22/05/2026
Santa Rita de Cássia nasceu em Roccaporena, na Úmbria, por volta de 1371, em uma família humilde e profundamente religiosa. Educada pelos Agostinianos, desenvolveu grande devoção a Santo Agostinho, São João Batista e São Nicolau de Tolentino. Ainda jovem, casou-se com Paulo de Mancino e, com oração, paciência e serenidade, ajudou o marido a viver de forma mais cristã. O casal teve dois filhos, Giangiacomo e Paulo Maria, mas a violência das disputas políticas atingiu sua família: Paulo foi assassinado, e Rita, mesmo sofrendo profundamente, perdoou os responsáveis e procurou impedir que os filhos buscassem vingança. Pouco tempo depois, os dois filhos morreram devido a uma doença, e Rita encontrou co***lo na fé, intensificando sua vida de oração e dedicação à paz.
Aos 36 anos, Rita pediu ingresso no Mosteiro de Santa Maria Madalena de Cássia, sendo inicialmente recusada por causa dos conflitos ligados à morte do marido. Após a reconciliação das famílias envolvidas, conseguiu entrar para a vida religiosa agostiniana, destacando-se pela humildade, oração, penitência e caridade com os pobres e enfermos. Em profunda união com Cristo, recebeu em 1432 o estigma de um espinho da coroa do Crucifixo na fronte, marca que permaneceu até sua morte. Pouco antes de falecer, em janeiro, pediu uma rosa e dois figos do jardim de sua antiga casa, e o milagre das flores e frutos em pleno inverno tornou-se símbolo da bondade de Deus e da sua santidade. Santa Rita morreu entre 21 e 22 de maio de 1447, e sua devoção cresceu rapidamente, tendo a rosa como principal símbolo de sua vida marcada por sofrimento, fé e esperança.
Santa Rita de Cássia, rogai por nós!