde a sua fundação por nos

so saudoso e querido PAI EDINHO DE OXOSSI até os dias atuais, bem assim nossas publicações sobre matérias relevantes para a preservação da nossa religiosidade, cultura e historicidade tendo em vista a nossa condição de templo religioso de matriz africana fundado em 1971 por PAI EDINHO, e tombado como patrimônio histórico e cultural do Estado da Bahia, desde o ano de 2005. O que nos animou a criar nossa página oficial foi a necessidade de contribuir, de forma efetiva, para a preservação da nossa religiosidade, cultura e historicidade africana e afrobrasileira como forma de prevenção e enfrentamento à todas as formas de discriminação e preconceito das quais nós, adeptos do candomblé, somos vítimas. Ela tem, portanto, um cunho também reivindicativo de respeito à nossa religiosidade, que nada mais é que manifestação da nossa cultura e história. Em 2 de fevereiro de 1971, PAI EDINHO DE OXOSSI, recebeu o cargo de Babalorixá pelas mãos de seu PAI LÍCIO DE OMOLÚ, e fundou o TERREIRO YLÈ ÀLÁBÁSÉ na pacata cidade de Maragogipe, na região do Recôncavo bahiano, sob a denominação de Sociedade São Miguel Arcanjo do Ilê Alabaxé, templo religioso de matriz africana de culto aos Orixás tombado em 28.12.2005 como patrimônio histórico e cultural do Estado da Bahia pelo Decreto 9.744/2005, registrada na Federação Bahiana de Cultos Afro sob n. 107 (Alvará definitivo em 30.4.199, declarada de utilidade pública estadual pela Lei 6.547, de 29.9.1993, e de utilidade pública municipal pela Lei 02, de 10 de outubro de 1990. Após o falecimento de PAI EDINHO, em 12.12.2012, assumimos o cargo de Babalorixá do ÀLÁBÁSÉ, por vontade de OXOSSI e de meu PAI EDINHO. O ÀLÁBÁSÉ é uma casa-matriz que possui muitos filhos e muitas casas-filhas em Maragogipe, no estado da Bahia e em outros estados do território nacional e para além muros do Brasil. Estes filhos e estas casas-filhas mantém entre si relação de cordial respeito, posto que, ainda que sendo casa-matriz não entende o ÀLÁBÁSÉ, que estas casas e filhos com ela mantenham relações de subordinação jurídica, ou de submissão, como seria próprio de relações escravocratas. No ÀLÁBÁSÉ, o que prima no seu espaço sagrado é o respeito à hierarquia, à nossa ancestralidade, aos nossos costumes, aos nossos orixás, e às normas religiosas, éticas e morais que nos foram ensinadas por seu fundador, PAI EDINHO DE OXOSSI. Dentro de nossa CASA primam nossas regras, como nas casas de nossos filhos primam suas regras, que são mutuamente respeitadas, obedecendo-se sempre aquilo que nos foi legado pela tradição que nos foi transmitida pelo sistema da oralidade. E é assim porque o axé, a energia vital, é dinâmica. Desde a sua fundação pelo BABALORIXÁ EDSON DOS SANTOS, o YLÈ ÀLÁBÁSÉ goza de notório respeito e credibilidade junto à sociedade em razão de suas ações culturais, sociais, educacionais e religiosas de preservação do patrimônio material e imaterial que constitui acervo da comunidade tradicional do TERREIRO YLÈ ÀLÁBÁSÉ e do Estado da Bahia; de assistência social a pessoas em situação de grave vulnerabilidade social, em especial crianças, jovens e idosos da etnia negra buscando propiciar-lhes meios para sua efetiva inclusão social e produtiva no mundo do trabalho através de projetos que, ao tempo que resgatem e valorizem a cultura e religiosidade herdadas do negro africano e afro-brasileiro lhes propicie capacitação e qualificação profissional. Para tanto, e desde a sua fundação, com recursos exclusivamente próprios, preserva o acervo que constitui patrimônio material e imaterial da Comunidade Tradicional do TERREIRO YLÈ ÀLÁBÁSÉ e do Estado da Bahia e atende a necessidades básicas e urgentes de tantos quantos procuram a Instituição propiciando-lhes alimento, abrigo e meios de assistência à saúde e educação, e, principalmente conforto espiritual. Dadas as dificuldades e obstáculos enfrentados pelas comunidades tradicionais de terreiro e pelos adeptos do candomblé para obterem reconhecimento social e respeito a sua cultura e religiosidade, as ações do ÀLÁBÁSÉ visam contribuir para a construção de uma sociedade justa e solidária na qual seja possível, de fato, a construção da unidade a partir do respeito à diferença e à diversidade, matriz do pluralismo cultural e religioso acolhido pela Constituição da República. Não é demais ressaltar que o ÀLÁBÁSÉ atua nos espaços nos quais não há efetiva presença do Estado ou esta se dá de forma precária/ insatisfatória, independentemente dos fatores que determinam esta ausência ou precariedade da presença estatal para garantia de atendimento de demandas e necessidades vitais de pessoas carentes de acesso bens ou serviços de qualidade que lhes assegure, de forma efetiva, condições de vida digna. Espero que nossos filhos, amigos, irmãos e simpatizantes curtam e, se curtirem, compartilhem o seu conteúdo, ressaltando que, como sempre, estamos abertos a sugestões que contribuam, de forma efetiva, para o aprimoramento das nossas ações. Que OLORUM, ODÉ LONI, OYÁ MESSAN e YÁ OTIN nos abençoe a todos!

