Comunidade Casa de ouro Porta do céu.

Comunidade Casa de ouro Porta do céu. Tudo começou pelas mãos de Nossa Senhora, intercessora dos corações, que pedem socorro, que pedem orações, que pedem misericórdia.

E pela bem aventurada Virgem Maria, inserida sua presença, nasce a Comunidade Casa de Ouro Porta do Céu,

08/03/2026

O santo do dia 8 de março é São João de Deus (1495-1550), fundador da Ordem Hospitaleira e padroeiro dos doentes, enfermeiros e hospitais. Nascido em Portugal, converteu-se após uma vida de aventuras e dedicou-se radicalmente ao cuidado dos mais necessitados e enfermos em Granada, Espanha.
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Principais detalhes sobre São João de Deus:
Conversão e Missão: Após ouvir um sermão, distribuiu seus bens aos pobres, passou por um período considerado loucura e depois dedicou sua vida a cuidar de doentes mentais e pobres.
Legado: Fundou a Ordem Hospitaleira, presente hoje em mais de 50 países.
Morte: Faleceu no dia de seu aniversário de 55 anos, em 8 de março de 1550.
Memória: É reconhecido por sua empatia, convicção profunda e por tratar a alma junto com o corpo.
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O dia 8 de março também celebra outros santos, incluindo São Pôncio e Santos Apolónio e Filémon.

23/08/2023

A própria Vida se manifestou na carne, para que, nessa manifestação, aquilo que só podia ser visto com o coração fosse também visto com os olhos. O importante é fazer a caridade, não falar de caridade. Compreender o trabalho em favor dos necessitados como missão escolhida por Deus. No catolicismo, a fé em Deus, Jesus, na intercessão da Virgem Maria e dos Santos, é o que te leva a uma vida de amor. É importante relembrar os valores para fortalecer a sua crença e agradar ainda mais o coração do Senhor. Afinal, só se ama o que se conhece. Você é quem decide o que vai ser eterno em você, no seu coração. Deus nos dá o dom de eternizar em nós o que vale a pena, e esquecer definitivamente aquilo que não vale. Viver de amor é navegar sem cessar, semeando a paz e a alegria em todos os corações. Esse vídeo com a vovó Márcia e seus netos Geórgia e Henrique fala tudo.

23/08/2023

No catolicismo, a fé em Deus, Jesus, na intercessão da Virgem Maria e dos Santos, é o que te leva a uma vida de amor. É importante relembrar os valores para fortalecer a sua crença e agradar ainda mais o coração do Senhor. Afinal, só se ama o que se conhece. Não amemos de palavras nem de língua, mas por ações e em verdade.

A verdade de Deus às vezes dói, mas sempre liberta. Portanto, não depositemos nossa felicidade nas verdades do mundo! Só a verdade de Deus é a verdade propriamente dita.
O que me emocionei nesse vídeo é que as palavras das crianças são tão puras e sábias porque vem do coração. A Geórgia pedindo para os pais rezarem com seus filhos. O Henrique pedindo pelas pessoas quebradas. Quebradas???? Sim!!! Emocional, física, financeira, no casamento, na família, na fé…. Tem várias situações ao qual encaixou o pedido que veio do coração desses anjos. A vovó Márcia jamais desistindo, mesmo cansada, com dores, com problemas, mas sempre na oração e ensinando seus netos no caminho correto. Tenho muita gratidão de participar da COMUNIDADE CASA DE OURO, PORTA DO CÉU.

Assim morreu a Virgem Maria de acordo com São João Damasceno, Doutor da IgrejaNo dia 15 de Agosto a Igreja celebra a sol...
21/08/2023

Assim morreu a Virgem Maria de acordo com São João Damasceno, Doutor da Igreja

No dia 15 de Agosto a Igreja celebra a solenidade da Assunção de Nossa Senhora. Significa que Nossa Senhora ressuscitou e já está de corpo e alma no Céu.

Mas Nossa Senhora Morreu? A tradição da Igreja diz que Maria morreu, diversas afirmações teológicas justificam tal ideia. São João Paulo II disse em uma audiência no dia 25 de junho de 1997: “a experiência da morte enriqueceu a pessoa da Virgem; passando pela comum sorte dos homens, Ela pode exercer com mais eficácia a sua maternidade espiritual em relação àqueles que chegam à hora suprema da vida.”

