Igreja Presbiteriana de Itaguaí

Igreja Presbiteriana de Itaguaí Uma Igreja Comprometida com a Palavra de Deus
Quinta-feira: Estudos Bíblicos - 19h30min
Domingo:
Escola Dominical - 9h
Culto Vespertino - 19h

Parabéns para você!!!Hoje estamos alegres pela nossa irmã Sophia, que completa mais um ano de vida! Rogamos as bênçãos d...
19/05/2026

Parabéns para você!!!
Hoje estamos alegres pela nossa irmã Sophia, que completa mais um ano de vida! Rogamos as bênçãos de Deus sobre sua vida e família. Que o Senhor seja servido pela sua vida! Tenha um dia abençoado!
"Este é o dia que o Senhor fez; regozijemo-nos e alegremo-nos nele". Salmo 118.24 Ver menos

29 Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e ...
17/05/2026

29 Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e não seja todo o teu corpo lançado no inferno. 30 E, se a tua mão direita te faz tropeçar, corta-a e lança-a de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e não vá todo o teu corpo para o inferno. Mateus 5.29-30
Por Rev. Luciano Nunes de Araújo
Ser cristão “não se trata de alguma experiência a ser recebida, porém, muito mais, de uma vida a ser vivida nas pisadas de Jesus” (Lloyd-Jones). Ou seja, muitas pessoas vivem um cristianismo baseado em experiências, mas posso afirmar que somente a experiência não sustenta a nossa vida cristã.
No que diz respeito à salvação, tudo pertence a Deus! Ninguém pode ser salvo, como já foi dito em outras ocasiões, por causa das suas obras. Apesar de muitas pessoas servirem à igreja com esse desejo, a saber, serem elogiadas pelos homens e alcançar o favor de Deus, ninguém conseguirá a salvação por isso. Sua salvação, regeneração, justificação, eleição, enfim, pertencem ao Senhor! Não existe merecimento diante de Deus. Ninguém faz por merecer a graça e o favor divino. Mas, no que diz respeito à santificação, além de ser uma obra de Deus, nós também precisamos dar alguns passos.
O Catecismo Maior de Westminster, na pergunta 75, nos dá uma direção sobre isso. “Pergunta 75. Que é santificação? R. Santificação é a obra da graça de Deus, pela qual os que Deus escolheu, antes da fundação do mundo, para serem santos, são nesta vida, pela poderosa operação do seu Espírito, aplicando a morte e a ressurreição de Cristo, renovados no homem interior, segundo a imagem de Deus, tendo os germes do arrependimento que conduz à vida e de todas as outras graças salvadoras implantadas em seus corações, e tendo essas graças de tal forma excitadas, aumentadas e fortalecidas, que eles morrem, cada vez mais para o pecado e ressuscitam para novidade de vida”.
Quais são os tipos de santificação que temos na Palavra de Deus? 1. Separação de um uso comum para um uso sagrado. 2. Tornar moralmente puro ou santo, ou seja, a santificação pessoal. Portanto, existem duas partes na santificação, a saber: a mortificação, “na qual somos capacitados a morrer cada vez mais para o pecado” (Rm 6.11), e a vivificação, “na qual nossa natureza é vivificada pelo poder da graça para que vivamos para a justiça” (Rm 6.13). Ou seja, o crente regenerado é aquele que não tolera o pecado em sua vida, pois deve morrer para o pecado, crucificá-lo diariamente e lembrar também que o crescimento em santidade não é algo que possa alcançar por si mesmo.
