Catequese Diocese de Joaçaba

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Registramos mais duas visitas feitas aos catequistas das Paróquias de Vargem Bonita e Água Doce. Agradecemos a acolhida ...
06/03/2026

Registramos mais duas visitas feitas aos catequistas das Paróquias de Vargem Bonita e Água Doce. Agradecemos a acolhida e participação. Nossa gratidão aos padres que participaram do encontro. 7/27


Desta vez visitamos a Paróquia Santo Antônio de Ponte Serrada.Nossa gratidão à equipe e ao padre Pedro Ângelo Manchini p...
28/02/2026

Desta vez visitamos a Paróquia Santo Antônio de Ponte Serrada.
Nossa gratidão à equipe e ao padre Pedro Ângelo Manchini pela acolhida e zelo pela catequese.
Deus seja louvado!
5/27
(Até maio visitaremos todas as paróquias da diocese)

Registro das visitas aos catequistas das Paróquias de Tangará e Irani.Agradecemos a acolhida, dedicação e compromisso co...
26/02/2026

Registro das visitas aos catequistas das Paróquias de Tangará e Irani.
Agradecemos a acolhida, dedicação e compromisso com a educação e transmissão da Fé. Nossa gratidão aos padres que acompanharam e incentivam seus catequistas.

25 de fevereiro de 2026 – Quarta-feira. 1ª Semana da QuaresmaEvangelho do Dia – Lc 11,29-32A vida fala conosco o tempo t...
25/02/2026

25 de fevereiro de 2026 – Quarta-feira. 1ª Semana da Quaresma
Evangelho do Dia – Lc 11,29-32

A vida fala conosco o tempo todo. Nem sempre por grandes acontecimentos, mas por pequenos sinais: um encontro inesperado, uma inquietação interior, uma palavra que toca fundo, um cansaço que pede pausa, uma alegria simples que devolve sentido. Reconhecer os sinais é aprender a desacelerar, a escutar o que acontece dentro de nós e ao nosso redor. É perceber que nada é totalmente banal quando o coração está atento. Quem aprende a ler os sinais transforma o cotidiano em caminho de graça. A fé que amadurece reconhece os sinais de Deus no hoje: quem escuta e se converte encontra a vida.
Jesus denuncia a tentação de uma fé que exige sinais extraordinários para acreditar. A busca insistente por provas revela, muitas vezes, um coração que resiste à conversão. O problema não é a falta de sinais, mas a dificuldade de reconhecer o maior deles: a presença viva de Jesus, sua Palavra e seu chamado à mudança de vida.
Ao evocar o “sinal de Jonas”, Jesus aponta para o caminho da conversão. Jonas não realizou prodígios; sua força estava na palavra que convocava à mudança. Os ninivitas escutaram, acolheram e transformaram a própria vida. A fé verdadeira nasce quando a Palavra é levada a sério e se traduz em decisões concretas.
A referência à rainha do Sul reforça essa crítica. Ela percorreu longa distância para ouvir a sabedoria de Salomão, enquanto muitos, próximos de Jesus, permanecem fechados. O Evangelho nos provoca: proximidade não garante abertura. Podemos estar perto do sagrado e, ainda assim, resistir à conversão do coração.
Jesus afirma com clareza: “aqui está quem é maior do que Jonas e do que Salomão”. O tempo da plenitude chegou. Ignorar esse chamado é perder a oportunidade de vida nova. O juízo não será sobre o que vimos, mas sobre o que fizemos com a Palavra que nos foi confiada.

Desdobramento para a vida
Este Evangelho nos convida a revisar nossa escuta. Quantas vezes esperamos sinais diferentes enquanto Deus já nos fala no cotidiano, na Palavra proclamada, nas interpelações da vida e nas pessoas que nos cercam? A fé amadurece quando deixamos de exigir provas e começamos a responder com conversão.
Viver este desdobramento é acolher o “hoje” de Deus. É permitir que a Palavra nos confronte, nos desinstale e nos conduza a mudanças reais. Quem se abre à escuta encontra, no próprio Cristo, o sinal suficiente para caminhar na verdade e na vida.

Perguntas para o coração
Em que situações tenho pedido sinais em vez de escutar a Palavra? O que hoje Deus já me mostrou e eu ainda resisto em acolher? Que conversão concreta sou chamado(a) a viver neste tempo? Como posso tornar minha escuta mais disponível e obediente?

