Palavra da Fé

Palavra da Fé Curso Reformado de Teologia

11/01/2019

Sentença contra o incrédulo

“Ma***tos, apartem-se de mim para o fogo eterno, preparado para o Diabo e seus anjos” (Mt 25.41).

Apartem-se de mim. Separação de toda a alegria e felicidade.
Ma***tos. Tenebrosa e terrível excomunhão.
Para o fogo. A crueldade da dor.
Eterno. Perpetuidade da pena.
Preparado para o diabo e seus anjos. Aí estão os seus companheiros infernais, atormentando e sendo atormentados.

Lewis Bayly

Leia com seriedade, essa mensagem pode mudar sua vida ! Lewis Bayly A Morte do incrédulo Depois que o idoso lutou com um...
11/01/2019

Leia com seriedade, essa mensagem pode mudar sua vida !

Lewis Bayly

A Morte do incrédulo

Depois que o idoso lutou com uma longa enfermidade e suportou o peso da dor, achando que agora pode esperar algum sossego, vem a morte, o carrasco da natureza, a maldição de Deus, o fornecedor do inferno. Olhando para o velho com cara feia e sombria, sem dó da sua idade, nem levando em conta as suas dores, suportadas por muito tempo, não se deixará comprar por prata ou ouro para se deter. Nada disso! Ele não aceitará nada para poupar a sua vida, exigindo pele por pele (Jó 1) e tudo o que o idoso tem; e então espanca todas as partes principais do seu corpo e prende o pobre homem para fazê-lo comparecer diante do terrível Juiz. E, como que achando que o velho não se dispõe a ir com ele depressa o bastante, ó Senhor, quantos dardos de calamidades ele atira no idoso: pontadas, dores, cãibras, febres, obstruções, resfriado, catarro, cólica, pedra (cálculo), gases, etc.
Oh, que visão cadavérica, vê-lo ali em seu leito, quando a morte lhe dá o golpe final! Que frígido suor escorre por todo o seu corpo — que tremor se apossa de todos os seus membros! A cabeça metralha, o rosto empalidece, o nariz escurece, o maxilar inferior descai, os nervos oculares estão prestes a se romper e se dividir. Agora a pobre e miserável alma percebe e sente que o corpo terreno começa a morrer. Parece o final do mundo, quando ocorrerá a dissolução da estrutura universal. O sol se converterá em trevas, a luz em sangue, as estrelas cairão do céu, o espaço estará cheio de tempestades e de faiscantes meteoros, a terra tremerá, o mar urrará estrondosamente e os corações dos homens falharão de medo, esperando o fim de tão lastimosos começos. Assim também, ao se aproximar a dissolução do homem, que é o pequeno mundo, os seus olhos, que são como o sol e a lua, perdem a sua luz, e ele não vê nada senão a culpabilidade sangrenta do pecado. O restante dos sentidos, como estrelas menores, vacilam e caem; a sua mente, a sua razão e a sua memória, como os poderes celestes da sua alma, sofrem abalos causados por temporais de desespero e violentas faíscas do fogo do inferno; o seu corpo terreno se põe a sacudir e a tremer, e os humores, como um mar encapelado, roncam e ribombam na sua garganta, ainda à espera do funesto fim destes terríveis males iniciais.
Enquanto ele é assim intimado a comparecer às grandes sessões do julgamento divino, eis que outra sessão de julgamento e entrega à prisão é dirigida dentro dele. Nesse tribunal a razão se assenta, desempenhando a função de juiz, o diabo apresenta uma lista de acusações tão comprida quanto aquele livro ou rolo de Zacarias (Zc 5.2; Ez 1.9,10). Nessa lista são alegadas todas as más ações que você cometeu e todas as boas ações que você não fez, e todos os juízos e maldições devidos a todo pecado. Sua própria consciência vai acusá-lo, sua memória vai lhe dar amarga prova, e a morte está no tribunal, pronta, como um fiel executor, para despachá-lo.
