Primeira Igreja Presbiteriana De Itapevi

Primeira Igreja Presbiteriana De Itapevi Uma Igreja Reformada que tem como única regra de fé e prática as Sagradas Escrituras do Antigo e

IDENTIDADE
A Primeira Igreja Presbiteriana de Itapevi é uma Igreja de linha Reformada, que existe para glorificar a Deus, e o fazemos por meio do testemunho, evangelização. NOSSOS VALORES E PRINCÍPIOS INEGOCIÁVEIS
1º A Bíblia Sagrada;
2º A Teologia Reformada
3º O governo Presbiteriano
4º O exercício da Disciplina Eclesiástica
5º Evangelismo e Discipulado

Hoje
25/04/2026

Hoje

22/04/2026
Neste Domingo venha nos visitar. " Alegrei-me quando me disseram: Vamos a casa do Senhor ". Sl 122.1
17/04/2026

Neste Domingo venha nos visitar. " Alegrei-me quando me disseram: Vamos a casa do Senhor ". Sl 122.1

14/04/2026

VOCÊ É UM COOPERADOR DE CRISTO?

Vivemos em uma geração em que muitos desejam ser vistos, reconhecidos e colocados em posições de destaque. Há um anseio crescente por liderança, influência e protagonismo. No entanto, poucos se dispõem a trilhar o caminho silencioso do serviço. A Palavra nos revela, porém, que o chamado cristão não é, primariamente, para ocupar posições, mas para assumir posturas, e a principal delas é servir.

Em sua terceira carta, o apóstolo João elogiou o cristão Gaio por ser fiel, dando testemunho amoroso a todos, conhecidos e desconhecidos. Ele completa dizendo: “pois por causa do Nome foi que saíram, nada recebendo dos gentios. Portanto, devemos acolher esses irmãos, para nos tornarmos cooperadores da verdade” (v.7).

Já vimos que a verdade é Jesus. Na carta anterior, o apóstolo fala sobre a igreja "[...] a quem eu amo na verdade e não somente eu, mas também todos os que conhecem a verdade" (2 Jo 2:1). Nesta presente carta, falando a Gaio, ele afirma: “Pois fiquei sobremodo alegre pela vinda de irmãos e pelo seu testemunho da tua verdade, como tu andas na verdade" (3 Jo 1:3).

Agora, ele afirma que os cristãos, ao colaborarem com os que precisam, na medida que precisam, se tornam “cooperadores da verdade”. Em outras palavras, cooperadores de Cristo.

Seja um cooperador da verdade, amando não apenas os que fazem parte de sua família de sangue, e os próximos com quem têm afinidade, mas também os desconhecidos e estrangeiros. Ao demonstrar amor a eles, você se torna um cooperador de Cristo.

Seja um cooperador da verdade tendo uma vida compatível com a sua fé. Seja tudo o que Deus deseja que você seja, e faça tudo o que Ele deseja que você faça. Isto significa orar de todo o coração, a cada dia, dizendo “seja feita a Tua vontade”.

Seja um cooperador da verdade pensando um pouco menos em você e um pouco mais nos que o cercam. Sobretudo, pensando em como você pode cooperar para que cresçam na fé e floresçam na vida cristã.

Que o Senhor nos ajude a sermos cooperadores de Cristo, amando, servindo e edificando os irmãos na fé. E proclamando o seu Nome entre todos os povos! Amém.
Rev. Ronaldo lidorio.

09/04/2026

Esforços em Vão

“Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela” (Sl 127.1).

