24/08/2026
“Eis um verdadeiro israelita, no qual não há fingimento.” (Jo 1, 47)
Ao questionar: “De Nazaré pode sair algo de bom?”, Cristo não o repreende. O Mestre prefere a dúvida sincera à piedade fabricada, pois já o sondava no secreto, “debaixo da figueira”.
O ícone revela o peso dessa autenticidade: martirizado por esfolamento, ele segura a própria pele. Quem viveu sem máscaras aceitou ser literalmente despojado de si pelo Evangelho.
Que tenhamos a coragem da nudez de alma diante da Cruz.
Viva São Bartolomeu!