Centro Espírita Ogum Beira-Mar

Centro Espírita Ogum Beira-Mar � Um Terreiro de Umbanda que busca mostrar nosso amor aos Guias, Mentores Espirituais e Entidades! �

09/12/2023

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Clamo a Zambi ou Deus que me faça merecedor de sua misericórdia e amor.
Que possamos olhar nosso próximo como os Vovós e Vovôs olham por cada neto seu.
Dentro de uma casa de Santo aprendemos que o primeiro caminho e o amor. Pois quem ama não carrega nada ruim dentro de si.
É ser Macumbeiro e dançar e tocar a vida com perdão e amor como o pai nos ensinou.

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08/11/2023

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Antes de se tornar uma entidade, Ogum era um guerreiro que, mesmo diante de batalhas consideradas impossíveis, não se deixava abater.
Hoje dentro dos Terreiros de Umbanda Ogum e o General de Umbanda.
Senhor de vencer batalhas sem perder nenhum soldado de ambos os lados. Ogum propaga o amor de nosso senhor Jesus Cristo.

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29/07/2023

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Que Pai Boiadeiro ordenança de Jesus de Nazaré nós ensine a remar no mar da vida e nas matas que se encontramos ele nós ensine a caçar tudo que a de bom.

06/02/2022

Hoje venho aqui agradecer por participar da entrega do presente de Mãe Iemanjá.
Sei que eu e todos os envolvidos gostaríamos de fazer a procissão de Iemanjá como manda.
Mais sabemos da pandemia então só entregamos o presente com muito amor ao sagrado.
A mãe Vanda Vaz , pai Baba Alcir D'Oxala , pai Vanderley Fernandes e todos os envolvidos meu muito obrigado.

Gratidão me define por viver mais um momento lindo e único de muito amor ao nosso sagrado.

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Muitas vezes, a vida mede nossa fé opondo-nos resistência. Os obstáculos fazem parte da caminhada e render-se a eles dem...
13/09/2021

Muitas vezes, a vida mede nossa fé opondo-nos resistência. Os obstáculos fazem parte da caminhada e render-se a eles demonstra fraqueza.
Somente através da persistência e do bom animo é que conseguimos tornar realidade nossos mais ousados sonhos.
Quando se tem a certeza interior de que estamos no caminho certo, nada, nem ninguém, pode ser mais forte que nós mesmos.
Possuímos uma força poderosa, capaz de perseverar e conseguir tudo, bastando acreditar firmemente que, mesmo difícil, jamais será impossível.

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03/09/2021

Quando o sonho se desfaz,
Deus reconstrói.
Quando se acabam as forças,
Deus renova.
Quando é impossível conter as lágrimas,
Deus dá alegria.
Quando não há mais amor,
Deus o faz nascer.
Quando a maldição é certa,
Deus transforma em bênção.
Quando parecer ser o final,
Deus dá um novo começo.
Quando a aflição quer persistir,
Deus nos envolve com a paz.
Quando a doença assola,
Deus é quem cura.
Quando o impossível se levanta,
Deus o torna possível.
Quando faltam as palavras,
Deus sabe o que queremos dizer.
Quando tudo parece se fechar,
Deus abre uma nova porta.
Quando você diz: não vou conseguir,
Deus diz: Não temas, pois estou contigo.

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Foi na Umbanda que aprendi que Exu é sinônimo de caminho, segurança e evolução. E que o diabo (assim como a maldade) só ...
18/08/2021

Foi na Umbanda que aprendi que Exu é sinônimo de caminho, segurança e evolução. E que o diabo (assim como a maldade) só existe no coração do ser humano.
Na Umbanda, Ogum me ensinou que a força de um guerreiro está na coragem de lutar e não nas armas ou armaduras.
Foi na Umbanda que Oxóssi me ensinou que entre a semeadura e a colheita existe um longo caminho, onde é necessário o cuidado e o cultivo.
Na Umbanda, Xangô me ensinou que a verdadeira justiça vem da retidão e que justo é aquele que tem sua consciência tranquila.
Na Umbanda, Iansã me ensinou que uma borboleta e um búfalo podem habitar o mesmo ser e que depois de cada tempestade sempre sopram os ventos da bonança.
Na Umbanda, Oxum me mostrou que nem tudo (ou todos) que reluz é ouro e me ensinou a reconhecer e valorizar tesouros que não tem preço.
Na Umbanda, Iemanjá me ensinou que as pessoas são como o mar, vão muito além do que podemos ver; e que assim como as ondas, tudo na vida vai e vem.
Foi na Umbanda que Nanã me ensinou que o segredo da harmonia é o respeito e a compreensão.
Na Umbanda, Obaluayê me ensinou que um rei com os pés no chão vale mais do que toda uma corte soberba.
Na Umbanda eu aprendi que as folhas de um Caboclo podem curar dores da alma e do coração; que a reza de um Preto Velho é capaz de vencer uma guerra sem precisar de soldados.
Eu vi o abraço de um Boiadeiro se tornar porto seguro para quem estava aflito; aprendi, nos encantos da Cigana, que o Divino está em toda a natureza.
E nas histórias de um Baiano aprendi lições que nenhum bacharel poderia dar.
Vi também, na pureza e na alegria de um Erê, muitas lágrimas secarem e a esperança renascer.
Foi na Umbanda que Oxalá me ensinou que o poder da oração pode transformar, que a resignação é fruto da verdadeira fé e que a caridade deveria ser lei entre todos nós como irmãos.
A Umbanda me ensinou que somos muito mais do que podemos ver, e de que nada adianta termos muito e não sermos nada, pois desta vida só levamos aquilo que soubermos deixar no coração de alguém.

