Missão Paixão & Compaixão

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O Resto de Nossos Dias | Até Chegarmos Em CasaTodos fazemos planos para o futuro, quanto à carreira, filhos, aposentador...
29/08/2026

O Resto de Nossos Dias | Até Chegarmos Em Casa

Todos fazemos planos para o futuro, quanto à carreira, filhos, aposentadoria, viagens e afins. Contudo, Pedro indaga seus ouvintes com uma pergunta: “Quem governará o restante dos seus dias?”.

O Apóstolo recobra a identidade que Cristo nos dá quando somos salvos: somos sacerdócio real, nação santa, povo escolhido e que pertence a Deus, para nos chamar a uma mudança definitiva de orientação da nossa existência, reorientar nossa identidade.

Cristo muda nossa bússola para a vida, agora vivemos no presente como se o futuro já tivesse chegado. Nossos valores são mudados e somos convocados a viver a vida do Reino entre nós e aprender a viver debaixo do senhorio de Cristo, permitindo que ele governe sobre nossas decisões. A maior evidência de conversão não é apenas abandonar pecados, mas trocar de senhor.

O Senhor comunica virtudes no meio do Seu povo e através dele, para capacitar-nos a testemunhar da esperança que recebemos. Assim, quando sofremos, não encaramos a dor com desespero, mas com esperança, porque sabemos que o Senhor está perto de nós. Porque Ele está perto, não precisamos mais viver em busca de aprovação, conforto e de proteger nossos interesses. Podemos viver felizes e satisfeitos porque, em Cristo, podemos anunciar que existe um mundo melhor, no qual nossa peregrinação terá fim, na Cidade de Deus.

Quando A Fidelidade Tem Um Preço | Até Chegarmos Em CasaA todo instante somos tentados a acreditar que a obediência ao S...
21/08/2026

Quando A Fidelidade Tem Um Preço | Até Chegarmos Em Casa

A todo instante somos tentados a acreditar que a obediência ao Senhor fará com que tudo em nossas vidas dê certo. Mas essa ideia se desfaz diante da Cruz. Fidelidade nunca foi garantia de conforto. Mas como permanecer fiel quando fazer o bem nos traz sofrimento?

Pedro começa a falar aos seus leitores que Cristo é a garantia da vitória futura, logo, é no meio do povo de Deus que a fidelidade encontra o lugar para germinar e brotar. É na comunhão dos santos, no amor fraternal da comunidade e nas virtudes ali presentes que somos impelidos a abrir mão de nossos egoísmos e razões para nos amoldarmos à imagem de Cristo Jesus e agir como povo da Nova Criação.

Somos chamados a abençoar aqueles que nos fazem mal, não apenas por um capricho moral elegante, mas porque agora a vida de Deus está em nós, e como habitantes do Novo Mundo, devemos viver de acordo com a esperança do Mundo Vindouro.

Porque Cristo venceu, não precisamos mais temer ou ceder aos poderes deste mundo, o temor ao Senhor vence o temor aos homens. O sofrimento não é um castigo divino sobre os homens, mas o caminho pedagógico de Deus para fortalecer e refinar nossa fé. Nossas esperanças não estão nas circunstâncias, mas na promessa da Nova Criação e na restauração de toda a Criação. Dessa forma, continuemos a fazer o bem mesmo quando isso nos faz sofrer, porque Cristo nos garante que isso não será em vão.

A vida que torna Cristo visível | 1 Pe 3:1-12Em 1 Pedro 3, Pedro fala sobre como viver de modo que a fé possa ser perceb...
13/08/2026

A vida que torna Cristo visível | 1 Pe 3:1-12

Em 1 Pedro 3, Pedro fala sobre como viver de modo que a fé possa ser percebida. Não conhecemos verdadeiramente alguém apenas pelo que ela prega, publica ou pelo quanto conhece das Escrituras. É na convivência que a graça deixa de ser discurso e ganha forma: quando o orgulho aparece, quando a impaciência nos atravessa, quando o controle precisa ser entregue, quando perdoar custa mais do que falar sobre perdão.

Podemos dominar o texto bíblico e, ainda assim, não permitir que ele domine a nossa vida. É possível construir uma fé bonita por fora, organizada em sua aparência, mas profundamente desequilibrada nos relacionamentos. Pedro nos chama a uma vida que não depende apenas de palavras, mas que carrega, no caráter, a evidência daquilo que cremos. O Evangelho precisa ser visível justamente onde somos mais conhecidos.

