Comunidade Senhor da Vida

Comunidade Senhor da Vida Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Comunidade Senhor da Vida, Organização religiosa, Rua Ernesto Duarte, 125, Jacareí.

A Comunidade Senhor da Vida é uma associação privada de fiéis, de direito diocesano (São José dos Campos/SP), cujo carisma é a defesa da sacralidade da pessoa humana.

Solenidade de PentecostesJesus sopra o Espírito sobre seus seguidores, gerando uma nova criação”.Vatican NewsO autor do ...
25/05/2026

Solenidade de Pentecostes
Jesus sopra o Espírito sobre seus seguidores, gerando uma nova criação”.
Vatican News

O autor do Evangelho deste domingo, João Evangelista, nos diz que a vinda do Espírito Santo sobre os apóstolos se deu no dia de Páscoa.

Ele deseja fazer-nos compreender que o Espírito que conduziu Jesus para sua missão de salvar a Humanidade é o mesmo que agora conduz a Igreja, comunidade dos seguidores de Jesus, na continuidade da mesma missão. A Igreja torna presente, na História, o Cristo Redentor.

Quando os discípulos, à tarde do primeiro dia da semana, estão reunidos o Senhor aparece no meio deles e lhes comunica a paz. Mostra-lhes os sinais de seus sofrimentos para lhes dizer que, apesar de seu aspecto glorioso, a memória da paixão não poderá ser deixada de lado, que a glória veio através da cruz.

Estamos no primeiro dia da semana, não nos esqueçamos. Exatamente com esse sentido do novo, do novo pós pascal, isto é, do novo eterno, que não caduca, que não envelhece, Jesus faz a nova criação soprando o Espírito sobre seus seguidores. É uma referência à criação do homem, relatada no cap. 2º, vers. 7 do Gênesis, quando diz que Deus insuflou em suas narinas o hálito de vida e o homem passou a viver. No relato desse fato na tarde pascal, temos a criação da Comunidade Cristã.

A missão é dada logo em seguida: perdoar os pecados e até retê-los, se for o caso. Pecado é aquilo que impede a realização do projeto do Pai, que é a felicidade do ser humano. Ora, perdoar os pecados significa lutar para que os planos de Deus cheguem à sua concretização e, evidentemente, devolvendo àquele que está arrependido de suas ações contrárias a esse plano, a reconciliação.

Pelo batismo e pela crisma fazemos parte dessa comunidade que deve continuar a missão redentora de Jesus. Que honra!

Que nossas ações, seja na família, no trabalho ou no meio dos amigos, colaborem com a alegria e felicidade daqueles que nos cercam. Assim estaremos dando glória a Deus, pois a glória de Deus é a felicidade do homem.

Santa Rita de Cássia, intercessora das famílias e das causas impossíveisUma infância cheia de devoçãoA pequena periferia...
22/05/2026

Santa Rita de Cássia, intercessora das famílias e das causas impossíveis

Uma infância cheia de devoção

A pequena periferia de Roccaporena, na Úmbria, foi berço de Margarida Lotti, provavelmente por volta de 1371, chamada com o diminutivo de “Rita”. Seus pais, humildes camponeses e pacificadores, procuraram dar-lhe uma boa educação escolar e religiosa na vizinha cidade de Cássia, onde a instrução era confiada aos Agostinianos. Naquele contexto, amadurece a devoção a Santo Agostinho, São João Batista e São Nicolau de Tolentino, que Rita escolheu como seus protetores.

Mulher e mãe dedicada

Por volta de 1385, a jovem se uniu em matrimônio com Paulo de Ferdinando de Mancino. A sociedade de então era caracterizada por diversas contendas e rivalidades políticas, nas quais seu marido estava envolvido. Mas a jovem esposa, através da sua oração, serenidade e capacidade de apaziguar, herdadas pelos pais, o ajudou a viver, aos poucos, como cristão de modo mais autêntico. Com amor, compreensão e paciência, a união entre Rita e Paulo tornou-se fecunda, embelezada pelo nascimento de dois filhos: Giangiacomo e Paulo Maria. Porém, a espiral de ódio das facções políticas da época acometeram seu lar doméstico.

