Vale do Amanhecer / Ibiúna e Mairinque - SP

Vale do Amanhecer / Ibiúna e Mairinque  - SP "A FÉ E A CIÊNCIA DE MÃOS DADAS". atendimento aos domingos à partir das 15 hs. em Mairinque. Av. Horácio Manley Lane, 169 - Jd. Granada. sejam todos bem vindos.

Ordem Espiritualista Cristã | Vale do Amanhecer
Atendimento espiritual gratuito, com base nos ensinamentos de Jesus Cristo, guiados na base da humildade, tolerância e amor.

Lei Negra:A Lei Negra é uma espécie de máfia, um grupo imenso de malfeitores, do mundo invisível, e, como sua similar no...
29/04/2026

Lei Negra:
A Lei Negra é uma espécie de máfia, um grupo imenso de malfeitores, do mundo invisível, e, como sua similar no plano físico da Terra, ela escraviza seus membros, que ficam quase sem possibilidades de libertação.

Suas falanges são alimentadas e crescem, à custa dos espíritos nômades e sem protetores. E tudo isso acontece por opção do próprio espírito, guiado por seu livre arbítrio.

Sempre que um espírito termina seu estágio na Pedra Branca, onde ele tem a oportunidade de conhecer a verdade sobre si mesmo, seus Mentores lhe dão toda a assistência e lhe mostram o verdadeiro caminho. Mas a decisão é dele, e sua chance permanece até o último instante. Se ele tomar a decisão errada, acaba por se tornar vítima da Lei Negra.

Existem uns espíritos no submundo invisível que se chamam Exus Caçadores. Eles ficam à espreita e aguardam as decisões dos espíritos recém desencarnados. Assim que os Mentores desistem, eles entram em ação. Aproximam-se do espírito, seduzem-no, e o levam para suas cavernas. Lá, esses espíritos são submetidos a todas as sevícias e começam pesado treinamento naqueles costumes, até se tornarem exus.

Tia Neiva em “Manoel Truncado”

A forma como André Luiz descreve a sua chegada ao mundo espiritual é simplesmente aterrorizante. É um verdadeiro soco no...
12/04/2026

A forma como André Luiz descreve a sua chegada ao mundo espiritual é simplesmente aterrorizante. É um verdadeiro soco no estômago.

Ele relata que perdeu completamente a noção de tempo e espaço. Imagina o desespero: ele tinha a certeza absoluta de que já estava morto, de que não pertencia mais ao mundo dos vivos. E, no entanto, para o seu terror, ainda sentia os pulmões puxando o ar de forma desesperada, como se estivesse sufocando numa atmosfera densa e pesada.

Ele se viu preso numa espécie de cela escura de puro horror, no Umbral. O medo que sentia era tão brutal que seus cabelos ficavam eriçados e o coração saltava no peito. André Luiz vagava no meio do nada, gritando como um louco, implorando por piedade. O mais perturbador é que, quando o silêncio daquele lugar bizarro não abafava os seus gritos, a resposta que recebia eram lamentos ainda mais dolorosos que os dele, ou gargalhadas sinistras e debochadas rasgando a escuridão. Ele se sentia cercado por prisioneiros da loucura.

A paisagem ao seu redor era medonha. Às vezes, surgiam rostos animalescos e formas diabólicas no meio de uma neblina espessa e cinzenta. A luz era pálida, e o sol parecia aquecer de muito longe, sem vida. Ele não parava de fugir. O pavor o empurrava como um vendaval, sem rumo. Ele perdeu totalmente o contato com a vida que conhecia: não sabia onde estava a esposa, os filhos, a casa... O choque de se ver fora do corpo sugou toda a sua capacidade de raciocinar. A consciência pesava tanto que ele desejava a ausência total da razão; ele preferia não existir a ter que encarar aquela realidade.

As coisas só pioravam. De vez em quando, exausto de tanto chorar, ele conseguia o alívio de um sono rápido. Mas até esse co***lo lhe era roubado bruscamente. Seres monstruosos e irônicos o acordavam, e a única opção que lhe restava era voltar a fugir deles.

É no meio de todo esse tormento que a ficha de André Luiz começa a cair. Ele havia sido um homem super culto na Terra, um médico cheio de teorias científicas, políticas e filosóficas. Mas ali, no Umbral, ele percebeu que nada daquilo importava. A dor o obrigou a reconhecer que a humanidade não é feita de gerações passageiras de carne e osso, mas de espíritos eternos. Ele compreendeu, tardiamente, que a fé e a ligação verdadeira com Deus são as únicas coisas que permanecem.