Por isso, somos conduzidos à mansidão: proclamar a verdade sem deixar de encarná-la. Existem pessoas para quem já falamos tanto sobre Cristo, mas mostramos tão pouco do que significa ser transformado por Ele, talvez porque isso revele uma resistência que começa em nós.

A fé não pode ser apenas anunciada, ela precisa ser encarnada. A Igreja não precisa de uma aparência impecável, mas de testemunhos que deem credibilidade à Palavra porque permitem que Cristo seja visto neles, fora dos palcos, das publicações e dos discursos. Porque, no fim, a maior evidência de uma teologia verdadeira não está no quanto sabemos falar sobre Cristo, mas no quanto a nossa vida se parece com Ele.

O hoje à luz da eternidade | Até chegarmos em casa Como devemos viver em um mundo que não acredita no mesmo Deus que nós...
07/08/2026

O hoje à luz da eternidade | Até chegarmos em casa

Como devemos viver em um mundo que não acredita no mesmo Deus que nós? Vivemos em uma sociedade onde a cultura, os valores, as referências morais mudam constantemente. Sem perceber, somos influenciados por essas mudanças e, se não estivermos firmados em nossa identidade em Cristo, podemos nos perder.

Pedro nos lembra quem somos e para que fomos chamados. Muitos cristãos acabam cedendo à cultura e deixam de ser luz e sal, fazendo com que o evangelho perca seu impacto quando já não existe diferença entre sua vida e o mundo. No entanto, Deus não nos chamou nem para o isolamento, nem para a assimilação da cultura, mas para vivermos com uma presença santa, missionária, permanecendo sempre fiéis ao Senhor.

Não fomos chamados para dominar a cultura nem para desaparecer dentro dela, mas para revelar o caráter de Jesus através da nossa vida. Somos peregrinos, pertencentes a outro Reino. Nossa vida deve refletir a nova criação de Deus de forma tão evidente que até aqueles que nos criticam possam reconhecer nossas boas obras e glorificar ao Senhor.

O testemunho cristão não acontece apenas quando abrimos a boca. O testemunho cristão acontece quando a nossa vida torna-se plausível com aquilo que a nossa boca anuncia.
Que nunca esqueçamos quem nós somos. Moramos aqui, mas nossa cidadania pertence ao outro reino.

O Poder Destruidor da Ira | Pastor Rômulo Monteiro Ao ensinar sobre o Reino de Deus, Jesus nos convida a olhar além das ...
30/07/2026

O Poder Destruidor da Ira |
Pastor Rômulo Monteiro

Ao ensinar sobre o Reino de Deus, Jesus nos convida a olhar além das atitudes visíveis e a examinar aquilo que acontece nas profundezas do coração. A verdadeira justiça não se limita a evitar atos externos de violência, mas alcança também os sentimentos, as intenções e as disposições que cultivamos em nosso interior, pois a ira, quando alimentada, tende a crescer silenciosamente de diferentes formas.

Cristo aponta um caminho de esperança que não é a negação do conflito, mas a busca pela reconciliação, chamando-nos a tratar nossos relacionamentos com urgência. Antes mesmo de continuarmos nossas atividades religiosas, somos convidados a restaurar pontes e dar passos em direção ao outro, revelando que a reconciliação faz parte da vida daqueles que desejam refletir o caráter de Cristo.

O Evangelho transforma não apenas nossos cultos, mas também nossas conversas, pedidos de perdão e nossa disposição em restaurar comunhão. Onde a ira divide, a graça abre espaço para o perdão, e onde o orgulho insiste em permanecer, somos convidados ao caminho humilde da reconciliação, que produz liberdade para o coração e testemunha a beleza do Reino.

Em nosso bate-papo com os Pastores Rômulo, Franciane, Aldair e Hillary conversamos sobre como lidar com casamento, pater...
26/07/2026

Em nosso bate-papo com os Pastores Rômulo, Franciane, Aldair e Hillary conversamos sobre como lidar com casamento, paternidade, maternidade e como a dinâmica da Nova Criação nos conduz a um novo caminho para que a vida da Eternidade nos preencha e transborde.

Conferência da Família - sessão 2 - A antifragilidade dos filhosÉ sabido que vivemos em uma realidade onde muitas vezes ...
25/07/2026

Conferência da Família - sessão 2 - A antifragilidade dos filhos

É sabido que vivemos em uma realidade onde muitas vezes justificativas “psicológicas” assumem um papel de verdade absoluta, disfarçando o que podemos considerar verdadeira vaidade paternal. Nassim Taleb, conceitua o que chamamos de “antifragilidade”, onde entende-se que é necessário passarmos pelas dores cotidianas, para que amadureçamos. Diante da exposição à situações desconfortáveis, é que crescemos, amadurecemos e melhoramos.

