FJC - Força Jovem Cristã

FJC - Força Jovem Cristã Cantinho criado para postarmos nossas atividades, não como apenas um grupo de jovens Católicos. Mas como uma família jovem a serviço do Reino e do Rei!

Encontro aos sabados as 19 Hrs

Assim o Papa Francisco recordou Nossa Senhora de Fátima em seu diaNesta segunda-feira, 13 de maio, o Papa Francisco reco...
13/05/2019

Assim o Papa Francisco recordou Nossa Senhora de Fátima em seu dia

Nesta segunda-feira, 13 de maio, o Papa Francisco recordou a festa de Nossa senhora de Fátima, pedindo que a Virgem guie “todos nós no caminho da santidade”.

Em uma publicação em sua conta no Twitter, , o Santo Padre afirmou: “Maria, Virgem de Fátima, temos a certeza que cada um de nós é precioso aos teus olhos e que nada te é desconhecido de tudo o que habita os nossos corações. Guarda a nossa vida entre os teus braços, guia todos nós no caminho da santidade”.

Também no domingo, 12 de maio, após a oração do Regina Coeli, na Praça de São Pedro, no Vaticano, o Papa Francisco fez referência à Nossa Senhora de Fátima, confiando a Ela todos os fiéis.

“Os nossos pensamentos vão para a nossa mãe celeste, que celebraremos amanhã, 13 de maio, com o nome de Nossa Senhora de Fátima. Confiamo-nos a ela, para continuar a nossa jornada com alegria e generosidade”, disse o Pontífice na ocasião.

Esta declaração foi feita logo após o Santo Padre dirigir também algumas palavras às mães, ao saudá-las por ocasião do Dia das Mães, celebrado em diversos países no segundo domingo de maio.

Às mães, Francisco expressou o agradecimento por sua “preciosa ação no crescimento dos filhos e na defesa do valor da família. Recordemos também as mães que olham para nós do céu e continuam a vigiar-nos, com a sua oração”.

Em 12 e 13 de maio de 2017, o Papa Francisco esteve no Santuário de Fátima, em Portugal, por ocasião do centenário das aparições da Virgem na Cova da Iria, quando também canonizou dois dos pastorinhos videntes, os Santos Jacinta e Francisco Marto.

Naquela peregrinação à Cova da Iria, ao rezar com os fiéis, o Pontífice pediu a Deus que, “por intercessão da Virgem Maria, que aqui se manifestou revestida de Tua luz, faça com que perseveremos na fé”.

Fonte: acidigital

São José Operário, modelo de vida para o trabalhadorNo dia primeiro de maio a Igreja aponta-nos São José como o modelo d...
01/05/2019

São José Operário, modelo de vida para o trabalhador

No dia primeiro de maio a Igreja aponta-nos São José como o modelo de trabalhador em todas as espécies; e de modo especial também Jesus, pois o Mestre passou Sua juventude na carpintaria do seu pai adotivo e legal. Isso para nos mostrar a grandeza, dignidade e importância do trabalho. O Filho de Deus humanado trabalhou com mãos humanas. São Paulo disse aos tessalonicenses que “quem não quer trabalhar que não coma”.

José e Jesus foram executores de um trabalho braçal, simples e rude, para nos ensinar que todo trabalho é digno, bom e santif**ador. São José Maria Escrivá de Balaguer, criou o “Opus Dei” com a meta: “santif**ar o trabalho e ser santif**ado por ele”. Como disse Confúcio, “o trabalho é a sentinela da virtude”, e os santos disseram que “o ócio é a oficina do diabo”.

A preguiça gera muita dor. A lei do trabalho é uma lei de Deus, e quem a desobedece sofre e faz outros sofrerem: “Comerás o teu pão com o suor do teu rosto, até que voltes à terra de que foste tirado…” (Gn 3,19).

[...]
A glória do homem consiste em concluir o que Deus, propositadamente apenas começou, e isso ele faz pelo trabalho. O homem quando trabalha não só transforma as coisas e a sociedade, mas aperfeiçoa a si mesmo.

É o trabalho realizado por nossas próprias mãos, que determinará o nosso destino. Os homens amontoam os erros de sua vida e criam um monstro que chamam destino, disse Thomas Hobbes.

