Igreja Presbiteriana do Brasil em Ponte Preta

Igreja Presbiteriana do Brasil em Ponte Preta Organização religiosa

Parabéns para você!!!Hoje estamos alegres pela nossa irmã  Maria Luisa, que completa mais um ano de vida! Rogamos as bên...
01/09/2026

Parabéns para você!!!
Hoje estamos alegres pela nossa irmã Maria Luisa, que completa mais um ano de vida! Rogamos as bênçãos de Deus sobre sua vida e família. Que o Senhor seja servido pela sua vida! Tenha um dia abençoado!
"Este é o dia que o Senhor fez; regozijemo-nos e alegremo-nos nele". Salmo 118.24

Parabéns para você!!!Hoje estamos alegres pela nossa irmã  Essyene, que completa mais um ano de vida! Rogamos as bênçãos...
31/08/2026

Parabéns para você!!!
Hoje estamos alegres pela nossa irmã Essyene, que completa mais um ano de vida! Rogamos as bênçãos de Deus sobre sua vida e família. Que o Senhor seja servido pela sua vida! Tenha um dia abençoado!
"Este é o dia que o Senhor fez; regozijemo-nos e alegremo-nos nele". Salmo 118.24

1 Guardai-vos de exercer a vossa justiça diante dos homens, com o fim de serdes vistos por eles; doutra sorte, não terei...
30/08/2026

1 Guardai-vos de exercer a vossa justiça diante dos homens, com o fim de serdes vistos por eles; doutra sorte, não tereis galardão junto de vosso Pai celeste. Mateus 6.1
Por Rev. Luciano Nunes de Araújo
Como vimos na última pastoral, o último versículo de Mateus 5 apresenta um grande desafio para nós e, ao mesmo tempo, funciona como uma espécie de transição. Vimos que Deus não quer uma religiosidade apenas exterior, marcada por aparências e formalidades. Ele exige de seu povo uma santidade verdadeira, que alcance o coração e produza uma vida coerente com o caráter de Deus.
Mateus 6 apresenta a vida cristã de maneira abrangente, mostrando que nossa fé não está restrita ao momento do culto ou às práticas religiosas. Jesus trata de duas dimensões da vida do crente: nossa vida diante de Deus, envolvendo oração, adoração e piedade, e nossa vida cotidiana, envolvendo trabalho, família, necessidades e preocupações. Jesus mostra que toda a nossa vida deve estar debaixo do governo de Deus. O que precisamos entender é que a vida cristã não é fácil e, por causa disso, podemos ser tentados a buscar caminhos que nem sempre são agradáveis a Deus!
Dando mais um passo importante, vejamos com atenção as palavras de Lloyd-Jones: “Convém-nos perceber, logo no início que este sexto capítulo de Mateus é extremamente perscrutador. De fato, poderíamos ir mais adiante e afirmar que é uma porção extremamente dolorosa para nós. [...] Este trecho sonda-nos e examina-nos, segurando, por assim dizer, um espelho diante de nós, não nos permitindo escapar das verdades ali referidas”. Ele continua: “conhecer-se a si mesmo é, em última análise, o conhecimento mais doloroso que uma pessoa pode ter. [...] somente o homem que já viu verdadeiramente a si mesmo tem possibilidade de buscar refúgio em Cristo, de procurar encher-se do Espírito de Deus, o único que pode consumir os últimos vestígios do próprio “eu”, bem como tudo quanto propenda por macular a vida e o viver cristãos”. Em outras palavras, o capítulo 6 de Mateus tem como objetivo promover a auto-humilhação e o abatimento do homem. A ideia é que o crente desenvolva o desejo de se conhecer profundamente, reconhecendo quem ele realmente é diante de Deus.