Veja como São João Damasceno descreve a morte de Nossa Senhora:

“A Mãe de Deus não morreu de doença, porque ela, por não ter pecado original, não tinha porque receber o castigo da doença. Ela não morreu de velhice, porque não tinha por que envelhecer, já que a ela não lhe chegava o castigo do pecado dos primeiros pais: envelhecer e acabar por fraqueza. Ela morreu de amor. Era tanto o desejo de ir para o céu onde estava o seu Filho, que este amor a fez morrer.

Cerca de quatorze anos após a morte de Jesus, quando já tinha empregado todo o seu tempo em ensinar a religião do Salvador a pequenos e grandes, quando tinha consolado tantas pessoas tristes e tinha ajudado tantos doentes e moribundos, fez saber aos Apóstolos que já a data de partir deste mundo se aproximava para a eternidade.

Os Apóstolos a amavam como à mais bondosa de todas as mães e se apressaram a viajar para receber dos seus maternais lábios as suas últimas dicas, e de suas mãos sacrossantas a sua última bênção.

Foram chegando, e com lágrimas copiosas, e de joelhos, beijaram essas mãos santas que tantas vezes os tinham abençoado. Para cada um deles teve a excelsa Senhora palavras de conforto e de esperança. E depois, como quem se dorme no mais plácido dos sonhos, foi ela fechando santamente os seus olhos; e a sua alma, mil vezes abençoada, partiu para a eternidade.

A notícia se espalhou por toda a cidade, e não houve um cristão que não viesse a chorar ao lado do seu corpo, como pela morte da própria mãe. O seu enterro mais parecia uma procissão de Páscoa do que um funeral. Todos cantavam o aleluia com a mais firme esperança de que agora tinham uma monárquica protetora no céu, para interceder por cada um dos discípulos de Jesus.

No ar sentiam-se suavíssimos mas fortes aromas, e parecia ouvir cada um, harmonias de músicas muito suaves. Mas, Tomé Apóstolo, não tinha alcançado de chegar a tempo. Quando ele chegou, eles já tinham voltado de enterrar a mãe abençoada.

Pedro, – disse Tomé – Não podes negar-me o grande favor de poder ir para o túmulo da minha mãe e dar um último beijo a essas mãos santas que tantas vezes me abençoaram. E Pedro aceitou.

Eles foram todos para o santo sepulcro, e quando já estavam por perto começaram a sentir de novo suavíssimos aromas no ambiente e harmoniosas músicas no ar.

Abriram o sepulcro e em vez de ver o corpo da Virgem encontraram somente, uma grande quantidade de flores muito lindas. Jesus Cristo tinha vindo, tinha ressuscitado a sua Mãe Santíssima e a tinha levado para o Céu.

Isto é o que chamamos a Assunção da Virgem Maria.

E quem de nós, se tivesse os poderes do Filho de Deus, não teria feito o mesmo com a própria mãe?”

O menino que, guiado pela Virgem, revelou ao Papa o dogma da AssunçãoA fantástica história Guilles Bouhours, e o milagre...
21/08/2023

O menino que, guiado pela Virgem, revelou ao Papa o dogma da Assunção

A fantástica história Guilles Bouhours, e o milagre que marcou o pontificado do Papa Pio XII – Dogma da Assunção de Nossa Senhora.

Gilles Bouhours nasce em 27 de Novembro de 1944, em Bergerac, sul de França. Quando tinha apenas 1 ano, foi curado milagrosamente, graças à intercessão de Santa Teresinha do Menino Jesus. Aos 4 anos foi portador de uma mensagem de Maria Santíssima, na qual se lhe ordenava que a sua missão era ir até ao Papa Pio XII para lhe transmitir o que a Virgem lhe tinha comunicado.

Gil, desde pequenino tinha muita piedade, rezava longas horas e era visto fazendo penitência. E com apenas três anos de idade, um dia apresentou-se diante de seu pai e disse: “Pai, a SMA. VIRGEM deu-me uma mensagem que eu tenho que passar o para o Papa. Devo ir vê-lo”.

No início, o pai não levou o assunto a sério, mas o pequeno Gil insistiu nessa missão por dois anos. E sua mãe por curiosidade perguntou-lhe como era a mensagem. A resposta foi imediata: “Mãe, a mensagem não é para você, é para o papa!” Em uma ocasião o pai perguntou-lhe: “E você sabe quem é o Papa?” GIL responde: “o Papa é o Papa e eu tenho que dar a mensagem da Virgem!”