Bênção para o dia – com Nossa Senhora
Que Deus te conceda um coração atento e disponível à conversão.
Que, pela intercessão de Nossa Senhora, Mulher da escuta fiel,
aprendas a reconhecer os sinais de Deus no cotidiano
e a responder com confiança e prontidão.
Que a Palavra acolhida transforme teus passos
e te conduza à vida plena em Cristo.
Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

24 de fevereiro de 2026 – Terça-feira. 1ª Semana da Quaresma Evangelho do Dia – Mt 6,7-15Rezar é entrar em relação filia...
24/02/2026

24 de fevereiro de 2026 – Terça-feira. 1ª Semana da Quaresma Evangelho do Dia – Mt 6,7-15

Rezar é entrar em relação filial: confiar no Pai, acolher o pão de cada dia e aprender a perdoar como Ele perdoa. Rezar o Pai Nosso não é repetir palavras conhecidas. É permitir que Deus reorganize o coração. Quando dizemos “Pai”, deixamos de viver como órfãos. Quando pedimos “seja feita a tua vontade”, entregamos o controle. Quando suplicamos “perdoai-nos”, quebramos o orgulho. Quando rezamos “livrai-nos do mal”, reconhecemos que sozinhos não vencemos.
O Pai Nosso nos converte porque nos coloca no lugar certo: filhos confiantes, irmãos reconciliados e discípulos disponíveis.
Jesus nos ensina a rezar libertando a oração da ansiedade e do excesso de palavras. Rezar não é convencer Deus nem informá-lo do que Ele já sabe; é colocar-se diante do Pai com confiança filial. A oração cristã nasce da relação, não da técnica. Quando chamamos Deus de “Pai”, reconhecemos nossa condição de filhos e nos abrimos à confiança.
O Pai-Nosso organiza a vida espiritual a partir do essencial. Antes de pedir coisas, Jesus nos ensina a desejar o Reino, a vontade de Deus e a santificação do Seu nome. A oração educa o coração: desloca o centro do “eu” para Deus e para o bem comum. Assim, a fé deixa de ser intimista e se torna compromisso com o Reino que transforma a realidade.
Ao pedir o pão de cada dia, reconhecemos nossa dependência cotidiana e aprendemos a viver a confiança no presente. Não é o acúmulo que garante a vida, mas a fidelidade de Deus hoje. O pedido do perdão, por sua vez, toca o núcleo mais exigente do Evangelho: não podemos separar a relação com Deus da relação com os irmãos. O perdão recebido pede perdão oferecido.
Jesus conclui com uma afirmação clara: o perdão é critério da oração autêntica. Guardar ressentimentos endurece o coração e bloqueia a experiência da misericórdia. Rezar o Pai-Nosso é permitir que Deus reorganize nossos desejos, cure nossas feridas e nos ensine a viver reconciliados.

Desdobramento para a vida
Quando a oração se torna repetição apressada ou lista de pedidos, o Evangelho nos chama a voltar à sua fonte. Somos convidados a revisar a qualidade da nossa oração, aprendendo a rezar menos movidos pela urgência e mais sustentados pela confiança. Entrar no “Pai-Nosso” é deixar que a oração transforme nossa vida, eduque nossos desejos e reorganize nossas relações.
Viver este desdobramento é aprender a confiar no pão de cada dia, a buscar primeiro o Reino e a dar passos concretos de perdão. A oração cristã se torna verdadeira quando transforma o coração e se traduz em gestos de reconciliação, simplicidade e entrega cotidiana.

Perguntas para o coração
Minha oração nasce da confiança ou da ansiedade? O que hoje significa buscar primeiro o Reino de Deus? A quem sou chamado(a) a oferecer perdão? Como posso viver com mais simplicidade e confiança o “pão de cada dia”?

Bênção para o dia – com Nossa Senhora
Que Deus te conceda um coração filial e confiante. Que, pela intercessão de Nossa Senhora, Mulher da oração silenciosa, aprendas a dizer “Pai” com verdade e a viver reconciliado(a) com Deus e com os irmãos. Que o Espírito Santo te ensine a rezar e a transformar a oração em vida. Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

23 de fevereiro de 2026 – Segunda-feira. 1ª Semana da QuaresmaSão Policarpo, bispo e mártir, ComFac.Evangelho do Dia – M...
23/02/2026

23 de fevereiro de 2026 – Segunda-feira. 1ª Semana da Quaresma
São Policarpo, bispo e mártir, ComFac.
Evangelho do Dia – Mt 25,31-46

