01/01/2026
2026 — O Ano do Movimento, da Coragem e da Transformação
2026 chega regido por Ogum e Oyá, dois orixás que não permitem estagnação. É um ano em que a vida anda, mesmo que a gente tente segurar. Onde houver medo, haverá empurrão. Onde houver atraso, haverá vento forte mudando o rumo. Ogum abre os caminhos com a lâmina da verdade; Oyá varre o que não serve mais com a força dos ventos e das tempestades.
Nada em 2026 será superficial. Tudo pedirá atitude, posicionamento e coragem.
Início do ano
Os primeiros meses trazem cortes necessários. Ogum se manifesta pedindo decisões firmes: relações sem propósito se rompem, trabalhos sem crescimento se encerram, promessas vazias caem por terra. Oyá sopra inquietação no peito, aquela sensação de que não dá mais para fingir que está tudo bem. É um começo intenso, onde muitos sentirão o chamado para recomeçar, mesmo sem ter todas as respostas. O desconforto será sinal de alinhamento, não de erro.
Meio do ano
No meio de 2026, o movimento ganha forma. Ogum organiza, disciplina e fortalece. Quem teve coragem de agir começa a ver estrutura surgindo: novos projetos, novos caminhos, novas versões de si. Oyá traz mudanças rápidas, encontros inesperados e viradas que exigem jogo de cintura emocional. É o período em que o caos começa a se tornar propósito. Não será fácil, mas será verdadeiro. O crescimento virá para quem não travar diante do vento.
Fim do ano
O fechamento de 2026 traz clareza e maturidade. Ogum ensina que vencer não é atacar o tempo todo, mas saber quando lutar e quando recuar. Oyá acalma os ventos, deixando apenas o que resistiu à tempestade. Ao final do ano, muita coisa terá ficado pelo caminho — e isso será libertador. Ficam as relações reais, os trabalhos com sentido, a fé fortalecida e a consciência de quem se tornou mais forte do que era.
2026 não será um ano para quem quer conforto.
Será um ano para quem aceita transformação.
Quem caminhar com coragem verá portas abertas.
Quem resistir ao movimento sentirá o peso da estagnação.
Ogum abre os caminhos.
Oyá muda os destinos.
E só segue inteiro quem não tem medo de atravessar o vento.
Gilvan de Agandjú /