No devido tempo chegareis a colher o que semeastes. Deus nos dá o solo, a terra e a fertilidade da semente, mas não coloca a semente no solo. Mais importante que o talento é a perseverança. Todo trabalho traz em si a sua misteriosa recompensa.

Viva São José, o grande e mestre do trabalho.

Prof. Felipe Aquino - Site Cléofas

PÁSCOA, FESTA DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO “Com a sua morte destruiu a morte e com sua Ressurreição deu-nos a vida”.A Pásco...
21/04/2019

PÁSCOA, FESTA DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO

“Com a sua morte destruiu a morte e com sua Ressurreição deu-nos a vida”.

A Páscoa já era celebrada solenemente pelo povo judeu desde Moisés, para comemorar a passagem do Mar Vermelho, onde sucumbiram as forças do Faraó que perseguia o povo de Deus. Foi a passagem da escravidão do Egito para a liberdade da Terra Prometida por Deus a Abraão. Por isso os judeus a celebravam, e ainda celebram solenemente.

Cristo celebrava a Páscoa como bom judeu, fiel às Sagradas Escrituras, e celebrou-a juntamente com os seus Apóstolos na Última Ceia, onde nos deixou o memorial da sua Paixão: a Eucaristia.

A Páscoa cristã, que tem as sua imagem na dos judeus, é a celebração da Ressurreição de Cristo, a vitória da Vida sobre a morte, o triunfo da graça sobre o pecado, da luz sobre as trevas. Cristo desceu à mansão da morte para destruir a morte. “Com a sua morte destruiu a morte e com sua Ressurreição deu-nos a vida”.

Esta é a alegria e a esperança cristã. O verdadeiro cristão jamais se dá por vencido porque sabe que já é vitorioso Naquele que venceu a morte.

Cada criança ao ser batizada participa desta Morte e da mesma Ressurreição de Cristo; é regenerada; e vive uma vida nova na liberdade dos filhos de Deus.

Jesus, sendo Deus e Homem ao mesmo tempo, trazendo em si de modo harmonioso as duas naturezas, pôde morrer como homem e oferecer á Justiça divina, como Deus, um sacrifício de valor Infinito, e assim pôde conquistar para todos os homens de todos os lugares e de todos os tempos, o resgate do pecado e da morte.

Após a Ressurreição Jesus instituiu no mesmo domingo desta, o Sacramento do perdão, a Confissão; na verdade Ele estava ansioso para distribuir aos homens o perdão que Ele haveria de conquistar com sua morte e Ressurreição; por isso no mesmo dia em que ressurgiu dos mortos Ele enviou os seus Apóstolos a perdoar aos pecados em seu Nome. “Aqueles a quem vocês perdoarem os pecados, os pecados serão perdoados” (João 20,22).

[...]

Cristo Ressuscitou e vive entre nós. Ele disse aos Apóstolos antes da Ascensão ao Céu: “Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo”.

Coragem meu irmão, Jesus venceu a morte, venceu a dor, venceu o pecado… não tenha medo, porque Ele caminha conosco.
Feliz Páscoa!

Prof. Felipe Aquino - Site Cléofas

Sábado Santo: Esperança da Ressurreição O Sábado Santo, com o Jejum e com a Oração silenciosa, expressa também nossa inq...
20/04/2019

Sábado Santo: Esperança da Ressurreição

O Sábado Santo, com o Jejum e com a Oração silenciosa, expressa também nossa inquebrantável esperança na ressurreição final e na Segunda vinda do Senhor. A terra, grávida de Cristo, está para dar à luz o Senhor ressuscitado, como primícias da nova criação.

A Vigília Pascal é densa e grande. A Celebração da Vigília Pascal é o centro da Semana Santa. Toda a quaresma e os dias santos preparam-nos para o momento culminante: o da ressurreição. A celebração compreende quatro partes: A liturgia da Luz – a primeira parte desta Vigília celebra a Cristo, Luz que ilumina a todo homem, simbolizado no Círio Pascal, imagem de Cristo Ressuscitado.

Com a benção do fogo e do Círio, a Igreja às escuras na entrada do Círio lembra que o Cristo Ressuscitado é a luz do mundo, quebra a escuridão e enche de luz a todos aqueles que se aproxima dele com fé viva. É o triunfo da luz sobre as trevas do mal. Essa primeira parte termina com a ação de graças ou proclamação da Páscoa ( Exultet) , que exprime o caráter cósmico da vitória de Cristo.

