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02/05/2019
Feliz Dia do trabalhador 🙌🙌
01/05/2019

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TEM ESPÍRITOS NA TUA CASA?A PRÓPRIA ORGANIZAÇÃO DA CASA AJUDA ! Gente, se a energia não está legal, o dinheiro não rende...
23/04/2019

TEM ESPÍRITOS NA TUA CASA?

A PRÓPRIA ORGANIZAÇÃO DA CASA AJUDA !

Gente, se a energia não está legal, o dinheiro não rende, brigas à toa entre os familiares começam a aparecer, todo mundo que mora na casa f**a perturbado, agitado e estressado sem motivo, filhos começam a responder para os pais, marido começa a beber sem parar, dentre outras coisas.

Para que a paz volte a reinar em seu lar, tenho algumas boas dicas para você fazer em sua casa.

Vamos a elas:

1️⃣ Elimine, doe, jogue fora, tudo o que você não utilizar. Objetos velhos, calcinhas, roupas, vestido de noiva, comprovantes de depósito, sapatos pequenos, revistas antigas, TUDO O QUE NÃO TE SERVE MAIS.

2️⃣ Tralha no porão bloqueia a energia da sua casa e em cima dos armários te traz dor de cabeça.

3️⃣ Não guarde sapatos embaixo da cama.

4️⃣ Ao pintar sua casa, passe cal antes da tinta. A cal tira todas as energias negativas do ambiente.

5️⃣ Não tenha lixo na porta da sua casa, pois seu dinheiro vai embora.

6️⃣ Coloque plantas na porta da sua casa (lado esquerdo de quem entra).

7️⃣ Não tenha canos entupidos em casa.

8️⃣ Mortos adoram lâmpadas queimadas. Onde tem gente agitada e perturbada tem lâmpada queimada.

9️⃣ Casa com m**o, rachadura e bolor é sinal de morto em casa.

🔟 Fogão na frente da geladeira não pode. Não tenha oscilação constante de temperatura.

1️⃣1️⃣
Não tenha colchão de pessoa que já desencarnou em casa. O colchão f**a com a “digital” do morto. Doe para alguém estranho.

Feliz Páscoa povo do Axé 🙌🙌🙌
21/04/2019

Feliz Páscoa povo do Axé 🙌🙌🙌

A consciência durante a incorporação é uma benção!O objetivo da incorporação não é perder o controle de si mesmo. Menos ...
27/03/2019

A consciência durante a incorporação é uma benção!

O objetivo da incorporação não é perder o controle de si mesmo. Menos consciência não é sinônimo de mais força mediúnica. Não é pela perda de memória que assegura-se a veracidade da comunicação. Muito pelo contrário: a mediunidade consciente é uma enorme bênção para os seus portadores.

O transe mediúnico não é choque elétrico que quanto mais tremer mais forte é. No entanto, são muitos os que abandonam este caminho devido à insegurança, porquanto não compreendem e/ou não aceitam a naturalidade de suas mediunidades. Outros tentam esconder essa insegurança através de excessivos movimentos, giros, gritos, roupas extravagantes, sotaques forçados e outros elementos exteriores.

A mediunidade exige nossa fé. Entregar-se à espiritualidade superior. Ela pede por confiança em nós mesmos e nas entidades que nos acompanham. A Umbanda é humildade e simplicidade. Devemos saber apenas expressar aquilo que é natural de nosso desenvolvimento mediúnico, sem aumentar nem diminuir nada.

O objetivo não é apagar a própria consciência, mas sim não interferir no atendimento da entidade. São duas coisas bem diferentes. E o desenvolvimento mediúnico, quando bem realizado, sem pressa e com a devida orientação, ensina a não interferir. A lucidez durante a incorporação é um fato muito positivo.

“Sou eu ou o guia?” Os dois. Você sempre estará presente. Seja médium consciente ou médium inconsciente, somos responsáveis por tudo o que acontece durante a incorporação. Você aprende a desenvolver uma parceria com sua entidade, permitindo ela estar à frente a maior parte do tempo, mas, eventualmente, dando sua contribuição. Não há nenhum problema nisso, porém reforçamos, mais uma vez, a necessidade do estudo constante.