No juízo do amor, Deus nos encontra no rosto do outro: a fé se comprova na misericórdia vivida. Jesus nos encontra no bem que fazemos. Cada gesto silencioso de cuidado, cada palavra que consola, cada serviço oferecido com amor se torna lugar de encontro com Ele. Não apenas O buscamos na oração - nós O tocamos quando amamos. No bem que realizamos, é o próprio Cristo que nos espera.
Jesus apresenta o critério último do julgamento: o amor concreto. Não se trata de examinar ritos, títulos ou discursos, mas a forma como a vida foi gasta em favor do outro. O Rei se identifica com os “menores” e desloca o centro da fé para a misericórdia vivida. Deus se deixa encontrar onde há fome, sede, fragilidade e exclusão.
Surpreende que tanto os justos quanto os que se afastam não reconheçam o Senhor nos necessitados. Isso revela que o bem verdadeiro não nasce do cálculo nem da busca de mérito, mas de um coração moldado pela compaixão. Quem ama não faz contas; simplesmente cuida. A misericórdia é muitas vezes silenciosa e despretensiosa.
O Evangelho também denuncia a indiferença. Não é o mal explícito que condena, mas a omissão diante do sofrimento. Deixar de cuidar, de visitar, de acolher é fechar os olhos para a presença de Deus. A fé que não se traduz em responsabilidade pelo outro torna-se estéril.
Ao afirmar que o Reino foi preparado “desde a criação do mundo”, Jesus revela o desígnio amoroso de Deus: formar um povo capaz de amar como Ele ama. A vida eterna começa quando escolhemos a misericórdia aqui e agora. O juízo final não é ameaça, mas verdade que ilumina o presente e orienta nossas escolhas.

Desdobramento para a vida
Há rostos que cruzam nosso caminho todos os dias e, muitas vezes, passam despercebidos. O Evangelho nos chama a reconhecer Cristo nesses rostos concretos do cotidiano, onde a fé deixa de ser ideia e se torna gesto. Quando atravessa as mãos, o tempo e as relações, a fé se torna verdadeira. Somos convidados a ir além de uma piedade intimista e a assumir uma compaixão responsável, que vê, se aproxima e cuida.
Viver este desdobramento é deixar que a pergunta decisiva nos acompanhe: onde encontrei Jesus hoje? Na fome saciada, na escuta oferecida, na visita feita, no acolhimento ao diferente. Cada gesto de cuidado é encontro com o Senhor e construção do Reino que já começa entre nós.

Perguntas para o coração
Em quais situações tenho reconhecido Cristo nos “menores”? Que sofrimentos costumo ignorar por comodidade ou pressa? Como posso tornar minha fé mais concreta e misericordiosa? Que gesto simples hoje pode ser encontro real com Jesus?

Bênção para o dia – com Nossa Senhora
Que Deus te conceda um coração atento aos pequenos e feridos. Que, pela intercessão de Nossa Senhora, Mãe da misericórdia e do cuidado, aprendas a reconhecer Jesus no rosto do outro e a servir com simplicidade e amor. Que tua vida se torne lugar de encontro, onde o Reino de Deus já começa a acontecer. Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

21 de fevereiro de 2026 – Sábado depois das Cinzas. São Pedro Damião, bispo e doutor da Igreja, ComFac.Evangelho do Dia ...
21/02/2026

21 de fevereiro de 2026 – Sábado depois das Cinzas. São Pedro Damião, bispo e doutor da Igreja, ComFac.
Evangelho do Dia – Lc 5,27-32

Converter-se não é mudar de máscara — é mudar de direção.
É permitir que Deus toque aquilo que evitamos olhar. É reconhecer com humildade onde o coração se endureceu, onde o amor esfriou, onde a verdade foi adiada.
Jesus chama pelo nome e senta-se à mesa com os feridos: a misericórdia precede a conversão e devolve dignidade.
O olhar de Jesus alcança Levi exatamente onde ele está: sentado na coletoria, marcado por uma profissão desprezada e por rótulos sociais. Jesus não começa com reprovações, mas com um chamado simples e direto: “Segue-me”. O convite não nega o passado, mas abre um futuro. A conversão nasce do encontro, não da condenação.
A resposta de Levi é radical e livre: ele deixa tudo e segue Jesus. Em seguida, a mesa se torna lugar teológico. O banquete não é celebração do pecado, mas da vida que recomeça. Jesus senta-se com os considerados impuros, mostrando que o Reino se constrói na proximidade e que a comunhão precede a mudança de vida.
A crítica dos fariseus revela uma religiosidade que separa e hierarquiza. Para eles, a pureza se preserva pela distância. Para Jesus, a santidade se manifesta na misericórdia que se aproxima. Ao afirmar que os doentes precisam de médico, Jesus redefine a missão: não excluir, mas cuidar; não rotular, mas curar.
“Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores.” A frase não exalta o pecado, mas revela o coração de Deus. A conversão é resposta ao amor recebido. Onde a misericórdia encontra espaço, a vida se reorganiza e a dignidade é restaurada. O Evangelho anuncia que ninguém está fora do alcance do chamado.