Endereço

Rua PLÁCIDO ROCHA, ALTO DA BELA VISTA
Maragogipe, BA
44.420-000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00
Sábado 09:00 - 17:00

Telefone

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Pedindo licença aos nossos ancestrais e a benção aos nossos Orixás, hoje, 14.8.2016, dou publicidade à página oficial do TERREIRO YLÈ ÀLÁBÁSÉ, e, nossa BABÁ ROBINHO DE OTYN. Nesta nossa página oficial, que é por mim, ANTONIO ROBERVAL SANTOS, BABÁ ROBINHO DE OTYN, pessoalmente administrada e editada, serão encontradas informações sobre nossa história e nossas atividades desde a sua fundação por nosso saudoso e querido PAI EDINHO DE OXOSSI até os dias atuais, bem assim nossas publicações sobre matérias relevantes para a preservação da nossa religiosidade, cultura e historicidade tendo em vista a nossa condição de templo religioso de matriz africana fundado em 1971 por PAI EDINHO, e tombado como patrimônio histórico e cultural do Estado da Bahia, desde o ano de 2005. O que nos animou a criar nossa página oficial foi a necessidade de contribuir, de forma efetiva, para a preservação da nossa religiosidade, cultura e historicidade africana e afrobrasileira como forma de prevenção e enfrentamento à todas as formas de discriminação e preconceito das quais nós, adeptos do candomblé, somos vítimas. Ela tem, portanto, um cunho também reivindicativo de respeito à nossa religiosidade, que nada mais é que manifestação da nossa cultura e história. Em 2 de fevereiro de 1971, PAI EDINHO DE OXOSSI, recebeu o cargo de Babalorixá pelas mãos de seu PAI LÍCIO DE OMOLÚ, e fundou o TERREIRO YLÈ ÀLÁBÁSÉ na pacata cidade de Maragogipe, na região do Recôncavo bahiano, sob a denominação de Sociedade São Miguel Arcanjo do Ilê Alabaxé, templo religioso de matriz africana de culto aos Orixás tombado em 28.12.2005 como patrimônio histórico e cultural do Estado da Bahia pelo Decreto 9.744/2005, registrada na Federação Bahiana de Cultos Afro sob n. 107 (Alvará definitivo em 30.4.199, declarada de utilidade pública estadual pela Lei 6.547, de 29.9.1993, e de utilidade pública municipal pela Lei 02, de 10 de outubro de 1990. Após o falecimento de PAI EDINHO, em 12.12.2012, assumimos o cargo de Babalorixá do ÀLÁBÁSÉ, por vontade de OXOSSI e de meu PAI EDINHO. O ÀLÁBÁSÉ é uma casa-matriz que possui muitos filhos e muitas casas-filhas em Maragogipe, no estado da Bahia e em outros estados do território nacional e para além muros do Brasil. Estes filhos e estas casas-filhas mantém entre si relação de cordial respeito, posto que, ainda que sendo casa-matriz não entende o ÀLÁBÁSÉ, que estas casas e filhos com ela mantenham relações de subordinação jurídica, ou de submissão, como seria próprio de relações escravocratas. No ÀLÁBÁSÉ, o que prima no seu espaço sagrado é o respeito à hierarquia, à nossa