29/04/2024
“...eu não vou, eu não quero desonrar a Deus...”
Cada pessoa precisa falar de forma sincera, audível e convincentemente para si mesma: eu não quero desonrar a Deus. Deve-se fazer isso, para que, simultaneamente, o nosso coração dialogue com o coração do Senhor, e, Ele, profundo conhecedor das nossas lutas internas e externas, nos conceda vitória sobre os desejos da carne, sejam quais forem. Se quisermos destruir o mal em sua raiz, dentro do nosso interior, devemos adotar tal postura, isto é, de enfrentamento, com disposição espiritual, mental, física, e, nesse propósito, permanecer irredutível: pela graça divina, eu não quero, eu não vou desonrar a Deus. Porém, em primeiro lugar, é preciso convencer a nós mesmos de que não queremos pecar contra o Senhor, que não queremos desonrar a Deus e, junto disso, quem quer que seja: a esposa, o esposo, os filhos, os pais, a namorada, o namorado... .
“Ninguém, ao ser tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo a ninguém tenta. Ao contrário, cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz. Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte” (Tiago 1: 13 – 15).
Pr. Ronaldo Viana