Estes médiuns têm a maravilhosa oportunidade de aprender com seus guias durante os atendimentos. A espiritualidade é sábia e nada faz por acaso. Muitos dos problemas que os consulentes enfrentam também passam os médiuns. E a entidade, ao mesmo tempo que ajuda um, orienta também o seu cavalo.

Isto contribui para acelerar a evolução deste médium. A mediunidade consciente exige muito estudo e comprometimento, uma vez que as entidades se utilizam do conhecimento do colaborador para transmitir suas mensagens. Como diz o ponto, a Umbanda tem fundamento, é preciso se preparar.

O médium consciente não depende da incorporação para comunicar-se com seus guias. Para tanto, utiliza-se de sua intuição. Após amadurecer-se no autoconhecimento, ele desenvolve a capacidade de discernir os pensamentos e ideias que provêm de sua alma e os que provêm de fora.

A mediunidade consciente é a tendência do futuro. Muitas comunicações, de diferentes autores espirituais, afirmam que não se encarnam mais médiuns inconscientes. No entanto, cria-se, em alguns lugares, a falsa expectativa de que a entidade fará um apagão na mente da pessoa e que ele estará plenamente sob controle do guia. Isso gera apenas dúvida, insegurança, frustação.

É importante assumir a mediunidade consciente, com todas as suas características. A nossa missão é ajudar o próximo, e não se provar perante alguém. Foi-se o tempo que os guias permitam-se ser colocados à prova. Hoje, aqueles que deseja receber suas graças, precisa ter um mínimo de fé.

Não fique se comparando com as outras pessoas. A mediunidade é experiência pessoal, cada um tem a sua trajetória particular. Ninguém sente as vibrações exatamente igual ao outro. E o processo de desenvolvimento espiritual e mediúnico é único para cada pessoa. Você perde tempo quando tenta forçar sua naturalidade assemelhar-se à manifestação dos outros médiuns. Aceite a mediunidade que carrega com alegria e gratidão e, dessa maneira, aceitará todo poder e força que ela traz.

A energia não precisa vir de forma bruta e agressiva. O suave e o sutil tem força. Trabalhe a partir da vibração que receber. Apenas concentre-se no que sentir e deixe tudo fluir em sua naturalidade. Por mais tempo de Umbanda que possua, o desenvolvimento nunca acaba. Sempre há o que aprender. E quanto mais buscamos nossa elevação moral, mais firme é a nossa sintonia com nossos guias e protetores.

A mediunidade consciente não é inferior à mediunidade inconsciente, o contrário também não é verdadeiro. O importante é que as pessoas que são atendidas pelos guias destes médiuns saiam do terreiro melhor do que entraram. Para isto, e esta orientação é válido para todos os tipos de mediunidade, é importante estar preparando mental e emocionalmente. É o coração disposto à caridade que faz um bom médium.

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23/03/2019

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ORIXÁ OMULU - OBALUAIYÊ - XAPANÃ!Omulu-Xapanã é a Terra! Essa afirmação resume perfeitamente o perfil deste orixá, o mai...
22/03/2019

ORIXÁ OMULU - OBALUAIYÊ - XAPANÃ!

Omulu-Xapanã é a Terra!
Essa afirmação resume perfeitamente o perfil deste orixá, o mais temido entre todos os deuses africanos, o mais terrível orixá da varíola e de todas as doenças contagiosas, o poderoso “Rei Dono da Terra”. È preciso esclarecer, no em tanto, que Omolu-Xapanã está ligado ao interior da terra (ninù ilé) e isso denota uma íntima relação com o fogo, já que esse elemento, como comprovam os vulcões em erupção, domina as camadas mais profundas do planeta. Toda a reflexão em torno de Omolu-Xapanã, ocorreu colocando-o como um orixá ligado à terra, o que é correto, mas não deixa de ser um erro desconsiderar a sua relação com o fogo do interior da terra, com as lavas vulcânicas, como os gases etc. o
que pode ser mais devastador que o fogo?

