Brit Bracha Brasil - CIL

Brit Bracha Brasil - CIL Desde 2003, a Brit Bracha Brasil é a organização judaica de maior destaque no Brasil, proporcionando Portanto, está aberta a todos.

A instituição surge com a ideia do Rabino, ainda concebida em sua formação rabínica, que se baseou nas práticas do grande sábio RAMBAM Maiomônides, que atendia inúmeras comunidades judaicas por meio de cartas. Com isso, e com as ferramentas atuais, o Rabino sempre acreditou ser possível difundir o judaísmo a pessoas que se encontravam longe dos grandes centros. Além disso, implementa filosofia de

aceitação daqueles que buscam o judaísmo de forma sincera (algo difícil nas comunidades da américa latina), facilitando o acesso aos serviços religiosos e a vários cursos judaicos. Portanto, trata-se de uma comunidade judaica que oferece vários serviços online, incrementando a essência do judaísmo.

Shavuot é o convite à escuta, ao compromisso e à santidade.Ao recordar o recebimento da Torá no Sinai, revisitamos a ali...
21/05/2026

Shavuot é o convite à escuta, ao compromisso e à santidade.

Ao recordar o recebimento da Torá no Sinai, revisitamos a aliança que atravessa gerações e reafirmamos os valores que moldam a identidade do povo judeu: responsabilidade, justiça, estudo e pertencimento.

“E agora, se ouvirdes atentamente Minha voz e guardardes Minha aliança, sereis para Mim o tesouro de todos os povos, porque toda a terra é Minha. E vós sereis para Mim um reino de sacerdotes e um povo santo. Estas são as palavras que falarás aos filhos de Israel.”
Shemot 19:5-6

Que esta celebração inspire renovação espiritual, união comunitária e conexão com a herança que seguimos transmitindo de geração em geração.

Chag Shavuot Sameach! 📜🌾✡️

https://www.britbracha.org/post/parashat-behar-com-o-rabino-jacques-cukierkorn
08/05/2026

https://www.britbracha.org/post/parashat-behar-com-o-rabino-jacques-cukierkorn

Esta semana, a parashá *Behar* se abre no Monte Sinai com um lembrete marcante:“E falou o Eterno a Moisés no Monte Sinai…” (Levítico 25:1)Rashi pergunta: por que enfatizar o Monte Sinai aqui? Acaso não foram todos os mandamentos dados no Sinai? Sua resposta é que, assim como as leis do an...

Para onde foram seus pensamentos nesta semana?Em que momentos você esteve inteiro de verdade?O que ocupou mais espaço em...
01/05/2026

Para onde foram seus pensamentos nesta semana?
Em que momentos você esteve inteiro de verdade?
O que ocupou mais espaço em você: pressa ou presença?

O Shabat chega para reorganizar o tempo e dar sentido.

Shabat Shalom ✡️

11/04/2026

Durante meio século, Raju viveu preso por correntes, explorado como atração turística na Índia. Cercado de lixo, comia plástico e papel para não m*rrer de fome. Seu sofrimento era constante e ninguém parecia ouvir.

Uma equipe de resgate viajou até lá e, numa operação noturna, enfrentou gritos e ame4ças do homem que o mantinha acorrentado. Mesmo assim, não recuaram. Quando as correntes foram retiradas, Raju chorou. Lágrimas de dor acumulada por décadas.

Hoje ele vive num santuário. Livre, sem correntes, cercado de árvores e cuidado. Porque existem animais que, mesmo depois de 50 anos de sofrimento, ainda acreditam na liberdade.

11/04/2026

Em 1962, o inglês Brendon Grimshaw comprou a ilha Moyenne, nas Seychelles, por cerca de £8.000 (aproximadamente 11 mil dólares na época). O local estava abandonado, tomado por vegetação invasora, com poucos recursos naturais e praticamente sem vida animal.

Determinando-se a transformar o lugar, ele iniciou um longo trabalho de recuperação ambiental ao lado de René Antoine Lafortune. Juntos, removeram plantas invasoras, abriram trilhas e plantaram mais de 16.000 árvores ao longo dos anos.

Com o tempo, a ilha voltou a abrigar diversas espécies, incluindo aves e tartarugas gigantes, que haviam desaparecido da região. Moyenne deixou de ser um território degradado e se tornou um verdadeiro refúgio natural.

Mesmo com o crescente interesse de investidores, Grimshaw recusou todas as propostas de venda, incluindo ofertas que chegaram a 50 milhões de dólares, pois queria preservar a ilha e evitar sua exploração comercial.

