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Essa obra do escultor Thorwaldsen de 1824 mostra o apóstolo João olhando para o céu. Nas mãos ele segura uma tabuinha e ...
18/06/2023

Essa obra do escultor Thorwaldsen de 1824 mostra o apóstolo João olhando para o céu. Nas mãos ele segura uma tabuinha e uma pena, mas a pena não se atreve a tocar a tabuinha. João não escreverá nada até que do céu lhe seja dada a Palavra. Hoje de manhã às 9h estudaremos um pouco sobre o Apocalipse de João.

13/04/2023

*Devocional nº 16*
*Fruto do Espírito: Amor*

O poder do fruto do Espírito

Paulo e Barnabé.
Antes de se tornarem colaboradores na pregação do Evangelho, Paulo e Barnabé eram inimigos. Paulo perseguia os cristãos enquanto Barnabé era um líder da igreja. No entanto, Barnabé decidiu dar uma chance a Paulo e o levou aos apóstolos em Jerusalém. Eles eventualmente se tornaram grandes amigos e parceiros na propagação do Evangelho.

Corrie ten Boom e o Guarda Nazista:
Corrie ten Boom foi uma cristã holandesa que ajudou a esconder judeus durante a Segunda Guerra Mundial para salvá-los da tortura e morte nas mãos dos nazistas.
Ela e sua família foram presas pelos alemães e enviadas para campos de concentração.
Lá havia um guarda que foi muito cruel com ela e com as outras prisioneiras.
Anos mais tarde, ela o reencontrou em um culto numa igreja e ele pediu perdão a ela por suas ações.
Ela o perdoou e eles se reconciliaram, mostrando o poder do amor cristão de superar as diferenças e feridas do passado.

*Devocional nº 11**Fruto do Espírito: Amor*O amor é evidência de que eu conheço a Deus“7 Amados, amemo-nos uns aos outro...
07/04/2023

*Devocional nº 11*
*Fruto do Espírito: Amor*

O amor é evidência de que eu conheço a Deus

“7 Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. 8 Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor. 9 Nisto se manifestou o amor de Deus em nós: em haver Deus enviado o seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele. 10 Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados. 11 Amados, se Deus de tal maneira nos amou, devemos nós também amar uns aos outros. 12 Ninguém jamais viu a Deus; se amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor é, em nós, aperfeiçoado.” 1João 4.7–12

João diz três coisas fundamentais nessa passagem:

a) Deus é a fonte de todo amor (v. 7–8)
Quem não ama os outros não está ligado a Deus, não conhece a Deus e não é filho de Deus.

b) Deus nos deu prova e exemplo de seu amor (v. 9–11)
Como sabemos que Deus nos ama?
A cruz é a prova suprema do amor de Deus; o amor do Pai e do Filho.
João quer nos motivar a imitar o amor do Pai e do Filho: “Amados, se Deus de tal maneira nos amou, devemos nós também amar uns aos outros.” (1Jo 4.11). A cruz não é apenas o meio pelo qual somos salvos; também é o modelo para como devemos viver.

c) Deus se torna visível por meio de nosso amor uns pelos outros (v. 12)

“Ninguém jamais viu a Deus; se amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor é, em nós, aperfeiçoado.” (1Jo 4.12).

Esta é a segunda vez que João escreve essas palavras. A primeira vez foi em seu Evangelho. Logo no início, quando fala sobre a encarnação de Deus, a pessoa de Jesus, declara: “Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou.” (Jo 1.18).
Jesus Cristo, a Palavra que se fez carne, tornou Deus visível. Na pessoa de Jesus Cristo, Deus foi visto, ouvido e tocado.

Mas e hoje? Deus pode ser visto de algum modo hoje?

Quando os cristãos amam uns aos outros de maneiras práticas, sacrificiais, custosas e que removem barreiras, o amor de Deus (ou melhor, o Deus que é amor) se torna visível.
O mundo deve ser capaz de olhar para os cristãos e para o modo como convivemos e amamos uns aos outros e ver parte da realidade de Deus ser demonstrada. O Deus invisível se torna visível no amor dos cristãos uns pelos outros.

O que o mundo vê quando olha pra você?