Os vizinhos cientes deste fato, ofereceram para pagar a viagem do menino e seu pai a Roma. E no ano do Senhor de 1949, finalmente partiu.

Durante a viagem o senhor BOUHOURS tinha este pensamento, com que cara iria tocar as portas do Vaticano e dizer “Eu preciso de uma audiência com o Papa, mas não para mim, mas para meu filho de 5 anos!?”

E quando chegaram a Roma, hospedaram-se num colégio francês. A princípio, ninguém sabia de sua chegada, que ocorreu numa terça-feira. No dia seguinte, um emissário do papa perguntou na portaria do colégio, se uma criança da região de Lourdes, havia se hospedado ali. E quando o pai se inteirou deste fato, ficou maravilhado. Como o papa ficou sabendo da sua chegada? De qualquer modo, foi um alívio saber que a audiência foi facilitada de maneira extraordinária. A entrevista seria no dia seguinte, numa quinta-feira, no dia 10 de dezembro de 1949.

Um secretário recebe e leva a criança para falar com sua santidade o papa, e seu pai ficou esperando do lado de fora cerca de uma hora.

Nota: as audiências com o papa raramente duravam mais que 20 minutos.

Ao final da audiência, o mesmo papa tomando a criança pelas mãos, devolve o pequeno para o seu pai, agradeceu e lhe disse: “Há tempos que peço ao céu que me dê uma confirmação, um sinal claro de aceitação do céu, de um dogma que desejo declarar. E seu filho me trouxe uma mensagem da Santíssima Virgem Maria”.

Nada se sabe da entrevista do Papa com o menino, que teve lugar em Maio de 1950, exceto o que o Pontífice deu a conhecer: o menino comunicou-lhe, da parte da Mãe de Deus, que esta Senhora, depois da sua vida mortal, subiu ao Céu em corpo e alma.

Precisamente, o Papa Pio XII havia pedido a Nosso Senhor um sinal sobrenatural para decidir-se a proclamar o dogma da Assunção de Maria. O pequeno Gilles foi o sinal que o Céu outorgou ao Pontífice, e assim, em 1 de Novembro de 1950, foi proclamado o Dogma da Assunção de Nossa Mãe Celestial.

A partir dos seus quatro anos, o pequeno Gilles teve autorização para comungar. A sua devoção a Jesus Sacramentado era extraordinária. Também desde a mais tenra idade manifestou o seu desejo de ser sacerdote e missionário. Em 12 de Junho de 1949 fez a Primeira Comunhão, e dois meses depois manteve o seguinte diálogo com um missionário conhecido:

– Que queres ser quando fores grande?
– Sacerdote.
– E porquê queres ser sacerdote?
– Para pôr Jesus na Hóstia Sagrada.
– Não gostavas também de ser missionário?
– Que quer dizer missionário?
– É um sacerdote que faz com que se amem muito a Jesus e a Maria.
– Sim, sim, claro que gostaria de ser missionário.

Este desejo chegou a ser nele como uma obsessão, traduzindo-se numa fome insaciável do Pão dos Anjos. Não temia a frio, nem nada deste mundo, quando ia comungar.

O seu recolhimento era algo insólito e nada usual. Inclusivamente chegou – nunca como um jogo, ou para se divertir – a celebrar “Missas Brancas”, o que significava recitar num altar, disposto num compartimento de sua casa, todas as orações da Missa, tais como as diz o sacerdote, do princípio ao fim, sem que se produzisse a Consagração, como é lógico, mas revestido com os paramentos que previamente lhe tinham confeccionado para esse efeito, tendo em conta a sua estatura.

Os sermões que pregava às pessoas que presenciavam estas cerimônias, dignas de um anjo, eram cheios de profundidade e fervor, sem erro algum. É preciso dizer-se que, quando se entrevistou com Sua Santidade o Papa Pio XII, cantou a antífona litúrgica “Parce Domine”, com os braços em cruz e como o ensinou a Santíssima Virgem.

Certo dia protestou durante a refeição, porque não gostava muito da sopa. Tinha 5 anos. Seu pai disse-lhe que isso não agradava à Santíssima Virgem, porque era um capricho tolo. O menino, então, comeu a sopa toda sem recalcitrar e quando acabou, disse: «Papá, dá-me um pouco mais. Está tão boa, esta sopa!»

