Ministério IDE de Teatro

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As correntes do pecado.Não há nada mais pesado do que o pecado. Não percebemos quanto ele é pesado até que sintamos seu ...
10/09/2023

As correntes do pecado.

Não há nada mais pesado do que o pecado. Não percebemos quanto ele é pesado até que sintamos seu peso esmagador trazendo morte para nossa alma. Não sentimos quanto ele é destrutivo até que demos de cara com o muro que se ergue entre nós e Deus por causa do pecado.
Por isso é melhor confessar cada pecado assim que nos damos conta dele e deixar nosso coração puro e reto imediatamente.
Uma coisa é reconhecer que você fez algo de errado; outra é entristecer-se com isso a ponto de resolver com determinação jamais fazer tal coisa de novo. Isso é arrependimento.

Senhor, busco em ti tudo de que preciso em minha vida. Ajuda-me a colocar todas as minhas expectativas sobre ti.

"Somente em Deus, ó minha alma, espera silenciosa, porque dele vem a minha esperança". Salmo 62:5

10/09/2023

Bastidores Ministração carne e Espírito
Festa da banana igreja congregacional de Mazomba.

Garanta já seu almoço de sábado.Entregas no Brisamar e Bairros adjacentes.
18/08/2022

Garanta já seu almoço de sábado.
Entregas no Brisamar e Bairros adjacentes.

Conheça nossa ministração.Onde passarás a eternidade, após a morte, segue-se o juízo.🎭
16/08/2022

Conheça nossa ministração.
Onde passarás a eternidade, após a morte, segue-se o juízo.
🎭

Conheça nossa ministração.O Inimigo até a onde ele pode te tocar.🎭
16/08/2022

Conheça nossa ministração.
O Inimigo até a onde ele pode te tocar.
🎭

25/05/2022

Lutas têm propósitos. Amassar uvas produz vinho. Espremer azeitonas produz azeite. Dificuldades transformam meninos em homens, e meninas em grandes mulheres de Deus.

22/05/2022

Ministração na praça de MAZOMBA, na 2° cavalga evangélica.

Hoje ministramos a peça, onde passarás a eternidade na praça do ponto final de MAZOMBA.Obrigado pr. Gilnei pelo convite,...
22/05/2022

Hoje ministramos a peça, onde passarás a eternidade na praça do ponto final de MAZOMBA.
Obrigado pr. Gilnei pelo convite, no 2° cavalgada evangélica

Quem Eram os Doutores da Lei na Bíblia?Estudo de Daniel ConegeroMinistério IDE de teatro da Metodista Atos2Atores: Gilma...
28/04/2022

Quem Eram os Doutores da Lei na Bíblia?
Estudo de Daniel Conegero

Ministério IDE de teatro da Metodista Atos2

Atores: Gilmar Oliveira e Denys Mendes

Os doutores da lei na Bíblia eram os homens judeus versados na lei religiosa de Israel e responsáveis por interpretá-la. Geralmente esses homens estavam associados ao partido dos fariseus. Os doutores da lei são mencionados várias vezes nos textos bíblicos do Novo Testamento que registram os acontecimentos do ministério terreno do Senhor Jesus Cristo.
Em algumas passagens bíblicas, os doutores da lei também são identif**ados como escribas ou mestres. Inclusive, naquele tempo os mestres recebiam o título de “rabi”, e eram pessoas que tinha dedicado grande parte de suas vidas ao estudo da lei.

O que os doutores da lei faziam?

Os doutores da lei basicamente se dedicavam a estudar, interpretar e a ensinar a lei. Essa “lei” não incluía apenas a lei escrita, mas também a lei oral de Israel. Por isso que era comum que os doutores da lei tivessem aprendizes aos quais eles educavam sob a mesma lei, e esses alunos, por sua vez, tinham de transmitir de forma fiel tudo o que lhes fora ensinado.
A preservação da lei e sua aplicação prática na vida judaica, também era tarefa dos doutores da lei. Alguns estudiosos dizem que essa função dos doutores da lei se tornou importante principalmente com a corrupção do sacerdócio no período helenístico.
Então os doutores da lei também cuidavam de decidir sobre as questões relacionadas à administração da lei na sociedade judaica. Por isso, entre os membros do Sinédrio também estavam os doutores da lei. Vale lembrar que o Sinédrio era a suprema corte judaica. O Sinédrio julgava com base na lei, e os mestres da lei tinham um papel importante nesse processo.
De modo geral, os doutores da lei tinham de transmitir os seus conhecimentos de forma gratuita. Mas parece que muitas vezes eles acabam tirando vantagem financeira dessa tarefa. Inclusive, em certa ocasião o Senhor Jesus Cristo censurou os doutores da lei que se aproveitavam até mesmo das economias das viúvas (Marcos 12:40)