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O CANDOMBLÉ E OS PRETOS VEHOS:No mês de maio as Casas de Umbanda festejam os Pretos Velhos. Já os Barracões de Candomblé...
13/05/2021

O CANDOMBLÉ E OS PRETOS VEHOS:
No mês de maio as Casas de Umbanda festejam os Pretos Velhos. Já os Barracões de Candomblé, dividem-se. Uns, aderem aos festejos. Outros, fazem questão de rejeitar as comemorações, alegando inexistir culto aos Pretos Velhos na Liturgia africana. Acho mais do que pertinente lançar algumas ponderações a respeito.
Não resta sombra de dúvidas que o culto aos deuses africanos no Brasil (como já diferiam Pierre Verger e Roger Bastide) não é igual ao da África. E não foi apenas o Oceano Atlântico que proporcionou as distinções. Além da geografia, o tempo, a cultura, os aspectos sociais, os episódios históricos, os novos sentires, os novos olhares e a própria fauna e flora, contribuíram decisivamente para que várias alterações fossem realizadas no rito original. O que eu chamo de “releitura”. Nada engendrado, nem premeditado. Apenas ocorrido.
Todavia, adaptado ou não; relido ou não, a organização sócio-religiosa que nós chamamos de Candomblé só existe no Brasil graças aos negros africanos de diversas etnias e a seus descendentes. Graças a eles. À alma deles.
Naquela época, dizia-se que os “negros não tinham alma”. Mas hoje, há que se dizer: tinham, sim! Têm, sim! O Candomblé deve sua existência à alma deles! Dos “Pretos Velhos”, dos “Pretos Novos”, dos “Pretos”, dos velhos, dos novos. Negar a importância daqueles homens e mulheres sábios e briosos na formação do Candomblé, é negar novamente e preconceituosamente sua alma, seu espírito guerreiro, sua dignidade, sua força.
Os negros africanos chegaram nesta terra distante em condições precárias, despojados de sua liberdade, família, bens e costumes. Mas não abandonaram sua religiosidade.
Foram confinados em navios pútridos e em galpões inabitáveis. Separados dos seus, foram vendidos como animais em praça pública até serem finalmente jogados em senzalas onde eram misturados com outros desafortunados. Congoleses, angolanos, daomeanos, iorubanos, trabalhavam de sol a sol, sem direitos, sem reconhecimento.
A despeito de tudo, esse povo corajoso não deixou que se perdesse o único bem que lhes restara a salvo de seus algozes: sua crença.
Em que pese o massacre físico e emocional, os escravos mantiveram acesa a chama da fé. Venceram a opressão, a dor física e o sofrimento moral. Apesar de proibidos de cultuar seus Deuses pela brutalidade dos feitores, encontraram no sincretismo com imagens de Santos católicos, uma forma de lograr os brancos e agradar aos seus ancestrais.
Se hoje, séculos após, podemos livremente bater no peito e erguermos a voz para nos dizermos candomblecistas, devemos àquele Povo heróico, que conseguiu a proeza de, na condição de escravos, perpetuarem sua herança; manterem viva sua memória.
O Candomblé deve sua alma a eles. O Candomblé tem a “alma” deles. Negar isso é negar novamente a alma dos negros.
Os fundadores “dos Candomblés” são nossos ancestres, são nossos “ésà”. São nossos “mais velhos”. São nossos “Pretos Velhos”. Se do Benin, de Angola, do Congo, ou de Kétu. Não sei. Não sei em que terra, ou terreiro. Não sei. Sei que os quero por perto. Bem perto. Salve a alma deles! Adorei as almas!
Salve Joaquim, Benedito, Roque, Maria Joana, Aninha, Senhora, Talabi, Salakó! Salve! Salve Menininha, Salve Stella, Salve Olga, Salve Beata! Salve as almas dos “Pretos”! Salve a viva alma dos “Velhos”!
Márcio de Jagun





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11/05/2021

Salve as Santas Almas!

02/02/2021

Hoje é o dia de Iemanjá, a rainha do mar. Na verdade, esse orixá é mãe de um rio na Nigéria com o mesmo nome, tanto que sua saudação é Odoya! (mãe do rio) onde suas águas desembocam no mar (Olokum). Linda mãe das águas! Protege seus filhos no Brasil que te amam tanto. Conceda paz a humanidade. Salve-nos das doenças e desavenças. Nos proporcione uma vida abençoada, axé!
"Iemanjá me guia em maré mansa e na maré cheia também. Hoje eu vou cantar, vou louvar na areia em lua cheia minha mãe Iemanjá. Salve as conchinhas de prata, salve quem aqui está, salve a mãe sereia, rainha, mãe Iemanjá. Desejar para tudo que vem flores brancas, paz e Iemanjá."
Teu dia, teu mês, teu ano mamãe Iemanjá.

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Magé, RJ
25926-492

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