São Padre Pio Pietrelcina

São Padre Pio Pietrelcina Grupo São Padre Pio. "Quem vive a caridade vive em Deus."

𝗗𝗮𝘀 𝗹𝗶çõ𝗲𝘀 𝗲𝘀𝘀ê𝗻𝗰𝗶𝗮𝗶𝘀 𝘀𝗼𝗯𝗿𝗲 𝗮 𝗩𝗶𝘀ã𝗼 𝗱𝗲 𝗡𝗼𝘀𝘀𝗮 𝗦𝗲𝗻𝗵𝗼𝗿𝗮 𝗱𝗲 𝗙á𝘁𝗶𝗺𝗮.A mensagem de Nossa Senhora de Fátima  concedida aos três...
14/05/2026

𝗗𝗮𝘀 𝗹𝗶çõ𝗲𝘀 𝗲𝘀𝘀ê𝗻𝗰𝗶𝗮𝗶𝘀 𝘀𝗼𝗯𝗿𝗲 𝗮 𝗩𝗶𝘀ã𝗼 𝗱𝗲 𝗡𝗼𝘀𝘀𝗮 𝗦𝗲𝗻𝗵𝗼𝗿𝗮 𝗱𝗲 𝗙á𝘁𝗶𝗺𝗮.

A mensagem de Nossa Senhora de Fátima concedida aos três pastorinhos contém profundas lições sobre oração, penitência, eternidade e confiança na misericórdia divina.

Uma das primeiras coisas que nos recorda a relembrarmos em Fátima é que Deus olha para os humildes. O Senhor não escolheu sábios, ricos ou poderosos, mas três crianças simples: Lúcia dos Santos, Francisco Marto e Jacinta Marto. Isso nos recorda as palavras do Evangelho:

“Se não vos fizerdes como crianças, não entrareis no Reino dos Céus.” (São Mateus 18,3).

A pureza do coração permite ouvir a voz de Deus com maior clareza. Muitas vezes, o ruído do orgulho, das distrações e das paixões impede a alma de perceber os apelos divinos. Fátima nos chama de volta à simplicidade interior.

Outro ponto essencial desta visão é a gravidade do pecado e a realidade da eternidade: Na visão do inferno mostrada aos pastorinhos, vemos algo profundamente sério: o pecado não é uma pequena falha sem consequências. Ele afasta a alma de Deus. A visão foi permitida não para gerar desespero, mas para despertar conversão. Nossa Senhora por permissão Divina, mostrou o inferno porque ama as almas. Uma mãe avisa quando há perigo. O mundo moderno muitas vezes esquece a eternidade, vivendo apenas para os prazeres passageiros. Porém, Fátima recorda que cada escolha tem seu peso na eternidade.

Essa visão também nos ensina a compaixão pelas almas. Os pastorinhos passaram a oferecer sacrifícios e orações pela conversão dos pecadores. Eles compreenderam que amar verdadeiramente é desejar a salvação do próximo.
Aí vemos o valor da penitência. Em Fátima, Nossa Senhora repetiu várias vezes a necessidade da penitência. Não uma penitência vazia ou desesperada, mas unida ao amor. Os pequenos videntes começaram a oferecer fome, sede, incompreensões e sofrimentos como reparação dos pecados. O sofrimento aceito com amor pode tornar-se oração. Isso transforma completamente a vida espiritual: as cruzes deixam de ser apenas peso e tornam-se ocasião de união com Cristo.
Assim, hoje, muitos desejam uma espiritualidade sem sacrifício, sem cruz. Mas Fátima mostra que não existe santidade sem renúncia. O caminho estreito do Evangelho continua sendo o caminho da vida e salvação.

Outro ponto necessário é o Santo Rosário como arma espiritual. Nossa Senhora apresentou-se como a Senhora do Rosário. Em cada aparição, insistiu na oração do Rosário diário. Não como mera repetição mecânica, mas como contemplação dos mistérios de Nosso Senhor Jesus Cristo. O Rosário é escola da vida interior. Enquanto o mundo dispersa a mente, o Rosário recolhe a alma. Enquanto o pecado semeia trevas, o Rosário conduz ao Coração de Jesus pelas mãos de Maria. Grandes santos viram nessa oração uma arma contra o mal e um auxílio poderoso para perseverar na graça.

Mesmo diante das guerras, pecados e sofrimentos anunciados, a mensagem de Fátima termina com esperança:

“Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará.”

Isso nos ensina que Deus permanece soberano sobre a história. O mal faz ruído, mas nunca terá a última palavra. O triunfo do Imaculado Coração é o triunfo da graça, da pureza, da fidelidade e da conversão. Em tempos de confusão espiritual, Fátima nos convida a permanecer firmes na Igreja por meio da:

1. oração constante;

2. vida sacramental;

3. penitência, ou seja, com atitude interior e exterior de conversão de alma para Deus, acompanhada do arrependimento pelos pecados cometidos e do desejo sincero de reparar os pecados cometidos.

4. Ter sempre confiança em Deus,

5. e amor filial à Santíssima Virgem.

A mensagem de Fátima é um chamado à santidade. Que Nossa Senhora de Fátima nos conduza ao Coração de Jesus Cristo, e que aprendamos, com os pequenos pastorinhos, a viver para Deus com simplicidade, reparação e amor.

E as almas dos fiéis defuntos pela misericórdia de Deus descansem em paz!

℣. Dai-lhes Senhor, o descanso eterno.
℟. E a luz perpétua os ilumine.

Descansem em paz. Amém.

℣. Senhor, escutai a minha oração,
℟. E chegue até vós o meu clamor.

