Igreja Reformada Santo Evangelho

Igreja Reformada Santo Evangelho Igreja em plantação. Plantação da Igreja Reformada Santo Evangelho. Talvez você não tenha pensado muito sobre o assunto de plantar Igrejas. Plínio Sousa.

A sua Igreja tem participado na plantação de Igrejas centradas no Evangelho, em sua comunidade ou mais além? Essa é uma pergunta importante, que devemos considerar nestes dias em que o Evangelho é minimizado em favor de obras pragmáticas, focalizadas no homem. Considere o padrão bíblico de plantar Igrejas e por que isso é necessário à obra de evangelização. Pergunte ao Senhor que papel a sua Igrej

a poderia desempenhar na expansão do Evangelho entre todas as pessoas. Motivado pelo Evangelho e satisfeito tão–somente com a honra de Jesus Cristo, avance corajosa e humildemente como parte da rede de Igrejas e plantadores de Igreja, em todo o mundo, que desejam ver a glória de Jesus Cristo resplandecendo por meio de suas Igrejas. Há anos atrás, quando comecei a fazer planos de abandonar todas as coisas por Cristo, o desejo exteriorizou–se do meu coração à piedade de viver tão–somente para o Evangelho — servindo a Igreja — e honrando a Cristo como um servo útil e devoto, um dos sinais de minha regeneração, agora é a hora da plantação da Igreja Reformada Santo Evangelho; que Deus ajude–me enviando-me conservos.

— Pr.

JONATHAN EDWARDS E FRANÇOIS TURRETTINI SOBRE NECESSIDADE, CONTINGÊNCIA E LIBERDADE DA VONTADEEm resposta a Paul Helm.Na ...
16/09/2025

JONATHAN EDWARDS E FRANÇOIS TURRETTINI SOBRE NECESSIDADE, CONTINGÊNCIA E LIBERDADE DA VONTADE

Em resposta a Paul Helm.

Na sua época, e ao longo do século XIX, as opiniões de Edwards foram tanto criticadas quanto elogiadas por se desviarem das concepções reformadas sobre a livre escolha. Suas ideias foram defendidas como plenamente compatíveis com a doutrina reformada, incluindo as formulações presentes nos Padrões de Westminster, embora fossem consideradas um pouco mais deterministas do que a tradição anterior. Foram também aplaudidas por terem finalmente inserido o pensamento reformado sobre o tema em um arcabouço determinista filosoficamente robusto. Esses debates ocorreram tanto no contexto norte–americano de Edwards quanto na Grã–Bretanha, envolvendo pensadores como Joseph Priestley (1733 – 1804), Dugald Stewart (1753 – 1828), William Hamilton (1788 – 1856), William Cunningham (1805 – 1861), John Lafayette Girardeau (1825 – 1898) e Robert Lewis Dabney (1820 – 1898). Meu recente ensaio, no qual delineio os debates britânicos e aponto o afastamento de Edwards em relação aos padrões de pensamento da antiga ortodoxia reformada, foi contestado por Paul Helm. Helm argumenta que o compatibilismo filosófico de Edwards pode ser facilmente integrado aos ensinamentos da ortodoxia reformada.

Há vários pontos de divergência, bem como alguns de concordância entre Paul Helm e eu, que precisam ser esclarecidos imediatamente. Em primeiro lugar, continuo a discordar dele quanto à adequação dos termos modernos “libertário” e “compatibilista” como descritores das argumentações medievais, dos séculos XVI e XVII, sobre a causalidade divina e humana. Em segundo lugar, embora eu tenha identificado a posição de Edwards sobre a causalidade divina e humana como “compatibilista”, devo esclarecer que não identifico a alternativa ortodoxa reformada, como evidenciado no pensamento de Turrettini, como “libertária”. Minha suposição é que “Turrettini defendeu tanto uma visão da livre escolha humana quanto uma doutrina da causalidade divina última de todas as coisas”.

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Em resposta a Paul Helm[2]. Na sua época, e ao longo do século XIX, as opiniões de Edwards foram tanto criticadas quanto elogiadas por se desviarem das concepções reformadas sobre a livre escolha. Suas ideias foram defendidas como plenamente compatíveis com a doutrina reformada, incluindo as f...