Só as epidemias, as febres, as convulsões lançadas por Omolu-Xapanã! Orixá cercado de mistérios, Omolu-Xapanã é um deus de origem incerta, pois em muitas regiões da África, eram cultuados deuses com características e domínios muito próximos aos seus. Omolú-Xapanã seria Rei dos Tapas, originário da região de Empé. Em território Mahi, no antigo Daomé, chegou aterrorizando, mas o povo local consultou um babalawó, que lhes ensinou como acalmar o terrível orixá. Fizeram então oferendas de pipocas, que o acalmaram e o contentaram.

Omolu-Xapanã construiu um palácio em território Mahi, onde passou a residir e a reinar como soberano, porém não deixou de ser saudado como Rei de Nupê, em pais Empê (Kábíyèsí Olútápà Lempé). As pipocas, ou melhor, deburu, são as oferendas prediletas do orixá Omolu-Xapanã; um deus poderoso, guerreiro, caçador, destruidor e implacável, mas, que se torna tranquilo, quando recebe sua oferenda preferida.
Em África, são muitos os nomes de Omolu-Xapanã, que variam conforme a região. Entre os Tapas era conhecido Xapanã (Sànpònná); entre os Fon era chamado de Sapata-Ainon,que signif**a ‘Dono da Terra’; já os yorubás o chamam Obaluaiyê e Omolu. Omolu-Xapanã, nasceu com o corpo coberto de chagas e foi abandonado pela sua mãe, Nanã Buruku, na beira da praia. Nesse contratempo, um caranguejo provocou graves ferimentos na sua pele. Yemojá encontrou aquela criança e criou-a com todo amor e carinho; com folhas de bananeira, curou as suas feridas e pústulas e transformou-a num grande guerreiro e hábil caçador, que se cobria com palha-da-costa (ikó), não porque escondia as marcas de sua doença, como muitos pensam, mas porque se tornou um ser de brilho tão intenso quanto o próprio sol.

Por essa passagem, o caranguejo e a banana-prata,tornaram-se os maiores ewò de Obaluaiê. O capuz de palha-da-costa-aze (azê) cobre o rosto de Obaluayiê, para que os seres humanos não o olhem de frente (já que olhar diretamente para o próprio sol, pode prejudicar a visão). A história de Omolu-Xapanã explica a origem dessa roupa enigmática, que possui um signif**ado profundo relacionado à vida e à morte. O aze guarda mistérios terríveis para simples mortais, revela a existência de algo que deve f**ar em segredo, revela a existência de interditos que inspiram cuidado medo, algo que só os iniciados no mistério podem saber. Desvendar o azê , a temível máscara de Omolu-Xapanã, seria o mesmo que desvendar os mistérios da morte, pois Omolu-Xapanã venceu a morte.

Debaixo da palha-da-costa, Obaluayiê guarda os segredos da morte e do renascimento, que só podem ser compartilhados entre o iniciados. A relação dele com a morte, dá-se pelo fato de ele ser a terra, que proporciona os mecanismos indispensáveis para a manutenção da vida. O homem nasce, cresce, desenvolve-se, torna-se forte diante do mundo, mas continua frágil diante de Omolu-Xapanã, que pode devorá-lo a qualquer momento, pois Omolu-Xapanã é a terra, que vai consumir o corpo do homem por ocasião da sua morte. Obaluayiê andou por todos os cantos de África, muito antes, inclusive, de surgirem algumas civilizações. Do ponto de vista histórico, Omolu-Xapanã é a idade anterior à Idade dos Metais, peregrinou por todos os lugares do mundo, conheceu todas as dores do mundo, superou todas.

Por isso se tornou médico, o médico dos pobres, pois, muito antes da ciência, salvava a vida dos necessitados; durante a escravidão, só não pôde superar a crueldade dos senhores, mas de doenças livrou muitos negros e até hoje muitos pobres só podem recorrer a Omolu-Xapanã, que nunca lhes falta.
(Reginaldo Prandi)

Endereço

Joinville, SC
89209620

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