Seguidamente, transcreve-se uma pequena parte de um sermão que Gilles pronunciou em 13 de Setembro de 1952:

«Hoje vamos falar da Paixão de Jesus. Estava no Jardim das Oliveiras com três dos seus Apóstolos. Sabia muito bem que havia um que O ia atraiçoar e que se acercava d’Ele com má intenção. Era em plena noite, e Jesus encontrava-se sob o peso dos pecados dos homens. E orava a seu Pai, dizendo: Que este cálice… Então, dirigindo-se aos seus Apóstolos, que dormiam, disse-lhes: “Não podeis velar uma hora co’Migo? Vigiai e orai, porque vão entregar o Filho do Homem”.»

Admiráveis expressões na boca de uma criança. Muito poucos anos depois, Nosso Senhor levá-lo-á para o Céu.

Em 24 de Fevereiro de 1960 Gilles cai doente, com um misterioso torpor que nenhum médico conseguiu diagnosticar. Ao cabo de 48 horas, e após receber os últimos Sacramentos, o adolescente (15 anos) morre. Antes de expirar, disse: «Vou morrer, mas não choreis. Estou bem e contente.» Seguidamente, juntou as mãos e orou assim: «Meu Deus, peço-Vos perdão de todos os meus pecados… Senhor meu, Jesus Cristo, Deus e Homem verdadeiro…»

Entregou a sua alma a Deus em 26 de Fevereiro de 1960, às 6 horas da manhã. No seu túmulo estão gravadas estas palavras, que ele mesmo disse:

“Amai a Deus e a Santíssima Virgem. Oferecei-Lhes todos os vossos sofrimentos e assim recuperareis a paz da alma.”

Gilles Bouhours

Mas Bernardo preferia os caminhos do coração à rígida norma fixa. “Amemos – ele dizia a seus filhos – e seremos amados. ...
20/08/2023

Mas Bernardo preferia os caminhos do coração à rígida norma fixa. “Amemos – ele dizia a seus filhos – e seremos amados. Naqueles que amamos encontraremos repouso, e o mesmo repouso oferecemos a todos os que amamos. Amar em Deus é ter caridade; procurar ser amado por Deus é servir à caridade”. De Claraval, Bernardo expandia a sua luz sobre toda a cristandade. Embora frágil e nunca em ótima saúde, percorreu meia Europa, orientou concílios, pregou uma cruzada à Terra Santa. E depois de laboriosas jornadas retirava-se à cela para escrever obras cheias de otimismo e de doçura, como o Tratado do amor de Deus e o Comentário ao Cântico dos Cânticos que é uma declaração de amor a Maria, pela qual tornou-se até autor e compositor, compondo palavras e música, do belíssimo hino Ave Maris Stella. É sua a invocação: “Ó clemente, ó piedosa, ó doce Virgem Maria” da Salve-rainha. Poucos instantes antes da morte, acontecida a 20 de agosto de 1153, assim consolava os seus monges: “Não sei a quem escutar, se o amor dos meus filhos que me querem reter aqui em baixo, ou ao amor do meu Deus que me atrai lá para cima”. Foi chamado por Pio XII “o último dos Padres da Igreja, e não o menor”.

Outros Santos do mesmo dia: Santo Amador, Santo Osvino, São Felisberto, Santa Maria de Matias, Beato Ladislau Maczkowski, Beata Maria Climent Mateu e Santo Samuel.

O poder de atração deste santo foi extraordinário. Nascido em 1090 no Castelo de Fontaine, próximo de Dijon, o terceiro ...
20/08/2023