Se você mesmo vai se condenar dessa forma, como escapará da justa condenação de Deus, que conhece todos os seus delitos melhor do que você (ljo 3.20)? Bem que você gostaria de tirar da sua mente a lembrança das suas más ações que o inquietam; porém, elas fluem mais rapidamente para dentro da sua memória, e não serão postas fora, mas sim, bradarão para você: “Nós somos as suas obras, e vamos seguir você!” E enquanto a sua alma está assim por dentro, sem paz e em desordem, os seus filhos, a sua mulher e os seus amigos o amolam, querendo que você ponha em ordem os seus bens. Alguns gritam, alguns suplicam, alguns clamam por piedade, alguns com elogios; todos, como moscas varejeiras, ajudam a tornar as suas tristezas mais tristes (Lc 12.20).
Agora os demônios, que vêm do inferno para buscar a sua alma, começam a lhe aparecer; e ficam esperando para pegá-la e levá-la embora, tão logo ela deixe o corpo. A alma gostaria de permanecer no corpo, mas sente que ele começa a morrer gradativamente, e que está prestes a desabar sobre a sua cabeça como uma casa em ruínas. Ela está com medo de sair, por causa daqueles cães de caça do inferno que a esperam. Oh, ela, que gastara tantos dias e tantas noites em passatempos vãos e ociosos, agora daria o mundo inteiro se fosse seu, pela demora de mais uma hora, para que tivesse tempo de se arrepender e ser reconciliado com Deus! Contudo, isso não pode acontecer, porque o seu corpo, que se juntava a ela em suas ações pecaminosas, agora está inteiramente inepto para se juntar a ela no exercício do arrependimento; e é preciso que o arrependimento seja do homem todo.
Agora ela vê que todos os seus prazeres se foram como se nunca tivessem existido e que agora só lhe restam tormentos que nunca terão fim. Quem pode expressar suficientemente o seu remorso pelos seus pecados, a sua angústia pela presente miséria e o seu terror pelos seus tormentos futuros?
Nesta extremidade ela procura socorro em toda parte e se vê sem socorro o tempo todo. Por isso, em sua maior miséria, desejosa de ouvir a menor palavra de co***lo, dirige a seus olhos estas palavras ou semelhantes: “O olhos, que no passado eram rápidos para enxergar, vocês não podem achar nenhum co***lo, alguma coisa que me ajude a escapar deste perigo terrível?” Todavia, os nervos óticos se romperam, e os olhos não conseguem ver a vela acesa diante deles, e não conseguem nem discernir se é dia ou noite.
A alma, não encontrando nada que a conforte nos olhos, diz aos ouvidos: “O ouvidos, que gostavam de se recrear ouvindo discursos novos e agradáveis e a doce harmonia das músicas, vocês podem ouvir alguma notícia, algumas boas novas de co***lo para mim, por menor que seja?” No entanto, ou os ouvidos estão tão surdos que nada podem ouvir, ou o sentido da audição ficou tão fraco que não suporta ouvir os seus amigos mais queridos falarem. E por que esses ouvidos deveriam ouvir notícias alegres na morte, sendo que nunca pararam para ouvir as alegres novas do evangelho nesta vida? O ouvido não pode ministrar nenhum conforto.
Então ela fala da sua aflição à língua: “O língua, você, que costumava se gabar com os mais valentes, onde estão agora as suas palavras grandiosas e atrevidas? Agora, em minha maior necessidade, você não pode dizer nada em minha defesa? Não pode amedrontar estes inimigos com palavras ameaçadoras, nem lhes fazer súplicas com belos discursos?” Ah! Já faz dois dias que a língua ficou sem fala. Em sua maior extremidade, ela não pode pedir um pouco de bebida, nem contar a um amigo o seu desejo de que ele tire com o dedo o muco do nariz que se acumula e está prestes a entupi-lo.