COBERTURA DE CABEÇA NO CULTO PÚBLICOUm tema controverso, evitado por muitos pastores e concílios em nossos dias, é o uso...
30/07/2025

COBERTURA DE CABEÇA NO CULTO PÚBLICO

Um tema controverso, evitado por muitos pastores e concílios em nossos dias, é o uso de véus (ou coberturas de cabeça) no culto público. Há diversas razões pelas quais tal assunto é negligenciado. [1] – Muitos o consideram um “jogo perdido”, sobretudo por parte de presbitérios que desejam evitar ofender pessoas de opiniões divergentes. [2] – A passagem que trata do uso de véus é de difícil interpretação e, por isso, tem sido empregada para sustentar pontos de vista completamente distintos. [3] – O uso de coberturas na adoração pública é, na atualidade, tanto raro quanto impopular. De fato, não poucas mulheres — e até alguns homens — sentem-se profundamente ofendidos com a prática. Pastores já foram demitidos ou pressionados a renunciar unicamente pelo fato de suas esposas cobrirem a cabeça no culto. [4] – Lamentavelmente, muitos ministros, em nossa era, compreendem seu ofício não como arautos da verdade, mas como meros gestores de pessoas. Assim, doutrinas e práticas que geram controvérsia precisam ser evitadas ou reinterpretadas de forma a justificar os costumes atuais.

Ainda que o uso de véus no culto público seja controverso e impopular, há razões importantes pelas quais tal prática deve ser seriamente considerada. Uma razão evidente é que o Apóstolo Paulo dedica uma porção significativa de um capítulo em sua epístola para tratar deste tema. O Apóstolo, movido pelo Espírito, apresenta argumentos detalhados em favor do uso de coberturas. Ora, tudo quanto se encontra na palavra de Deus requer nossa mais atenta consideração. Ademais, Paulo ordena o uso de véus por parte das mulheres no culto. Caso tal prática deva ser rejeitada ou ignorada em nossos dias, é imperioso que a Igreja possua razões exegéticas claras para tanto. Como cristãos, nossa lealdade suprema não pertence ao “status quo”, nem ao espírito de nosso tempo, mas ao Senhor Jesus Cristo e à sua Palavra infalível.

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Introdução. Um tema controverso, evitado por muitos pastores e concílios em nossos dias, é o uso de véus (ou coberturas de cabeça) no culto público. Há diversas razões pelas quais tal assunto é negligenciado. [1] – Muitos o consideram um “jogo perdido”, sobretudo por parte de presbit...

UMA PRAGA DOUTRINÁRIA DO SÉCULO XXI — O ARMINIANISMOO Sínodo de Dort (também conhecido como o Sínodo de Dordt ou Sínodo ...
09/06/2025

UMA PRAGA DOUTRINÁRIA DO SÉCULO XXI — O ARMINIANISMO

O Sínodo de Dort (também conhecido como o Sínodo de Dordt ou Sínodo de Dordrecht), um sínodo internacional que teve lugar em Dordrecht, na Holanda, de 1618 a 1619 pela Igreja Reformada Holandesa, enfrentou o Arminianismo quando este se manifestou por meio dos ensinamentos diretos de Jacó Armínio (1560 – 1609) e de seus seguidores, os Remonstrantes. Dort declarou que, em reação aos Artigos e Opiniões arminianas e remonstrantes, Armínio e os Remonstrantes: — “fazem ressurgir do inferno o erro pelagiano”. Afirmaram que o Arminianismo “engana os simples”, “é uma invenção do cérebro humano”, é um “erro pernicioso”, “cheira a Pelágio”, “se opõe a toda a Escritura”, é “erro grosseiro”, “milita contra a experiência dos santos e é contrário à Escritura”, “contradiz a Escritura”, “tenta dar ao povo o veneno mortal do Pelagianismo”, “contradiz o Apóstolo” e “contradiz o Salvador”, “é um insulto à sabedoria de Deus”, “se opõe aos claros testemunhos da Escritura”, “é um ensino inteiramente pelagiano e contrário a toda a Escritura”. Os cristãos devem saber que “a Igreja primitiva já condenou esta doutrina há muito tempo nos pelagianos”, “é evidentemente pelagiana”, e “anula a própria graça da justificação e regeneração”.

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O panorama do pensamento religioso moderno, em particular a Igreja do século XXI, enfrenta um dilema desafiador. Que poderia ser esta aberração doutrinária e de onde ela se origina? O Apóstolo Paulo ordena em Tito 3:10, 11: — “Ao homem herege, depois de uma e outra admoestação, evita-o, s...

