IPU - Cong. Jordanésia

IPU - Cong. Jordanésia O Ponto de Pregação Igreja Presbiteriana Unida em Jarinu aguarda sua visita.

17/02/2025

O REINO QUE JESUS TROUXE É UM REINO DE PAZ, DE MANSIDÃO (Mc 11. 1- 11)

13/02/2025

DEUS NOS CHAMOU PARA AMA-LO SOBRE TODAS AS COISAS (Mc 10. 17- 31)

16/12/2024

JESUS SUOU SANGUE (Lc 22. 37- 53)

12/05/2024

Encerrando atividades da Congregação de Jordanésia, convidamos à página Ponto de Pregação Jarinu. Obrigado a todos seguidores.

11/05/2024

Aprendendo com a autoridade de Jesus
Mt 7.28- 8.4

11/05/2024

Domingo dia 19/05 estreia de nossa EBD

(05/05/2024 ESTRÉIA DE NOSSOS CULTOS NO DOMINGO PELA MANHÃ) HOMILIA IPU JARINU 6⁰ DOM. DA PÁSCOA .PERMANEÇAMOS NO AMOR D...
11/05/2024

(05/05/2024 ESTRÉIA DE NOSSOS CULTOS NO DOMINGO PELA MANHÃ)

HOMILIA IPU JARINU 6⁰ DOM. DA PÁSCOA
.PERMANEÇAMOS NO AMOR DE CRISTO.............................Jo 15. 9- 17..........................

Jesus à mesa com seus discípulos num clima de despedida, discursa sobre o amor.
Qual caminho pode ser melhor? Não é este o caminho excelente? (1 Co 12.31b)

1. Permanecer no Amor: Jesus nos convida a permanecer em Seu amor, assim como Ele permanece no amor do Pai. Isso envolve obedecer aos mandamentos e
viver de acordo com Seu exemplo: "Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós a eles; porque esta é a lei e os profetas".
(Mt 7. 12).

2. Amar Uns aos Outros: O mandamento central de Jesus é que nos amemos uns aos outros. Ele exemplificou esse amor ao dar Sua vida por nós. Esse amor sacrificial é o maior amor possível.
O maior desafio da humanidade são as relações interpessoais.
"Padre Jordan ... fez de sua vida um serviço à vida num profundo amor a Deus e ao próximo, ..."
"Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros; acudi aos santos nas suas necessidades, exercei a hospitalidade;
alegrai-vos com os que se alegram; chorai com os que choram. (Rm 12. 10, 13, 15)

3. Amigos de Jesus: Jesus nos chama de amigos, não apenas servos. Ele compartilha conosco o conhecimento e
a vontade do Pai. Essa amizade é baseada na obediência e no amor mútuo.
A obediência é a maior virtude: a. Na religião: "...Obediência é melhor que sacrifício..." 1 Sm 15, 22; "Por que vocês me chamam 'Senhor, Senhor' e não fazem o que eu digo?" (Lc 6. 46) b. No lar: "Vós, mulheres, submetei-vos a vossos maridos, como ao Senhor" (Ef 5. 22); "Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo" (Ef 6. 1); "Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. (Ef 6. 1). c. Na sociedade: "Vós, servos, obedecei a vossos senhores segundo a carne, com temor e tremor, na sinceridade de vosso coração, como a Cristo" (Ef 6. 5); (Rm 13. 1-8); "É preciso obedecer antes a Deus do que aos homens!" (At 5. 29).

4. Dar Fruto: Jesus nos escolheu para dar fruto. Isso signif**a viver uma vida que glorif**a a Deus e impacta positivamente os outros. Quando oramos em Seu nome,
Ele promete nos conceder o que pedirmos. Essas palavras de Jesus são um lembrete poderoso de como devemos viver e amar. Que possamos seguir Seu exemplo e amar uns aos outros como Ele nos amou.
O maior objetivo de nossa vida é glorif**ar a Deus: "A todos os que são chamados pelo meu nome, e os que criei para a minha glória: eu os formei, e também eu os fiz" (Is 44); No qual também fomos feitos herança, havendo sido predestinados conforme o propósito daquele que faz todas as coisas segundo o conselho da sua vontade, com o fim de sermos para o louvor da sua glória, nós, os que antes havíamos esperado em Cristo (Ef1. 11- 12).
Glorif**ando a Deus como devemos glorif**ar seremos frutíferos, sobre tudo o que devemos nos empenhar nos empenhamos para estarmos em comunhão com Deus, conforme o Espírito Santo que em nós habita.