Assassinato do esposo e perdão

O esposo de Rita, que se encontrava envolvido também por vínculos de parentela, foi assassinado. Para evitar a vingança dos filhos, escondeu a camisa ensanguentada do pai. Em seu coração, Rita perdoou os assassinos do seu marido, mas a família Mancino não se resignou e fazia pressão, a ponto de desatar rancores e hostilidades. Rita continuava a rezar, para que não fosse derramado mais sangue, fazendo da oração a sua arma e consolação.

Doença dos filhos

Entretanto, as tribulações não faltaram. Uma doença causou a morte de Giangiacomo e de Paulo Maria; seu único conforto foi pensar que, pelo menos, suas almas foram salvas, sem mais correr o risco de serem envolvidos pelo clima de represálias, provocado pelo assassinato do marido. Tendo ficado sozinha, Rita intensificou sua vida de oração, seja pelos seus queridos defuntos, seja pela família de Mancino, para que perdoasse e encontrasse a paz.

Pedido recusado

Com a idade de 36 anos, Rita pediu para ser admitida na comunidade das monjas agostinianas do Mosteiro de Santa Maria Madalena de Cássia. Porém, seu pedido foi recusado: as religiosas temiam, talvez, que a entrada da viúva de um homem assassinado pudesse comprometer a segurança do Convento. No entanto, as orações de Rita e as intercessões dos seus Santos protetores levaram à pacificação das famílias envolvidas na morte de Paulo de Mancino e, após tantas dificuldades, ela conseguiu entrar para o Mosteiro.

Monja Agostiniana

Narra-se que, durante o Noviciado, para provar a humildade de Rita, a Abadessa pediu-lhe para regar o tronco seco de uma planta, e sua obediência foi premiada por Deus, pois a videira, até hoje, é vigorosa. Com o passar dos anos, Rita distinguiu-se como religiosa humilde, zelosa na oração e nos trabalhos que lhe eram confiados, capaz de fazer frequentes jejuns e penitências. Suas virtudes tornaram-se famosas até fora dos muros do Mosteiro, também por causa das suas obras de caridade, juntamente com algumas coirmãs; além da sua vida de oração, ela visitava os idosos, cuidava dos enfermos e assistia aos pobres.

A Santa das rosas

Cada vez mais imersa na contemplação de Cristo, Rita pediu-lhe para participar da Sua Paixão. Em 1432, absorvida em oração, recebeu a ferida na fronte de um espinho da coroa do Crucifixo. O estigma permaneceu, por quinze anos, até a sua morte. No inverno, que precedeu a sua morte, enferma e obrigada a ficar acamada, Rita pediu a uma prima, que lhe veio visitar em Roccaporena, dois figos e uma rosa do jardim da casa paterna. Era janeiro, período de inverno na Itália, mas a jovem aceitou seu pedido, pensando que Rita estivesse delirando por causa da doença. Ao voltar para casa, ficou maravilhada por ver a rosa e os figos no jardim e, imediatamente, os levou a Rita. Para ela, estes eram sinais da bondade de Deus, que acolheu no Céu seus dois filhos e seu marido.

Veneração de Rita

Santa Rita expirou na noite entre 21 e 22 de maio de 1447. Devido ao grande culto que brotou logo depois da sua morte, o corpo de Rita nunca foi enterrado, mas mantido em uma urna de vidro. Rita conseguiu reflorescer, apesar dos espinhos que a vida lhe reservou, espalhando o bom perfume de Cristo e aquecendo tantos corações no seu gélido inverno. Por este motivo e em recordação do prodígio de Roccaporena, a rosa é, por excelência, o símbolo de Rita.

A minha oração

“Rita, grande intercessora das famílias, a ti pedimos verdadeiras graças de conversão sobre aqueles aos quais amamos. Tuas rosas são sinais de salvação, por isso, te pedidos a paciência e o perdão, a oração e intercessão, ajuda-nos de forma concreta nesta luta. Amém!”

Santa Rita de Cássia , rogai por nós!

