08/03/2026
DEUS E O BANCO MASTER
O escândalo do Banco Master está abalando os alicerces da república envolvendo políticos, juízes e figurões em Brasília. Pelo que se tem noticiado o dono do Banco Master era mestre em construir relacionamentos, abrir portas, agilizar negócios, destravar obstáculos oferecendo benesses, favores, mimos, contratos milionários com escritórios de advocacia estrategicamente escolhidos. Toda sua carreira teria sido construía nesse modelo: subornos explícitos e dissimulados.
Esta não é uma prática moderna. As Escrituras fazem menção a essa disso, principalmente entre as lideranças de Israel: “Os teus príncipes são rebeldes e companheiros de ladrões; cada um deles AMA O SUBORNO e corre atrás de recompensas. Não defendem o direito do órfão, e não chega perante eles a causa das viúvas” (Is 1.23) “Os seus líderes DÃO SENTENÇAS POR SUBORNO, os seus sacerdotes ensinam por interesse, e os seus profetas adivinham por dinheiro” (Mq 3.11)
O ser humano é sempre suscetível de ser influenciado, manipulado, mas também constantemente tentado a influenciar as pessoas para atingir seus interesses. Essa postura não se reduz apenas aos relacionamentos humanos, mas se aplica também a Deus. Muitas orações são uma tentativa de suborno: “se o Senhor me abençoar, eu vou fazer isso”; “Se o Senhor me conceder aquilo, eu vou dar uma oferta...” Nossas ofertas ou ações podem estar contaminadas pela tentativas de suborno, contudo Ele nos alertou: “O SENHOR, vosso Deus, é o Deus dos deuses e o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e temível, que não faz acepção de pessoas, NEM ACEITA SUBORNO” (Dt 10.17; II Cr 19.7) Deus não se deixa comprar, seduzir ou influenciar por nada que venhamos oferecer. A única coisa que realmente agrada a Deus é a fé (Hb 11.6) que se manifesta por um coração quebrantado e arrependido (Sl 51.16-17; Jz 9.16)
Você confiaria num Deus que se deixa manipular?
Pr. Áureo