CONCLUSÃO
As principais conclusões desta mensagem são que devemos permanecer no Amor de Cristo, como ele permaneceu no amor do Pai; devemos ser amigos de Jesus baseado na obediência a ele; devemos cumprir nosso propósito de dar frutos, isso através de uma vida que positivamente glorifique a Cristo.

O AMOR E O TESTEMUNHO CRISTẪO (Jo 15. 12-27)A ideia de que o amor e o ódio andam juntos me parece presente neste trecho ...
18/04/2024

O AMOR E O TESTEMUNHO CRISTẪO (Jo 15. 12-27)

A ideia de que o amor e o ódio andam juntos me parece presente neste trecho bíblico, no qual, Jesus se refere a Deus que dá a maior manifestação de seu amor pela humanidade e o Senhor é rejeitado com tanto ódio, podemos neste contexto sermos testemunhas do amor de Deus.

1. O MANDAMENTO DE JESUS: O AMOR (12- 15)
Na série deste ano litúrgico, o ano B destacamos no evangelho de Marcos o ensino prático de Jesus, bem paralelo com a práxis libertadora de Jesus, no evangelho de hoje destaca-se na mensagem, isto que é da mesma forma muito prático: O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei (12).
O mandamento de Jesus, este mandamento de amor é tão intenso na sua vivência que ele dá a sua vida pelos seus amigos (13). Ainda que saibamos que Jesus deu a sua vida por toda a humanidade, aqui temos a abordagem de dar a vida pelos seus amigos, como temos a do bom pastor que dá a vida pelas suas ovelhas (Jo 10. 11).
O amor de Jesus por seus discípulos em sua práxis libertadora, o leva a chamá-los de amigos, mas não se trata de algo incondicional (14). Jesus torna seus discípulos participantes de suas obras, conhecedores daquilo que o Pai revela. Aqui temos a ideia de andar juntos em igualdade, algo muito presente nas práticas de Jesus nos evangelhos.

2. PRODUZINDO FRUTOS VINDOS DE JESUS (16- 21)
Em comunhão com Deus (16) podemos produzir os mesmos frutos que Jesus produziu, isto sempre no amor de Deus (17). E isto não será sem a oposição que o próprio Senhor enfrentou de um sistema que produz ódio e é absolutamente odioso contra quem se lhe opõe (18- 19).
Somos desafiados a produzir frutos em meio a perseguições, seremos perseguidos como o próprio Senhor o foi. Por outro lado, como guardam a palavra do Senhor também guardarão a nossa palavra, neste caso quando reproduzirmos a palavra do Senhor (20).
Tudo isso está em torno do amor do Pai, do amor que muitas vezes é antagonizado, não é conhecido, que é rejeitado, que é deliberadamente combatido por muitos.

3. ALGUNS ESTÃO NO EXTREMO DO ÓDIO (22- 27)
“Porque onde não há lei, também não há transgressão” (Rm 4.15), dialoga com o versículo 22, Em Jesus o amor f**a escancarado, assim também o ódio se manifesta rejeitando esse amor (23). A maior manifestação de Deus em Jesus provoca a manifestação de ódio contra o Pai e contra o Filho (24).
Jesus se refere a uma profecia: “Odiaram-me sem causa” (25). Todos devem conhecer a anedota: “Amor com amor se paga”. Infelizmente na expressão máxima de amor do Pai, muitos pagam com ódio.
Quanto aos que amam a Jesus e podem serem chamados de seus amigos, o Senhor promete O Espírito Santo que nos testif**ará a seu respeito e nós por nossa vez, testif**aremos dele, lembrando a proposta de tema prevalecente para a páscoa: O entusiasmo da ressurreição que nos leva a anunciar.

