06/04/2021
“Quando um pobre morre de fome, não é porque Deus
não cuidou dele. É porque nem você nem eu quisemos
lhe dar o que ele precisava”. (Santa Tereza de Calcutá)
Diante deste tempo difícil que estamos vivendo, tendemos a olhar somente para nós mesmos e para nossas dificuldades. Nos afundamos no egoísmo que nos cega para a dor e realidade do outro.
É inegável que todos estamos sofrendo.
Muitos perderam entes queridos, seus empregos, dentre outras coisas que esta pandemia tem roubado de nós.
No entanto, como aprendemos um dia, toda ferida esconde uma missão. Portanto, mesmo que esse tempo esteja sendo difícil para nós, é necessário deixar que Deus cuide do outro a partir de nós.
Por isso, a campanha missionária dos meses de abril e maio nos ajudará a correspondermos a ordem de Jesus: “Dai-lhes vós mesmos de comer”.
1. PROPOSTA
A proposta deste mês consiste em arrecadar alimentos e doar para famílias que foram financeiramente afetadas pela pandemia.
Cada diocese/cidade poderá discernir como organizar a arrecadação e distribuição dos alimentos.
2. SUGESTÕES
2.1 DA ARRECADAÇÃO
A arrecadação poderá ser feita nas missas, paróquias, casas, mercados, por drive-thru, a depender da realidade atual de cada um. Em locais que as medidas de restrição estão intensas, caso não seja possível a arrecadação do próprio alimento, poderão ser organizadas campanhas de arrecadação de dinheiro para que depois um grupo pequeno de pessoas realize as compras e a distribuição.
Os grupos poderão se organizar sozinhos, por setor ou cidade, a depender da realidade de cada um e da maior eficácia da missão.
2.2 DA DISTRIBUIÇÃO
Sugerimos que se faça uma pesquisa para que sejam selecionadas as famílias necessitadas. Inicialmente, verificar dentro do próprio grupo de oração e da paróquia as famílias que necessitam. Posteriormente, verificar também as de nossa região pastoral e cidades, instituições de caridade, etc.
Peçamos à Deus a graça de ir ao encontro daqueles que mais necessitam.
Contamos com sua dedicação e zelo, ao promover esta campanha, certos de que, como Santa Tereza de Calcutá nos ensinou, somos apenas um lápis nas mãos de Deus.