Dentro do nosso contexto, os versículos 29 e 30 nos dão uma direção sobre o que devemos fazer. A primeira observação é que não estamos diante de algo literal. Você não precisa arrancar o olho ou a mão direita, pois, mesmo que fizesse isso, ainda teria o olho e o pé esquerdo! Mas pense no contexto. “Os fariseus procuravam evitar a questão dizendo que a dificuldade não era tanto o desejo que estava em seus corações, mas o próprio fato de que podiam enxergar” (Lloyd-Jones). Em suma, no entendimento deles, o problema estava apenas no olhar, pois acreditavam que, se não olhassem, não teriam o desejo de pecar.
Lloyd-Jones faz a seguinte afirmação: “Muito bem, já que vocês insistem que a dificuldade toda reside no olho direito e na mão direita, desfaçam-se desses membros”. Portanto, se esse raciocínio fosse correto, seria necessário arrancar os dois olhos, as duas mãos, os dois pés, enfim, não sobraria nada! Qualquer coisa, por melhor que seja, se estiver servindo como armadilha ou ocasião de tropeço, precisa ser abandonada.
A segunda observação é o inferno. Temos aqui várias questões importantes. Por exemplo: se uma pessoa morrer em seus pecados e não se arrepender, irá para o inferno. O que fazemos nesta vida possui implicações eternas para a nossa alma. Entretanto, não podemos afirmar categoricamente que alguém está no céu ou no inferno, pois somente Deus conhece o destino eterno de cada pessoa. A salvação pertence ao Senhor. O que podemos fazer é crer à luz dos frutos apresentados. Se uma pessoa morreu em Cristo, ou seja, demonstrava compromisso com a noiva de Cristo, a Igreja, e viveu uma vida que buscava glorificar ao Senhor, podemos crer que ela está com Cristo. Da mesma forma, quando alguém viveu sem qualquer evidência desse compromisso e morreu afastado de Deus, isso também nos leva a refletir seriamente sobre sua condição espiritual.
Também precisamos lembrar que aquele que nasceu do Espírito, isto é, foi regenerado por Cristo, não encontra prazer na prática do pecado. O verdadeiro convertido luta contra o pecado e não vive entregue a ele como estilo de vida. Aquele que vive continuamente na prática do pecado, sem arrependimento e sem luta espiritual, pode demonstrar que ainda não foi convertido e, humanamente falando, pode até nunca ter experimentado uma verdadeira conversão.
O versículo, então, não está afirmando que um salvo pode perder a salvação caso esteja em pecado e não peça perdão. O que o texto está mostrando é que, entre escolher os prazeres desta vida, que não estão de acordo com a vontade de Deus, e o prazer vindouro, o cristão deve abster-se dos prazeres pecaminosos desta vida. Ser cristão implica renúncia. Ser escravo de Jesus implica verdadeira liberdade.
Continuaremos no próximo domingo.