O CATIVEIRO PELAGIANO DA IGREJA1 – A história da heresia.“O erro se espalha de uma pessoa para outra. É como a peste, qu...
09/06/2025

O CATIVEIRO PELAGIANO DA IGREJA

1 – A história da heresia.

“O erro se espalha de uma pessoa para outra. É como a peste, que infecta tudo ao seu redor. Satanás, ao infectar uma pessoa com o erro, infecta a muitos outros! O erro de Pelágio se espalhou rapidamente para a Palestina, África e Itália (Thomas Watson)”.

Junto com Pelágio, os evangélicos hoje acreditam que a salvação é pelo caráter. Eles creem que os homens, pela fé, antes que Deus efetue uma mudança em sua natureza, devem exercer sua vontade em direção ao que é bom e crer nas promessas de Deus sem coerção, porque são capazes de fazê-lo. Isso é o que Pelágio acreditava: — um notório herege (heresiarca) do século V, condenado pelos concílios, sínodos, teólogos e pastores de sua época, e por sínodos e concílios subsequentes. Pode-se dizer que a Igreja evangélica hoje está cativa pela Teologia herética de Pelágio, embora não tenha consciência disso. Mas afirmar essa acusação não é suficiente para que se acredite nela. Isso deve ser comprovado. Primeiro, é importante delinear o contexto histórico da vida de Pelágio e sua interação eclesiástica. Em segundo lugar, será útil delinear e refutar sua doutrina e os efeitos subsequentes do semipelagianismo. Em terceiro lugar, haverá uma análise do evangelicalismo e sua continuação do pelagianismo e semipelagianismo. Por fim, haverá uma breve conclusão sobre as descobertas.

2 – A história do Pelagianismo e do Semipelagianismo.

Primeiro, historicamente, Pelágio é conhecido no cenário histórico como um monge britânico de olhos azuis, com o sobrenome Morgan, cuja fama emergiu em Roma no início do século V. Ele estudou a Teologia grega, especialmente a da Escola Antioquena, e demonstrou cedo grande zelo pela melhoria de si mesmo e do mundo. Warfield diz: — “Ele também era constitucionalmente avesso à controvérsia; e embora, em seu zelo pelos costumes cristãos e em sua convicção de que nenhum homem tentaria fazer o que não estivesse persuadido de ter poder natural para realizar, propagasse diligentemente suas doutrinas em particular, foi cuidadoso para não despertar oposição e estava contente em progredir silenciosamente e sem discussão aberta”. Isso, no entanto, não duraria muito. Pelágio, já avançado em idade, demonstrou que suas habilidades exegéticas eram bastante superficiais, como aparece em seu “Comentário sobre as Epístolas de São Paulo”, escrito e publicado no ano 409 d.C. Nesta obra, Pelágio expõe a essência de seu sistema; não, porém, como fruto de labor exegético sóbrio, mas de forma indireta, como reação às doutrinas prevalentes de sua época, buscando introduzir uma inovação. Empenhou-se, com quietude e diligência, na reforma dos costumes decadentes de Roma e atraiu à vida monástica — bem como às suas concepções — o advogado Celéstio, homem de origem distinta, embora obscura em outros aspectos. A Pelágio cabe o papel de autor moral do sistema; a Celéstio, o de seu artífice intelectual.

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1 – A história da heresia. “O erro se espalha de uma pessoa para outra. É como a peste, que infecta tudo ao seu redor. Satanás, ao infectar uma pessoa com o erro, infecta a muitos outros! O erro de Pelágio se espalhou rapidamente para a Palestina, África e Itália (Thomas Watson)[2]”. Jun...

FOGO ESTRANHO E O CULTO EVANGÉLICO1 – Introdução.Nos dias atuais, quando cristãos professos consideram inovações, acomod...
26/05/2025

FOGO ESTRANHO E O CULTO EVANGÉLICO

1 – Introdução.