Ao olharmos para o nosso coração e reconhecermos quem realmente somos diante de Deus, entendemos que o brilho da vida cristã não aponta para nós, mas para aquele que nos transformou. Nós somos convocados para brilhar (Mt 5.16)! Somos convocados a mostrar as nossas obras para a glória do Pai que está nos céus! Mas de que brilho e de que obras estamos falando? Do caráter cristão, a saber: as bem-aventuranças!
Quando vivemos os princípios apresentados nas bem-aventuranças, que revelam que fomos transformados, automaticamente seremos luz e brilharemos, pois o mundo caminha na contramão. Consequentemente, todos darão glória ao Pai, pois as pessoas entenderão que, por nós mesmos, não teríamos condições de colocar esses princípios em prática!
Em Mateus 5.20, Jesus está falando sobre a Lei, apresentando-se como o seu cumprimento e mostrando que não irá revogá-la. Ao contrário, Ele demonstra que os escribas e fariseus estavam interpretando-a de forma incorreta, reduzindo as exigências da Lei àquilo que eles mesmos eram capazes de praticar. Ou seja, eles interpretavam e aplicavam a Lei segundo a sua própria justiça. Por causa disso, entendiam que eram melhores do que os outros, mas, na realidade, eram hipócritas e estavam ensinando as pessoas de maneira errada!
Os princípios bíblicos e o Sermão do Monte não são simplesmente códigos de ética, mas princípios de vida! Jesus mostrou, ao tratar do homicídio, do adultério, dos juramentos, da vingança e do amor ao próximo, que a justiça dos escribas e fariseus era falsa e que o seu povo deveria ter uma justiça que excedesse a dos escribas e fariseus! Como vimos, “Sugiro-lhes que o melhor método de evangelismo é esse” (Lloyd-Jones). Agora, o apelo é: “Guardai-vos de exercer a vossa justiça diante dos homens, com o fim de serdes vistos por eles;”.
D. A. Carson faz a seguinte observação: “Nós, seres humanos, somos muitos estranhos. Ouvimos preceitos morais sublimes e vislumbramos um pouquinho apenas da verdadeira beleza da perfeita santidade, mas depois degradamos essa visão sonhando acordados com a voa opinião que os outros teriam de nós se fôssemos assim. A exigência de perfeição genuína se perde no objetivo menor de exibir piedade exteriormente. O objetivo de agradar o Pai é trocado por seu primo nanico: agradar seres humanos. Parece até que, quanto maior a exigência de santidade, maior a chance de hipocrisia”. Ou seja, mesmo sabendo que devemos caminhar de forma cristã, a partir dos ensinamentos que recebemos, nós hesitamos! Fraquejamos e caminhamos da mesma forma que os escribas e fariseus! Não há contradição no Sermão do Monte. Mateus 5.16 e 5.20 estão em completo acordo com Mateus 6.1.
O problema está em nós, naquilo que buscamos, queremos e ansiamos; enfim, no alvo que, muitas vezes, está escondido em nossos corações!
Continuaremos no próximo domingo.