O homem caído vive desligado de Deus. Suas vontades são autônomas, impulsos que partem de um coração completamente separado do Senhor. Dessa forma, não há qualquer preocupação no incrédulo quanto à real necessidade de algo, isto é, se aquilo será bom se pensado quanto a um propósito maior em sua vida. Se ele quer ele simplesmente faz. No entanto, o crente é aquele que tem a mente de Cristo. Isso quer dizer que ele pode verdadeiramente acessar o propósito do Senhor para si, o que a Teologia chama de vontade decretiva de Deus. Quanto mais perto de Cristo, quanto mais profundamente descer na comunhão diária com o Salvador, mais será sensível àquilo que o Senhor quer para ele. Isso não implica um conhecimento objetivo, como se pudesse entrar na mente divina e compartilhar seus decretos, mas algo místico e sobrenatural, a sensibilidade de entender claramente a decisão a ser tomada e aquilo a ser feito. Ele passa a enxergar as coisas com clareza e toma decisões seguras, não baseadas simplesmente em ganhos materiais ou satisfações pessoais. Ele é sensível a um direcionamento que incide em seu entendimento de forma sobrenatural.

Portanto, antes de pensarmos no esforço de cada um, devemos pensar na orientação quanto àquilo que precisamos fazer. O verso epigrafado expressa de forma clara e cristalina nossa total e completa dependência de Deus, o que inclui não apenas as forças para fazer, mas a orientação para tal. A forma como o salmista se expressa enfatiza o pacto de Deus para agir com misericórdia para com seu povo. Tanto o trabalho dos homens para edificar a cidade, quanto o esforço humano para guardar o produto-final, só podem obter sucesso por causa do compromisso do Senhor em abençoar o povo que vive a aliança com ele. Por isso, o salmista faz questão de utilizar o nome de Deus. Quando o Senhor revelou seu nome, estava se abrindo para um relacionamento profundo conosco. Quão necessária é a bênção de Deus em tudo o que fazemos! Certamente, a rotina acaba por solapar, muitas vezes, nossa consciência da dependência de Deus. Enchemo-nos de atividades que nos fazem escravos do tempo e de realizações. Nossa vida se torna o cumprimento de tarefas e perdemos de vista que, para cada uma delas, desde as menores até as maiores, precisamos do auxílio, do cuidado e da direção do Senhor. No entanto, entramos em um modo “automático” e simplesmente vamos fazendo tudo o que estamos acostumados a fazer, às vezes, até os exercícios devocionais.

Há também aquelas ocasiões nas quais nossa vontade está diretamente envolvida. Podem ser resultantes de meros desejos do coração, ou mesmo, de reais necessidades. Nessas ocasiões, quantas vezes corremos desesperados para concretizar aquilo que queremos ou precisamos! Dessa forma, ao surgir uma oportunidade em relação a algo que muito ansiamos, precipitamo-nos na busca da sua consolidação. Todavia, há ainda o caso das oportunidades, ou seja, experiências e realizações que talvez nunca houvéssemos pensado, mas diante da possibilidade e do oferecimento, percebemos ser ocasião excelente de satisfação pessoal. Assim, ao identificarmos qualquer vantagem, agimos quase que por instinto, sem nem mesmo submeter tal questão à vontade de Deus. Percebe-se que, quando agimos, quer por rotina, quer por desejo de nossos corações na vontade, na oportunidade ou na necessidade, fazemos isso para nós mesmos, não para a glória de Deus. Perdemos a dimensão real de como o crente deve viver.

No entanto, se somos crentes, necessitamos do aval de Deus. Na verdade, mesmo essa ideia apresenta-se incorreta, pois quem deve ir adiante é Deus. Em outras palavras, em nossa vida jamais devemos assumir a posição de proponentes das coisas, fazendo do Senhor aquele que vem atrás, como que “constrangido” a concordar conosco. É ele quem deve propor; é a vontade dele que deve ser estabelecida em nossa vida. Mas, como saber a vontade de Deus? A resposta não é muito difícil. Já a apontamos acima: quanto mais intimidade com Cristo tivermos, mais sensíveis à sua vontade seremos, mais discernimento espiritual teremos. Todavia, parece que, como tem ocorrido com a maioria dos chamados crentes, assim que percebemos algo que está em consonância com a nossa vontade, começamos logo a chamar aquilo que bênção e a agradecer ao Senhor a oportunidade. Contudo, na realidade, não estamos nem um pouco interessados naquilo que Deus pensa e sim na materialização daquilo que tanto queremos. Será que não entendemos que sem a bênção de Deus, mesmo as coisas mais prazerosas serão dores e aquilo que parece ser o sonho de realização de uma vida será apenas destruição? O doce se tornará inevitavelmente amargo, o frescor, secura.