CONCLUSÃO
O mandamento de Jesus: o amor deve ser praticado, temos aqui uma abordagem do amor condicional: “Vós sois meus amigos se fizerdes o que vos mando”. Trata-se de corresponder ao amor de Deus.
O amor de Deus muitas vezes é antagonizado, surgindo ódio, perseguições contra ele, é neste contexto que devemos permanecer firmes neste amor.
Dada a manifestação de Jesus se escancara extremos do amor e do ódio, lamentavelmente o amor de Deus ao invés de correspondido é pago com ódio. Devemos dar uma resposta positiva ao amor de Deus, recebendo o testemunho do Espírito Santo e testif**ando de Jesus.

VAMOS ANUNCIAR CHEIOS DE ENTUSIASMO: JESUS RESSUSCITOU!  (Lc 24. 36b- 48)O evangelho de hoje se localiza no livro de Luc...
13/04/2024

VAMOS ANUNCIAR CHEIOS DE ENTUSIASMO: JESUS RESSUSCITOU! (Lc 24. 36b- 48)

O evangelho de hoje se localiza no livro de Lucas entre o fato relatado: "Os discípulos de Emaus" e o final do evangelho. "Discípulos de Emaús" é uma das primeiras aparições de Jesus após a ressurreição, logo após a sua crucif**ação e à descoberta do túmulo vazio". Temos algo semelhante ao evangelho da semana passada, discípulos tristonhos, duvidosos: Além disso, alguns dos que estavam conosco foram ao sepulcro, e acharam ser assim como as mulheres haviam dito; a ele, porém, não o viram (24). Essa tristeza misturada com dúvida (36b) se torna em júbilo após a manifestação de Jesus: "E, depois de o adorarem, voltaram com grande júbilo para Jerusalém; e estavam continuamente no templo, bendizendo a Deus" (52-53).

1. JESUS RESSUSCITADO SE MANIFESTOU AOS DISCÍPULOS E ELES FICARAM PERPLEXOS (36b- 41a)
Jesus ressuscitado se manifesta aos discípulos e lhes saúda: Paz seja convosco. E era natural que o Senhor lhes desejasse a paz, porque embora os tivesse preparado para este momento (Mt 16.21) eles f**aram perturbados: espantados e atemorizados com a aparição do ressuscitado (37-38) e não bastando, acreditavam estarem vendo um espírito, um fantasma. E o Senhor lhes chama atenção: "Por que estais perturbados, e por que sobem tais pensamentos aos vossos corações?" (38). Atualmente a manifestação do ressuscitado para nós é diferente da experiência desses primeiros discípulos, mas nós que recebemos a bem- aventurança de havermos crido sem ter visto também não podemos nos confundir o Senhor nos deixou a sua paz e a certeza de uma vida nova nele, muitas vezes acabamos por ver mais o mal e a destruição neste mundo tão tenebroso do que a vitória que temos em Jesus. Então após o Senhor mostrar para seus discípulos que era ele (39- 40) mesmo assim os discípulos estavam confusos, perplexos por causa da alegria de verem a Jesus (41) temos aqui um progresso na reação dos discípulos que agora em choque por causa da visão maravilhosa que lhes trazia alegria estavam perplexos.

2. JESUS ABRE O ENTENDIMENTO DOS DISCÍPULOS (41b -45)
O Senhor faz algo semelhante ao que fez com os discípulos de Emaús e que fazia parte de sua práxis, come com os discípulos (41b- 42), comer no contexto que representa ter comunhão signif**a muito, manifesta muita coisa, quando estávamos no campo missionário, na selva peruana, nem todos os estrangeiros tinham facilidades de comerem juntos com os nativos e isso estabelecia o nós e eles ao invés de haver só "o nós" consolidar a igualdade. Com a graça de Deus superamos essas barreiras comiamos juntos sem as diferenças. No caso de Emaús reconheceram a Jesus "na mesa", e aqui o Senhor para mostrar que era ele de carne e ossos (39) come diante deles (42- 43). Aí o Senhor confirma os discípulos lhes trazendo o que já lhes havia ensinado, conforme as Escrituras, agora estão diante do que o Senhor lhes havia anunciado inclusive de sua ressurreição (44). E é assim que Jesus lhes abre o entendimento (45). O Senhor se mostrou em nossa realidade, ("em carne e ossos") para que nós fossemos alcançados por ela para sua realidade de vida, de vida eterna. Não podemos perder de vista a mesa para que possamos pensar em vida (presente) e vida eterna.