Não achando ali nenhuma esperança de ajuda, ela diz aos pés: “Onde estão vocês, ó pés, que houve tempo em que eram tão ágeis para correr? Não podem me levar para qualquer parte distante deste lugar perigoso e tenebroso?” Entretanto, os pés estão completamente amortecidos. Se ninguém os mover, eles não poderão se mover.
Então a alma dirige as suas palavras às suas mãos: “O mãos, que tantas vezes foram aprovadas para uso do homem, na paz e na guerra, e com as quais me defendi muitas vezes e feri inimigos, nunca tive mais necessidade de vocês do que agora. A morte me olha sombriamente na cara e me mata — demônios do inferno esperam em volta da minha cama para me devorar: ajudem-me agora, ou perecerei para sempre”. Que lástima! As mãos estão tão fracas e tremem tanto que não podem fazer chegar à boca uma colherada de líquido para restaurar a natureza extenuada.
A alma aflita se vê desolada dessa forma e completamente destituída de amigos, ajuda e co***lo. Sabendo que dentro de uma hora terá que estar no meio dos sofrimentos eternos, ela se retira para o coração (que, de todos os membros, é primum vivens, e ultimum moriens — o primeiro que vive e o último que morre). Faz então esta dolente lamentação consigo mesma: “Oh, que miserável patife eu sou! Como me envolvem as angústias da morte! Como me apavoram as torrentes de Belial (2Sm 22.5)! Na verdade, os laços da primeira e da segunda morte logo me apanham de vez. Oh, quão inesperadamente a morte se insinuou de forma imperceptível, grau após grau, assim como o sol, que os olhos não percebem que se move, apesar de se mover velozmente! Como a morte descarrega sobre mim o seu rancor, sem piedade! O Deus de misericórdia me abandonou completamente; e o diabo, que não conhece misericórdia alguma, está à espera para me levar. Quantas vezes eu fui advertido deste doloroso dia pelos fiéis pregadores da Palavra de Deus, e eu só zombava disso! Que proveito eu tenho agora de todo o meu orgulho, de uma bela casa, de roupas brilhantes? Em que deu o gostoso sabor de todos os meus deliciosos manjares? Todos os bens terrenos que juntei com tanto zelo, eu agora daria por uma boa consciência, que tão relaxadamente negligenciei! E que alegria sobra agora de todos os meus gozos carnais de antes, nos quais eu punha o meu maior prazer? Aqueles tolos gozos eram apenas sonhos enganosos, e agora estão no passado, como sombras que se desvanecem. Contudo, só pensar nas dores eternas que terei que suportar por aqueles curtos prazeres me dói como o inferno antes de eu entrar nele. Todavia, com justiça, confesso, tenho sido tratado como mereço, pois quantas bênçãos recebi! Fui criado à imagem de Deus, com uma alma racional, capaz de julgar por mim mesmo o meu estado.
A misericórdia me foi oferecida tantas vezes e, sendo instado a recebê-la, eu negligenciei a graça de Deus, preferindo os prazeres do pecado ao cuidado religioso de agradar a Deus. Vivi licenciosamente o meu curto tempo, sem considerar as contas que eu teria de prestar no fim definitivo. E agora, juntando todos os prazeres da minha vida, eles não se equiparam nem à mínima parte das dores que agora sofro: as minhas alegrias foram apenas momentâneas e elas se foram antes de eu desfrutá-las mais um pouco; as minhas misérias são eternas e jamais terão fim. Oh, quanto tempo consumi com as cartas, os dados, o jogo e outras práticas vis! Se tão-somente eu tivesse passado esse tempo lendo as Escrituras, ouvindo sermões, recebendo a comunhão, chorando por meus pecados, jejuando, vigiando, orando e preparando a minha alma, para agora poder partir firmado na segura esperança da salvação eterna! Oh, se agora eu pudesse recomeçar a minha vida! Como eu desprezaria o mundo e as suas vaidades! Quão religiosamente e com que pureza eu levaria a minha vida! Como eu frequentaria a igreja e santificaria