Santo do diaData 22 maioS. Rita de Cássia, religiosa agostinianaA força da oraçãoSanta Rita de CássiaVida simples, rica ...
22/05/2026

Santo do dia

Data 22 maio

S. Rita de Cássia, religiosa agostiniana

A força da oraçãoSanta Rita de Cássia

Vida simples, rica de oração, de virtudes e toda dedicada à família
Natural da Província da Úmbria, conhecida região italiana que deu filhos ilustres à Igreja, como São Francisco de Assis e Santa Clara, Santa Rita nasceu em 1381 e morreu aos 22 de maio de 1457. Estas duas datas tradicionais foram consideradas corretas pelo Papa Leão XIII quando a proclamou Santa no dia 24 de maio de 1900.

Rita, filha única de Antonio Lotti e Amata Ferri, nasceu em Roccaporena, a 5 km de Cássia, e foi batizada com o nome de Margherita (Margarida em latim que significa pérola ou pedra preciosa) em Santa Maria do Povo, também em Cássia. Seus pais eram ‘pacificadores de Cristo’ nas lutas políticas e familiares entre os Guelfi e os Ghibelini. Deram o melhor de si mesmo na educação de Rita, ensinando-a, inclusive a ler e escrever.

Vida simples, rica de oração, de virtudes e toda dedicada à família
Natural da Província da Úmbria, conhecida região italiana que deu filhos ilustres à Igreja, como São Francisco de Assis e Santa Clara, Santa Rita nasceu em 1381 e morreu aos 22 de maio de 1457. Estas duas datas tradicionais foram consideradas corretas pelo Papa Leão XIII quando a proclamou Santa no dia 24 de maio de 1900.

Rita, filha única de Antonio Lotti e Amata Ferri, nasceu em Roccaporena, a 5 km de Cássia, e foi batizada com o nome de Margherita (Margarida em latim que significa pérola ou pedra preciosa) em Santa Maria do Povo, também em Cássia. Seus pais eram ‘pacificadores de Cristo’ nas lutas políticas e familiares entre os Guelfi e os Ghibelini. Deram o melhor de si mesmo na educação de Rita, ensinando-a, inclusive a ler e escrever.

Santa Rita de Cássia

Rica de oração e virtudes
Aos 16 anos Rita se casou com Paolo di Ferdinando Mancini, jovem de boas intenções, mas vingativo. Tiveram dois filhos. Com uma vida simples, rica de oração e de virtudes, toda dedicada à família, ela ajudou o marido a converter-se e a levar uma vida honesta e laboriosa. Sua existência de esposa e mãe foi abalada pelo assassinato do marido, vítima do ódio entre facções. Rita conseguiu ser coerente com o Evangelho perdoando plenamente todos aqueles que lhe causaram tanta dor. Os filhos, ao contrário, influenciados pelo ambiente e pelos parentes, eram inclinados à vingança. A mãe, para evitar que se destruíssem, humana e espiritualmente, pediu a Deus que tirasse a vida deles, pois ela preferia vê-los mortos que manchados com sangue da vingança. Ambos, ainda jovens, viriam a falecer em conseqüência de doenças naturais.

Rita, viúva e sozinha, pacificou os ânimos e reconciliou as famílias com a força da oração e do amor; só, então, pôde entrar no mosteiro agostiniano de Santa Maria Madalena, de Cássia, onde viveu por 40 anos, servindo a Deus e ao próximo com uma generosidade alegre e atenta aos dramas do seu ambiente e da Igreja do seu tempo.

O estigma de um dos espinhos de Cristo
Nos últimos 15 anos Santa Rita teve sobre a testa o estigma de um dos espinhos de Cristo, completando, assim, na sua carne os sofrimentos de Jesus. Foi venerada como santa imediatamentre após a sua morte, como atestam o sarcófago e o Códex miraculorum, ambos documentos de 1457-1462.

Seus ossos, desde 18 de maio de 1947, repousam no Santuário, em uma urna de prata e cristal fabricada em 1930. Recentes exames médicos informaram que sobre a testa, à esquerda, existem traços de uma ferida óssea (osteomielite). O pé direito apresenta sinais de uma doença sofrida nos últimos anos, talvez, uma inflamação no nervo ciático. Sua altura era de 1,57m. O rosto, as mãos e os pés estão mumificados, enquanto que sob o hábito de religiosa agostiniana existe, intacto, o seu esqueleto.