Ele faz uma autocrítica pesadíssima. Ele reconhece que não foi um criminoso na Terra; não roubou, não matou ninguém. Mas foi engolido pela "filosofia do imediatismo". A vida dele foi absurdamente egoísta. Ele teve pais generosos, formou-se sem grandes sacrifícios, curtiu os vícios da mocidade, casou, teve filhos e correu atrás de estabilidade financeira para garantir o conforto exclusivo do seu grupo familiar.

E é exatamente aí que a consciência apresenta a conta! Ele experimenta a amarga noção de "tempo perdido". Ele percebe que viveu na Terra, sugou todas as bênçãos e alegrias da vida, mas não devolveu um único centavo desse débito enorme. Ele trancou a esposa e os filhos numa teia feroz de egoísmo e fechou as portas do seu lar para todos os que palmilhavam o deserto da angústia. Ele se deliciou com as alegrias da família de sangue, mas foi completamente surdo aos deveres mais básicos de fraternidade com a imensa família humana.

Ele se define como uma "flor de estufa". Ele conta que sufocou as sementes divinas em sua alma por causa do desejo incontrolável de bem-estar material. Como ele não "adestrou" os seus órgãos espirituais na Terra através da caridade, ele acordou no Umbral como um aleijado espiritual. Ele foi jogado no rio infinito da eternidade sem conseguir acompanhar as águas. Era como um mendigo infeliz, exausto no deserto, vagando à mercê dos tufões das próprias imperfeições.

O relato termina com um apelo arrepiante para os que ainda estão na Terra. Ele diz: "Ó amigos da Terra! Quantos de vós podereis evitar o caminho da amargura com o preparo dos campos interiores do coração?" Ele avisa para acendermos as nossas luzes antes de atravessar a grande sombra e para buscarmos a verdade antes que a verdade nos surpreenda. Em resumo: ele pede para suarmos no trabalho do bem hoje, para não chorarmos depois.
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Este é um resumão de tudo o que você precisa saber sobre o capítulo 1 de Nosso Lar, psicografado pelo médium Chico Xavier.

30/03/2026
27/03/2026
O BANQUETE DOS VERMES: A VERDADE ESPIRITUAL SOBRE A GULA (E AS LESMAS INVISÍVEIS NO SEU ESTÔMAGO)Há quem use a comida pa...
25/03/2026

O BANQUETE DOS VERMES: A VERDADE ESPIRITUAL SOBRE A GULA (E AS LESMAS INVISÍVEIS NO SEU ESTÔMAGO)

Há quem use a comida para preencher o vazio, aliviar a ansiedade ou recompensar a própria dor. Mas, quando o excesso vira hábito, o corpo pesa, a mente embota e o espírito perde leveza. Pela visão espírita, comer além da necessidade não afeta só a balança: a intemperança pode transformar o campo vital num ambiente denso, intoxicado e propício a influências degradantes.

Em Missionários da Luz, André Luiz descreve o caso de uma senhora cujo estômago espiritual se mostrava dilatado, pesado, saturado de resíduos grosseiros, como um vaso sobrecarregado de pastas alimentares em fermentação. Do ventre superlotado desprendiam-se emanações desagradáveis, e ali se agrupavam formas inferiores, semelhantes a lesmas vorazes, sugando-lhe os recursos nutritivos e agravando-lhe o abatimento.

A Doutrina Espírita ensina que o abuso à mesa não é simples questão de apetite. A gula desarmoniza o perispírito, adensa os fluidos, perturba os centros de força e favorece o vampirismo orgânico. O excesso cria uma faixa vibratória pesada, que dificulta o socorro espiritual e paralisa as faculdades mais nobres da alma.

A ciência observa os prejuízos da compulsão alimentar no metabolismo, na digestão, no sistema nervoso e no equilíbrio hormonal. A leitura espiritual acrescenta que o desregramento também repercute no corpo bioplásmico, como se o tubo digestivo se convertesse num pântano eletromagnético que esgota a vitalidade e amplia o mal-estar.

Mas há caminho de volta. Seu corpo não é lixeira nem instrumento de punição: é templo de aprendizado. Discipline o apetite com paciência e consciência. Coma para sustentar a vida, não para afogar a alma. A moderação, a prece e os bons pensamentos funcionam como verdadeira assepsia íntima, limpando o campo espiritual e devolvendo paz, força e leveza.

20/02/2026
18/02/2026
18/02/2026
16/02/2026

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