A Liturgia da Palavra – as leituras do Antigo e Novo Testamento mostram em grandes pinceladas o amor maravilhoso de Deus. Desde a criação do mundo, todas as promessas e a aliança até a sua realização plena na morte e ressurreição de Cristo, mediador da Nova Aliança.

A Liturgia Batismal – Na terceira parte da Vigília, tudo o que é anunciado se faz realidade através dos sacramentos, dos quais, o batismo é o primeiro. O sinal sacramental do batismo é a água. O celebrante, enquanto mergulha o Círio Pascal na água, benze-a e consagra-a, pedindo a Deus para que envie o Espírito Santo sobre ela, para torná-la fecunda e, assim, dessa água poderem nascer os filhos de Deus.

A Liturgia Eucarística – é a expressão de viver a nova vida de ressuscitados junto com Jesus . A eucaristia é o ponto alto da noite pascal. O encontro pessoal com o ressuscitado, na comunhão, torna-nos participantes do triunfo sobre a morte e sobre o mal. A Páscoa de Cristo é a nossa Páscoa, a Páscoa da Igreja (Rm 6, 9).

O centro da Semana Santa é a Vigília Pascal. Muitas coisas nos alegram na vida, assim como outras nos entristecem. Nenhuma nos pode alegrar tanto como a Ressurreição do Senhor. Desde que Cristo ressuscitou, a vida não é um caminho que fatalmente desemboca na morte, mas a morte é um caminho que fatalmente desemboca na vida.

Site Canção Nova

Sexta-feira SantaNeste dia celebramos a paixão e morte de Jesus Cristo. O silêncio, o jejum e a oração devem marcar este...
19/04/2019

Sexta-feira Santa

Neste dia celebramos a paixão e morte de Jesus Cristo. O silêncio, o jejum e a oração devem marcar este dia que, ao contrário do que muitos pensam, não deve ser vivido em clima de luto, mas de profundo respeito diante da morte do Senhor que, morrendo, foi vitorioso e trouxe a salvação para todos, ressurgindo para a vida eterna.

Às 15 horas, horário em que Jesus foi morto, é celebrada a principal cerimônia do dia: a Paixão do Senhor. Ela consta de três partes: liturgia da Palavra, adoração da cruz e comunhão eucarística. Depois deste momento não há mais comunhão eucarística até que seja realizada a celebração da Páscoa, no Sábado Santo.

Ofício das Trevas

Trata-se de um conjunto de leituras, lamentações, salmos e preces penitenciais. O nome surgiu por causa da forma que se utilizava antigamente para celebrar o ritual. A igreja f**a às escuras tendo somente um candelabro triangular, com velas acesas que se apagam aos poucos durante a cerimônia.

Sermão das Sete Palavras

Lembra as últimas palavras de Jesus, no Calvário, antes de sua morte. As sete palavras de Jesus são: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem…”, “Em verdade te digo: hoje estarás comigo no Paraíso”, “Mulher, eis aí o teu filho… Eis aí a tua Mãe”, “Tenho Sede!”, “Eli, Eli, lema sabachtani? – Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?”, “Tudo está consumado!”, “Pai, em tuas mãos entrego o meu Espírito!”. Neste dia, não se celebra a Santa Missa.

Por volta das 15 horas celebra-se nas igrejas católicas a Solene Ação Litúrgica comemorativa da Paixão e Morte de Jesus Cristo. À noite as paróquias fazem encenações da Paixão de Jesus Cristo com o Sermão do Descendimento da Cruz e em seguida a Procissão do Enterro, levando o esquife com a imagem do Senhor morto.

Prof. Felipe Aquino - Site Cléofas

Quinta-feira SantaCom a Santa Missa da Ceia do Senhor, nesta Quinta-feira Santa, tem início o Tríduo Pascal. Ao recordar...
18/04/2019

Quinta-feira Santa

Com a Santa Missa da Ceia do Senhor, nesta Quinta-feira Santa, tem início o Tríduo Pascal. Ao recordar a Última Ceia de Jesus com os discípulos, celebra-se a instituição da Eucaristia. Além disso, ocorre o rito do lava-pés, repetindo o gesto de Cristo que lavou os pés dos seus discípulos, deixando a todos um testemunho da vocação ao serviço do mundo e da Igreja.