Em 2009, a ilha foi oficialmente integrada ao Parque Nacional Marinho Sainte Anne, tornando-se reconhecida como o menor parque nacional do mundo. Grimshaw viveu no local até sua morte, em 2012, deixando um legado de preservação ambiental.

A Brit Bracha Brasil é um espaço onde a tradição e o presente se encontram. Aqui, a sabedoria milenar ganha vida em diál...
11/04/2026

A Brit Bracha Brasil é um espaço onde a tradição e o presente se encontram.

Aqui, a sabedoria milenar ganha vida em diálogos de respeito, acolhimento e escuta.

Com orientações humanas e espirituais, universais e inéditas, nossa comunidade conecta fé, identidade e propósito, em qualquer lugar do mundo.

👉 Acesse o link na bio e inicie sua jornada.

Nós viemos pelas pessoas…E, no caminho, encontramos algo maior.Na parashá Shemini, somos lembrados de que o sagrado não ...
10/04/2026

Nós viemos pelas pessoas…
E, no caminho, encontramos algo maior.

Na parashá Shemini, somos lembrados de que o sagrado não está distante — ele acontece quando estamos presentes, quando construímos comunidade e quando assumimos responsabilidade uns pelos outros.

O “oitavo dia” nos convida a ir além do automático, além da rotina… e perceber que é justamente nas relações humanas que a presença divina se revela.

✨ Onde você tem estado — de verdade?
✨ Como a sua presença transforma o outro?

Escrevemos um artigo especial sobre presença, comunidade e espiritualidade na vida real.

👉 Leia o comentário do Rabino Jacques Cukierkorn no Blog de nosso site.

Shalom Aleikhem 💙🇮🇱

Você já se sentiu preso(a) em seu próprio "Egito Interno"? 🤯 Em um mundo que clama por reconstrução emocional e espiritu...
08/04/2026

Você já se sentiu preso(a) em seu próprio "Egito Interno"? 🤯 Em um mundo que clama por reconstrução emocional e espiritual, a verdadeira liberdade começa quando nos permitimos romper com as amarras invisíveis que nos limitam.

Este carrossel é um convite para uma jornada de Retorno à Essência, onde exploramos o significado profundo da "Saída do Egito" em nossas vidas. Descubra como a Brit Bracha Brasil se tornou um farol de esperança e acolhimento, um verdadeiro polo de saúde mental e espiritual para quem busca um Judaísmo acessível e transformador.

Nossa comunidade é construída sobre pilares inabaláveis: Igualdade, Inclusão, Conhecimento, Pluralidade, Pertencimento e Espiritualidade. Aqui, você encontrará um lar espiritual, um espaço seguro para dialogar, crescer e se reconectar com o que há de mais autêntico em você.

Chegou a hora de se libertar e encontrar seu lugar. Quer fazer parte dessa jornada de transformação e pertencimento? ✨

Digite EU QUERO nos comentários e venha se juntar à nossa comunidade!

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07/04/2026

O dodô não foi simplesmente extinto… nós o apagamos do mapa.

Durante séculos, ele foi retratado como um animal “bobo” ou desajeitado. Mas a verdade é muito mais cruel: o dodô era perfeitamente adaptado ao mundo em que vivia. Na ilha Maurício, no oceano Índico, ele evoluiu por milhares de anos sem predadores naturais. Não precisava voar, não precisava fugir, não precisava desconfiar de nada. Era um ambiente seguro demais… até deixar de ser.

Quando os humanos chegaram à ilha, por volta do final do século XVI, trouxeram algo que o dodô nunca havia conhecido: o perigo. Marinheiros portugueses e, depois, holandeses passaram a caçá-lo com facilidade. O dodô não corria, não atacava, não se escondia. Ele simplesmente não entendia o que estava acontecendo. Era grande, dócil e indefeso diante de uma ameaça completamente nova.

Mas não foi só a caça que selou seu destino. Os humanos trouxeram consigo outros animais — ratos, porcos, macacos e cães — que invadiram o habitat do dodô e destruíam seus ninhos no chão, devorando ovos e filhotes. Como a espécie se reproduzia lentamente e não tinha mecanismos de defesa contra esses invasores, sua população começou a desaparecer de forma acelerada.

Em menos de um século após a chegada dos humanos, o dodô já havia sido completamente extinto. O último avistamento confiável data de 1662. Não houve tempo para adaptação, nem chance de sobrevivência. Uma espécie inteira, que existiu por milhares de anos, foi apagada em poucas décadas.

Hoje, o dodô se tornou um dos maiores símbolos da extinção causada pela ação humana. Sua história não é apenas sobre um animal que desapareceu… é sobre o impacto que podemos causar quando entramos em um ecossistema sem entender — ou sem respeitar — o equilíbrio que já existia ali.

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