Desdobramento para a vida
Há lugares onde escolhemos sentar e outros dos quais nos afastamos em silêncio. O Evangelho de hoje nos convida a rever nossos olhares e nossas mesas: a quem evitamos, quem excluímos por medo, preconceito ou rigidez? Jesus nos chama a uma fé que se aproxima, escuta e acolhe, confiando que a verdadeira transformação não nasce do distanciamento, mas do encontro.
Viver este desdobramento é permitir que Jesus nos chame onde estamos e, ao mesmo tempo, aprender a sentar-nos com os outros sem superioridade. A misericórdia não relativiza o bem; ela cria condições para que o bem floresça. Quando abrimos espaço para o cuidado e a proximidade, a conversão acontece como fruto, não como imposição.

Perguntas para o coração
• Onde Jesus me chama hoje a segui-lo com mais liberdade?
• Com quem tenho dificuldade de me aproximar ou sentar à mesa?
• Minha fé cura ou afasta?
• Que gesto concreto de misericórdia posso viver hoje?

Bênção para o dia – com Nossa Senhora
Que Deus te conceda um olhar misericordioso e um coração disponível. Que, pela intercessão de Nossa Senhora, Mãe da acolhida e da ternura, aprendas a reconhecer o chamado de Jesus e a oferecer mesa, escuta e cuidado aos que precisam.
Que tua vida seja lugar de encontro e recomeço.
Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

20 de fevereiro de 2026 – Sexta-feira6ª-feira depois das Cinzas4ª Semana do SaltérioEvangelho do Dia – Mt 9,14-15 A pres...
20/02/2026

20 de fevereiro de 2026 – Sexta-feira
6ª-feira depois das Cinzas
4ª Semana do Saltério
Evangelho do Dia – Mt 9,14-15

A presença de Jesus inaugura um tempo novo: a fé amadurecida sabe discernir quando é tempo de festa e quando é tempo de espera.

Naquele tempo,
14 os discípulos de João aproximaram-se de Jesus e perguntaram:
“Por que nós e os fariseus praticamos jejuns, mas os teus discípulos não?”
15 Disse-lhes Jesus:
“Por acaso, os amigos do noivo podem estar de luto enquanto o noivo está com eles? Dias virão em que o noivo será tirado do meio deles. Então, sim, eles jejuarão”.

Reflexão
A pergunta dirigida a Jesus nasce de uma comparação. Os discípulos de João observam práticas religiosas semelhantes às dos fariseus e estranham o modo de viver dos discípulos de Jesus. O Evangelho revela que a fé pode se perder quando se transforma em medida de comparação, esquecendo-se de discernir o momento e a presença de Deus.
Jesus responde com a imagem do noivo, profundamente bíblica e simbólica. Onde o noivo está presente, há alegria, comunhão e festa. A vida com Jesus não é marcada inicialmente pela privação, mas pela experiência do encontro. Ele não rejeita o jejum, mas recoloca seu sentido: a prática espiritual deve nascer da relação viva com Deus, não do cumprimento automático de normas.
A fé cristã não é uniforme nem rígida; ela é relacional e dinâmica. Há tempos de festa e tempos de silêncio, tempos de presença sensível e tempos de ausência que educam o desejo. Jesus anuncia que virá o tempo do jejum, quando o noivo for tirado. O jejum, então, não será obrigação externa, mas expressão de saudade, espera e fidelidade.
Este Evangelho nos convida a amadurecer espiritualmente, aprendendo a discernir os tempos de Deus. A verdadeira espiritualidade não se define apenas pelo que fazemos, mas pela sintonia com a presença do Senhor. Quando Ele está no centro, as práticas encontram equilíbrio, sentido e verdade.