O pão e o vinho

São os elementos naturais que Jesus toma não para que simbolizem, mas sim para que se convertam em seu Corpo e seu Sangue e o façam presente no sacramento da Eucaristia.

Jesus os assume no contexto da ceia pascal, onde o pão ázimo da páscoa judaica que celebrava com seus apóstolos fazia referência a essa noite no Egito em que não havia tempo para que a levedura fizesse seu processo na massa (Ex 12,8).

O vinho é o novo sangue do Cordeiro sem defeitos que, posto na porta das casas, evitou aos israelitas que seus filhos morressem na passagem de Deus (Ex 12,5-7). Cristo, o Cordeiro de Deus (Jo 1,29), ao que tanto se refere o Apocalipse, salva-nos definitivamente da morte por seu sangue derramado na cruz.

Os símbolos do pão e o vinho são próprios da Quinta-feira Santa quando, durante a Missa vespertina da Ceia do Senhor, celebramos a instituição da Eucaristia, da qual encontramos alusões e alegorias ao longo de toda a Escritura.

Mas como esta celebração vespertina é o princípio do Tríduo Pascal, é necessário destacar que a Eucaristia dessa Quinta-feira Santa, celebrada por Jesus sobre a mesa-altar do Cenáculo, era a antecipação de seu Corpo e seu Sangue oferecidos à humanidade no “cálice” da cruz, sobre o “altar” do mundo.

O lava-pés

Um gesto incomum para um Mestre, próprio dos escravos, converte-se na síntese de sua mensagem e dá aos apóstolos uma chave de leitura para enfrentar o que virá.

Em uma sociedade onde as atitudes defensivas e as expressões de autonomia se multiplicam, Jesus humilha nossa soberba e nos diz que abraçar a cruz, sua cruz, hoje, é estar a serviço dos outros. É a grandeza dos que sabem fazer-se pequenos, a morte que conduz à vida.

Fonte: ACI Digital

As lições do Domingo de RamosA Semana Santa começa no Domingo de Ramos, cuja liturgia celebra a entrada de Jesus Cristo ...
14/04/2019

As lições do Domingo de Ramos

A Semana Santa começa no Domingo de Ramos, cuja liturgia celebra a entrada de Jesus Cristo em Jerusalém montado em um jumentinho (o símbolo da humildade), que é aclamado pelo povo simples.

As pessoas O aplaudiam como “Aquele que vem em nome do Senhor”; esse mesmo povo que O viu ressuscitar Lázaro de Betânia poucos dias antes, estava maravilhado, e tinha a certeza de que este era o Messias anunciado pelos profetas. Porém, pareciam ter se enganado no tipo de Messias que o Senhor era. Pensavam que fosse um Messias político, libertador social, que fosse arrancar Israel das garras de Roma e devolver-lhe o apogeu dos tempos de Davi e Salomão.

Para deixar claro a esse povo que Ele não era um Messias temporal e político, um libertador efêmero, mas o grande libertador do pecado, a raiz de todos os males, então, Cristo entra na grande cidade, a Jerusalém dos patriarcas e dos reis sagrados, montado em um jumentinho; expressão da pequenez terrena, pois não Ele é um Rei deste mundo!

Dessa forma, o Domingo de Ramos é o início da Semana que mistura os gritos de “Hosana” com os clamores da Paixão de Cristo. O povo acolheu Jesus abanando seus ramos de oliveiras e palmeiras. Os ramos signif**am a vitória: “Hosana ao Filho de Davi: bendito seja o que vem em nome do Senhor, o Rei de Israel; hosana nas alturas”. Hosana quer dizer “salva-nos!”. O sentido da Procissão de Ramos é mostrar essa peregrinação sobre a terra que cada cristão realiza a caminho da vida eterna com Deus. Ela nos recorda que somos apenas peregrinos neste mundo tão passageiro, tão transitório, que se gasta tão rapidamente. Mostra-nos que a nossa pátria não é neste mundo, mas na eternidade, que aqui nós vivemos apenas em um rápido exílio em demanda pela casa do Pai.