Os doutores da lei no tempo de Jesus

É verdade que alguns doutores da lei chegaram a crer no Senhor Jesus Cristo (cf. Mateus 8:19). Nicodemos é um exemplo bem conhecido de um doutor da lei que se aproximou de forma favorável do Senhor Jesus (João 3). Ele chegou a participar dos preparativos para o sepultamento do corpo de Jesus (João 19:38-42).
Mas na narrativa do Novo Testamento, f**a claro que, no geral, os doutores da lei eram opositores do ministério de Cristo. Na verdade, a oposição dos doutores da lei vinha desde o ministério do profeta João Batista que antecedeu o ministério de Jesus. Os doutores da lei rejeitaram a pregação de João Batista e, consequentemente, o conselho de Deus para eles, e recusaram o batismo anunciado por João (Lucas 7:30).
Depois, durante o ministério de Jesus, frequentemente os doutores da lei tentaram prejudicá-lo. Eles faziam perguntas difíceis e ardilosas com o objetivo de colocar Jesus em situações complicadas ou levá-lo ao erro (Mateus 22:35; Lucas 10:35).
Isso explica por que Jesus repreendeu e condenou os doutores da lei muitas vezes em seu ministério. Jesus reprovou a hipocrisia daqueles homens que eram materialistas e preocupados com o reconhecimento humano (Marcos 12:38-40). Em sua interpretação e aplicação da lei, eles também acrescentavam a ela muitos regulamentos que resultavam numa carga muito pesada aos homens.
Além disso, através de todo seu tradicionalismo na interpretação da lei, os doutores da lei acabavam por tomar a “chave da ciência” das pessoas comuns, ou seja, com suas interpretações e normas acrescentadas à lei, eles escondiam o verdadeiro sentido da lei fazendo com que fosse impossível para o povo compreender o seu signif**ado correto.
E se não bastasse, os mesmos doutores da lei usavam da habilidade de suas interpretações para fugirem das exigências da lei. Por tudo isso o Senhor Jesus alertou: “Ai de vós, doutores da lei!” (Lucas 11:45-52). Mas os intérpretes da lei não ouviram a repreensão de Jesus, e no tempo da Igreja Primitiva eles estavam entre eles estavam entre aqueles que perseguiram os apóstolos e mataram alguns cristãos (cf. Atos 4:5; 6:12).

Quem Foram Marta e Maria de Betânia?Estudo de Daniel ConegeroMinistério IDE de teatro da Metodista Atos2Atrizes: Daviny ...
27/04/2022

Quem Foram Marta e Maria de Betânia?
Estudo de Daniel Conegero

Ministério IDE de teatro da Metodista Atos2

Atrizes: Daviny Cristina e Monique Pinheiro

Marta e Maria foram as irmãs de Lázaro que aparecem na narrativa bíblica do Novo Testamento. Além do episódio que envolve a ressurreição de Lázaro, elas são mencionadas em outras passagens, como quando Jesus disse que Maria escolheu a boa parte conforme registrado por Lucas (Lc 10:39-42).
Marta e Maria, bem como seu irmão Lázaro, moravam em Betânia, uma vila que f**ava a cerca de três quilômetros de Jerusalém, no declive oriental do Monte das Oliveiras, na estrada para Jericó.

Quem foi Marta de Betânia?

O nome de Marta é mencionado na Bíblia apenas nos Evangelhos de Lucas e João (Lc 10:38-41; Jo 11:1,5,19-39; 12:2), e se origina de uma raiz aramaica que signif**ando algo como “dona” ou “senhora”. Ela é a única pessoa com esse nome em toda a Bíblia.
Muito provavelmente Marta era a mais velha entre os três irmãos, ou pelo menos mais velha do que sua irmã Maria. A narrativa bíblica que menciona que Jesus foi recebido na casa de Marta parece concordar com isso (Lucas 10:38).
Alguns estudiosos, ao comparar os registros de Mateus 26:6, Marcos 14:3 e João 12:2 acerca da ceia que ocorreu na casa de um homem chamado Simão, o leproso, tentam responder por que Marta estaria servindo naquela ocasião.
Alguns argumentam que a ceia era em comemoração a ressurreição de Lázaro, e por isso, mesmo sendo na casa de Simeão, Marta se ocupou de servir a mesa. Outros sugerem que talvez Simão fosse solteiro, e ao oferecer tal ceia, necessitou da ajuda de seus amigos. Outros ainda levantam a possibilidade de que talvez Marta tivesse sido a esposa desse homem. Seja como, não há como responder essa pergunta com exatidão.

