Gloriosa Graça de Deus

Gloriosa Graça de Deus O que é a salvação pela graça? A salvação pela graça é a forma como Deus nos livra da condenação do

Como surgiu a adoração a Maria?A adoração (ou veneração) a Maria provavelmente surgiu alguns séculos depois de Cristo ma...
29/01/2024

Como surgiu a adoração a Maria?

A adoração (ou veneração) a Maria provavelmente surgiu alguns séculos depois de Cristo mas só se tornou popular na Idade Média. Muitas das doutrinas católicas sobre Maria só se tornaram oficiais nos últimos 200 anos. A adoração a Maria não é ensinada na Bíblia e é o resultado de uma má interpretação.

A adoração a Maria provavelmente começou quando alguns cristãos começaram a misturar o Evangelho com outras religiões e filosofias pagãs. Várias religiões do império romano e de países à volta tinham deusas importantes que eram adoradas por muitas pessoas. Maria provavelmente foi usada como substituta dessas deusas. Por exemplo, um dos títulos dados a Maria, “Rainha do Céu”, é o mesmo dado a uma deusa pagã mencionada por Jeremias (Jeremias 7:18).

Alguns escritores antigos compararam Maria com uma “segunda Eva”, porque quando decidiu aceitar o desafio de ser a mãe de Jesus ela trouxe ao mundo o “segundo Adão”. Mais tarde essa idéia foi exagerada e distorcida para colocar Maria quase ao mesmo nível de Deus.

Só cerca de 1000 anos depois de Cristo a adoração ou veneração a Maria ganhou muita popularidade. Crenças sobre Maria eram debatidas e só se tornaram parte oficial da religião muito mais tarde:

1854 – Imaculada Conceição – a teoria que Maria nasceu sem pecado e nunca pecou
1950 – Assunção – Maria supostamente morreu, depois ressuscitou e foi levada para o Céu

Devemos adorar Maria?

Não. Não devemos adorar Maria. A Bíblia diz claramente que só devemos adorar a Deus (Lucas 4:8). Adorar a qualquer outra coisa é idolatria. Maria foi uma senhora muito abençoada, que merece respeito, mas ela era uma pessoa normal com pecado, que também precisava da salvação.

A Bíblia diz que todos pecaram (Romanos 3:22-23). Jesus foi a única pessoa que nunca pecou e o único que podia tirar o pecado do mundo. Por isso, Jesus é o único mediador entre nós e Deus. Não há mais ninguém entre nós e Deus (1 Timóteo 2:5-6). Maria não intercede por nós, só Jesus intercede.

A Bíblia não diz em lado algum que devemos adorar Maria ou orar para ela. Jesus cuidou de sua mãe mas nunca a exaltou na terra. A própria Maria nunca quis ser o centro das atenções mas indicou quem merece: Jesus (João 2:5).

23/01/2024

Ana queria um filho e o Senhor queria levantar um Profeta. Ninguém perde por ser generoso com Deus. Tudo que Deus nos dá é para cumprir o propósito em nossa vida. 1 Samuel 2:20-21 diz que Ana entregou Samuel ao Senhor, e Deus em sua infinita graça abençoava ela com filhos.

23/01/2024
06/03/2023

Parábola das Dez Virgens: estudo e significado
A parábola das dez virgens foi contada por Jesus para nos explicar a importância de estarmos preparados para sua volta. A chegada do noivo representa a segunda vinda do Senhor Jesus Cristo e as virgens representam a todos nós, que devemos esperar por ele.

Verdades sobre o dízimo e sobre Malaquias 3:10Muitos irmãos em Cristo tem tentado saber as verdades sobre o dízimo que é...
23/03/2021

Verdades sobre o dízimo e sobre Malaquias 3:10

Muitos irmãos em Cristo tem tentado saber as verdades sobre o dízimo que é pregado hoje em dia nas igrejas e sobre o uso do texto de Malaquias 3:10. O fato é: há realmente uma verdade a se saber?

Muitos irmãos fazem questão de seguir o texto de Malaquias 3:8-11 fielmente e sem questioná-lo, com temor em desobedecê-lo, julgando que o ensinado ali é realmente mandamento de Deus para a igreja hoje em dia; alguns outros dizem que não era para se pregar tal texto da forma como é, que aquele dízimo é coisa da Lei de Moisés e só deveria ser usado naquele contexto do Antigo Testamento.