17/05/2026
Parabéns para você!!!Hoje estamos alegres pelo nosso irmão Josimar, que completa mais um ano de vida! Rogamos as bênçãos...
15/05/2026

Parabéns para você!!!
Hoje estamos alegres pelo nosso irmão Josimar, que completa mais um ano de vida! Rogamos as bênçãos de Deus sobre sua vida e família. Que o Senhor seja servido pela sua vida! Tenha um dia abençoado!
"Este é o dia que o Senhor fez; regozijemo-nos e alegremo-nos nele". Salmo 118.24 Ver menos

Parabéns para você!!!Hoje estamos alegres pelo nosso irmão Joanderson, que completa mais um ano de vida! Rogamos as bênç...
13/05/2026

Parabéns para você!!!
Hoje estamos alegres pelo nosso irmão Joanderson, que completa mais um ano de vida! Rogamos as bênçãos de Deus sobre sua vida e família. Que o Senhor seja servido pela sua vida! Tenha um dia abençoado!
"Este é o dia que o Senhor fez; regozijemo-nos e alegremo-nos nele". Salmo 118.24

Parabéns para você!!!Hoje estamos alegres pelo nosso irmão Gabriel, que completa mais um ano de vida! Rogamos as bênçãos...
13/05/2026

Parabéns para você!!!
Hoje estamos alegres pelo nosso irmão Gabriel, que completa mais um ano de vida! Rogamos as bênçãos de Deus sobre sua vida e família. Que o Senhor seja servido pela sua vida! Tenha um dia abençoado!
"Este é o dia que o Senhor fez; regozijemo-nos e alegremo-nos nele". Salmo 118.24