Quem foi Maria de Betânia?

Não se sabe muito sobre quem foi Maria de Betânia, apenas que era irmã de Marta e de Lázaro (Jo 11:1-46), e que como foi dito, provavelmente era a irmã mais nova entre os irmãos, visto que Marta parece assumir uma posição de liderança.
Maria aparece com destaque em duas ocasiões que ocorreram no ministério terreno de Jesus: quando ungiu o Senhor e quando preferiu f**ar escutando as palavras de Jesus a ajudar sua irmã com os afazeres domésticos, além, é claro, de quando é mencionada na narrativa bíblica acerca da ressurreição de seu irmão, Lázaro.

Jesus visita Marta e Maria em Betânia

Lucas registrou uma visita do Senhor Jesus a Betânia, a qual foi recebido na casa de Marta (Lc 10:39-42). Naquela ocasião, Maria estava assentada aos pés de Jesus ouvindo atentamente o que ele dizia, enquanto que Marta se ocupava das tarefas da casa.
Num determinado momento, Marta acabou se distraindo devido a tudo o que tinha por fazer. Obviamente Marta estava ocupada com os afazeres domésticos, e muito provavelmente preparando uma refeição para seus hospedes. É possível que se tratasse de uma refeição para pelo menos 15 pessoas, isto é, Jesus, seus doze apóstolos e ambas as irmãs, visto que o contexto imediato da passagem favorece a interpretação que na ocasião Jesus estava acompanhado de seus discípulos (Lc 12:38; cf. 10:38-42; 11:1)
Além disso, existe a possibilidade de Lázaro ter estado presente, o que elevaria esse número para 16 pessoas. De qualquer forma, é certo que Marta estava muito atarefa enquanto Maria escutava o ensino do Senhor Jesus.
Logo Marta parece ter f**ado um tanto quanto irritada com a falta de auxílio de Maria, e acabou questionando Jesus acerca de tal comportamento: “Senhor, não te importa que minha irmã me deixe fazer todo o trabalho sozinha? Diz-lhe que tenha coragem e venha me ajudar” (Lc 10:40). Perceba que a critica não foi apenas direciona a Maria, mas também a Jesus, que permitia que Maria f**asse ali.
Jesus respondeu a Marta dizendo que ela estava preocupada e irritada com muitas coisas, mas que havia algo muito mais importante e excelente do que aquilo que era alvo de sua atenção. No início de sua resposta Jesus usou a expressão “Marta, Marta”, o que signif**ava não apenas uma reprovação, mas também um conselho de terna afeição.
Jesus disse a ela que “uma só coisa é realmente necessária”. Alguns estudiosos sugerem que Jesus estava se referindo a própria refeição, como se estivesse dizendo que apenas uma simples refeição teria sido suficiente. Todavia, a sequencia de sua resposta revela algo muito mais além: “Maria escolheu a boa parte, e esta não lhe será tirada” (Lc 10:41,42).

A expressão “boa parte” também pode ser traduzida como “boa escolha”, no sentido de ter escolhido a melhor parte, e que no texto aplica-se diretamente a frase antecedente: “uma só coisa é realmente necessária”.
A boa parte que Maria escolheu, obviamente foi ouvir as palavras de Jesus. Com isso, entende-se que ela demonstrava uma devoção e adoração sincera ao Senhor, e essa é a porção que jamais lhe seria tirada. Claramente essa conduta está em harmonia com seu exemplo ao ungir Jesus.