E ainda, não poucos irmãos julgam que é necessário dar o dízimo para manter o templo da igreja, pois sem este não haveria como pagar suas despesas. Mas será mesmo que o dízimo é tão assim a única forma de contribuição?

Muitos pastores dizem que o dízimo deve ser algo voluntário, só deve dá-lo quem tiver um coração grato a Deus, porém a Bíblia diz que quem não o dá está roubando a Deus, o que indica diretamente que não existe este negócio de voluntário, mas todos são obrigados a dar. Qual é a verdade afinal de contas?

Pagar o dízimo é obrigatório na igreja de acordo com o novo testamento ou não

Quase todos os líderes atuais usam da doutrina do dízimo em suas igrejas, então seria realmente necessário questionar isso?

Se há concordância da grande maioria em usar desse modelo de doutrina, então eles devem estar certos no que estão pregando; seria a conclusão óbvia, não é mesmo?

E o que dizer do ensino que afirma que se não dermos o dízimo roubaremos a Deus, ou o devorador destruirá nossos bens, seremos amaldiçoados, as janelas dos céus se fecharão etc.? Isso nos motiva a sermos dizimistas fiéis, dando nosso dinheiro com alegria, ou nos constrange e nos pressiona, colocando medo e nos lançando no “calabouço da coação”?

Quem está com a verdade afinal de contas? Qual seria a mensagem correta a ser ensinada sobre a contribuição na igreja?

Contradições sobre o dízimo nas igrejas atuais, eu preciso pagar o dízimo mesmo?

As 5 verdades sobre o dízimo de Malaquias 3:10 que estão praticamente escondendo de você.

Os dízimos da Bíblia, na lei de Moisés (do qual faz referência o texto de Malaquias 3:10), sempre foram alimentos da colheita, animais do gado e do rebanho, nunca foi dinheiro! (Levítico 27:30-32; Deuteronômio 14:22-23);

Porém, naquela época, e até antes, já existia dinheiro! (Deuteronômio 14:23-25; Gênesis 17:23; 33:18-19);
Casa do tesouro (ou armazém) ficava no templo de Jerusalém, não se refere à tesouraria das igrejas… (cf. Neemias 10:38; 13:4-5); além disso, casa de Deus somos nós, e não os edifícios de tijolos! (João 14:23; 2 Coríntios 6:16; Hebreus 3:5,6);

Devorador não é demônio, pois demônio não come fruto da terra, além disso, os devoradores eram enviados pelo próprio Deus (2 Crônicas 7:13);

Devoradores nos dias de hoje: Mateus 7:15; Atos 20:29-30; Tito 1:10-11; 2 Pedro 2:1-3.

Nem todos os pastores e líderes querem que os crentes conheçam essas verdades sobre o dízimo, pois não querem ser questionados. Você já as tinha ouvido antes?

Não estou te desmotivando a contribuir com a obra de Deus; muito pelo contrário, te motivará a contribuir muito mais, porém sob as bases corretas.

O intuito é desmascarar os abusos e mentiras e revelar ao povo de Deus uma doutrina bíblica teológica pura, de acordo como foi transmitido pelos apóstolos do Senhor Jesus.
..e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. (João 8:32)

Aprendei, pois, a parábola da Figueira... Mateus 24:32-35
21/07/2020

Aprendei, pois, a parábola da Figueira... Mateus 24:32-35

Ditadura comunista segue reprimindo o cristianismo.

Não estou ligado a qualquer denominação ou organização religiosa. Congrego somente ao nome do Senhor fora do sistema den...
04/11/2019

Não estou ligado a qualquer denominação ou organização religiosa. Congrego somente ao nome do Senhor fora do sistema denominacional, sem templos, líderes, sacerdotes, dízimos e coisas semelhantes.

Os estudos bíblicos auxiliam os cristãos na compreensão da Palavra de Deus. Eles fortalecem a nossa fé e alimentam nosso conhecimento. Siga-me nas redes sociais e receba notificações quando em nossa postagem. NÃO É UM CURSO; é material para estudo bíblico. Aqui você encontrará uma diversidade de Estudos sobre fé, oração, família...