Desdobramento para a vida
Nem toda prática espiritual é sinal de maturidade se não brota do encontro com Deus. O Evangelho nos chama a revisar o modo como vivemos nossa espiritualidade, para que ela não se reduza à repetição nem à comparação com os outros, mas seja resposta viva à presença do Senhor em nossa história. A fé amadurece quando aprendemos a discernir o tempo presente - tempo de agradecer, de celebrar, de servir ou de silenciar - e a deixar que cada gesto espiritual nasça dessa escuta atenta.
Viver este desdobramento é cultivar uma espiritualidade relacional, centrada em Jesus. É permitir que Ele dê sentido às nossas práticas, evitando tanto o ativismo vazio quanto a rigidez sem alegria. Quando a vida espiritual nasce do encontro com o Noivo, ela se torna fonte de liberdade, alegria e fidelidade, mesmo nos tempos de espera.

Perguntas para o coração
* Minhas práticas espirituais nascem do encontro com Jesus ou da comparação com os outros?
* Sei reconhecer os tempos de alegria e os tempos de silêncio em minha vida espiritual?
* Onde preciso recuperar a alegria do Evangelho?
* Que prática hoje pode expressar melhor minha relação com Deus?

Bênção para o dia – com Nossa Senhora
Que Deus te conceda um coração sensível aos tempos do Espírito.
Que, pela intercessão de Nossa Senhora, Mulher da espera confiante e da alegria humilde,
aprendas a celebrar a presença de Deus
e a permanecer fiel nos tempos de silêncio.
Que tua vida espiritual seja marcada pelo amor, pela liberdade e pela esperança.
Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

15 de fevereiro de 2026 – Domingo6º DOMINGO DE TEMPO COMUMEvangelho do Dia – Mt 5,17-37O Evangelho de hoje nos chama à v...
15/02/2026

15 de fevereiro de 2026 – Domingo
6º DOMINGO DE TEMPO COMUM
Evangelho do Dia – Mt 5,17-37

O Evangelho de hoje nos chama à verdade do coração. Não basta parecer correto por fora: é preciso deixar a Palavra tocar motivações, afetos e relações. A conversão acontece quando cuidamos do interior e assumimos responsabilidade pelo que dizemos e pelo que construímos com os outros.
Jesus não abole a Lei, mas a leva ao coração: a justiça do Reino nasce da coerência interior e do amor vivido em verdade.
Jesus apresenta a Lei não como um conjunto de normas a cumprir exteriormente, mas como um caminho de integração interior. Ao dizer que veio “dar pleno cumprimento”, Ele revela que a Lei encontra seu sentido mais profundo no amor que transforma o coração. A justiça do Reino não se mede apenas por ações visíveis, mas pela qualidade das intenções, das relações e da verdade vivida.
Ao reinterpretar os mandamentos, Jesus desloca o foco do ato para a raiz. A violência começa no coração que se fecha; o adultério nasce no olhar que reduz o outro a objeto; a falsidade se instala quando a palavra perde sua verdade. O Evangelho nos conduz a um nível mais exigente e libertador: o da coerência interior, onde fé e vida se unem.
A reconciliação ocupa um lugar central. Não há culto verdadeiro sem relações curadas. Jesus é claro: antes da oferta no altar, vem o cuidado com o irmão. A espiritualidade cristã não se sustenta em ritos isolados da vida, mas na capacidade de restaurar vínculos, pedir perdão e recomeçar. A paz com Deus passa pela paz entre nós.
Por fim, Jesus nos chama à simplicidade da verdade: “Que o vosso sim seja sim”. A maturidade espiritual se manifesta numa vida unificada, sem duplicidades. Quando palavras e ações coincidem, a pessoa se torna transparente ao Reino. A Lei, então, deixa de ser peso e torna-se caminho de liberdade.

Desdobramento para a vida
O Evangelho de hoje nos coloca diante da verdade do coração. Não basta cumprir o que é correto aos olhos de fora; somos chamados a permitir que a Palavra alcance nossas motivações mais profundas, nossos afetos e o modo como nos relacionamos. A conversão cristã acontece quando cuidamos do que se passa dentro de nós e assumimos, com maturidade, a responsabilidade pelas palavras que pronunciamos e pelos vínculos que construímos ao longo da vida.
Viver este desdobramento é escolher a reconciliação, a verdade e a integridade como estilo de vida. É permitir que a fé se traduza em gestos concretos de cuidado, respeito e fidelidade. Quando a justiça do Reino habita o coração, a vida inteira se torna louvor e testemunho.

Perguntas para o coração
* Onde minha vida ainda se divide entre aparência e verdade?
* Que reconciliação Jesus me pede hoje?
* Como tenho cuidado das minhas palavras e intenções?
* O que preciso integrar para viver uma fé mais coerente?