Marta e Maria e um drama familiar

Em João 11 lemos o relato sobre a morte e a ressurreição de Lázaro, irmão de Marta e Maria. Jesus era amigo próximo daquela família, e logo que Lázaro adoeceu, as duas irmãs rapidamente trataram de fazer com que alguém avisasse o Senhor.
Provavelmente Marta e Maria esperavam que Jesus prontamente fosse visitar o amigo doente e lhe curasse, mas o que elas não sabiam é que nos planos de Deus o milagre a ser realizado era muito maior do que a cura de uma doença (Jo 11:4).
Quando Jesus se aproximou da aldeia em que Marta e Maria moravam, Marta foi logo ao encontro dele, enquanto Maria ficou em casa, mas depois Marta a chamou e ela também foi ter com Ele. Tanto Marta quando Maria disseram a conhecida frase: “Senhor, se tu estivesse aqui, meu irmão não teria morrido” (Jo 11:21,32). Marta foi a primeira a dizer, e como resposta escutou a extraordinária declaração de Jesus: “Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá” (Jo 11:25).
Maria, quando disse essa mesma frase, estava prostrada chorando aos pés Jesus. João registra que nesse momento “Jesus agitou-se no espírito e perturbou-se”, e consequentemente chorou (Jo 11:32-35). Finalmente, quando a pedra da sepultura foi removida, Jesus chamou a Lázaro e ele ressuscitou (Jo 11:41-44)

Maria de Betânia ungiu Jesus

Os Evangelhos relatam uma ocasião em que Maria de Betânia ungiu o Senhor Jesus (Mt 26:6; Mc 14:3; Jo 12:3). Alguns estudiosos até sugerem que talvez também tenha sido ela a mulher que, em outra ocasião, ungiu os pés de Jesus na casa de um fariseu em Cafarnaum, porém isso é bem pouco provável, e a melhor interpretação é a de que Maria de Betânia não deve ser confundida com essa outra mulher (Lc 7:36-50).
Os textos de Mateus e Marcos não revelam o nome de Maria, porém à luz do texto de João descobrimos de que se tratava mesmo de Maria de Betânia, irmã de Marta e Lázaro. Portanto, Maria ungiu Jesus durante uma ceia na casa de Simão, o leproso. Na ocasião, ela utilizou nardo puro que trazia consigo em um vaso de alabastro.
A atitude de Maria gerou indignação nos discípulos de Jesus, que a acusaram de desperdiçar recursos que poderiam ser revertidos aos pobres. No entanto, o Senhor repreendeu seus discípulos e aprovou o ato de Maria, inclusive ressaltando o profundo signif**ado daquela ação que estava lhe preparando para o sepultamento, e também garantindo que o feito de Maria de Betânia seria lembrado em todo o mundo (Mt 26:13).
De fato a única maneira de compreender o signif**ado do que foi feito por Maria quando ungiu o Senhor Jesus é entendendo que não apenas o vaso de alabastro é que havia sido quebrado, tal como não apenas o nardo puro é que havia sido derramado, mas seu próprio coração estava ali humildemente quebrado, derramando a mais genuína e profunda adoração, expressando toda a gratidão de sua alma perante o Filho de Deus
Marta e Maria como exemplos

Certamente podemos aprender muito com essas duas irmãs, Marta e Maria. Com Maria aprendemos que o amor pela Palavra de Deus é o que realmente importa em nossas vidas, e que quando temos essa “única coisa que é necessária”, o resultado não pode ser outro se não uma adoração verdadeira que derrama nossa alma perante o Senhor.
Também quando lemos que “Maria escolheu a boa parte”, percebemos que a eleição divina não exclui a responsabilidade humana, antes, a inclui. É por isso que o apóstolo João mais tarde escreveu que “nós o amamos a Ele porque Ele nos amou primeiro” (1Jo 4:19).
A sequência da resposta do Senhor é um conforto para todos aqueles que repousam sobre sua graça, assim como Maria, isto é, a garantia de que a boa parte “não lhe será tirada”. Em outras palavras, o próprio Jesus explicou: “E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão” (Jo 10:28). Diante dessa verdade só nos resta concordar com o apóstolo Paulo e exclamar que nada poderá nos separar do amor de Deus (Rm 8:38,39).
Com Marta aprendemos que até mesmo os bons seguidores de Cristo algumas vezes precisam ser corrigidos. Algumas pessoas enfatizam por demais a repreensão de Jesus sobre Marta, como se ela fosse uma incrédula contrastando com sua irmã fiel.
Entretanto, não podemos jamais nos esquecer de que foi Marta quem declarou uma das mais belas profissões de fé encontradas no Novo Testamento. Diante da dor pela morte de seu irmão, Marta não duvidou da soberania do Deus Todo-Poderoso (Jo 11:21), e com seus lábios ela declarou que Jesus é o Cristo, “o filho de Deus, que havia de vir ao mundo” (Jo 11:27).
Que possamos ser mais como Marta e Maria, receptivos a correção divina e completamente devotos e admirados pela majestade do Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. A Escritura registra que “Jesus amava Marta, sua irmã e Lázaro” (Jo 11:5), e certamente podemos entender que essa doce menção estende-se a todos os seus verdadeiros discípulos.

