25/12/2025
Caríssimos amigos,
não é de hoje que em ambientes adversos à fé cristã se tente desacreditar a realidade histórica do nascimento de Jesus segundo a carne, e mais ainda o realismo da ressurreição. Não falta quem, com parca seriedade acadêmica e dubitável honestidade intelectual, insista em tratar Jesus como se fora um mito entre outros tantos. Por mais que as mitologias dos povos ensinem em linguagem simbólica muitos valores que nós também apreciamos, é preciso dizer que Jesus não é um mito, cuja interpretação é sempre passível de manipulação ideológica ou religiosa.
É preciso dizer claramente que Jesus verdadeiro homem, numa terra, num determinado dia, em um ambiente cultural que o Evangelho chama “plenitude dos tempos”. E podemos dizer sem errar que o Espírito Santo previne as tentativas de manipulação religiosa ao inspirar São Lucas, médico e fino historiador, a narrar com precisão os acontecimentos referentes à encarnação do Verbo.
Assim escreve Ele: “Aconteceu que naqueles dias, Cesar Augusto publicou um decreto, ordenando o recenseamento de toda a terra.
Este primeiro recenseamento foi feito quando Quirino era governador da Síria. Todos iam registrar-se cada um na sua cidade natal” (Lc 2,1). Segundo os usos da época, o nosso evangelista datou bem precisamente o início dos acontecimentos referentes ao nascimento e infância de Jesus.
Hoje é dia de júbilo. Celebramos um fato histórico: o Natal de Jesus há 2025 anos.
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