Bênção para o dia – com Nossa Senhora
Que Deus te conceda um coração íntegro e reconciliado. Que, pela intercessão de Nossa Senhora, Mulher da fidelidade e da escuta, aprendas a guardar a Palavra no coração e a vivê-la com verdade, mansidão e amor. Que teu “sim” seja transparente e tua vida revele a justiça do Reino. Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Registro das visitas às paróquias de Passos Maia e Lindoia do Sul, com o objetivo de apresentar e trabalhar os novos iti...
14/02/2026

Registro das visitas às paróquias de Passos Maia e Lindoia do Sul, com o objetivo de apresentar e trabalhar os novos itinerários de Catequese e a nova dinâmica de educação da Fé.
Deus seja louvado pelo compromisso de nossos catequistas.

13 de fevereiro de 2026 – Sexta-feira5ª Semana do Tempo ComumEvangelho do Dia – Mc 7,31-37 (Gratidão à Irmã Maria Luiza ...
14/02/2026

13 de fevereiro de 2026 – Sexta-feira
5ª Semana do Tempo Comum
Evangelho do Dia – Mc 7,31-37
(Gratidão à Irmã Maria Luiza Morschel, SND)

Jesus toca o que está fechado e devolve a capacidade de escutar, falar e viver: a cura começa quando nos deixamos conduzir por Ele.

Jesus percorre territórios considerados periféricos e ali realiza um encontro profundamente humano. Um homem surdo e com dificuldade de falar é levado até Ele. A surdez o isola; a dificuldade de falar o impede de se expressar. Jesus não age à distância nem com pressa: afasta-o da multidão e cria um espaço de intimidade, respeito e cuidado. A cura começa no encontro pessoal.
Os gestos de Jesus são concretos e simbólicos. Ele toca os ouvidos e a língua, olha para o céu e suspira. Esse suspiro revela a compaixão de Deus diante do sofrimento humano. Não se trata de um milagre frio, mas de um gesto carregado de ternura. Jesus se envolve, toca, comunica-se no nível do corpo e da relação.
A palavra “Efatá” - “Abre-te!” - é mais do que uma ordem física. É um chamado à abertura integral da pessoa. Abrir os ouvidos para escutar, a língua para comunicar, o coração para relacionar-se. Muitas de nossas surdez e mudez não são apenas físicas, mas interiores: dificuldade de escutar o outro, de acolher a Palavra, de expressar sentimentos e verdades.
A reação do povo reconhece a harmonia da ação de Jesus: “Ele fez bem todas as coisas”. Onde Jesus passa, a vida se reorganiza. A cura devolve dignidade, comunicação e pertença. Este Evangelho nos recorda que a salvação acontece quando permitimos que Deus toque nossas áreas fechadas e nos devolva a capacidade de relação.

Desdobramento para a vida
Há em nós silêncios que não curam e ruídos que não deixam escutar. O Evangelho de hoje nos convida a reconhecer essas surdez e mudez interiores que nos impedem de ouvir com profundidade e de falar com verdade. Muitas vezes é necessário que Jesus nos afaste da “multidão” de pressas, vozes e expectativas para nos encontrar no espaço do silêncio, onde a escuta se refaz e a palavra volta a nascer com sentido. Viver este desdobramento é permitir que Jesus toque nossas feridas, nossos bloqueios emocionais e espirituais. É pedir a graça do “Efatá”: abrir os ouvidos para escutar com empatia, abrir a língua para palavras que edificam e abrir o coração para relações mais verdadeiras. Quando nos deixamos tocar por Ele, a vida volta a comunicar sentido, cuidado e esperança.

Perguntas para o coração
* O que hoje me impede de escutar com atenção e profundidade?
* Que palavras tenho dificuldade de dizer ou de ouvir?
* De quais ruídos preciso me afastar para encontrar Jesus?
* Onde preciso pedir: “Senhor, abre-me”?

Bênção para o dia - com Nossa Senhora
Que Deus te conceda um coração aberto e sensível.
Que, pela intercessão de Nossa Senhora, Mulher da escuta e do silêncio fecundo,
aprendas a acolher a Palavra e a comunicá-la com verdade e amor.
Que Jesus pronuncie sobre tua vida o “Efatá” que liberta
e te conduza a relações mais humanas e reconciliadas.
Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Endereço

Rua Frei Edgar, 68
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89610000

Telefone

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