Formação Canção Nova

Palavra do diaData22/05/2026Leitura do DiaLeitura dos Atos dos Apóstolos 25,13b-21Naqueles dias,o rei Agripa e Berenice ...
22/05/2026

Palavra do dia

Data22/05/2026

Leitura do Dia
Leitura dos Atos dos Apóstolos

25,13b-21

Naqueles dias,

o rei Agripa e Berenice chegaram a Cesareia
e foram cumprimentar Festo.

Como ficassem alguns dias aí,
Festo expôs ao rei o caso de Paulo, dizendo:
"Está aqui um homem
que Félix deixou como prisioneiro.

Quando eu estive em Jerusalém,
os sumos sacerdotes e os anciãos dos judeus
apresentaram acusações contra ele
e pediram-me que o condenasse.

Mas eu lhes respondi
que os romanos não costumam entregar um homem
antes que o acusado

tenha sido confrontado com os acusadores
e possa defender-se da acusação.

Eles vieram para cá
e, no dia seguinte, sem demora,
sentei-me no tribunal e mandei trazer o homem.

Seus acusadores compareceram diante dele,
mas não trouxeram nenhuma acusação de crimes
de que eu pudesse suspeitar.

Tinham somente certas questões
sobre a sua própria religião
e a respeito de um certo Jesus que já morreu,

mas que Paulo afirma estar vivo.

Eu não sabia o que fazer para averiguar o assunto.
Perguntei então a Paulo
se ele preferia ir a Jerusalém, para ser julgado lá.

Mas Paulo fez uma apelação
para que a sua causa fosse reservada
ao juízo do Augusto Imperador.
Então ordenei que ficasse preso
até que eu pudesse enviá-lo a César".

Evangelho do Dia
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João

21,15-19

Jesus manifestou-se aos seus discípulos

e, depois de comerem, perguntou a Simão Pedro:
"Simão, filho de João,
tu me amas mais do que estes?"
Pedro respondeu:
"Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo".
Jesus disse:

"Apascenta os meus cordeiros".

E disse de novo a Pedro:
"Simão, filho de João, tu me amas?"
Pedro disse:

"Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo".
Jesus disse-lhe:

"Apascenta as minhas ovelhas".

Pela terceira vez, perguntou a Pedro:
"Simão, filho de João, tu me amas?"
Pedro ficou triste,
porque Jesus perguntou três vezes se ele o amava.
Respondeu:

"Senhor, tu sabes tudo;
tu sabes que eu te amo".
Jesus disse-lhe:

"Apascenta as minhas ovelhas.

Em verdade, em verdade te digo:

quando eras jovem,
tu te cingias e ias para onde querias.
Quando fores velho,
estenderás as mãos e outro te cingirá
e te levará para onde não queres ir".

Jesus disse isso,

significando com que morte

Pedro iria glorificar a Deus.
E acrescentou:

"Segue-me".

As palavras dos Papas
Jesus pergunta a Pedro pela primeira vez: "Simão... tu amas-Me (agapâs-me)" com este amor total e incondicionado ( cf. Jo 21, 15)? Antes da experiência da traição o Apóstolo teria certamente respondido: "Amo-Te (agapô-se) incondicionalmente". Agora, que conheceu a amarga tristeza da infidelidade, o drama da própria debilidade, diz apenas: "Senhor... tu sabes que sou deveras teu amigo (filô-se), isto é, "amo-te com o meu pobre amor humano". Cristo insiste: "Simão, tu amas-Me com este amor total que Eu quero?". E Pedro repete a resposta do seu humilde amor humano: "Kyrie, filô-se", "Senhor, tu sabes que eu sou deveras teu amigo". Pela terceira vez Jesus pergunta a Simão: "Fileîs-me?", "tu amas-Me?". Simão compreende que para Jesus é suficiente o seu pobre amor, o único de que é capaz, e contudo sente-se entristecido porque o Senhor teve que lhe falar daquele modo. Por isso, responde: "Senhor, Tu sabes tudo; Tu bem sabes que eu sou deveras teu amigo! (filô-se)". Seria para dizer que Jesus se adaptou a Pedro, e não Pedro a Jesus! É precisamente esta adaptação divina que dá esperança ao discípulo, que conheceu o sofrimento da infidelidade. Surge daqui a confiança que o torna capaz do seguimento até ao fim (...) Pedro alcançou a confiança naquele Jesus que se adaptou à sua pobre capacidade de amor. E mostra assim também a nós o caminho, apesar da nossa debilidade. Sabemos que Jesus se adapta a esta nossa debilidade. (Papa Bento XVI, Audiência Geral de 24 de maio de 2006)