Os ZombadoresQuando Jesus foi levado por mãos ilegais, crucificado e morto (Atos 2:23), estava sendo vítima de crueldade...
22/10/2019

Os Zombadores

Quando Jesus foi levado por mãos ilegais, crucificado e morto (Atos 2:23), estava sendo vítima de crueldades quase inimagináveis. Nas horas que conduziram à cruz, ele foi ridicularizado, cuspido, esbofeteado e açoitado. Além disso, viu as pessoas entre as quais ele havia tão amorosamente trabalhado e ministrado preferirem que um assassino fosse solto em seu lugar.
Após horas de maus tratos, ele foi pregado numa cruz e erguido como um espetáculo público, mas, como é muito comum hoje em dia, o apetite cruel daquelas pessoas ainda não foi satisfeito. O tormento continuou - "Os que iam passando blasfemavam dele, meneando a cabeça e dizendo: Ó tu que destróis o santuário e em três dias o reedificas! Salva-te a ti mesmo, se és Filho de Deus, e desce da cruz! De igual modo, os principais sacerdotes, com os escribas e anciãos, escarnecendo, diziam: Salvou os outros, a si mesmo não pode salvar-se. É rei de Israel! Desça da cruz, e creremos nele. Confiou em Deus; pois venha livrá-lo agora, se de fato lhe quer bem; porque disse: Sou Filho de Deus. E os mesmos impropérios lhe diziam também os ladrões que haviam sido crucificados com ele" (Mateus 27:39-44).

Por que zombaram de Jesus enquanto ele estava pendurado numa cruz? Por que não?
Os zombadores viam um perdedor desnudo, um homem completamente despido de sua dignidade.
Como não sentiriam desprezo por um pobre coitado que falava de ser rei, mas ficou sem defesa contra seus inimigos?
Na mente deles, a cruz segurava um fracassado; um homem que viveu na pobreza e morreu sem que ninguém fosse defendê-lo. Embora as palavras deles fossem mais cruéis, elas foram produzidas pela mesma mentalidade, reinante em nossos dias, que levou Ted Turner S milionário, ganhador da Copa Americana de Iatismo, dono de clubes esportivos, diretor do tremendo império dos meios de comunicação, marido de uma estrela de cinema, segundo a revista Time, o homem do ano etc. a proclamar que os cristãos eram "perdedores". Embora Turner tenha pedido desculpa posteriormente, ficou evidente que ele cria que qualquer pessoa que colocasse a fé e a esperança em Jesus e não nela mesma estava fadada a ser um perdedor.

Por que zombaram?
Porque, segundo Paulo, consideravam Jesus do ponto de vista da carne (veja 2 Coríntios 5:16). Ignoravam o fato, o que era imperdoável, de que ele tinha o poder de evitar esta má condução da justiça (Mateus 26:53). Vivendo contentemente no pecado, eles eram por demais cegos para ver que as mãos e os pés dele foram cravados, e suas roupas lhe foram retiradas para cumprir as Escrituras (Salmo 22:16-18). Incapazes de ver que Jesus era o Servo Sofredor de Isaías 53, eles mesmos cumpriram as palavras proféticas de Davi em Salmo 22:7-8 - "Todos os que me veem zombam de mim; afrouxam os lábios e meneiam a cabeça: Confiou no Senhor! Livre-o ele; salve-o, pois nele tem prazer".

Aquela "geração perversa" zombou do Jesus crucificado porque ela havia perdido o significado de seus milagres, de seus ensinos e de sua vida, mas três dias depois o maior de todos os sinais foi dado (veja Mateus 12:38-40). Três dias após ser visto como um fraco e pobre perdedor, Jesus foi declarado o "Filho de Deus com poder, segundo o espírito de santidade pela ressurreição dos mortos" (Romanos 1:4). Os que zombaram de Cristo naquela época e os que zombam de seus seguidores hoje parecem estar certos de ridicularizá-los, mas a ressurreição de Jesus (atestada por muitas testemunhas; 1 Coríntios 15:1-8) mostrou que as aparências enganam. O "perdedor" do Calvário triunfou sobre a morte e nos assegura que podemos dizer junto com ele: "Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?" (1 Coríntios 15:55).

A zombaria dos homens de então não afastou Jesus de sua missão, nem impediu que fosse vitorioso. Recebendo a inspiração de nosso Senhor, é imprescindível que nós que o servimos hoje não permitamos que a zombaria da nossa fé nos impeça da nossa missão e assim nos tire a vitória. "Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo. Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão" (1 Coríntios 15:57-58).

Ananias e Safira foram condenados por não dar o dízimo?A igreja primitiva em Jerusalém se mostrou generosa. Encontrou-se...
14/10/2019

Ananias e Safira foram condenados por não dar o dízimo?

