04/04/2026
É sábado.
Há poucas horas, o corpo de Jesus havia sido retirado da cruz e levado ao sepulcro.
O sábado, do hebraico "Shabat", significa descanso, mas não era um dia de descanso para os discípulos.
Aquele que prometeu descanso aos que fossem até Ele, estava sepultado.
Como descansar, quando o próprio descanso parecia morto?
No sábado, os religiosos vão até Pilatos e pedem que o túmulo seja guardado, temendo que os discípulos roubem o corpo e digam: “Ele ressuscitou.”
Mas os discípulos já não estavam preocupados em parecer certos. Estavam cansados demais para isso. Queriam só descansar a alma.
“Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei.” (Mateus 11:28)
O sábado ainda não era o dia de entender essa promessa, mas o descanso nunca esteve em um dia da semana. Sempre esteve em uma pessoa.
Eles ainda não sabiam, mas estavam prestes a aprender, na pele, que “o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã.”
O sábado é silencioso, mas não vazio.
O domingo vem!