Leão XIV: a liturgia celebrada deve ser traduzida em vidaO Papa iniciou um ciclo de catequeses sobre a Constituição sobr...
22/05/2026

Leão XIV: a liturgia celebrada deve ser traduzida em vida
O Papa iniciou um ciclo de catequeses sobre a Constituição sobre a Sagrada Liturgia Sacrosanctum Concilium. A "liturgia está ao serviço do mistério de Cristo" e "sustenta os fiéis, mergulhando-os sempre e de novo na Páscoa do Senhor". De acordo com o Papa, "a participação dos fiéis na ação litúrgica é simultaneamente «interior» e «exterior»" e exige "uma existência fiel, capaz de concretizar o que foi vivido na celebração".

Mariangela Jaguraba - Vatican News

O Papa Leão XIV iniciou na Audiência Geral desta quarta-feira (20/05), realizada na Praça São Pedro, uma série de catequeses sobre o primeiro documento promulgado pelo Concílio Vaticano II: a Constituição sobre a Sagrada Liturgia Sacrosanctum Concilium.

“Ao elaborar esta Constituição, os Padres conciliares pretenderam não só empreender uma reforma dos ritos, mas também conduzir a Igreja a contemplar e a aprofundar aquele vínculo vivo que a constitui e a une: o mistério de Cristo.”

Cristo, princípio interior do mistério da Igreja
"A liturgia, com efeito, toca o próprio coração deste mistério: ela é simultaneamente o espaço, o tempo e o contexto em que a Igreja recebe de Cristo a sua própria vida", frisou o Papa, recordando o "Mistério cristão: o evento pascal, ou seja, a paixão, a morte, a ressurreição e a glorificação de Cristo, que precisamente na liturgia nos é tornado sacramentalmente presente, de modo que cada vez que participamos na assembleia reunida 'em seu nome' estamos imersos neste Mistério".

“O próprio Cristo é o princípio interior do mistério da Igreja, povo santo de Deus, nascido do seu lado traspassado na cruz. Na santa liturgia, com o poder do seu Espírito, Ele continua a agir. Santifica e associa a Igreja, sua esposa, à sua oferta ao Pai. Exerce o seu sacerdócio absolutamente único, Ele que está presente na Palavra proclamada, nos sacramentos, nos ministros que celebram, na comunidade reunida e, em grau supremo, na Eucaristia.”

A seguir, Leão XIV recorda "que, segundo Santo Agostinho, ao celebrar a Eucaristia, a Igreja «recebe o Corpo do Senhor e torna-se aquilo que recebe»: torna-se o Corpo de Cristo, «morada de Deus, por meio do Espírito». Esta é «a obra da nossa Redenção», que nos configura a Cristo e nos edifica na comunhão".

"Na sagrada liturgia, essa comunhão realiza-se «por meio duma boa compreensão dos ritos e orações»", disse o Papa, citando o número 48 da Sacrosanctum Concilium. "A ritualidade da Igreja expressa a sua fé e ao mesmo tempo, molda a identidade eclesial", sublinhou.

"Se a liturgia está ao serviço do mistério de Cristo, compreende-se por que razão foi definida como «simultaneamente a meta para a qual se encaminha a ação da Igreja e a fonte de onde promana toda a sua força». É verdade que a ação da Igreja não se limita apenas à liturgia; no entanto, todas as suas atividades, a pregação, o serviço aos pobres, o acompanhamento das realidades humanas, convergem para este «culminar»", disse ainda Leão XIV.

Concretizar o que foi vivido na celebração
De acordo com o Papa, "no sentido inverso, a liturgia sustenta os fiéis, mergulhando-os sempre e de novo na Páscoa do Senhor e, por isso, através da proclamação da Palavra, da celebração dos sacramentos e da oração comum, eles são revigorados, encorajados e renovados no seu empenho de fé e na sua missão. Por outras palavras, a participação dos fiéis na ação litúrgica é simultaneamente «interior» e «exterior»", disse o Pontífice, acrescentando:

“Isso significa também que ela é chamada a manifestar-se concretamente ao longo de toda a vida quotidiana, numa dinâmica ética e espiritual, de modo que a liturgia celebrada se traduza em vida e exija uma existência fiel, capaz de concretizar o que foi vivido na celebração: é assim que a nossa vida se torna «sacrifício vivo, santo, agradável a Deus», realizando o nosso «culto espiritual».”