30/08/2026
48 Portanto, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste. Mateus 5.48 Por Rev. Luciano Nunes de AraújoO capít...
23/08/2026

48 Portanto, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste. Mateus 5.48
Por Rev. Luciano Nunes de Araújo
O capítulo 5 termina com um grande desafio. Observe as palavras de D. A. Carson: “Nós temos de ser santos, pois o Senhor nosso Deus é santo (Lv 19.2); amorosos, porque Deus é amor (1Jo 4.7ss.); perfeitos, assim como nosso Pai celestial é perfeito (Mt 5.48)”. Para deixar claro, Jesus não está ensinando uma perfeição absoluta antes da morte! Mas por que devemos buscar a perfeição? Porque Deus é perfeito!
Hendriksen, no auxilia no entendimento do versículo. Ele afirma: “[...] na presente conexão “perfeito” significa “concluído, plenamente desenvolvido, a que não nada falta”. Jesus está dizendo ao povo daqueles dias, bem como a nós hoje, que eles e nós não podemos ficar satisfeitos com meia obediência à lei do amor, à semelhança dos escribas e fariseus, que jamais penetraram no coração da lei”.
Deus não quer uma religiosidade apenas exterior, marcada por aparências e formalidades. Ele exige de seu povo uma santidade verdadeira, que alcance o coração e produza uma vida coerente com o caráter de Deus. Por isso, nossa obediência não deve ser motivada pelo desejo de parecer espirituais diante dos outros, mas pelo desejo sincero de imitar o nosso Pai celestial, buscando viver em santidade e integridade. Além de ser um desafio para nós, o último versículo funciona como uma espécie de transição.
Mais uma vez, atentemos para as palavras de Hendriksen: “Entre os capítulos 5 e 6 existe uma estreita conexão. Isso é evidente especialmente de dois fatos: a. Jesus prossegue falando da justiça do reino (cf. 5.6, 10, 20 com 6.1); e b. ele continua pondo em contraste a justiça genuína com aquela que ele associa com os escribas e fariseus (5.20), os hipócritas (6.2, 5, 16). Não obstante, há igualmente uma transição definida para uma nova subdivisão. No capítulo 5, a religião verdadeira foi contrastada com a que os escribas e fariseus, baseados na tradição rabínica, estavam ensinando; em 6.1-18, ela será contrastada com o que eles estavam praticando. A partir de 6.19, os hipócritas ficam na penumbra. Ainda que, provavelmente, fosse errôneo dizer que tenham desaparecido completamente, nesse sermão eles não são mais mencionados de forma específica. Começando com 6.1, e prosseguindo até 7.12, Jesus, mais positivamente que antes, dirige a atenção de seu auditório para o que significa a justiça do reino. Em síntese, viver a vida justa consiste em obediência espontânea à regra: “Amarás a Deus acima de tudo, e amará o teu próximo como a ti mesmo””. Em outras palavras, no capítulo 5, Jesus focou nos ensinamentos e agora no capítulo 6, Ele foca na vida prática.
Como veremos, os princípios bíblicos que são ensinados no Sermão do Monte, não são código de ética, mas princípios de vida. Ou como já foi apresentado no início dessas pastorais, o Sermão do Monte, “[...] descreve a aparência da vida e da comunidade dos homens sob o gracioso governo de Deus” (John Stott). A ideia é simples: devemos caminhar de maneira diferente, pois não estamos sob o governo de Satanás, mas sob o governo de Deus. Assim, mostramos ao mundo que somos verdadeiramente filhos do nosso Pai celestial, fortalecendo a nossa identidade nEle.
Como cumprir o IDE de Jesus se caminhamos como os ímpios? O IDE de Jesus implica TESTEMUNHO! Posso desenvolver diversos trabalhos missionários, levantar recursos para missões, entregar folhetos e até levantar uma placa no sinal, mas o verdadeiro IDE é o TESTEMUNHO!
Lloyd-Jones também nos ajuda a compreender o capítulo 6. Observe suas palavras: “Mateus 6 passa a revista a nossa vida como um todo, considerando-a segundo dois aspectos. Trata-se de algo verdadeiramente admirável, pois, em última análise, a vida do crente neste mundo tem dois lados, ambos o quais são aqui ventilados. O primeiro desses aspectos é tratado nos versículos 1 a 18; e o segundo, nos versículos 19 até o fim do capítulo. O primeiro desses aspectos cobre aquilo que poderíamos intitular de nossa vida religiosa, a cultura e a nutrição da alma, a nossa piedade, a nossa adoração, o quadro, completo de nossa vida religiosa, bem como tudo quanto diz respeito, diretamente, ao nosso relacionamento com o Senhor. [...] o segundo refere-se ao crente em sua relação para com a vida em geral, não tanto como indivíduo puramente religioso, e, sim, como alguém que está sujeito “as pedradas e flechadas da ultrajante sorte”, como uma pessoa precisa preocupar-se com alimentação, com vestuário e abrigo, como um homem que talvez tenha esposa e filhos, dos quais precisa cuidar, e que, por essas mesmas razões, está sujeito àquilo que, nas Escrituras, é denominado de “a coisas do mundo” (I Coríntios 7.34)”.
Ou seja, Mateus 6 apresenta a vida cristã de maneira abrangente, mostrando que nossa fé não está restrita ao momento do culto ou às práticas religiosas. Jesus trata de duas dimensões da vida do crente: nossa vida diante de Deus, envolvendo oração, adoração e piedade, e nossa vida cotidiana, envolvendo trabalho, família, necessidades e preocupações. Em suma, Jesus mostra que toda a nossa vida deve estar debaixo do governo de Deus.
Continuaremos no próximo domingo.

45 para que vos torneis filhos do vosso Pai celeste, porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons e vir chuvas sobr...
16/08/2026