O que Salomão está ensinando (talvez Davi a Salomão) é que mesmo os maiores e melhores esforços, ainda que com as melhores das intenções, não resultarão real benefício se o Senhor não abençoar o propósito, ou, se não for o reflexo do próprio desígnio de Deus. Não adianta a correria e as constantes ansiedades que têm como consequências inevitáveis a escravidão do tempo e o tornar a nossa vida um conflito pessoal. Lancemos sobre Deus as nossas ansiedades porque ele tem cuidado de nós. Esperemos nele e em sua bênção. Não nos precipitemos em nossas atitudes. Certamente esse é o caminho da bênção de Deus. O Senhor tem muitas e belas surpresas para aqueles que esperam e confiam nele. Saibamos que o Senhor não está para nos servir, mas nós é que existimos para ser seus servos. Agradeçamos por tantas bênçãos e alegrias que o Senhor já tem concedido a nós, seus filhos. Esperemos somente nele. Tenha um abençoado dia na presença de Jesus (Rev. Jair de Almeida Junior).

Hoje nós reunimos 6h da manhã para cultuarmos ao Senhor,  celebrando a ressurreição de Cristo. Após tivemos um momento m...
05/04/2026

Hoje nós reunimos 6h da manhã para cultuarmos ao Senhor, celebrando a ressurreição de Cristo. Após tivemos um momento maravilhoso de confraternização, onde tomamos juntos um delicioso café da manhã. Que Deus continue abençoando-nos como Igreja, o ajuntamento dos santos.

03/04/2026

*A dor da sexta-feira passará*

Sexta-feira é um tempo da noite escura. Sexta-feira é dia de trevas. Sexta-feira é dia de escuridão. *Sexta-feira é dia de muita tristeza na alma. Porque o mestre, o servo sofredor padeceu na cruz, sofreu na cruz, foi humilhado e deixado naquele momento de dor!*

Como diz o profeta Isaías: _Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca._

*Chega o sábado e o mestre, o servo sofredor ainda está pendurado naquele madeiro. Está tudo quieto, o silêncio toma conta do Universo.* A Trindade sofre lá no trono porque uma parte dela está em sofrimento pelo preço a ser pago, o preço da pena dos seus eleitos.

*O Cordeiro divino está morto ali aguardando o momento da redenção. A dor é profunda demais! Mas, chegará o domingo da redenção!*

*É assim também na nossa história de vida, temos sextas-feiras de tristeza, de luto e de dor. Sofremos diante das crises da vida. Padecemos também diante da fragilidade humana, mas o servo sofredor disse que ressuscitaria depois de passar pela cruz.*

Ele disse que voltaria para os seus e depois iria para o céu a fim de preparar lugar para nós. E no texto de Apocalipse encontramos essas palavras profundas: _Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor. Então, ouvi que toda criatura que há no céu e sobre a terra, debaixo da terra e sobre o mar, e tudo o que neles há, estava dizendo: Àquele que está sentado no trono e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos._

*Não nos preocupemos com as lutas, tristezas e dores da sexta-feira, o sábado passará e o domingo da redenção chegará. Jesus Cristo de Nazaré estará conosco e nos ajudará em todo o tempo, porque Ele é Cordeiro que foi morto e é digno de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor.*

Louvado seja o Eterno Senhor, Redentor e Salvador dos seus eleitos! (Pr. Alcindo Almeida)

31/03/2026

*Que amor profundo de Jesus!*

Há uma profundidade no sofrimento de Cristo que não pode ser medida apenas pela dor física, mas pela dimensão espiritual de sua entrega. *Como diria Henri Nouwen, o amor de Deus não se manifesta no poder que domina, mas na vulnerabilidade que se oferece*. Em Jesus, vemos um Deus que escolhe descer ao mais profundo da dor humana para nos encontrar ali.