27 Ouvistes que foi dito: Não adulterarás. 28 Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impur...
10/05/2026

27 Ouvistes que foi dito: Não adulterarás. 28 Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela. Mateus 5.27-28
Por Rev. Luciano Nunes de Araújo
Como já vimos até aqui, o Sermão do Monte pode ser dividido da seguinte forma: 1. Caráter: aquilo que somos – Mateus 5.1-12; 2. Testemunho: aquilo que devemos fazer – Mateus 5.13-16; 3. A relação entre a lei e o evangelho, ou seja, a conexão entre o Antigo e o Novo Testamento; o contraste entre grande e pequeno no Reino de Deus; o desafio de sermos mais justos do que os escribas e fariseus – Mateus 5.17-20; e 4. “Ouvistes o que foi dito... eu, porém, vos digo”. Os princípios bíblicos apresentados no Sermão do Monte não são meros códigos de ética, mas princípios de vida. Em suma, a partir desse ponto, Jesus apresenta os princípios para que o seu povo viva uma justiça que excede, em muito, a dos escribas e fariseus.
Dito isso, observe as palavras de D. A. Carson: “Nossa sociedade se afastou bastante dessa proibição. Muitos pensadores modernos defendem a legitimidade do adultério – se houver amor. Até o cristianismo é invocado para santificar esse ponto de vista. Afinal de contas, dizem eles, o ponto central do evangelho não é o amor? [...] essa filosofia distorce a perspectiva bíblica tanto do amor quanto do casamento”.
Mais uma vez, os escribas e fariseus citavam a lei, mas não compreendiam o seu verdadeiro sentido. Por isso, mencionavam o sexto mandamento, porém só poderiam entendê-lo corretamente à luz do décimo mandamento, a saber: “Não cobiçarás a casa do teu próximo. Não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma que pertença ao teu próximo” (Êx 20.17).
Você perceberá, então, que o adultério e o divórcio são consequências da cobiça, que tem sua origem no coração. Ou seja, a cobiça pode ser definida como um descontentamento com a pessoa que está ao seu lado, cujo próximo passo é a inveja, que pode resultar em adultério e divórcio. Hendriksen, ao comentar o texto, faz a seguinte observação: “Jesus considera que os maus desígnios do coração já constituem adultério, assim como considera que o ódio no coração já é homicídio. [...] A infidelidade no vínculo matrimonial é sempre ruim. Naturalmente, isso significa que qualquer tendência que suscite tal infidelidade [...] – é igualmente um pecado contra o sétimo mandamento”.
Esse olhar ao qual Jesus se refere está carregado de desejos de possuí-la e dominá-la para o próprio prazer. O s**o é um presente de Deus para os seus filhos, mas deve ser praticado no casamento, sem cobiçar a mulher do próximo. Em suma, não se trata de proibir a atração natural entre homem e mulher, mas de condenar a cobiça e a lascívia que nascem no coração e levam ao adultério, ainda que em pensamento.
Enquanto a sociedade tende a minimizar o adultério, acaba, em proporção ainda maior, alimentando a luxúria. Aqueles homens, e muitos de nós, entendem que, por não praticarmos o ato, não estamos pecando. Podemos até esconder o nosso coração dos homens, mas não o escondemos de Deus, pois, se no coração houver o desejo, já estamos pecando, como afirma Lloyd-Jones: “em nenhum outro trecho bíblico encontraremos tão terrível desmascaramento do pecado, conforme este realmente se manifesta, como nas palavras do Senhor Jesus, neste ponto particular”. Ou seja, em nenhum outro trecho bíblico o pecado é exposto de forma tão profunda e direta como nas palavras de Jesus nesse ponto, revelando sua verdadeira natureza, que vai além dos atos e alcança o coração.
O contexto direto é o casamento, mas isso deve ser aplicado a todas as áreas, pois, muitas vezes, desejamos a posição de liderança de outros, temos inveja dos irmãos e começamos a agir para parecermos melhores do que eles. Geerhardus Vos, ao comentar o Catecismo Maior de Westminster, traz a seguinte orientação: “4. De que modo as atitudes da mente violam o décimo mandamento? O décimo mandamento é violado por “todos os sentimentos e afeições desordenados” para com alguma coisa do nosso próximo. Isso não é somente as ações erradas que são pecaminosas e contrárias ao mandamento, mas as atitudes mentais erradas também o são. É errado desejar aquilo que pertence aos outros. Esse mandamento enfatiza especialmente a verdade de que não apenas as ações exteriores são pecaminosas, mas até mesmo pensamentos, desejos, motivos e atitudes mentais também são pecado”.
Sabemos que o pecado é “qualquer falta de conformidade com a lei de Deus” (Catecismo Maior de Westminster, p. 24) e que todos nós somos culpados por causa do pecado de Adão (CMW, p. 25), isto é, o pecado original. Em suma, somos pecadores e sofremos as consequências desse pecado.
Concluo com uma citação de Lloyd-Jones: “Sugiro que a menos que tenhamos ideias bem claras acerca da doutrina do pecado, jamais entenderemos, verdadeiramente, o caminho de salvação postulado pelo Novo Testamento. [...] Somente o indivíduo que foi levado a perceber a sua própria culpa, dessa maneira, pode recorrer a Cristo, para dele receber livramento e redenção. Qualquer crença no Senhor Jesus Cristo que não esteja alicerçada sobre esses fatores, não é uma crença autêntica em Cristo”.
Continuaremos no próximo domingo.