"Desta forma, a liturgia «edifica os que estão na Igreja em templo santo no Senhor» e forma uma comunidade aberta e acolhedora para com todos. Ela é, de fato, habitada pelo Espírito Santo, introduz-nos na vida de Cristo, torna-nos o seu Corpo e, em todas as suas dimensões, representa um sinal da unidade de toda a humanidade em Cristo", disse ainda o Papa Leão.

Por fim, Leão XIV convidou a nos deixar "moldar interiormente pelos ritos, pelos símbolos, pelos gestos e, sobretudo, pela presença viva de Cristo na liturgia", sublinhando que outros aprofundamentos serão feitos nas próximas catequeses.

Palavra do diaData21/05/2026Leitura do DiaLeitura dos Atos dos Apóstolos 22,30; 23,6-11Naqueles dias:querendo saber com ...
21/05/2026

Palavra do dia

Data21/05/2026

Leitura do Dia
Leitura dos Atos dos Apóstolos

22,30; 23,6-11

Naqueles dias:

querendo saber com certeza
por que Paulo estava sendo acusado pelos judeus,
o tribuno soltou-o

e mandou reunir os chefes dos sacerdotes
e todo o conselho dos anciãos.
Depois fez trazer Paulo e colocou-o diante deles.

Sabendo que uma parte dos presentes eram saduceus
e a outra parte eram fariseus,
Paulo exclamou no conselho dos anciãos:
"Irmãos, eu sou fariseu e filho de fariseus.
Estou sendo julgado
por causa da nossa esperança

na ressurreição dos mortos".

Apenas falou isso,
armou-se um conflito entre fariseus e saduceus
e a assembleia se dividiu.

Com efeito, os saduceus dizem que não há ressurreição,
nem anjo, nem espírito,
enquanto os fariseus sustentam uma coisa e outra.

Houve, então, uma enorme gritaria.
Alguns doutores da Lei, do partido dos fariseus,
levantaram-se e começaram a protestar, dizendo:
"Não encontramos nenhum mal neste homem.
E se um espírito ou anjo tivesse falado com ele?

E o conflito crescia cada vez mais.
Receando que Paulo fosse despedaçado por eles,
o comandante ordenou que os soldados descessem
e o tirassem do meio deles,
levando-o de novo para o quartel.

Na noite seguinte,
o Senhor aproximou-se de Paulo e lhe disse:
"Tem confiança.
Assim como tu deste testemunho de mim em Jerusalém,
é preciso que tu sejas também

minha testemunha em Roma".

Evangelho do Dia
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João

17,20-26

Naquele tempo,
Jesus ergueu os olhos ao céu e rezou, dizendo:

“Pai santo, eu não te rogo somente por eles,
mas também por aqueles

que vão crer em mim pela sua palavra;

para que todos sejam um
como tu, Pai, estás em mim e eu em ti,
e para que eles estejam em nós,
a fim de que o mundo creia que tu me enviaste.

Eu dei-lhes a glória que tu me deste,
para que eles sejam um, como nós somos um:

eu neles e tu em mim,
para que assim eles cheguem à unidade perfeita
e o mundo reconheça que tu me enviaste

e os amaste, como me amaste a mim.

Pai, aqueles que me deste,
quero que estejam comigo onde eu estiver,
para que eles contemplem a minha glória,
glória que tu me deste
porque me amaste antes da fundação do universo.

Pai justo, o mundo não te conheceu,
mas eu te conheci,
e estes também conheceram que tu me enviaste.

Eu lhes fiz conhecer o teu nome,
e o tornarei conhecido ainda mais,

para que o amor com que me amaste esteja neles,
e eu mesmo esteja neles”.
Palavra da Salvação.