Nos dias atuais, quando cristãos professos consideram inovações, acomodações culturais e a modernização do culto público a Deus como boas e necessárias para fins de entretenimento, relevância e crescimento da Igreja, um trecho das Escrituras que precisa ser considerado é Levítico 10:1 – 6 (ACF): — “E os filhos de Arão, Nadabe e Abiú, tomaram cada um o seu incensário e puseram neles fogo, e colocaram incenso sobre ele, e ofereceram fogo estranho perante o Senhor, o que não lhes ordenara. Então saiu fogo de diante do Senhor e os consumiu; e morreram perante o Senhor. E disse Moisés a Arão: — Isto é o que o Senhor falou, dizendo: — ‘Serei santificado naqueles que se chegarem a mim, e serei glorificado diante de todo o povo’. Porém Arão calou-se. E Moisés chamou a Misael e a Elzafã, filhos de Uziel, tio de Arão, e disse-lhes: — ‘Chegai, levai a vossos irmãos de diante do santuário, para fora do arraial’. Então chegaram, e os levaram nas suas túnicas para fora do arraial, como Moisés lhes dissera. E Moisés disse a Arão, e a seus filhos Eleazar e Itamar: — ‘Não descobrireis as vossas cabeças, nem rasgareis vossas vestes, para que não morrais, nem venha grande indignação sobre toda a congregação; mas vossos irmãos, toda a casa de Israel, lamentem este incêndio que o Senhor acendeu’”.

Este trecho é fundamental, pois nos orienta sobre como devemos nos aproximar do único Deus verdadeiro, infinitamente justo e santo, de forma geral, e nos ensina, de maneira particular, como adorar a Yahweh no culto. Antes de discutirmos os detalhes específicos desta seção das Escrituras, é necessário considerar algumas questões introdutórias.

2 – Ocasião e contexto.

Primeiro, a ocasião e o contexto deste incidente são significativos. Em Levítico 8, Arão e seus filhos foram separados e ordenados para seu ofício sacerdotal especial. Isso foi um evento público, realizado em estrita conformidade com o mandamento de Deus em Êxodo 29. Toda a congregação se reuniu diante do recinto da tenda da congregação, onde estava o grande altar de bronze, para assistir ao serviço de ordenação e à consagração do tabernáculo. Arão e seus filhos foram lavados com água, vestidos com suas vestes sacerdotais especiais e ungidos com óleo. Tudo isso foi seguido por uma oferta de santificação–purificação. Wenham explica: — “Se Deus estivesse presente nos sacrifícios oferecidos pelo sacerdote, seu santuário precisava ser purificado da poluição do pecado, especificamente das poluições introduzidas pelos próprios sacerdotes. Para esse fim, o primeiro sacrifício foi uma oferta de purificação em nome de Arão e seus filhos: — eles impuseram as mãos sobre o novilho (Levítico 8:14). O sacrifício segue exatamente as instruções em Êxodo 29:10 – 14, e é muito semelhante ao ritual estabelecido para a oferta de purificação de um sacerdote em Levítico 4. Aqui, no entanto, Moisés oficia no lugar dos sacerdotes, que ainda não foram ordenados, e o sangue é aplicado ao altar de holocaustos, em vez de no véu e no altar de incenso (Levítico 4:6, 7)”.

A oferta pelo pecado, na qual Arão e seus filhos impuseram as mãos sobre um novilho, simbolizava a imputação de seu pecado e culpa a Cristo, a verdadeira e perfeita oferta pelo pecado. Isso foi seguido por um holocausto que simbolizava o holocausto que Jesus suportou como resgate pelo pecado. Identificando-se com o animal limpo, abatido e consumido, eles estavam dedicando-se publicamente ao serviço de Deus por meio do sacrifício perfeito que viria. Tudo isso foi seguido por uma oferta pacífica, com parte do sangue da vítima sacrificial aplicado na orelha direita, no polegar direito e no dedo grande do pé direito, bem como nas vestes de Arão e seus filhos (Levítico 8:23, 24, 30). “O sangue indica (Êxodo 24) que, no Pacto, Israel se tornou o povo de Deus. Assim, aqui o sangue liga Deus e Arão, mostrando de maneira visível que ele é agora o homem de Deus, seu representante especial entre Israel”.

R.K. Harrison explica a importância desta cerimônia: — “A aplicação do sangue em partes específicas dos corpos de Arão e seus filhos foi um gesto altamente simbólico, relacionado diretamente ao sacerdote e seu trabalho. De maneira simbólica, todo o corpo foi consagrado ao serviço do Senhor, e, ao aceitar a aplicação, o sacerdote reconhecia as obrigações inerentes ao simbolismo. Doravante, ele deveria ouvir cuidadosamente os pronunciamentos de Deus para proclamá-los corretamente. Suas mãos deveriam ser dedicadas inteiramente às coisas relacionadas ao trabalho do Senhor, para não ser tentado a realizar atos malignos. Seus pés deveriam ser sempre direcionados de tal maneira que estivessem continuamente andando nos caminhos do Senhor. O uso do sangue neste ritual separava o sacerdote das preocupações mundanas e o dedicava completamente ao serviço de Deus”.