3. JESUS COMISSIONA OS DISCÍPULOS (46-48)
Uma vez, passado o espanto, o medo, a perplexidade, a dúvida, a incompreensão e a tristeza por causa da morte de Jesus se pode viver sua ressurreição, sua vida. Estamos no 3⁰ domingo da Páscoa e temos como proposta temática principal para estes domingo o entusiasmo da ressurreição que nos leva a pregar essa realidade: Jesus ressuscitou!
Conforme as Escrituras, Jesus ressuscitou (46), conforme nossa experiencia de fé, Jesus ressuscitou. Se está experiência é autêntica o próximo passo é a vivência: pregar o arrependimento e a remissão dos pecados (47), para a vida nova em Cristo.
Somos testemunhas (48). Haver testemunhado algo pode ser vão se o testemunho não for manifestado, haver testemunhado algo e não publicar esse testemunho pode ser fruto de espanto, medo, perplexidade, dúvida, incompreensão, tristeza, etc. Jesus nos comissiona para vencendo todas estas coisas, cheios de convicção e entusiasmo com a paz que Cristo nos dá, em seu nome porque ele está conosco anunciemos: Jesus ressuscitou!

CONCLUSÃO
Jesus ressuscitou, nos fez entender e ter convicção a este respeito então cheios de entusiasmo levemos esta boa noticia, podemos participar de sua vida.

10/04/2024

Comecei a leitura da "Interpretação dos sonhos" de Sigmund Freud. E num diálogo com minha experiência de vida começo a acomodar algumas citações do autor, ele menciona: "que apesar de milhares de anos de esforço, pouco progresso foi emitido na compreensão científ**a dos sonhos". O valor do sonho como algo sobrenatural, preditivo e cheio de misticismo acompanhou muitas civilizações da humanidade e em periodos remotos não esbarrava na ciência que atualmente desenvolveu estudos sobre distúrbios do sono como algo fisiológicos e separado do estudo dos sonhos que tem suas teorias próprias da atualidade, porém muitos vivem uma realidade que não inclui esse desenvolvimento científico, senão que acreditam nos sonhos como algo supracitado. Sem perde de vistas a tolerância religiosa, pois aqui se cita grupos, mente coletiva que exploram o valor dos sonhos, das visões e até produzem a alteração da mente com jejuns, com uso de dr**as para conseguir propiciar um ambiente oportuno para o êxtase, esses grupos religiosos não respeitam a definição de sonho de Sigmund Freud: "O sonho é definido como atividade psíquica do dormente". Nesta definição o sonho também tem seu lugar na fisiologia humana, ainda que aqui não contenha uma definição exaustiva do sonho, pois não teria coerência com o tema da obra do autor: "Interpretação dos sonhos". Mas o sonho na experiência religiosa de muita gente confronta com a ciência e até a despreza. Quem procura produzir experiências transcendentais, através de êxtase nas pessoas até acordadas, muito mais terão os sonhos como algo místico.

(Nota 1)

10/04/2024

"O sonho é algo absolutamente divorciado da realidade do estado desperto; pode se chamar isso de uma existência hermeticamente selada e insulada da vida real por um hiato intransponível."
Nesta citação de FREUD, ele está mencionando "A relação do sonho com o estado desperto. O sonho a grosso modo considerado algo irreal está estritamente ligado com a vida real: o "estado desperto". O sonho não é mero acaso senão construções que o dormente faz com material colhido do estado desperto. Essa relação é amplamente exemplif**ada por Freud.

(Nota 2)

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