As palavras dos Papas
O Senhor não quer que nos juntemos numa massa indistinta, como um bloco sem nome, apenas com o fim de estarmos unidos, mas deseja que sejamos um: «como Tu,

Pai, estás em mim e Eu em ti; para que assim eles estejam em Nós» (v. 21). A unidade pela qual Jesus reza é, portanto, uma comunhão fundada no mesmo amor com que Deus ama, do qual provêm a vida e a salvação. E, como tal é, primeiramente, um dom que Jesus vem trazer. É, pois, a partir do seu coração de homem que o Filho de Deus se dirige ao Pai dizendo: «Eu neles e Tu em mim, para que eles cheguem à perfeição da unidade e assim o mundo reconheça que Tu me enviaste e que os amaste a eles como a mim» (v. 23).

Ouçamos com admiração estas palavras: Jesus está a revelar-nos que Deus nos ama como ama a si mesmo. O Pai não nos ama menos do que ama o seu Filho Único, isto é, infinitamente. Deus não ama menos, porque ama antes, ama por primeiro! O próprio Cristo testemunha isso quando diz que o Pai o amou «antes da criação do mundo» (v. 24). E é exatamente assim: na sua misericórdia, Deus sempre quis atrair todos os homens para si, e é a sua vida, entregue por nós em Cristo, que nos faz um, que nos une uns aos outros. (Papa Leão XIV, Homilia de 1º de junho de 2025)

Papa ao Catholicos da Igreja Armênia: rezemos rumo à plena unidade que desejamosLogo no início da Audiência Geral, Leão ...
21/05/2026

Papa ao Catholicos da Igreja Armênia: rezemos rumo à plena unidade que desejamos
Logo no início da Audiência Geral, Leão XIV deu às boas-vindas a Aram I, Catholicos da Cilícia da Igreja Apostólica Armênia, e à sua delegação presentes na Praça São Pedro. O Papa disse estar feliz com a "visita fraterna" e os encontros em Roma que constituam "mais um passo no caminho rumo à plena unidade. Rezemos também pela paz no Líbano e no Oriente Médio, mais uma vez dilacerados pela violência e pela guerra".

“Irmãos e irmãs, estou muito feliz em dar as boas-vindas a Sua Santidade Aram I, Catholicos da Cilícia da Igreja Apostólica Armênia, juntamente com a ilustre delegação que o acompanha. Esta visita fraterna representa uma importante ocasião para fortalecer os laços de unidade que já existem entre nós, enquanto nos aproximamos à plena comunhão entre nossas Igrejas.”

Assim o Papa começou a Audiência Geral desta quarta-feira (20/05), a segunda vez em três dias que encontrou Aram I no Vaticano. Na segunda-feira (18/05), na primeira visital oficial do Catholicos a Leão XIV, o Pontífice recordou a longa história da relação ecumênica com a Sé de Roma para o fortalecimento do caminho rumo à unidade na fé, apesar das recentes dificuldades. Na Audiência Geral, o Papa reforçou o empenho mútuo pelo diálogo para o restabelecimento da comunhão entre as Igrejas, ao se dirigir a Aram I em inglês:

"Sua Santidade, nestes dias em que nos preparamos para o Pentecostes, invoco a graça do Espírito Santo sobre a peregrinação de vocês aos túmulos dos apóstolos Pedro e Paulo, e convido todos os presentes a rezarem fervorosamente ao Senhor para que a visita e os encontros constituam mais um passo no caminho rumo à plena unidade. Rezemos também pela paz no Líbano e no Oriente Médio, mais uma vez dilacerados pela violência e pela guerra. Vossa Santidade, desejo expressar minha especial gratidão pelo seu constante empenho pessoal em prol do ecumenismo, especialmente no diálogo teológico internacional entre a Igreja Católica e as Igrejas Ortodoxas Orientais."

Além dos encontros oficiais com o Papa Leão XIV, durante a peregrinação em Roma, a delegação de Aram I também cumpre agenda no Dicastério para a Promoção da Unidade dos Cristãos e outros dicastérios da Cúria Romana. Nesta terça-feira (19/05), no Pontifício Instituto Oriental, o Catholicos realizou uma conferência pública sobre os desafios das Igrejas no Oriente Médio.

Endereço

Rua Ernesto Duarte, 125
Jacareí, SP
12311200

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Comunidade Senhor da Vida posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Local De Adoração

Envie uma mensagem para Comunidade Senhor da Vida:

Compartilhar