A igreja primitiva em Jerusalém se mostrou generosa. Encontrou-se, no meio da igreja, um bom número de irmãos necessitados. Para suprir as necessidades desses santos, os irmãos fizeram grandes sacrifícios e ofereceram seu próprio dinheiro. Alguns, como Barnabé, venderam propriedades e doaram o dinheiro recebido (Atos 4:36-37).

A atitude louvável de discípulos como Barnabé apresentou uma tentação para irmãos carnais, como o casal Ananias e Safira. Eles também venderam uma propriedade para fazer uma contribuição à igreja. Mas no dia em que levaram sua oferta aos apóstolos, foram condenados e caíram mortos. Hoje, alguns líderes religiosos citam esse caso para exigir o dízimo, sugerindo que Ananias e sua mulher foram castigados por não dar o dízimo. Foi esse o motivo da morte deles?

Perguntas bíblicas merecem respostas bíblicas. Devemos primeiro ler o texto (Atos 5:1-11) para entender o pecado desse casal. Estes versículos nem mencionam o dízimo! Pregadores modernos que querem obrigar as pessoas a dar o dízimo não encontram nenhum apoio neste trecho.

Se Deus não exigiu o dízimo dos cristãos primitivos, qual foi o motivo de sua ira contra Ananias e Safira? A resposta se encontra nos versículos 3 e 4 – mentiram ao Senhor! Eles venderam um terreno e afirmaram que ofertaram o valor total da venda para ajudar os irmãos pobres. Eles queriam parecer pessoas generosas, mas, ao mesmo tempo, queriam ficar com uma parte do dinheiro. Decidiram mentir, dizendo que sua oferta foi o valor integral da venda do terreno.

Deus não obrigou ninguém a vender terras ou a dar o valor total de suas propriedades. Pedro reconheceu o direito de Ananias e Safira de ficar com o seu terreno - “Conservando-o, porventura, não seria teu?” (5:4). Uma vez que decidiram vender, não foram obrigados a doar o valor total. Pedro acrescentou “E, vendido, não estaria em teu poder?” (5:4).

Ananias e Safira queriam o “crédito” por uma doação generosa, sem o sacrifício de perder todo o valor do terreno. Mentiram aos homens, e Deus cobrou!

O Novo Testamento, a aliança que governa os homens nos dias atuais, não exige que todos doem 100% de suas posses, e nem estipula 10% (o dízimo) como oferta obrigatória. Devemos contribuir ao trabalho do reino de Deus conforme a nossa prosperidade (1 Coríntios 16:2), com alegria e sinceridade (2 Coríntios 8:8; 9:7), segundo proposto no coração (2 Coríntios 9:7), com generosidade (2 Coríntios 9:11) e com um espírito de sacrifício (2 Coríntios 8:5; Filipenses 4:18).

Seguindo esses princípios, muitos discípulos de Cristo darão até mais de 10% de sua renda, mas farão as suas ofertas com alegria e por livre vontade, não pela imposição de exigências humanas. Cristãos verdadeiros que fazem parte de igrejas dedicadas ao Senhor terão prazer em participar do trabalho de Deus.

Uma enfermidade na igreja evangélica brasileira - Artigo adaptado do livro Reforma Agora.A explosão evangélica no Brasil...
10/10/2019

Uma enfermidade na igreja evangélica brasileira - Artigo adaptado do livro Reforma Agora.

A explosão evangélica no Brasil e o seu crescimento numérico parecem ser caracterizados, em boa parte, pela satisfação dos interesses de seus “consumidores”.

Ouso afirmar que o ambiente de “livre concorrência” entre algumas comunidades cristãs no Brasil tem levado seus líderes a adotarem estratégias semelhantes às utilizadas por empresas de marketing, buscando oferecer seus “produtos” no mercado, à semelhança do que se vê na mentalidade comercial. Nessas comunidades cristãs, a preferência dos fiéis determina a dinâmica dos discursos religiosos e das práticas a eles relacionadas. Junte-se a isso o fato de que, nos últimos anos, o evangelicalismo brasileiro tem experimentado uma grave crise teológica.

