Tudo aconteceu no pátio da Fundação Getúlio Vargas - na cidade de Nova Friburgo. As 14 horas de um dia como este, um pequeno grupo de metodistas se reuniu, sob a direção dos pastores: Idelmício Cabral dos Santos e Waldemar Gomes de Figueiredo. A pequena ponte ali existente foi o local exato - hoje histórico - da famosa "reunião da ponte". O pequeno grupo de metodistas que ali se reuniu, estava des
contente a algum tempo. E seu descontentamento fora provocado por duas razões básicas: Em primeiro lugar, o distanciamento da liderança daquele tempo ao movimento pentecostal. Em segundo lugar, com a própria espiritualidade (ou falta dela) do povo chamado metodista - inclusive eles mesmos - naquele tempo bastante influenciado pelo ecumenismo e pela Teologia da Libertação. Este pequeno grupo incluía clérigos e leigos; os quais estavam irmanados em um mesmo sentimento: O desejo de receber o batismo com o Espirito Santo e desfrutar dos dons espirituais mencionados na Palavra de Deus. Na verdade, eles não desejavam retirar-se da Igreja mãe; mas, sim, servir a Deus sob a égide do avivamento espiritual - com cânticos espirituais e orações pelos enfermos. Portanto, o seu descontentamento nada tinha a ver com a questão organizacional ou o sistema de governo. Mas, sim, a falta de metas espirituais e evangelísticas por parte de seus líderes.