Casa de Umbanda do Pai João de Angola

Casa de Umbanda do Pai João de Angola Saravá.

Cristofer Sousa, é Tata da Casa de Umbanda Pai João de Angola e Caboclo 7 Folhas, atuando com Culto Ancestral, frente a Doutrina de Almas e Angola, a casa faz o resgate da cultura e os saberes dos povos Bantu, sendo uma casa que propicia apoio e cura moral, social e psíquica além de possibilitar um espaço de acolhimento fraterno á todos que buscam. A Casa do Pai João de Angola além da prática re

ligiosa, também provê um olhar voltado para o assistencialismo voltado para o apoio a comunidade local com oficinas, cursos e palestras de formação para diferentes públicos que entende como necessário no meio a qual estamos. Somos um espaço de resistência, onde enaltecemos a força e a brio dos povos africanos e nativos que coexistem no Brasil, ressaltando sempre a luta que perdura durante todo o genocídio propagado pelos eurocentrismo, cabe ressaltar a Umbanda não tem cor, mas se tivermos que adotar ela é PRETA e VERMELHA.

Nzambi nos abençoe nesta última segunda-feira do ano. Peço bênçãos aos mais velhos sempre, a minha ancestralidade, a min...
29/12/2025

Nzambi nos abençoe nesta última segunda-feira do ano.

Peço bênçãos aos mais velhos sempre, a minha ancestralidade, a minha comunidade e á todos que estreitam e espreitam o melhor par que discorra para meu Orí, nessa última segunda, Laroyê, Exú!

Que Exú abra os caminhos, o que foi rompido, entenda como necessário para a sua mudança, e o que foi aberto, veja como oportunidade para um novo começo.

No fechamento do ano, é comum na visão ocidental tentar mensurar o que foi válido ou não, onde errou e onde acertou, mas na filosofia africana temos a Dikenga como processo latente que corre com o ciclo do sol, não esperamos o novo ano, nos fazemos o nosso dia validar-se.

Olharmos para trás com dor pelo que perdemos, não é significativo para quem entende Sankofa, Exú não tira nada de nós sem nos revelar a verdade e o que é necessário, e principalmente essencial para a sua existência junto aos seus.

Sejam felizes com o que possuem e busquem, na rede de apoio, na comunidade, na família e na ancestralidade, trocas positivas é isso que Exú viabiliza.

O ano de 2025 se encerra para que 2026 se apresente, um ano 1, início de um novo ciclo.

Temos nove anos de possibilidades para criar uma nova história. O que ontem era agouro, hoje é experiência sabemos o que é permitido e o que funciona para essa nova fase.

Portanto, permita-se chore menos e faça por você, em busca da sua felicidade.

Mukuiú!

Tata Cristofer Sousa

Saraváááaa!  ✊🏾Mês negro e como precisamos exaltar ainda mais a nossa presença e a raiz negra frente a todo o racismo e ...
05/11/2025

Saraváááaa! ✊🏾

Mês negro e como precisamos exaltar ainda mais a nossa presença e a raiz negra frente a todo o racismo e o epistemicídio que está em voga nesse país, venho fazer este convite por essa rede também!

Topaaaaa conhecer um pouco sobre o legado africano na macumba brasileira?! Quem são os povos Bantú? Como discorre a diáspora? A filosofia Africana frente a Macumba? O que é a hospitalidade Bantu? Oferendas e Encruzilhadas, Exú Sr do Caminho e Pomba Gira como isso é de fato cunhado em solo nacional?

Ficou interessado? 👀

Segue o fio, é com alegria que convido todos e principalmente quem já cruzou nosso caminho ou deseja se aproximar da família do Pai João e da ritualística da nossa M'banda! 🌿

Muitos consulentes têm manifestado desejo de ingressar, fico feliz com essa conexão, o recesso foi substancial, Oyá com seu leque de p***s trás os ventos com bons presságios á todos, principalmente neste mês, junto ao Oxê de Sàngó que se mostra necessário, o corte é duplo, assim sendo Kitembó é rei.

Boraaaa, então? Venha fazer parte, o convite é aberto a todxs para o Nzila ya N'kisi, com início em novembro.

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Nzila (caminho) + N'kisi (forças da natureza) = jornada espiritual Bantu para fortalecer corpo, mente e espírito com o Ntu.
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O ciclo tem 4 encontros sempre aos, sábados 17h-20h, pode estender, as vagas são limitadas. Aproveita!