ancestralidade, aos nossos costumes, aos nossos orixás, e às normas religiosas, éticas e morais que nos foram ensinadas por seu fundador, PAI EDINHO DE OXOSSI. Dentro de nossa CASA primam nossas regras, como nas casas de nossos filhos primam suas regras, que são mutuamente respeitadas, obedecendo-se sempre aquilo que nos foi legado pela tradição que nos foi transmitida pelo sistema da oralidade. E é assim porque o axé, a energia vital, é dinâmica. Desde a sua fundação pelo BABALORIXÁ EDSON DOS SANTOS, o YLÈ ÀLÁBÁSÉ goza de notório respeito e credibilidade junto à sociedade em razão de suas ações culturais, sociais, educacionais e religiosas de preservação do patrimônio material e imaterial que constitui acervo da comunidade tradicional do TERREIRO YLÈ ÀLÁBÁSÉ e do Estado da Bahia; de assistência social a pessoas em situação de grave vulnerabilidade social, em especial crianças, jovens e idosos da etnia negra buscando propiciar-lhes meios para sua efetiva inclusão social e produtiva no mundo do trabalho através de projetos que, ao tempo que resgatem e valorizem a cultura e religiosidade herdadas do negro africano e afro-brasileiro lhes propicie capacitação e qualificação profissional. Para tanto, e desde a sua fundação, com recursos exclusivamente próprios, preserva o acervo que constitui patrimônio material e imaterial da Comunidade Tradicional do TERREIRO YLÈ ÀLÁBÁSÉ e do Estado da Bahia e atende a necessidades básicas e urgentes de tantos quantos procuram a Instituição propiciando-lhes alimento, abrigo e meios de assistência à saúde e educação, e, principalmente conforto espiritual. Mas não só. Dadas as dificuldades e obstáculos enfrentados pelas comunidades tradicionais de terreiro e pelos adeptos do candomblé para obterem reconhecimento social e respeito a sua cultura e religiosidade, as ações do ÀLÁBÁSÉ visam contribuir para a construção de uma sociedade justa e solidária na qual seja possível, de fato, a construção da unidade a partir do respeito à diferença e à diversidade, matriz do pluralismo cultural e religioso acolhido pela Constituição da República. Não é demais ressaltar que o ÀLÁBÁSÉ atua nos espaços nos quais não há efetiva presença do Estado ou esta se dá de forma precária/ insatisfatória, independentemente dos fatores que determinam esta ausência ou precariedade da presença estatal para garantia de atendimento de demandas e necessidades vitais de pessoas carentes de acesso bens ou serviços de qualidade que lhes assegure, de forma efetiva, condições de vida digna. Espero que nossos filhos, amigos, irmãos e simpatizantes curtam e, se curtirem, compartilhem o seu conteúdo, ressaltando que, como sempre, estamos abertos a sugestões que contribuam, de forma efetiva, para o aprimoramento das nossas ações. Que OLORUM, ODÉ LONI, OYÁ MESSAN e YÁ OTIN nos abençoe a todos! Axé!