17/08/2026
Estamos tão acostumados a acompanhar o mundo pelas telas que, às vezes, o sofrimento de alguém pode se transformar apenas em mais uma notícia no nosso feed.
Um terremoto do outro lado do mundo, uma enchente em outro país, uma guerra que parece distante.
Mas, para quem está lá, não é notícia. É vida. É perda. É medo. É alguém que precisa de ajuda.
Não podemos estar fisicamente em todos os lugares, mas isso não significa que precisamos estar alheios.
Podemos orar, contribuir, mobilizar, ajudar e, principalmente, não permitir que a distância diminua a nossa compaixão.
Como Igreja, somos um só corpo. E quando uma parte sofre, as outras não deveriam simplesmente seguir em frente como se nada tivesse acontecido.
Que a distância dos nossos olhos nunca seja maior do que a compaixão do nosso coração.