E quanto custa Tata?! 🤔

Nutriremos com trocas, rituais e aprendizado transformador.
Investimento: R$ 200 (R$ 50/encontro ~3-4h = R$12,50/hora).
Valor simbólico: cobre materiais, energia e experiência!

Ao final, conversa individual para quem sentir o chamado à corrente (com aval da casa para harmonia).

Primeiro passo para se tornar Muzenza na Casa do Pai João.

Venha com coração aberto se a ancestralidade chamar! Dúvidas? DM! 📩

Mukuiú

Pai João de Angola e Caboclo 7 Folhas
Tata Cristofer Sousa

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Sabemos que, para muitos, o primeiro contato com nossa casa pode trazer curiosidade, mas também desconforto ou dúvidas. ...
27/10/2025

Sabemos que, para muitos, o primeiro contato com nossa casa pode trazer curiosidade, mas também desconforto ou dúvidas. Isso é natural, pois vivemos em um mundo onde ideias antigas, por vezes enviesadas, sobre aculturamento e branquitude ainda influenciam como enxergamos as religiões afro-brasileiras.

Aqui, convidamos todos a olhar além dessas ideias, com o coração aberto, para compreender a riqueza e a força de nossa cultura.

Nossa casa é um território negro, onde celebramos e honramos a ancestralidade africana e os povos originários. Por isso, não falamos de sincretismo com santos católicos, anjos ou outras figuras de religiões que, historicamente, tentaram apagar ou sobrepor nossa cultura. Não, não é tudo a mesma coisa.

A história nos ensina que, se fosse, os povos africanos não teriam sido escravizados, nem os indígenas massacrados em suas próprias terras por interesses em pedra, madeira e minério.

No passado, o sincretismo foi uma estratégia de resistência para proteger nossa cultura africana, para que ela não fosse apagada, como tentaram fazer com nossos antepassados.

Hoje, em 2025, em meio a tempos de intolerância religiosa crescente, é ainda mais importante afirmar a identidade das religiões afro-brasileiras sem misturá-las com outras crenças. Nossa casa é um espaço de acolhimento, mas também de afirmação aqui, valorizamos a essência de nossa espiritualidade, que carrega a força, a luta e a sabedoria de nossos povos.

Há narrativas, como as contadas por Zélio e outros, que tentaram moldar a umbanda sob uma ótica eugenista, que não reflete a verdade de nossa ancestralidade. Essas ideias, ainda repetidas por alguns, não têm espaço aqui. Nosso compromisso é com a verdade e a preservação da nossa cultura.

Com a licença dos mais velhos, queremos compartilhar, de forma simples e respeitosa, um pouco sobre nossos orixás. Nosso objetivo é que todos compreendam que eles são divindades únicas, com suas próprias histórias e significados, sem paralelos ou sincretismos com outras culturas. Este é um convite para conhecer, aprender e se conectar com a espiritualidade afro-brasileira de forma verdadeira.

Axé!

Tata Cristofer Sousa

Conjuro a cada um, que desperta ou já está em movimento, uma semana repleta de axé e renovação.Assim como a rosa, que me...
27/10/2025

Conjuro a cada um, que desperta ou já está em movimento, uma semana repleta de axé e renovação.

Assim como a rosa, que mesmo ao murchar se transforma para florescer novamente, somos nós em nossa jornada.

Quantas vezes nos sentimos ceifados, com a vitalidade roubada por ações ou relações que julgávamos essenciais? Sem a devida atenção, deixamos passar que, mesmo murchando, a flor exsude um perfume único e se torna adubo para a próxima florada. Quantas vezes, em sua caminhada, você achou que havia perecido, mas ainda assim seguiu em frente, florescendo novamente?

Para crescer, precisamos estar abertos à força e à luz do Sol. Para viver, devemos acolher a chuva que nos nutre. E, imersos na terra, encontramos o adubo da vida, as interações que nos guiam, que nos trazem boas intenções e que nos ajudam a compreender nosso lugar no mundo e o caminho que desejamos trilhar.

Neste dia de Maria Padilha, que seu perfume encante e revele, a rosa que ontem murchou hoje se transforma, preparando-se para germinar o novo.

Que você exale o aroma necessário para atrair prosperidade, sorte e boas energias. Dance com o sorriso da vida, cultive diálogos que elevem e mantenha a astúcia do espinho, sabendo que nem todos merecem tocar sua essência, seja no âmbito moral, social ou psicológico.