A Cura da Mulher do Fluxo de SangueEstudo de Daniel ConegeroMinistério IDE de teatro da Metodista Atos2Atriz: Monique Pi...
26/04/2022

A Cura da Mulher do Fluxo de Sangue
Estudo de Daniel Conegero

Ministério IDE de teatro da Metodista Atos2

Atriz: Monique Pinheiro

A mulher do fluxo de sangue foi a pessoa que tocou na orla das vestes de Jesus. Ela pensou que poderia ser curada sem que Jesus a percebesse. A história da cura da mulher do fluxo de sangue está registrada nos três Evangelhos Sinóticos (Mateus 9:20-22; Marcos 5:25-34; Lucas 8:43-48).
É interessante notar que o milagre sobre a mulher do fluxo de sangue ocorreu quando Jesus estava indo realizar outro milagre. Ele estava a caminho da casa de Jairo, cuja filha até então estava em estado terminal, quando essa mulher tocou suas vestes.

Quem era a mulher do fluxo de sangue?

A Bíblia não registra o nome da mulher que tinha o fluxo de sangue. Tudo o que se sabe é que provavelmente ela era uma moradora da cidade de Cafarnaum. Antes de se encontrar com Jesus, ela já havia sofrido por doze anos de uma hemorragia.

Alguns estudiosos entendem que o fluxo sanguíneo daquela mulher era constante; já outros entendem que a hemorragia não era necessariamente constante, mas certamente era frequente. Então periodicamente ela sofria com a perda excessiva de sangue.
Seja como for, aquela hemorragia lhe deixava debilitava fisicamente. Além disso, o fluxo de sangue também a tornava impura segundo a Lei Mosaica (Levítico 15:19). Dessa forma, aquela mulher enfrentava uma série de privações religiosas e sociais.
Ela jamais poderia ir ao Templo em Jerusalém. Tudo o que ela tocava também era visto como imundo. Diante da Lei Levítica, a cama em que ela dormia, a cadeira em que ela se sentava, as coisas que ela usava e as roupas que ela vestia eram todas imundas. Qualquer um que tocasse a mulher do fluxo de sangue era considerado imundo.
A Bíblia também diz que a mulher do fluxo de sangue havia procurado ajuda de todas as formas. Ela gastou tudo o que tinha com os médicos de sua época. Mas nenhum tratamento médico resolveu seu problema e sua saúde piorava cada vez mais ao longo dos doze anos (Marcos 5:25,26). Tudo isso indica a situação desesperadora daquela mulher. Nos últimos doze anos ela havia vivido na solidão, acompanhada da vergonha.

Como a mulher do fluxo de sangue foi curada?

Jesus estava seguindo por um caminho em Cafarnaum cercado por uma grande multidão. Ele já havia curado muitas pessoas naquela região, então era natural que as pessoas o acompanhassem ali. A multidão era tão grande que acabava dificultando sua caminhada. Eram muitos esbarrões e Jesus caminhava apertado e com dificuldade.

A mulher do fluxo de sangue viu em Jesus a oportunidade única de sua vida. Ela creu que se ao menos tocasse em suas vestes sua hemorragia seria estancada. Então ela veio por de trás da multidão e tocou na orla do vestido de Jesus, e imediatamente foi curada (Marcos 5:29).
Mas a mulher do fluxo de sangue achou que poderia tocar em Jesus silenciosamente, ser curada e permanecer anônima. Por causa de sua condição, naturalmente ela não desejava se expor publicamente. Tão logo que tocou na orla das vestes de Jesus, a mulher entendeu que havia sido curada. Talvez por um instante ela provavelmente concluiu que Jesus nunca haveria de percebê-la.
Porém, a mulher do fluxo de sangue estava enganada. Jesus sentiu que alguém havia lhe tocado de forma diferente. Por isso Ele perguntou: “Quem tocou nas minhas vestes?” (Marcos 5:30). Os discípulos acharam que a pergunta de Jesus não fazia sentido. Muitas pessoas estavam tocando o Mestre naquela multidão. Mas Jesus sabia que alguém lhe havia tocado não apenas com as mãos, mas principalmente com a fé.
Aqui vale dizer que, como homem, Jesus de fato não sabia quem havia lhe tocado. Mas como Deus, Ele sabia que em resposta a um toque de fé, poder curador havia saído dele. A natureza divina de Jesus testificou que o milagre havia ocorrido.