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1 – Introdução. Nos dias atuais, quando cristãos professos consideram inovações, acomodações culturais e a modernização do culto público a Deus como boas e necessárias para fins de entretenimento, relevância e crescimento da Igreja, um trecho das Escrituras que precisa ser considerado ...

REVISÃO DO LIVRETO DE IAIN H. MURRAY — O SALTÉRIO – O ÚNICO HINÁRIO?Em 2001, a “Banner of Truth Trust” publicou um peque...
24/05/2025

REVISÃO DO LIVRETO DE IAIN H. MURRAY — O SALTÉRIO – O ÚNICO HINÁRIO?

Em 2001, a “Banner of Truth Trust” publicou um pequeno livreto de Iain H. Murray intitulado “O Saltério Deve Ser o Único Hinário da Igreja?”. Neste livreto, Murray busca responder à questão de “se os cristãos e as Igrejas têm liberdade para decidir sobre o material que usam para esse propósito [louvor congregacional], ou se há um princípio que os obriga a usar apenas um livro, a saber, o Livro dos Salmos (isto é, o Saltério em forma métrica)”. Neste livreto, Murray tenta provar que a posição de Salmodia Exclusiva é antibíblica e que o uso de hinos não–inspirados é permitido e até superior aos Salmos. Antes de analisarmos os argumentos específicos de Murray, alguns comentários gerais são necessários.

Primeiro, consideramos Iain H. Murray um querido irmão em Cristo, embora acreditemos que a posição que ele defende sobre essa questão é antibíblica e não confessional. Murray é um excelente estudioso e historiador que fez uma grande contribuição para a causa da fé reformada nos tempos modernos (este autor possui vários livros escritos por Murray).

Segundo, para aqueles familiarizados com o debate sobre Salmodia Exclusiva, Murray não oferece nada de novo, exceto algumas citações interessantes de puritanos que acreditavam que hinos não–inspirados eram lícitos. Ele retoma argumentos antigos que já foram amplamente refutados e os reformula cuidadosamente.

Terceiro, embora Murray reconheça sua adesão ao Princípio Regulador do Culto, ele frequentemente argumenta como se esse princípio não existisse. De fato, o livreto não contém nenhuma prova bíblica de que hinos não–inspirados foram alguma vez ordenados por Deus ou usados pela Igreja de Deus antes do fechamento do cânon. Seu argumento básico para o uso de hinos é duplo: — alguns puritanos acreditavam que era permitido, e os Salmos são simplesmente inadequados ou insuficientes para o culto do Novo Concerto.

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Introdução. Em 2001, a “Banner of Truth Trust” publicou um pequeno livreto de Iain H. Murray intitulado “O Saltério Deve Ser o Único Hinário da Igreja?”. Neste livreto, Murray busca responder à questão de “se os cristãos e as Igrejas têm liberdade para decidir sobre o material que...

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26/09/2024

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23/05/2024

Um tipo de diálogo intratrinitário sobre a queda e a restauração do homem.

“Eu o escolherei para a vida, diz o Pai, mas ele cairá e, assim, não chegará a ser aquilo que meu amor planejou que fosse. Mas eu o redimirei, diz o Filho, daquele estado perdido. Mas, por estar ainda caído, ele recusará essa graça e as propostas dela e a menosprezará, portanto, eu o santificarei, diz o Espírito Santo, e vencerei sua injustiça e farei com que aceite (a graça)”.

Thomas Goodwin, Man’s restoration by grace, in: The works of Thomas Goodwin, D. D., 1861 – 1866, reimpr., Reformation Heritage Books, 2006, 7:540.

19/03/2024

Catecismo Maior de Westminster.

Pergunta 105 — Quais são os pecados proibidos no primeiro mandamento?