*Devocional nº 10**Fruto do Espírito: Amor*“Sabemos que já passamos da morte para a vida porque amamos nossos irmãos. Qu...
06/04/2023

*Devocional nº 10*
*Fruto do Espírito: Amor*

“Sabemos que já passamos da morte para a vida porque amamos nossos irmãos. Quem não ama permanece na morte.”

O amor é evidência de que temos fé

João associa fé e amor e os coloca juntos como um só mandamento:
“Ora, o seu mandamento é este: que creiamos em o nome de seu Filho, Jesus Cristo, e nos amemos uns aos outros, segundo o mandamento que nos ordenou.” (1Jo 3.23).

Observe que ele diz “o seu mandamento é este”, no singular. Em seguida, porém, ele fala de duas coisas! Recebemos a ordem de não apenas crer no nome de Jesus Cristo, o Filho de Deus, mas também de amar uns aos outros; juntos, esses imperativos constituem um só mandamento integrado.

Se fizermos a primeira coisa (crer), faremos a segunda (amar). Se não estivermos fazendo a segunda coisa (amando uns aos outros), não estamos fazendo a primeira (crendo em Jesus).
Não devemos tentar separá-las, pois são um só mandamento de Deus: creiam-em-Jesus-e-amem-uns-aos-outros. Crer e amar andam lado a lado.

O amor uns pelos outros é evidência da vida de Deus dentro de nós; e, também é evidência da fé por meio da qual recebemos essa vida. De acordo com Tiago, a fé sem obras é morta. De acordo com João a fé sem amor (provado por meio de obras) é morta; não passa de uma afirmação vazia, sem fundamento.

De fato, visto que “o seu mandamento é este”, segue-se que, se não demonstrarmos amor prático uns pelos outros, simplesmente desobedecemos aos mandamentos de Jesus em quem afirmamos crer. Que tipo de discípulos somos então?

05/04/2023

*Devocional nº 09*
*Fruto do Espírito: Amor*

“Sabemos que já passamos da morte para a vida porque amamos nossos irmãos. Quem não ama permanece na morte.”

João nos dá dois exemplos, um de cada lado de seu argumento central em 1João 3.14:

• O exemplo negativo: Caim (v. 12,15). Caim era cheio de ódio, e o ódio levou à morte. É o que acontece. Se as pessoas se dizem cristãs, mas sua vida, suas atitudes e suas palavras são cheias de ódio, João nos adverte que talvez nem sequer tenham vida eterna, não importa o que digam.

• O exemplo positivo: Cristo (v. 16). Cristo era cheio de amor, e seu amor o levou a entregar a própria vida (e não tirar a vida de outro, como fez Caim). Portanto, a essência do amor é o sacrifício próprio em favor de outros. Foi assim que Jesus descreveu sua morte vindoura como bom pastor (Jo 10.11,15). E, como Paulo diz: “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.” (Rm 5.8).

João diz, portanto, que não devemos ser como Caim (nem mesmo em nossos pensamentos), mas como Cristo (não apenas em nossos pensamentos, mas na vida prática, “Filhinhos, não amemos de palavra nem de boca, mas em ação e em verdade.” (1João 3.18).

E então, caso imaginemos que o princípio do sacrifício próprio, de entregar a vida por outros (1 João 3.16), seja apenas para os momentos raros e extremos em que talvez tenhamos de morrer por alguém, logo em seguida, no versículo 17, João fornece uma ilustração do que ele quer dizer: “Nisto conhecemos o que é o amor: Jesus Cristo deu a sua vida por nós, e devemos dar a nossa vida por nossos irmãos.”.

Ele está falando de oportunidades simples, comuns, cotidianas de mostrar verdadeira generosidade, bondade e cuidado práticos. “Se alguém tem recursos suficientes para viver bem e vê um irmão em necessidade, mas não mostra compaixão, como pode estar nele o amor de Deus?” Essa pergunta retórica incisiva tem como resposta esperada: “Não pode estar, não importa o que a pessoa diga”. Não podemos dizer que amamos a Deus, ou que seu amor está em nós, se não ajudamos os necessitados quando temos condições de fazê-lo. Podemos até afirmar que amamos a Deus, mas não passa de mentira, como João diz adiante com lógica arrasadora: “Se alguém afirma: ‘Amo a Deus’, mas odeia seu irmão, é mentiroso, pois se não amamos nosso irmão, a quem vemos, como amaremos a Deus, a quem não vemos?” (4.20).

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