o dia do Senhor! Se satanás me oferecesse todos os tesouros, prazeres e promoções deste mundo, ele nunca me instigaria a esquecer os terrores desta terrível hora final. O corrupta carcaça, porém, ó podridão repugnante! Como o diabo nos ilude! E como servimos e enganamos uns aos outros, e atraímos veloz condenação sobre nós dois! Agora o meu caso é mais miserável do que o do animal que perece num fosso, pois terei de responder diante do trono de juízo do justo Juiz do céu e da terra, onde não tenho nada para dizer em meu favor. E esses iníquos, que têm o segredo de todos os meus delitos, vão me acusar, e eu não posso me desculpar; o meu próprio coração já me condena. Portanto, só tenho que ser condenado diante do tribunal divino, e, em consequência, serei levado por esses demônios infernais para aquela horrível prisão de tormentos e de trevas completas, onde nunca mais verei luz, aquela primeira coisa supinamente excelente que Deus criou. Eu, que me gloriava anteriormente em ser um libertino, agora estou preso nas garras de satanás, como a trêmula perdiz presa entre as apertantes unhas do voraz falcão. Onde vou me alojar esta noite — e quem serão os meus companheiros? Que horror, só em pensar! Que aflição, só considerar isso! Ma***to o dia em que nasci, e não haja bênção para o dia em que a minha mãe me trouxe à luz! Ma***to o homem que anunciou ao meu pai: ‘Nasceu-lhe uma criança’, e o animou; ma***to esse homem, porque não me matou! Oh, se minha mãe fosse o meu túmulo, ou seu ventre uma concepção perpétua! Como foi que eu saí do ventre materno para suportar estas angústias infernais e os meus dias viessem acabar numa vergonha eterna? Ma***to o dia em que fui unida inicialmente a um corpo tão vil! Oh, se eu tão-somente recebesse o grande favor de nunca mais ver você! Nossa despedida é amarga e dolorosa, mas o nosso reencontro, para recebermos naquele pavoroso dia a plenitude da merecida vingança contra nós, será muito mais terrível e intolerável. No entanto, como pretendo eu, com tão tardia lamentação, procurar prolongar o tempo? Minha última hora chegou, ouço rebentarem as cordas do coração: esta suja casa de barro cai em cima da minha cabeça; aqui não há nem esperança, nem socorro, nem lugar de mais permanente habitação. E devo partir, suja carcaça? Oh, carcaça imunda! Com adeus, adeus, eu a deixo”.
E assim, toda trêmula, a alma sai e imediatamente é agarrada pelos demônios infernais que a levam com a violência de caudalosas torrentes para dentro do lago sem fundo que arde com fogo e enxofre. Ali ela é mantida prisioneira em tormentos,1 até o juízo geral do grande dia (Ap 21.8; Jd 6; IPe 3.19).
Depois, a repugnante carcaça é lançada no túmulo. Ato no qual, na maior parte, os mortos enterram os mortos, isto é, os que estão mortos no pecado enterram os que estão mortos para o pecado. E assim o mundano sem Deus e não regenerado, que fez da terra o seu paraíso, do seu ventre o seu deus, da sua luxúria a sua lei, assim como em sua vida semeou vaidade, assim também, agora morto, colhe miséria. Em sua prosperidade negligenciou servir a Deus; em sua adversidade Deus Se recusa a salvá-lo. E o diabo, a quem ele por muito tempo serviu, agora finalmente lhe paga o seu salário. Detestável foi a sua vida, condenável é a sua morte. O diabo tem a sua alma, o túmulo tem a sua carcaça, e nesse poço de corrupção, cova da morte, calabouço de angústia, deixemos o miserável pecador a se putrefazer com a boca cheia de terra, o seu ventre cheio de vermes e a sua carcaça exalando mau cheiro. Ali ele espera uma ressurreição amedrontadora, quando o corpo será reunido à alma para que, assim como pecaram juntos, sejam atormentados juntos eternamente.