Ao pensar na realidade da igreja, sinto-me profundamente preocupado com os rumos da fé cristã em nosso país. Pois, o que se vê, de forma quase generalizada, é uma espiritualidade ensimesmada, oca e egoísta, além de centenas de “pastores” movidos por ganância e poder, os quais têm vivido obstinadamente a procura de títulos cada vez mais impressionantes.
Infelizmente a “apostolização” moderna tem feito muitos destes pequenos reis, os quais em cerimônias nababescas são coroados como tais. Tem havido casos tais como o de um “apóstolo” que, num cerimonial cheio de p***a, foi coroado, recebendo como símbolo de sua autoridade apostólica um lindo e precioso anel de brilhantes.

Sem sombra de dúvidas parte da igreja evangélica brasileira encontra-se gravemente enferma. Entendo que, se uma mudança de direção não for feita nos próximos anos, corremos o sério risco de experimentarmos uma bancarrota espiritual. Sinto que não podemos mais suportar o maniqueísmo e dualismo promovidos pelos gurus da “batalha espiritual”; não é possível que consideremos normais as loucuras proferidas pelos profetas da “confissão positiva”, os quais, mediante revelações pessoais, têm escravizado o rebanho de Cristo com doutrinas que jamais foram ensinadas pela Bíblia. Não podemos mais suportar as invenções humanas – e haja criatividade para elas – que assolam o povo de Deus, impondo-lhe pesados fardos.

Infelizmente estamos vivendo um tempo de miscigenação doutrinária, onde os cultos evangélicos em vez de se fundamentarem exclusivamente nas Escrituras o fazem em experiências místicas e sincréticas. Na verdade, o que tem determinado o sucesso do culto não é mais pregação da Palavra, mas o gosto do “consumidor”. Lamentavelmente a igreja prega o que dá ibope, oferecendo ao povo o que ele quer ouvir.

Pois é, diante disto talvez você esteja perguntando a si mesmo...

• O que fazer?
• Será que ainda existe esperança para a tão combalida igreja brasileira?
• Será que existe um antídoto que possa ser aplicado de forma efetiva em nossas comunidades cristãs?

Acredito que sim. Na verdade, creio piamente que existe um remédio para isso tudo. Acredito de toda minha alma que se voltarmos às Escrituras, fazendo delas nossa única e exclusiva regra de fé e redescobrirmos as antigas doutrinas ensinadas pelos reformadores, poderemos experimentar uma mudança radical na vida e na história da igreja evangélica brasileira.

O famoso pregador Charles Haddon Spurgeon afirmou o seu anseio por um avivamento das antigas doutrinas da seguinte maneira:

Queremos um avivamento das antigas doutrinas. Não conhecemos uma doutrina bíblica que, no presente, não tenha sido cuidadosamente prejudicada por aqueles que deveriam defendê-la. Há muitas doutrinas preciosas às nossas almas que têm sido negadas por aqueles cujo ofício é proclamá-las. Para mim é evidente que necessitamos de um avivamento da antiga pregação do evangelho, tal como a de Whitefield e de Wesley. As Escrituras têm de se tornar o infalível alicerce de todo o ensino da igreja; a queda, a redenção e a regeneração dos homens precisam ser apresentadas em termos inconfundíveis.

Amados... apesar das incongruências tupiniquins eu ainda acredito na igreja evangélica brasileira. Sim! Eu acredito que a redescoberta das antigas doutrinas poderá produzir em nosso país um avivamento nunca antes experimentado.

Amo a igreja do meu Senhor e desejo de todo coração vê-la glorificando aquele que me salvou.

Creio profundamente que se a igreja brasileira regressar às doutrinas da graça, valorizando as Escrituras em detrimento da tradição e da experiência, vivenciaremos aquilo que povos e nações do passado experimentaram em sua história.

E você, acredita que Deus pode trazer um avivamento em nossas terras?

09/10/2019

Tal Pai, Tal Filho: O perigoso legado de Davi

Davi, o amado. Sua história começa a ser narrada no primeiro livro de Samuel, capítulo 16. Deus estava desgostoso com o reinado de Saul.
Por isso, instrui a Samuel que se dirigisse à casa de um homem chamado Jessé. Ali encontraria o futuro rei de Israel. Ao chegar à casa de Jessé, o profeta Samuel cumpre o que Deus havia instruído. Ele convida Jessé e seus filhos para que, purificados, ofereçam sacrifício ao Senhor. O profeta, então, inicia a escolha.
O primeiro a ser visto por Samuel foi Eliabe. Samuel pensou: se Deus o trouxe, deve ser este. A resposta de Deus não apenas norteou Samuel, mas também serve de parâmetro até hoje para nossas escolhas:

“Não considere sua aparência nem sua altura, pois eu o rejeitei. O Senhor não vê como o homem: o homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração” 1Samuel 16.7.
Em seguida, Jessé apresenta outro filho, Abinadabe, e em seguida outros lhos. Ao todo, Jessé apresentou sete de seus filhos.