"Para Cristo,
por Maria e José,
em súplicas pelas
almas do purgatório".🙏🏾

† Jesus e Maria eu vos amo, salvai almas!

14/05/2026
Não saiam do altar sem derramar lágrimas de dor e amor por Jesus, crucificado por sua salvação eterna. Nossa Senhora das...
14/05/2026

Não saiam do altar sem derramar lágrimas de dor e amor por Jesus, crucificado por sua salvação eterna. Nossa Senhora das Dores lhes fará companhia e será uma doce inspiração (LdP,66).
SÃO PADRE PIO DE PIETRELCINA, ROGAI A DEUS POR NÓS!

⚜️JEJUM: UMA DAS PENITÊNCIAS DO PADRE PIO."Padre Pio, seguindo o exemplo de Jesus Cristo, praticou o jejum e a penitênci...
17/02/2024

⚜️JEJUM: UMA DAS PENITÊNCIAS DO PADRE PIO.

"Padre Pio, seguindo o exemplo de Jesus Cristo, praticou o jejum e a penitência durante toda a sua vida.Quantas quaresmas! Em homenagem a San Michele, a Madonna, a San Francesco ... Sua vida inteira foi uma Quaresma. Para os médicos, o assunto do jejum era estonteante, pois não entendiam como o Padre Pio agüentava 200-300 calorias por dia, apesar do intenso trabalho e constante perda de sangue dos estigmas.

Ele comia cerca de 10 gramas de comida - e apenas no almoço - e dormia alguns minutos à noite. Tudo isso temperado pelas habituais aflições físicas e espirituais, pelas habituais lutas com o diabo, pela habitual hipertermia misteriosa, sem alterar as funções do cérebro e do coração. Em relação à comida, Padre Pio escreveu ao Padre Benedetto Nardella em 18-3-15: “Satisfazendo, querido pai, as necessidades da vida, como comer, beber, dormir, etc., são tão pesadas para mim que não pude encontrar uma comparação, exceto nas dores que nossos mártires tiveram que experimentar no ato da prova suprema. . Pai, não pense que há um exagero nesta comparação; não, é assim que é. Se o Senhor, na sua bondade, não tira o meu reflexo, como no passado, no ato que tenho de satisfazer essas ações, sinto que não poderei durar muito, sinto o chão sob meu pés estão faltando. Que o Senhor me ajude e me livre de tantas angústias ”(Ep. I, 545-546).

O jejum, para o Padre Pio, bem como para esta realidade fisiológica, que acabamos de descrever, tinha estes propósitos: expiar os próprios pecados e os dos outros, corrigir as más inclinações, fortalecer o espírito, unir-se mais intimamente com o Cristo penitente e oferecer-se como vítima por todos os irmãos, necessitados de perdão e de graças. Ele também exortou seus filhos espirituais a mortificar "a carne com vícios e concupiscências" (Gl 5:24 ). Na catequese a Raffaelina Cerase sobre a mortificação, padre Pio escreveu, em 23 de outubro de 1914, que é necessário, porque "todos os males vêm de não ter conhecido ou não querer mortificar sua carne como deveria. Se você quer curar, até a raiz, é preciso dominar, crucificar a carne, pois ela é a raiz de todos os males ... Queremos viver espiritualmente, ou seja, movidos e guiados pelo espírito do Senhor? Temos o cuidado de mortificar o nosso próprio espírito, que nos incha, nos torna impetuosos, nos seca ”( Ep. II, 204-205).

E, alhures, à mesma nobre de Foggia, em 17 de dezembro de 1914, sugere: “Ao comer, acautela-te com o requinte avassalador da comida, sabendo que pouco ou nada basta, se se quiser dar satisfação à garganta. Nunca coma tanto quanto precisa e procure em tudo ser temperado, tendo o coração suprema de declinar antes ao que falta do que ao opressor ... Tudo deve ser regulado com a prudência, regra de todas as ações humanas ” (Ep . II, 276-277). Ao mestre do noviciado, Federico Carozza da Macchia Valfortore CB, discípulo do santo Padre Pio de setembro de 1916 a setembro de 1918, o frade de Pietrelcina disse: «Lembro-vos o provérbio indiano:« Quem come uma vez por dia é Deus, quem come duas às vezes é o homem, quem come três vezes é uma besta »”.

Auto controle e abnegação, no sentido cristão, nada têm a ver com o ódio ao corpo. Finalidade: a finalidade do jejum é fortalecer a alegria interior, que também deve se manifestar externamente com o brilho do rosto, por isso Jesus sugere no jejum lavar o rosto e perfumar a cabeça, para não banalizar este meio ascético (cf Mt Mt. 6, 16-18). A mortificação não é uma finalidade, mas apenas um meio, para formar-se no amor a Deus e ao próximo. Porém, há uma mortificação ainda maior: a interna, que é a abnegação e a obstinação, que luta contra o principal inimigo do cristão: o orgulho.Falando desta mortificação superior, San. João Paulo II, para o ano sagrado de 2000, apresentou-nos outro conceito sobre o jejum verdadeiro. Consiste na "purificação da memória" , ou seja, no ato de coragem e humildade, realizado na consciência, com a clara intenção de considerar os outros superiores a si mesmos e de esquecer as ofensas recebidas, perdoando com amor. Esta é uma mudança interior, que requer o jejum do orgulho, de si mesmo. É, antes de tudo, o jejum, que agrada ao Senhor, que desperta no coração dos fiéis o desejo ardente de viver em união íntima com Deus e com os irmãos".

Endereço

Itapetininga, SP

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