Momento de gratidão pelos aniversariantes do mês de abril e  pelos  músicos (Dia do Músico Presbiteriano).
05/05/2026

Momento de gratidão pelos aniversariantes do mês de abril e pelos músicos (Dia do Músico Presbiteriano).

Que o nosso Senhor Jesus Cristo reine sempre no casamento de vocês!!! Deus Abençoe o casal  Rafael e Ana!"Por isso, deix...
05/05/2026

Que o nosso Senhor Jesus Cristo reine sempre no casamento de vocês!!! Deus Abençoe o casal Rafael e Ana!
"Por isso, deixará o homem a seu pai e mãe [e unir-se-á a sua mulher], e, com sua mulher, serão os dois uma só carne. De modo que já não são dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não separe o homem". Marcos 10.7-9

23 Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, 24 deixa p...
03/05/2026

23 Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, 24 deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a tua oferta. Mateus 5.23-24
Por Rev. Luciano Nunes de Araújo
Como vimos no último domingo, o ensino de Jesus mostra que a verdadeira adoração a Deus não pode ser separada dos nossos relacionamentos. Em Mateus 5, Ele deixa claro que, ao percebermos que ofendemos alguém ou nos tornamos motivo de tropeço, devemos priorizar a reconciliação antes de qualquer ato religioso. A urgência em resolver conflitos revela que Deus não se agrada apenas de práticas externas, mas requer um coração limpo e íntegro diante do próximo. Assim, não basta estar em dia com as obrigações visíveis, como dívidas financeiras; é necessário também tratar as pendências do coração, buscando paz, humildade e restauração nos relacionamentos. Em suma, Jesus ensina que a adoração pública deve estar conectada com aquilo que há no coração dos cristãos.
Por que precisamos meditar sobre isso? Observe as palavras de D. Martyn Lloyd-Jones: “Aos olhos de Deus não há qualquer valor em um ato de adoração se eu estiver nutrindo algum pecado do qual eu tenha consciência. [...] Se você estiver consciente de que está em inimizade com alguém, se você não está dirigindo a palavra a algum irmão, ou se você está tolerando pensamentos indignos contra alguém, servindo-lhe de obstáculo e empecilho, então a Palavra de Deus assegura que qualquer tentativa de adoração que você fizer não terá qualquer valor”.
A partir da fala de Lloyd-Jones, podemos chegar a algumas conclusões, como, por exemplo: 1. A adoração não é aceita quando há pecado consciente sendo tolerado; 2. Inimizade, falta de perdão e indiferença no trato com o irmão não são coisas pequenas diante de Deus; 3. Não basta saber que há algo errado. A consciência acusando é um chamado para agir e buscar reconciliação; 4. Não é apenas o que fazemos externamente. Alimentar pensamentos indignos contra alguém já compromete nossa adoração; e 5. A verdadeira adoração exige um coração tratado, reconciliado e sincero. Sem isso, qualquer prática religiosa perde o seu valor diante de Deus.
Diante disso, temos dois caminhos: 1. Parar de frequentar a igreja para não lidar com os problemas pessoais; e 2. Continuar frequentando e pedir a Deus forças para resolvê-los. Na segunda opção, que é a correta, precisamos lidar com o próprio ego, pois, em muitos casos, será necessário reconhecer falhas. Contudo, esse reconhecimento não deve ser arrogante, como quem diz: “eu sou assim mesmo e não vou mudar; se quiser, me aceite do jeito que eu sou”, nem superficial, como em um “reconhecer sem reconhecer”, dizendo: “se eu te fiz algo que te magoou, peço perdão”. Essas atitudes não são corretas.
No ano de 2010, o Supremo Concílio apresentou a “Carta Pastoral e Teológica sobre Liturgia na IPB”. Nessa carta, foram apresentados alguns princípios de um culto aceitável a Deus, a saber: “Adoração em espírito e verdade, “as Escrituras destacam a sinceridade de coração, a humildade, o espírito quebrantado, uma santa alegria e gozo na presença do Senhor, a busca da edificação e o reconhecimento que o Deus Triúno é o centro do culto””.
A carta também trata dos cultos que Deus não aceita. Ela afirma: “As Escrituras também nos falam do culto que Deus não aceita. Este é marcado não somente pelos acréscimos e invenções humanos, mas pela hipocrisia (Isaías 1), pela inimizade nos corações dos adoradores (Mt 5.23-24), pelas divisões internas nas igrejas locais (1Co 1-4 e 11; Gl 5.14-15), pela falta de ordem e falta de inteligibilidade (1Co 14), pela entrega de ofertas que simbolizam a falta de amor e de consagração a Deus (Ml 1), pela vida imoral do povo e dos seus líderes (Ml 2) e servir ao Senhor de maneira displicente (Is 58.1-10; Mq 6.6-68; Gl 6.7)”.
Outro detalhe importante na carta é a responsabilidade pela condução do culto. Ela afirma: “Embora todos os adoradores sejam responsáveis para que o culto a Deus seja oferecido de acordo com seus preceitos, a responsabilidade do mesmo recai sobre o pastor da igreja local, de quem a liturgia do culto é função privativa, conforme a Constituição da nossa Igreja. Assim, devem os pastores zelar para que o culto a Deus oferecido nas igrejas onde pastoreiam transcorra não somente e acordo com os padrões bíblicos no que se refere aos seus elementos e circunstâncias, como também à vida e atitude dos adoradores”.
Consegue perceber o quanto isso é sério? O culto que prestamos a Deus não começa quando chegamos ao templo, mas quando começamos a preparar o nosso coração e a buscar a reconciliação com os irmãos. Cabe ao ministro a responsabilidade de zelar para que, no culto, haja apenas os elementos bíblicos, de modo que ele seja centrado no Deus triúno, sem espaço para a exaltação de homens. Além disso, é necessário que a vida dos adoradores, especialmente daqueles que estão diretamente envolvidos no serviço, esteja de acordo com os princípios das Escrituras. Ou seja, tudo pode estar externamente correto, como a liturgia, a música, os dízimos e as ofertas; contudo, se a conduta e as atitudes não estiverem alinhadas com a Palavra, o nosso culto não será aceito por Deus.
Continuaremos no próximo domingo.

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