O poder de atração deste santo foi extraordinário. Nascido em 1090 no Castelo de Fontaine, próximo de Dijon, o terceiro de seis irmãos, ainda muito jovem decidiu fazer-se monge em Cister. Tescelino, o bom pai de Bernardo, ficou consternado: um após outro, os filhos abandonavam os confortos do castelo para seguir Bernardo: Guido, o primogênito, deixou até a esposa, que também se fez monja. Nissardo, o caçula, também despediu-se do mundo, seguido pela única irmã, Umbelina e pelo tio Gaudry, que despiu a pesada armadura para vestir o hábito branco. Por último também Tescelino pediu para entrar no mosteiro onde estava praticamente toda a família. Um êxodo tão completo como este não se verificou talvez nunca na história da Igreja. E como outros numerosos jovens pedissem para entrar entre os cistercienses, foi necessário fundar outros mosteiros. Disso foi encarregado Bernardo, que deixou Citeaux abraçando uma pesada cruz de madeira e seguido de doze religiosos que cantavam hinos e louvores ao Senhor. O pequeno grupo, após uma longa marcha, fez uma parada num vale bem protegido. O lugar era bom e decidiram se estabelecer aí, após tê-lo batizado com o nome de Claraval. Experientes trabalhadores, como todos os beneditinos, os monges logo levantaram aí cabanas para rezar, para dormir e para comer. A antiga regra beneditina era aí observada com todo o rigor: oração e trabalho, sob a obediência absoluta ao abade.
Mas Bernardo preferia os caminhos do coração à rígida norma fixa. “Amemos – ele dizia a seus filhos – e seremos amados. Naqueles que amamos encontraremos repouso, e o mesmo repouso oferecemos a todos os que amamos. Amar em Deus é ter caridade; procurar ser amado por Deus é servir à caridade”. De Claraval, Bernardo expandia a sua luz sobre toda a cristandade. Embora frágil e nunca em ótima saúde, percorreu meia Europa, orientou concílios, pregou uma cruzada à Terra Santa. E depois de laboriosas jornadas retirava-se à cela para escrever obras cheias de otimismo e de doçura, como o Tratado do amor de Deus e o Comentário ao Cântico dos Cânticos que é uma declaração de amor a Maria, pela qual tornou-se até autor e compositor, compondo palavras e música, do belíssimo hino Ave Maris Stella. É sua a invocação: “Ó clemente, ó piedosa, ó doce Virgem Maria” da Salve-rainha. Poucos instantes antes da morte, acontecida a 20 de agosto de 1153, assim consolava os seus monges: “Não sei a quem escutar, se o amor dos meus filhos que me querem reter aqui em baixo, ou ao amor do meu Deus que me atrai lá para cima”. Foi chamado por Pio XII “o último dos Padres da Igreja, e não o menor”.

Outros Santos do mesmo dia: Santo Amador, Santo Osvino, São Felisberto, Santa Maria de Matias, Beato Ladislau Maczkowski, Beata Maria Climent Mateu e Santo Samuel.

Nascida em Bitínia, de família plebeia, Helena, que recebeu do filho Constantino o título de Augusta, foi repudiada pelo...
18/08/2023

Nascida em Bitínia, de família plebeia, Helena, que recebeu do filho Constantino o título de Augusta, foi repudiada pelo marido, o tribuno militar Constâncio Cloro, por ordem do Imperador Diocleciano. A lei romana de fato não reconhecia o matrimônio celebrado entre um patrício e uma plebeia; por isso Helena era considerada simplesmente uma concubina, e quando Constâncio Cloro teve o título de Augusto, com o colega Galério, teve de abandonar Helena, embora conservando consigo o filho Constantino nascido da união deles em 285. Quando, por ocasião da morte do pai, Constantino foi aclamado Augusto em 306 em York, pelas legiões da Bretanha, Helena pôde voltar ao lado do filho, com o merecido título de Mulher Nobilíssima. Logo depois obteve a mais alta honra que a mulher podia desejar, o título de Augusta, quando o filho derrotando Maxêncio às portas de Roma, tornou-se Imperador.

Era o início de uma pacífica obra de reconstrução, que incluía a paz com o cristianismo. Através das suas relações com o cristianismo ele deu de fato a sua monarquia um conteúdo espiritual, tendo atribuído a sua vitória à proteção de Cristo. Que parte tenha tido a mãe Helena nesta conversão de consequências tão grandes não nos é dado saber. Embora o historiador Eusébio, autor de uma vida de Constantino, diga que foi o imperador que conduziu a mãe à fé, muitos acham que tenha sido Helena que converteu o filho; conversão, porém, um tanto tépida, uma vez que aguardou até a hora da morte para receber o batismo, em 337. Ao contrário, Santa Helena mostrou um favor religioso que se traduziu em grandes obras de beneficência e na construção de célebres basílicas nos lugares santos, dos quais foi intrépida exploradora. Não obstante a idade avançada, foi à Palestina para seguir as escavações iniciadas em Jerusalém pelo bispo São Macário, que reencontrou o túmulo de Cristo escavado na rocha e pouco distante a cruz do Senhor e as duas cruzes dos ladrões. A invenção, isto é, o reencontro da cruz, que sucedeu em 326, sob os olhos da piedosíssima mãe do imperador, produziu uma grande emoção em toda a cristandade. Entusiasmada com este primeiro sucesso, procurou e encontrou a gruta do nascimento de Jesus Cristo em Belém e o lugar sobre o monte das Oliveiras, onde Jesus esteve com os discípulos antes de subir ao céu. A estas descobertas seguiu-se a construção de outras tantas basílicas. Uma delas, no monte das Oliveiras, teve o nome de Helena.