Avante, que as Pombas Giras se façam presentes, guiando e protegendo neste dia!

Mukuiú

Laroyê Maria Padilha! Laroyê às Pombas Giras!
Tata Cristofer Sousa







Saravá! Bom dia! Que Nzambi nos abençoe.Saudamos Nkosi, senhor do ferro e do fogo, mestre da força, da criação e do prog...
02/09/2025

Saravá! Bom dia! Que Nzambi nos abençoe.

Saudamos Nkosi, senhor do ferro e do fogo, mestre da força, da criação e do progresso.

O ferro forjado na brasa só revela sua imantação àquele que está disposto a queimar, ou seja, a enfrentar as adversidades do mundo e os fardos que a sociedade impõe sobre como devemos ser.

Sem máscaras, sem rótulos, somos livres e nus diante do mundo, como chegamos pelo Ntu de Nzambi Mpungu Tulendu. As tristezas e alegrias imersas em nosso cotidiano, nas trocas diárias com as pessoas, nos projetam para um cenário onde podemos nos sentir como ferros retorcidos, por vezes desprezados, afastados do verdadeiro propósito para o qual fomos constituídos. Temos um destino, uma jornada, e, acima de tudo, devemos permanecer firmes diante do nosso Odu.

Muitas contradições surgirão para tentar desviar você de sua rota e missão. Contudo, sua ancestralidade caminha ao seu lado, guiando-o para o que é essencial, queimando as fagulhas e amolecendo o ferro para que ele tome a forma necessária e recupere a consciência do que precisa ser feito para seguir seu caminho.

Portanto, hoje, celebre e reconheça a força de Nkosi em seu destino. Aproxime-se do Ntu necessário para se tornar transparente e equivalente aos seus. Um dia ou um período de ferrugem não durará eternamente, pois o fogo é essencial para reacender nossa força e propósito.

Mukuiú
Pembelê Tat´etu Nkosi

*Mesmo o ferro mais rígido, quando levado ao fogo, transforma-se em ferramenta útil. Flexibilize-se.*

Tata Cristofer Sousa

Colonizam nossas terras, impõem modos de vestir, de consumir e, sobretudo, como devemos ser culturalmente por uma ótica ...
27/08/2025

Colonizam nossas terras, impõem modos de vestir, de consumir e, sobretudo, como devemos ser culturalmente por uma ótica eugenista e branca. Assim é o Projeto de Lei Complementar 50/2025.

Essa lei municipal é mais um ataque às religiões de matriz africana, tentando apagar nossa história e espiritualidade. Mas nossa luta é ancestral e não será silenciada!

Deslize para entender por que o Brasil laico, a Constituição e nossa resistência não aceitam essa intolerância. 🖤✊🏾

Não fique calado!

Assine a petição contra o PLC 50/2025 (link na bio ou busque na Petição Pública), compartilhe, marque vereadores e exija respeito à diversidade religiosa.

Reflita, seu terreiro é uma senzala ou resistência? Seu culto é para margem caridosa da elite ou para ressignificar os que estiveram antes de ti?

https://peticaopublica.com.br/?pi=BR153573








Saravá, bom dia! Tudo bem com vocês?Que N'zambi as abençoe abundantemente nesta quinta-feira, dia em que honramos os Pen...
21/08/2025

Saravá, bom dia! Tudo bem com vocês?

Que N'zambi as abençoe abundantemente nesta quinta-feira, dia em que honramos os Penachos, nossos ancestrais que primeiro habitaram esta terra.

Hoje, celebramos junto a Oxóssi e Ossain junto ao povo Yorubá e Katendê na cosmovisão Bantu. Por que é tão importante compreender essa distinção?

Porque são forças que se complementam, fortalecendo nosso NTU. Essas forças, quando conjugadas com sabedoria, podem nos conduzir a conquistas maiores do que imaginamos, desde que saibamos pedir com discernimento.

Cada Muntu (indivíduo) carrega sua própria complexidade e história. Da mesma forma, cada cultura e cada povo possui sua singularidade. Não os colocamos no mesmo balaio, mas os reverenciamos com o devido respeito, reconhecendo sua unicidade.

A diáspora africana propiciou o encontro desses povos em nossa terra, e hoje celebramos a força dos povos originários e africanos que caminham conosco.