A confissão da mulher que tinha um fluxo de sangue

Então a mulher que havia sofrido com o fluxo de sangue escutou a pergunta de Jesus e percebeu que Ele a procurava no meio da multidão. Ela entendeu que não poderia se esconder. Sua fé oculta seria revelada.
A Bíblia diz que naquele momento a mulher se aproximou de Jesus temendo e tremendo, e lhe declarou toda a verdade. Aqui é preciso entender que aquela era uma situação embaraçosa para aquela mulher. De acordo com a cultura de sua época, era inapropriado que ela f**asse em evidência pública. Além disso, ela sabia que sua doença a tornava impura e ela não podia tocar em alguém.
Então ela não sabia exatamente se Jesus iria repreendê-la por causa do que havia sido feito. Mas mesmo assim ela se prostrou diante de Jesus e lhe contou tudo. Provavelmente foi nessa hora que ela explicou o sofrimento que havia enfrentado por doze anos. Mas ao invés de repreendê-la, Jesus a confortou de forma amorosa. Ele disse: “Filha, a tua fé te salvou; vai-te em paz, e f**a livre do teu mal” (Marcos 5:34).
Com essas palavras Jesus não apenas garantiu que a saúde da mulher do fluxo de sangue havia sido restaurada, mas também restaurou sua vida social e religiosa. Agora aquela mulher poderia finalmente ir em paz.

Lições da história da mulher do fluxo de sangue

A história da mulher do fluxo de sangue certamente tem muito a nos ensinar. Em primeiro lugar, aprendemos que Jesus é a esperança para os desesperançados. Aquela mulher tinha esgotado todos os seus recursos. Humanamente falando, não havia mais nada que pudesse ser feito a seu favor.
Ela estava presa numa solidão terrível. Ela não tinha paz e era refém da agonia. Aos olhos de todos, a mulher do fluxo de sangue era imunda e não havia esperança de que ela deixasse aquela posição amaldiçoada. Mas aos olhos Jesus, a mulher desprezada que sofria com um fluxo de sangue era tão próxima quanto uma filha.
Em segundo lugar, a história da mulher do fluxo de sangue nos ensina sobre a supremacia da santidade de Cristo. Pela lógica humana, quando algo impuro tem contato com algo limpo, o impuro contamina o que é puro. Um copo de água poluída torna sujo todo um tanque de água potável. Assim, se uma pessoa considerada limpa tivesse contato com algo imundo, ela também seria considerada impura.
Mas com Jesus é diferente. Sua pureza é sem igual! Ele próprio é a fonte da genuína santidade. Quando a mulher do fluxo de sangue lhe tocou Ele não ficou impuro, ao contrário, foi ela quem ficou pura. Por isso mesmo somente Ele pode transformar pecadores impuros e imperfeitos em filhos santif**ados de Deus, dando-lhes vestes brancas como a neve (Apocalipse 3:5; 7:13,14)
Em terceiro lugar, a história da mulher do fluxo de sangue nos ensina que a fé é um instrumento para a manifestação do poder de Deus. Através da fé, Cristo curou aquela mulher física e espiritualmente. Seu corpo e sua alma foram restaurados. Por isso Ele disse: “A tua fé de salvou”.
Mas isso não signif**a que essa fé era fruto da própria capacidade pessoal daquela mulher. Muito pelo contrário, o próprio Jesus era a causa dessa fé! Sem Ele a mulher do fluxo de sangue jamais teria possuído e exercitado tamanha fé (cf. Efésios 2:8; Hebreus 12:2). Entenda qual é o signif**ado da fé.
Além disso, ao enfatizar a fé como o instrumento desse milagre, Jesus automaticamente tratou de acabar com qualquer tipo de superstição de que sua peça de roupa teria contribuído para a cura da mulher do fluxo de sangue. Definitivamente quem cura e restaura é Jesus em resposta à fé, e não um tecido ou qualquer objeto supostamente místico ou sagrado.

Endereço

Rua Manoel Rodrigues Pereira 10 Brisa Mar
Itaguaí, RJ
23825620

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