45 para que vos torneis filhos do vosso Pai celeste, porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos. 46 Porque, se amardes os que vos amam, que recompensa tendes? Não fazem os publicanos também o mesmo? 47 E, se saudardes somente os vossos irmãos, que fazeis de mais? Não fazem os gentios também o mesmo? Mateus 5.45-47
Por Rev. Luciano Nunes de Araújo
No último estudo, vimos que Jesus corrige a interpretação equivocada dos líderes religiosos acerca do mandamento de amar o próximo. Em vez de perguntar “quem é o meu próximo?”, como se fosse possível estabelecer limites para o amor, Cristo ensina que devemos nos tornar próximos daqueles que necessitam de nossa misericórdia. Esse ensino alcança seu ponto mais desafiador quando Jesus ordena que amemos e oremos por aqueles que nos perseguem, buscando inclusive a salvação dos nossos inimigos. Portanto, o verdadeiro testemunho cristão não levanta muros, mas manifesta a misericórdia de Cristo até mesmo diante daqueles que nos odeiam e perseguem.
Dando prosseguimento ao texto, quando chegamos ao versículo 45, a tradução em português pode dar a ideia de que, se amarmos e orarmos pelos nossos inimigos e perseguidores, nos tornaremos filhos de Deus. Mas não é essa a ideia! Da mesma forma que Cristo andou em amor e se entregou por nós (Ef 5.1-2), quando ainda éramos pecadores, devemos ter a mesma atitude, a saber: amor e sacrifício!
Por que devemos viver assim? “Porque ele faz nascer o sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos”. Mais uma vez, não estamos falando de culto, mas de testemunho! Se Deus derrama a sua graça comum sobre todos, por que não faremos o mesmo? Como sabemos, existe uma enorme diferença entre a graça comum e a graça especial. Por exemplo, Berkhof afirma: “A graça comum jamais remove a culpa do pecado, não renova a natureza humana, mas apenas tem um efeito restringente sobre a influência corruptora do pecado e, em certa medida, suaviza os seus resultados. [...] opera somente de modo racional e moral (espiritual e recriadora), tornando o homem, de maneira geral, receptivo ante a verdade, apresentando motivos à vontade e apelando para os desejos naturais do homem”. Já a graça especial, “é determinada pelo decreto da eleição. Esta graça limita-se aos eleitos, ao passo que a graça comum não sofre esta limitação, mas é outorgada indiscriminadamente a todos os homens” (Berkhof).
Uma prova da graça comum é que o sol, a chuva, as doenças, a morte, os problemas, as tristezas e tantas outras circunstâncias fazem parte da experiência de todas as pessoas. Todos estão sujeitos às mesmas realidades da vida, como afirma Hendriksen: “Embora o Pai seja o santíssimo e imaculado, não se limita em derramar suas bênçãos sobre maus e bons”. Por isso, os servos de Deus não podem escolher quem é o seu próximo. Devemos testemunhar em todo o tempo e, se formos perseguidos por causa da justiça de Cristo, devemos amar e orar pela conversão dessas pessoas. Essa é uma das marcas de um filho de Deus e de um embaixador da mensagem do evangelho!
Dando prosseguimento, para mostrar que é fácil amar aqueles que nos amam, Jesus apresenta dois exemplos que demonstram como devemos ser diferentes, a saber: 1. Publicanos: Quem eram os publicanos? Eram coletores de impostos. Qual era o contexto? O Império Romano utilizava a cobrança de impostos e, para isso, contava com intermediários. Por exemplo, o governo estabelecia uma determinada quantia a ser arrecadada e contratava alguém para realizar essa cobrança. Esse, por sua vez, também poderia contratar outra pessoa para trabalhar em seu lugar. Entende? O serviço era terceirizado, e isso acabava pesando ainda mais sobre os pagadores de impostos. O valor que Roma determinava seria arrecadado, mas aquilo que fosse cobrado a mais ficaria com os coletores. Por isso, eles eram tão odiados. Quando esses coletores eram judeus, eram ainda mais odiados, pois mantinham contato constante com os gentios e com os romanos e, por isso, eram considerados cerimonialmente impuros.
2. Gentios: Quem eram os gentios? Eram aqueles que não eram judeus, seja por sua origem, costumes ou práticas religiosas. Um judeu não poderia se casar com um gentio, alimentar-se com ele (At 11.2) ou participar de suas festas, embora pudesse fazer negócios com ele. Para que um gentio se tornasse judeu, deveria passar pela circuncisão e observar as festas e as regras alimentares judaicas.
Segundo Hendriksen, “durante os tempos do Novo Testamento os gentios, assim como os publicanos, eram tratados com extrema antipatia e desprezo. Eram considerados pelos judeus “piedosos” como “imundos” (Jo 18.28), sim, como cães (ver Mt 15.26 e 27)”.
Concluo com uma citação de D. A. Carson: “Um cumprimento pode dizer muito, sobretudo se traz o desejo de bem-estar. Se determinadas pessoas são intencionalmente ignoradas e só o que os que são chegados recebem nossos sinceros votos de felicidade, em que somos diferentes dos pagãos? Em outras palavras, o seguidor de Jesus não deve se curvar aos padrões mesquinhos da sociedade. Ao contrário, seu padrão deve ser o Pai celestial. O discípulo de Jesus deve se destacar no mundo pela natureza divina de seu amor”.
Continuaremos no próximo domingo.

Momento de gratidão pelos aniversariantes dos meses de junho e julho e pelos pais.
11/08/2026

Momento de gratidão pelos aniversariantes dos meses de junho e julho e pelos pais.

Parabéns para você!!!Hoje estamos alegres pela nossa irmã  Elaine, que completa mais um ano de vida! Rogamos as bênçãos ...
11/08/2026

Parabéns para você!!!
Hoje estamos alegres pela nossa irmã Elaine, que completa mais um ano de vida! Rogamos as bênçãos de Deus sobre sua vida e família. Que o Senhor seja servido pela sua vida! Tenha um dia abençoado!
"Este é o dia que o Senhor fez; regozijemo-nos e alegremo-nos nele". Salmo 118.24 Ver menos

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