Assim como um rio deságua no mar, encontrando o oceano, nossos ancestrais partem de uma origem e, com o clã familiar e espiritual, florescem em continentes maiores, viabilizando nossa existência e nos oferecendo um amparo grandioso.

Que tenhamos serenidade para compreender isso e clareza para saber que caminhos seguir daqui em diante. Hoje é um dia de reflexão, mas também de estratégia que saibamos mirar nossa flecha com precisão e escolher a caça que nos sustentará.

Okê Arô Oxóssi!
Ewe ó! Ewe ó!
Kiua Katendê!
Mukuiú Caboclo 7 Folhas
Saravá à força dos caboclos de pena!
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Tata Cristofer Sousa

N'zambi abençoe hoje.Que hoje, nesta sexta-feira de Oxalá, que marca o início do mês de Obaluaê, o senhor da cura e da m...
01/08/2025

N'zambi abençoe hoje.

Que hoje, nesta sexta-feira de Oxalá, que marca o início do mês de Obaluaê, o senhor da cura e da morte, possamos reverenciá-lo. Ele, que transita entre Orun e Ayê (céu e terra), lida com todas as adversidades que cruzam o mundo. Neste mês, clamamos por sua força e proteção, conjuro a força ancestral de Nsumbu ao nosso lado.

Onde houver angústia, dor ou lamentação, que se celebre a regeneração. Que, em meio à presunção e aos agouros, possamos nos libertar e compreender que a vida não se resume à ótica ocidental, punitiva e aflitiva, que enxerga pecado em tudo. Devemos, sim, buscar a felicidade e nos reconectar com nossa essência.

Quando seu Mutuê (cabeça) está em equilíbrio, nada pode abalá-lo. Não há quizila que o alcance para desestabilizar ou deixar à deriva.

Somos a resistência dos nossos, ainda hoje rechaçados por nossa cor, nossa origem e nossa luta. Tentam nos rotular, ditar onde devemos estar ou com quem devemos caminhar. Mas nós somos livres, e essa liberdade se reafirma hoje.

Atotô, meu pai! 🖤
Epa Babá. 🤍🍃

Equilíbrio, não culpa: A Ética do Erro dos Bantu e Iorubá.Nas culturas afro-diaspóricas, especialmente nas tradições ior...
01/08/2025

Equilíbrio, não culpa: A Ética do Erro dos Bantu e Iorubá.

Nas culturas afro-diaspóricas, especialmente nas tradições iorubá e bantu, a ética não se baseia em obedecer a códigos rígidos ou temer punições, mas em cultivar Iwa, o bom caráter.

Iwa é a essência do equilíbrio, da serenidade, da justiça e da generosidade, refletida no conceito de Iwa Pelé – um caráter apaziguador que promove harmonia.

Na cosmovisão iorubá, quem cultiva Iwa se torna um Omoluwabi, uma pessoa solidária, coletivista e comprometida com o bem-estar da comunidade.

Nas tradições bantu, esse princípio ressoa no conceito de Ubuntu, que enfatiza a humanidade compartilhada e a interdependência: "Eu sou porque nós somos."

O erro, denominado Ẹ̀sùn na tradição iorubá, não é visto como culpa ou pecado, mas como um desequilíbrio no fluxo do Axé, a força vital que permeia todas as coisas.

Quando alguém comete um erro, o objetivo não é a condenação, mas a restauração do equilíbrio. Nos terreiros, isso pode se manifestar em rituais de purificação, como banhos de ervas ou oferendas, que buscam realinhar o indivíduo com sua comunidade e com os orixás.

Nas tradições bantu, práticas como a consulta aos ancestrais ou a mediação comunitária também visam harmonizar relações rompidas, priorizando a reconciliação.

Essa abordagem contrasta com a ética ocidental, que, influenciada pela secularização, separa espiritualidade e moralidade, enfatizando leis universais e sanções.

Segundo Reginaldo Prandi (2005), em sua análise das religiões afro-brasileiras, a justiça iorubá busca o equilíbrio coletivo, e não ap***s a punição individual.

Enquanto o Ocidente frequentemente julga o erro sob uma ótica de culpa e castigo, as culturas afro-diaspóricas enxergam o erro como uma oportunidade de aprendizado e renovação.

Nas comunidades de terreiro, como os candomblés de matriz iorubá ou bantu, o processo de formação do Omoluwabi ou de uma pessoa guiada por Ubuntu é contínuo.