30/12/2018

Mc.1.35
Tendo-se levantado alta madrugada, saiu, foi para um lugar deserto e ali orava
Meus irmãos, eu entendo a dificuldade de cada um, principalmente os que trabalham bem cedo. Mas o meu conselho para os que desejam uma vida profunda e disciplinada, é tentar desenvolver o hábito de acordar cedo para orar e estudar as escrituras.
Creio que todo o seu dia será melhor, creio que sua vida espiritual será saudável, porque o Senhor é o nosso alimento!!!

23/12/2018

Curso de capacitação para Pastores e líderes

Ninguém gosta de quem pede ajuda. Ninguém gosta de ouvir as tristezas dos outros.A maioria das amizades são superficiais...
13/12/2018

Ninguém gosta de quem pede ajuda.
Ninguém gosta de ouvir as tristezas dos outros.
A maioria das amizades são superficiais ou porque não dizer temporárias.
Eu já senti a dor da decepção com pessoas que eu imaginava que eram meus amigos na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, ou seja, até a morte.
Conforme a vida vai passando o número de decepções vão aumentando e o numero de amigos vai ficando cada vez mais reduzido.

Acreditando que todos os irmãos da igreja são espirituais e honestos, leais as amizades você se entrega de corpo e alma a religião.

Ali as dores vão aumentando agora as traições além de desumanas envolvem o nome de Deus e sua obra.

Os que caem em pecado principalmente são os que experimentam o desprezo, justamente daquela comunidade que ensina que jamais podemos desprezar nenhum homem.

Sabe de quem nós gostamos de ser amigos?
De quem não precisa da nossa ajuda.
Dos saudáveis e prosperos.

O silêncio dos amigos doi muito mais do que a afronta dos inimigos.
Jesus nunca deixou de atender nenhuma pessoa, ele só fez silêncio para os Fariseus e Saduceus, Para Herodes e para os que na verdade escarneciam dele.

Mas ele atendeu a mulher no poço, o cego, o leproso, Nicodemos, A mulher flagrada em pecado.

Essa minha palavra é para meus amigos pastores:

2 Tm 4
16 Na minha primeira defesa, ninguém apareceu para me apoiar; todos me abandonaram. Que isso não lhes seja cobrado. 17 Mas o Senhor permaneceu ao meu lado e me deu forças, para que por mim a mensagem fosse plenamente proclamada e todos os gentios a ouvissem. E eu fui libertado da boca do leão. 18 O Senhor me livrará de toda obra maligna e me levará a salvo para o seu Reino celestial. A ele seja a glória para todo o sempre. Amém.

Paula não estava se vitimizando, mas sim triste porque enquanto estava pregando e os milagres se manifestavam atravez de sua vida, uma multidão o acompanhava.
Agora no isolamento do cárcere onde estão os amigos.

Assim são muitos Pastores e cristãos.

Essa é a nossa realidade.

O maior desejo do meu coração é agradar a Deus. Eu existo para a Glória de Jesus Cristo.Não considero minha vida em nada...
12/12/2018

O maior desejo do meu coração é agradar a Deus. Eu existo para a Glória de Jesus Cristo.
Não considero minha vida em nada preciosa se não por esse motivo:

Contudo, nem por um momento considero a minha vida como valioso tesouro para mim mesmo, contanto que possa completar a missão e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do Evangelho da graça de Deus. At.20.24

Minha vida é dedicada a proclamação dessa verdade:

“Também vos notifico, irmãos, o
evangelho que já vos tenho anunciado; o qual também
recebestes, e no qual também permaneceis. Pelo qual também sois salvos se o retiverdes
tal como vo-lo tenho anunciado; se não é que crestes em vão. Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as
Escrituras, e que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras” (1Coríntios 15:1-4).

Se minha vida fugir desse propósito, não tenho motivo para viver, ou seja, minha vida não faz sentido.

10/12/2018

1. Que partes de todas as horas do dia, para a Palavra e a oração, sejam dadas
a Deus, com períodos menores ou maiores; não dispensando a décima-
segunda hora, ou meio dia, embora deva ser então o tempo mais curto.
2. No meio das ocupações mundanas, deve haver alguns pensamentos sobre o
pecado, a morte, o julgamento e a eternidade, com pelo menos uma ou duas
palavras de oração dirigidas a Deus.
3. Vigie para que seu coração não divague durante a oração privada.
4. Não resmungue se chegar da oração sem sentimento de alegria.
Abatimento, senso de culpa e fome, são freqüentemente o melhor de nós.
5. Que o Dia do Senhor, da manhã à noite, seja gasto sempre em adoração
privada ou pública.
6. Que as palavras sejam observadas, pensamentos errantes e ociosos sejam
evitados. Que nos previnamos contra a raiva súbita e o desejo de vingança,
mesmo quando buscando a verdade, pois freqüentemente misturamos nosso
zelo com fogo selvagem.
7. Que pecados conhecidos, descobertos e revelados, que são contra a
consciência, sejam evitados, como os mais perigosos preparativos para a
dureza de coração.
8. Que ao lidar com os homens, a fé e a verdade nos contratos e negociações
sejam considerados; que lidemos com todos em sinceridade; que a consciência
não seja composta de palavras ociosas e mentirosas; e que nossa carreira seja
tal que, aqueles que a vêem possam falar honrosamente da nossa profissão de
fé e do nosso doce Mestre.

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Juiz De Fora, MG

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