O Evangelho nos diz em Marcos 15:17-20: _Vestiram-no de púrpura e, tecendo uma coroa de espinhos, lha puseram na cabeça. E começaram a saudá-lo: Salve, rei dos judeus! Davam-lhe com uma cana na cabeça, cuspiam nele e, pondo-se de joelhos, o adoravam. Depois de o terem escarnecido, despiram-lhe a púrpura, vestiram-lhe as suas próprias roupas e o levaram para fora, a fim de o crucificarem._

*Aqui contemplamos não apenas um homem sofrendo, mas o próprio Filho de Deus sendo rejeitado*. James Houston enfatiza que a cruz revela o coração de Deus: um amor que não se preserva, mas se doa totalmente para os seus eleitos. *Cristo não foi apenas vítima da maldade humana, Ele se entregou voluntariamente, carregando o peso do pecado dos seus eleitos.*

*A coroa de espinhos, símbolo de zombaria, torna-se paradoxalmente o sinal do reinado verdadeiro, um Rei que governa pelo amor sacrificial. O escárnio dos homens não diminui sua glória, antes, revela a profundidade de sua graça. Ele foi ferido, cuspido, humilhado e permaneceu ali, firme, por amor.*

Na cruz Deus diz: Eu te amo a ponto de compartilhar a tua dor. Somente quando nos rendemos a esse amor é que nossa vida encontra seu verdadeiro centro, mediante o próprio toque da graça divina em nosso coração. Diante disso, não há espaço para indiferença, apenas para adoração, rendição e transformação do nosso ser.

*Que contemplemos o Cordeiro que foi morto e reconhecer: não foi apenas sofrimento, foi amor intencional, pessoal e redentor. Quebrantados, nos rendemos diante desse Cristo que, sendo Deus, se humilhou até a morte, e morte de cruz.*

Que amor profundo do Senhor Jesus por pecadores como nós! Engrandecido seja o nome do Cordeiro de Deus para todo sempre. Amém. (Pr. Alcindo Almeida)

28/03/2026
25/03/2026

Encontrando Satisfação para Sua Alma

Imagine que você é um dos israelitas viajando pelo deserto com Moisés. Você tem vagado desde que Deus o resgatou da escravidão no Egito. Você está com sede, mas não há água à vista. De repente, Moisés levanta seu cajado e golpeia uma rocha—e a água começa a fluir dela. Naquele momento, você agradece a Deus por prover sua maior necessidade.

Milhares de anos depois, os judeus em Jerusalém estavam celebrando a provisão de Deus para eles quando vagaram no deserto. Por sete dias, eles enchiam um jarro de ouro com água e a derramavam sobre um altar para lembrar como Deus proveu água para seus ancestrais. No oitavo dia, nenhuma água era derramada, mas eles oravam e refletiam sobre Deus cumprindo Suas promessas para Seu povo. Enquanto estavam orando no templo, Jesus se levantou e clamou:

"E no último dia, o grande dia da festa, Jesus pôs-se em pé, e clamou, dizendo: Se alguém tem sede, venha a mim, e beba. Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre."
João 7:37-38 (ARC)

Nada foi derramado sobre o altar naquele dia, mas Jesus ofereceu algo maior—ao comparar-Se à água que Deus proveu para os israelitas, Ele estava oferecendo prover sua necessidade mais profunda, um relacionamento com Ele.

Assim como a água satisfaz nossa sede, Jesus promete nos satisfazer. Isso significa que quando O aceitamos de todo o coração, temos a oportunidade de experimentar a plenitude de Seu amor, paz e bondade em cada circunstância que enfrentamos.

E Ele não apenas promete nos satisfazer, mas promete transbordar dentro de nós, nos abençoando tanto que temos a oportunidade de compartilhar nossas bênçãos com outros. Isso pode parecer servir aos outros com o tempo que Deus nos deu, ou talvez perdoar alguém que te machucou porque Jesus te perdoou.

Há tantas maneiras de abençoar os outros. Reserve um tempo hoje para pensar em como você pode compartilhar suas bênçãos com aqueles ao seu redor.

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