Resposta — Os pecados proibidos no primeiro mandamento são — o ateísmo, negar ou não ter um Deus; a idolatria, ter ou adorar mais do que um Deus, ou qualquer outro juntamente com o verdadeiro Deus ou em lugar dEle; o não tê–lo e não confessá–lo como Deus, e nosso Deus; a omissão ou negligência de qualquer coisa devida a Ele, exigida neste mandamento; a ignorância, o esquecimento, as más concepções, as falsas opiniões, os pensamentos indignos e ímpios quanto a Ele; o pesquisar audaz e curioso dos seus segredos; toda a impiedade, todo o ódio de Deus, egoísmo, espírito interesseiro e toda a aplicação desordenada e imoderada do nosso entendimento, vontade ou afetos e outras coisas e o desvio destes de Deus, em tudo ou em parte; a vã credulidade, a incredulidade, a heresia, as crenças errôneas, a desconfiança, o desespero; a resistência obstinada e a insensibilidade sob os juízos de Deus; a dureza de coração; a soberba; a presunção; a segurança carnal; o tentar a Deus; o uso de meios ilícitos, a confiança nos lícitos; os deleites e gozos carnais; um zelo corrupto, cego e indiscreto; a tibieza e o amortecimento nas coisas de Deus; o alienar–nos e apostatar–nos de Deus; o orar ou prestar qualquer culto religioso a santos, anjos ou qualquer outra criatura; todos os pactos com o diabo; o consultar com ele e dar ouvidos às suas sugestões; o fazer dos homens senhores da nossa fé e consciência; o fazer pouco caso e desprezar a Deus e aos mandamentos; o resistir e entristecer o seu Espírito; o descontentamento e impaciência com as suas dispensações; acusá–lo estultamente dos males com que Ele nos aflige, e o atribuir o louvor de qualquer bem que somos, temos ou podemos fazer à fortuna, aos ídolos, a nós mesmos, ou a qualquer outra criatura.

Salmos 14:1; Efésios 2:12; Jeremias 2:27, 28 compare com 1 Tessalonicenses 1:9; Salmos 81:11; Isaías 43:22 – 24; Jeremias 4:22; Oséias 4:1, 6; Jeremias 2:32; Atos 17:23, 29; Isaías 40:18; Salmos 50:21; Deuteronômio 29:29; Tito 1:16; Hebreus 12:16; Romanos 1:30; 2 Timóteo 3:2; Filipenses 2:21; 1 João 2:15, 16; 1 Samuel 2:29; Colossenses 3:2, 5; 1 João 4:1; Hebreus 3:12; Gálatas 5:20; Tito 3:10; Atos 26:9; Salmos 78:22; Gênesis 4:13; Jeremias 5:3; Isaías 42:25; Romanos 2:5; Jeremias 13:15; Salmos 19:13; Sofonias 1:12; Mateus 4:7; Romanos 3:8; Jeremias 17:5; 2 Timóteo 3:4; Gálatas 4:17; João 16:2; Romanos 10:2; Lucas 9:54, 55; Apocalipse 3:16; Apocalipse 3:1; Ezequiel 14:5; Isaías 1:4, 5; Romanos 10:13, 14; Oséias 4:12; Atos 10:25, 26; Apocalipse 19:10; Mateus 4:10; Colossenses 2:18; Romanos 1:25; Levítico 20:6; 1 Samuel 28:7, 11 compare com 1 Crônicas 10:13, 14; Atos 5:3; 2 Coríntios 1:24; Mateus 23:9; Deuteronômio 32:15; 2 Samuel 12:9; Provérbios 13:13; Atos 7:51; Efésios 4:30; Salmos 73:2, 3, 13 – 15, 22; Jó 1:22; 1 Samuel 6:7 – 9; Daniel 5:23; Deuteronômio 8:17; Daniel 4:30; Habacuque 1:16.

10/03/2024

Dia do Senhor.

No Dia do Senhor, depois que cada membro da família, individualmente, e toda a família reunida, tiver buscado ao Senhor (em cujas mãos está a preparação do coração dos homens) para capacitá–los para o culto público e para abençoá–los nas ordenanças públicas, o cabeça da família deve cuidar para que todos sob sua responsabilidade se dirijam ao culto público e se unam aos demais membros da congregação. E, terminado o culto público, após a oração, devem considerar prestar contas do que ouviram; e, posteriormente, devem dedicar o restante do tempo que puderem poupar à catequese (estudos) e às conversas espirituais sobre a palavra de Deus; ou então (indo cada um para seu canto) devem se dedicar à leitura, meditação e oração secreta, para poderem confirmar e aumentar sua comunhão com Deus; para que assim o proveito que encontraram nas ordenanças públicas seja estimado, desenvolvido e promovido, e sejam mais edificados para a vida eterna.

Diretório para o Culto Familiar (VIII).

Endereço

Luziânia, GO
72836-320

Horário de Funcionamento

09:00 - 19:30

Telefone

+5561996855970

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