“Não há outro filho?”, questiona Samuel. Jessé responde que sim. Há um que está no campo, conduzindo as ovelhas no pasto. Quando Davi chega do campo, o impacto causado é descrito no texto de maneira muito interessante. Uma mistura de aparência com qualidades, de interior com exterior; literalmente, uma boa surpresa. A narrativa bíblica diz que ele era um belo rapaz, saudável e de olhos brilhantes.

Davi foi ungido. No Antigo Testamento, a unção foi estabelecida pelo próprio Deus para que simbolizasse a santificação, a separação, a exclusividade a Deus (Êxodo 40.9). Imediatamente à unção, a Palavra de Deus diz que o Espírito de Deus se apossou de Davi.

Logo em seguida, o Espírito de Deus sai de Saul, fazendo com que um espírito mau o atormentasse. Aconselhado por alguns sábios, Saul determina que seja trazido um tocador de lira (uma espécie de harpa) para que lhe acalme o espírito.

Quem seria este? Davi. Um dos oficiais de Saul descreve Davi como bom músico, valente, bom soldado, desenvolto no falar e de boa aparência (1Samuel 16.18). Não diria que são características imprescindíveis ao líder, mas, sendo estas as habilidades e feições de Davi, foram usadas por Deus.

É interessante ver como Deus promove algumas coincidências; mais do que isso, como Deus forja aqueles que são constituídos por ele como líderes. Davi, o formoso filho de Jessé, hábil pastor de ovelhas, agora assume um novo posto. Está ao lado do rei, ao lado do trono que em breve assumirá, percebendo o dia a dia de um rei, conhecendo o “meio” real.
Cumpre-se um período de tempo e Saul e o reino de Israel se vê numa difícil situação: os filisteus, inimigos dos mais temidos do povo de Deus, estavam encurralando o povo de Israel e menosprezando a Saul e seu povo com a imagem de um único homem, Golias.

Não havia em Israel quem enfrentasse o gigante. O exército estava paralisado. Durante todas as manhãs, por quarenta dias, Golias desafiou o exército de Israel e desdenhou do povo de Deus.

Davi, incumbido de levar mantimentos aos irmãos que estavam no exército, toma para si o desafio. Uma pergunta de Davi resume o que movia o seu coração: “Quem é esse filisteu incircunciso para desafiar os exércitos do Deus vivo?” 1Samuel 17.26

Ungido, sendo habitação do Espírito de Deus, o coração de Davi era completamente convertido ao Senhor. A sua certeza não vinha meramente na confiança em suas próprias habilidades, mas era sim fruto do seu pertencimento exclusivo ao Senhor.

Nós conhecemos o restante da história. Também conhecemos os desdobramentos – como Davi se tornou um herói nacional para Israel e despertou o ódio no coração de Saul. O seu coração era totalmente do Senhor.

Estudando a biografia de Davi, podemos observar que ele foi bem-sucedido em vários aspectos de sua vida: como adorador, como guerreiro, como líder, como rei etc. Porém, as Escrituras nos mostram que ele não teve êxito sobre uma das principais áreas da nossa vida, que é o cuidado para com a família.

Se a história de Davi terminasse em 2Samuel 10, até poderíamos imaginá-lo subindo ao céu numa carruagem muito mais “potente” que a do profeta Elias. Contudo, depois disso o homem segundo o coração de Deus se vê envolvido numa situação que mudaria o rumo de sua história, o rumo de sua família e o rumo do próprio reino de Israel. O que veremos, então, é uma sucessão de episódios que, apesar do arrependimento do rei, trouxeram desgraça para sua família.

Tal Pai, Tal Filho está divido em duas partes. A primeira busca lições nas narrativas bíblicas que abrangem a vida de Davi. Na segunda parte o autor procura, à luz da Palavra de Deus, trazer algumas lições preciosas nesta relação de pai e filho.

Trecho do livro Tal Pai, Tal Filho: O perigoso legado de Davi por Sidney Machado

Endereço

Itu, SP
13300005

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