Outros Santos do mesmo dia: São Agapito, Santos Floro e Lauro, São Alípio, Beato Ângelo d’Agostini de Florença, Beato Aimão de Savigliano, São Alberto Hurtado Cruchaga, Beato Leonardo de Cava, Beato Manes de Gusmão, Beata Paula Montaldi, Beato Rinaldo de Concorezzo e Beata Sancha Szmkowiak.

SANTO DO DIA – 20 DE JULHO – SANTO ELIASProfeta (século IX a.C.)Elias – o maior entre os profetas de ação, juntamente co...
20/07/2023

SANTO DO DIA – 20 DE JULHO – SANTO ELIAS
Profeta (século IX a.C.)

Elias – o maior entre os profetas de ação, juntamente com Eliseu e Samuel – teve a missão de reconduzir o povo ao único Deus. É propriamente o sentido do nome Elias, que significa “meu Deus é Iahweh”.

Ao se destacar do reino de Judá, Israel atravessava um período de abandono também no plano religioso, durante o reino do débil Acab (873-854) – dócil instrumento da intrigante esposa Jezabel, fenícia que lá introduzira o culto do deus Baal.

Para fazer cessar a idolatria, Deus enviou seu profeta ao rei Acab e lhe anunciou o castigo: três anos de seca. Durante o flagelo, Elias procurou abrigo junto à torrente de Carit; quando também esta se estancou, encontrou abrigo na casa de uma viúva de Sarepta, local próximo a Sidônia. Aí fez o milagre da multiplicação da farinha e do óleo e retribuiu com superabundância a generosa acolhida, ressuscitando-lhe o filho.

Ao terceiro ano, Elias se apresentou novamente diante do rei e conseguiu que o povo fosse convocado ao mote Carmelo, onde se deu o desafio entre ele os 400 sacerdotes de Baal. Cada qual poria a vítima sobre o respectivo altar e imploraria que caísse fogo do céu. Assim foi feito. Mas somente no altar erguido por Elias – que o profeta encharcara de água, a fim de tornar mais evidente o milagre – irrompeu a labareda.

Seja bem vindo(a). Você é quem decide o que vai ser eterno em você, no seu coração. Deus nos dá o dom de eternizar em nó...
15/07/2023

Seja bem vindo(a). Você é quem decide o que vai ser eterno em você, no seu coração. Deus nos dá o dom de eternizar em nós o que vale a pena, e esquecer definitivamente aquilo que não vale. Vire a página. Dê um ponto final nas coisas que te fazem mal. A vida é um círculo, não um quadrado. Tenha pressa de ser feliz, porque nós não sabemos quanto tempo nos resta. Só dê ouvidos a quem te ama. Não te preocupes tanto com o que acham de ti. O que te salva não é o que os outros andam achando, mas é o que Deus sabe a teu respeito. Catolicismo é uma religião cristã que crê em Deus e Jesus Cristo como seus salvadores. Deus depositou a plenitude de todo o bem em Maria, para que nisso conhecêssemos que tudo o que temos de esperança, graça e salvação, dela deriva até nós. As orações de Maria junto a Deus têm mais poder junto da Majestade divina que as preces e intercessão de todos os anjos e santos do céu e da Terra. Mediante o Rosário, o povo cristão aprende com Maria a contemplar a beleza do rosto de Cristo e a experimentar a profundidade do seu amor. É o amor o que mais pode nos assemelhar a Maria, imitar a mãe de Deus, é aprender a amar, pois ela vive e essência aquilo que seu filho Jesus é por natureza: amor. Maria, cheia de graça e co***lo, venha caminhar com teu povo!

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Rua GUILHERME KURTS, 255, Geminado 05. Última Casa Lado Esquerdo
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89.237-645

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