Rituais, ensinamentos dos mais velhos e a convivência coletiva moldam o caráter, reforçando que o erro não define o indivíduo, mas sim sua capacidade de se transformar e contribuir para o Axé da comunidade.

Tata Cristofer Sousa
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Ref. Bibliográfica:

Segredos guardados Orixás na alma brasileira - Reginaldo Prandi
Curadoria - Bàbálọ́rìṣà ti Ẹ̀fọ̀n - Ogun Yande

No sol ele é um peixe. Na lua ele é pescador. Quem lhe governa na areia é Janaína Sereia.::::Saraváaaa, convidando a tod...
07/07/2025

No sol ele é um peixe.
Na lua ele é pescador.
Quem lhe governa na areia
é Janaína Sereia.

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Saraváaaa, convidando a todas e todos para a nossa próxima Gira Aberta, que ocorrerá nesse sábado 12/07 ás 19:00, os bakulos presentes para atendimento na M'banda, serão os Caboclos da Mata, Caboclos D'agua e Quimbanda.

Convidamos todos aqueles que compreendem a força do povo ribeirinho, as mulheres que fazem presença a força d'água, a encantaria brasileira e todos aqueles que se sustentam frente a força da água.

Chame, estreite e aquilomba-se traga e se faça presente, viabilizar o axé e uma conversa mais próxima de apoio para jornada que se encontra, estendo esse convite convide á todos.

Estaremos no próximo sábado com a presença e o axé dos nossos Bakulo:

🍃 Caboclos da Mata (Povos Originários)
🌊️ Caboclos D'Água (Pescadores e Povos Ribeirinhos)
🎩 Quimbanda (Exú, Pomba Gira e Mirim)

Informações Gerais:

📆 Data: 12/07
🕐 Horário: 19:00 ás ~22:00
📍 Endereço: https://goo.gl/maps/ZgAgf4Z86dC48TDGA
R. Mário Arins Caldeira, 418 - Floresta, Joinville - SC, 89212-430
🚏 Ficamos localizados há 10 minutos do Terminal Sul. 😊

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🛎️ Alguns informes sobre a nossa doutrina:
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🛎️ Alguns informes sobre a nossa doutrina:

1. O assistencialismo da Casa do Pai João é gratuito, não há cobrança sobre qualquer assistência feita para os visitantes.

2. Não fazemos mironga de amarração ou qualquer outro tipo que seja para prejudicar o próximo.

3. Nossos portões para Gira aberta, iniciam ás 19:00, atendimento mediante senha.

4. As senhas para atendimento são dadas até as 20:00 pós isso fechamos o atendimento ao público.

5. Para todos aqueles que buscam e desejam ajudar a casa de alguma forma aceitamos doações de cachaça, frutas, flores e contribuição financeira.

Axé a todos.







Aquilomba-se: volte ao movimento ancestral dos seus, onde sempre é tempo de desconstruir! ✊🏿:::Aquilombamento é a resist...
23/06/2025

Aquilomba-se: volte ao movimento ancestral dos seus, onde sempre é tempo de desconstruir! ✊🏿
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Aquilombamento é a resistência viva do povo preto, um retorno às raízes afro-diaspóricas para lutar contra o racismo e o apagamento cultural.

Como diz Eduardo David de Oliveira, “os terreiros são quilombos modernos, onde honramos os ancestrais e construímos comunidade” (OLIVEIRA, 2014).

Na Casa do Pai João, aquilombamento é:

Espiritualidade: Rituais Bantu que celebram os inkissi, bakulos e preservam línguas, cânticos e preces.

Acolhimento: Um refúgio para os marginalizados, fortalecendo laços coletivos.

Luta: Resistência ao racismo religioso e defesa da identidade afro-brasileira.

Aquilomba-se com a Casa do Pai João nosso terreiro é um território de liberdade!

Participe: Venha aos rituais abertos e conecte-se com nossa ancestralidade.

Resista: Denuncie o racismo e valorize a cultura afro.

Compartilhe: Espalhe a força do aquilombamento!

Referência:
OLIVEIRA, Eduardo David de. Cosmovisão africana no Brasil: a filosofia da cultura e da religião nos terreiros de nação ketu, bantu e jeje. São Paulo: Cortez, 2014.





Endereço

Rua Mário Arins Caldeira, 418, Floresta
Joinville, SC
89212-430

Horário de Funcionamento

18:00 - 22:00

Telefone

+5547989176560

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