A paternidade atual traz uma abordagem extremamente protetiva, na qual pais impedem o crescimento dos próprios filhos ao agirem de maneira superprotetiva, agindo de maneira controladora e sendo omissos na correção e no confronto. Isso vai de encontro ao que a Bíblia nos ensina em Pv. 13:24, onde vemos que se causa mais dano a uma criança quando a privamos de disciplina do que quando aplicamos. E em Pv. 29:15, vemos que pessoas entregues a si mesmas tendem a piorar.

Com isso, nos lembramos que o ser humano é por si só, pecador. Não existe inocente. Esse comportamento abusivo dos pais, desprepara os filhos para a vida, tira sua autonomia, cria pessoas emocionalmente fragilizadas que sequer sabem gerenciar seus próprios relacionamentos.

No fim, o que os filhos precisam é de pais presentes independente da situação, mas não que as impeçam de encarar a vida. Seja no amor ou na dor, o tempo e a presença é o que de fato constrói, desenvolve e possibilita que filhos cresçam verdadeiramente.

Sessão 1: Vivendo em uma família temporária | 1 Co 7. 25-38 Paulo nos conduz a uma verdade escatológica que está no pres...
25/07/2026

Sessão 1: Vivendo em uma família temporária | 1 Co 7. 25-38

Paulo nos conduz a uma verdade escatológica que está no presente: nada do que viveremos na eternidade está desconectado das escolhas que fazemos agora. Ao tratar do casamento e da família em 1 Coríntios 7, ele nos ensina a decidir hoje com a perspectiva Eterna. Formar e manter uma família, portanto, é também considerar que tipo de vida estamos construindo

Ao aconselhar a igreja, Paulo não ignora suas complexidades nem oferece respostas simplistas. Ele desmembra as nuances de casa situação e categoricamente aconselha, aponta e demonstra opções coerentes à luz do evangelho

Se acolhermos essa verdade, perceberemos que toda família é temporária. Talvez muitos dos conflitos que atravessam nossas casas nasçam justamente de esperarmos do que é passageiro aquilo que somente o Eterno pode oferecer. Paulo nos lembra que a forma presente deste mundo está passando e nos ensina a olhar para o casamento e para a família como dons preciosos para o caminho, mas nunca como o destino final da vida

Um bom casamento nasce quando entendemos que ele não é um fim em si mesmo, mas parte da história que Deus escreve em nós. O “tempo abreviado” nos ensina a dar às coisas o peso que elas realmente possuem. Valorizar a família é amá-la, cuidá-la com dedicação e, ao mesmo tempo, reconhecer seus limites porque todas as belezas desta vida apontam para aquilo que permanece

A Casa de Deus | Até Chegarmos Em CasaVivemos em um tempo em que tudo nos convida ao individualismo. Aprendemos a escolh...
24/07/2026

A Casa de Deus | Até Chegarmos Em Casa

Vivemos em um tempo em que tudo nos convida ao individualismo. Aprendemos a escolher aquilo que mais agrada aos nossos gostos, necessidades e preferências, e muitas vezes levamos essa mesma lógica para nossa vida espiritual.

Pedro nos lembra que Cristo é a Pedra Viva e que nós, unidos a Ele, somos pedras vivas sendo edificadas em uma casa espiritual. Isso significa que a fé cristã nunca foi planejada para ser vivida de forma isolada. Deus não apenas salva indivíduos; Ele forma um povo. Não apenas perdoa pecadores; Ele constrói uma família onde cada vida encontra seu lugar.

Por isso, antes de desejarmos crescer espiritualmente, somos convidados a abandonar tudo aquilo que destrói a comunhão: a maldade, a inveja, a hipocrisia e as palavras que ferem. Também somos chamados a cultivar uma fome sincera pela presença de Deus, alimentando-nos continuamente da Sua Palavra.

Quando compreendemos que pertencemos à Casa de Deus, deixamos de perguntar o que a igreja pode fazer por nós e começamos a perguntar: como podemos servir naquilo que Deus está edificando? Então descobrimos que nossa identidade não está em nossos talentos, preferências ou funções, mas em Cristo, a Pedra Angular. É nEle que encontramos nosso fundamento, nossa família e nossa verdadeira esperança, enquanto caminhamos juntos, até o dia em que estaremos definitivamente em Casa.

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