O Domingo de Ramos ensina-nos que a luta de Cristo e da Igreja, e consequentemente a nossa também, é a luta contra o pecado, a desobediência à Lei sagrada de Deus que hoje é calcada aos pés até mesmo por muitos cristãos que preferem viver um cristianismo “light”, adaptado aos seus gostos e interesses e segundo as suas conveniências. Impera como disse Bento XVI, a ditadura do relativismo.

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Pe. Reginaldo Manzotti: pedir perdão em pensamento não bastaSacerdote lembra que “a confissão não só perdoa os pecados, ...
04/04/2019

Pe. Reginaldo Manzotti: pedir perdão em pensamento não basta

Sacerdote lembra que “a confissão não só perdoa os pecados, mas dá força para evitá-los”

Nós estamos em um tempo propício para a confissão, um dos Sacramentos de
cura. Não estou falando de uma confissão direta com Deus, porque esse tipo
de confissão, para nós católicos, é insuficiente. Estou falando da confissão
sacramental que passa pelos ouvidos do padre, o Sacramento da Penitência e
da Reconciliação.

Mas quem inventou a confissão? Está no Evangelho segundo João: “Àqueles aquem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados, e àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos"; (Jo 21, 21 – 23). Ou seja, o próprio Jesus Cristo instituiu o sacramento da confissão.

Jesus Cristo, o médico dos médicos, curou e perdoou os pecados e quis que Igreja continuasse pela força do Espírito Santo a sua obra da cura e salvação. E como podemos realizar isso? Através da confissão.

Para explicar os benefícios deste sacramento usarei as palavras de Pio XII: “A confissão não só perdoa os pecados, mas dá força para evitá-los”. Ainda segundo Pio XII, são seis os resultados da confissão: autoconhecimento,
humildade, pureza de coração, força de vontade, direção espiritual e aumento da graça.

De confissão em confissão crescemos na graça de Deus, mas o arrependimento precisa ser verdadeiro. Deus perdoa, mas sem isso o perdão vai e volta, porque não tem aderência. Quando uma pessoa está realmente arrependida ela se torna maleável, fácil de ser esculpida como uma pedra sabão.

Outro ponto importante: a confissão precisa ser de forma clara e concisa para
que seu confessor entenda imediatamente. Pedir perdão em pensamento não basta. Se o padre te conhece e o seu pecado te trouxer constrangimentos, procure outro sacerdote, mas não deixe de confessar. Lembrando que a confissão é o exercício da humildade.

Um dos princípios para uma boa confissão é não querer continuar no pecado.

Mas por que pecamos? Porque temos o livre arbítrio. A liberdade de dizer o que queremos e de fazer o que queremos nos permite realizar atos contrários ao Criador.
[...]
É tempo de confissão, é tempo de conversão.

Site: Aletéia

QUAL O SENTIDO DA CELEBRAÇÃO DAS CINZAS?A Quarta-feira de Cinzas foi instituída há muito tempo na Igreja; marca o início...
06/03/2019

QUAL O SENTIDO DA CELEBRAÇÃO DAS CINZAS?

A Quarta-feira de Cinzas foi instituída há muito tempo na Igreja; marca o início da Quaresma, tempo de penitência e oração mais intensa.

Para os antigo judeus sentar sobre as cinzas já signif**ava arrependimento dos pecados e voltar para Deus. As Cinzas bentas e colocadas sobre as nossas cabeças nos fazem lembrar que vamos morrer; que somos pó e que ao pó da terra voltaremos (Gn 3, 19) para que nosso corpo seja refeito por Deus de maneira gloriosa para não mais perecer.

A intenção deste sacramental é levar-nos ao arrependimento dos pecados, marcando o início da Quaresma; e fazer-nos lembrar que não podemos nos apegar a esta vida achando que a felicidade plena possa ser construída aqui. É uma ilusão perigosa. A morada definitiva é o céu.

Quando teve origem a prática das cinzas?

A origem da imposição da cinza pertence a estrutura da penitência canônica. Começou a ser obrigatória para toda a comunidade cristã a partir do século X. A liturgia atual conserva os elementos tradicionais: imposição da cinza e jejum rigoroso.

Quando se abençoa e se impõem as cinzas?

A bênção e a imposição das cinzas tem lugar dentro da Missa, após a homilia; embora em circunstâncias especiais, se pode fazer dentro de uma celebração da Palavra. As formas de imposição das cinzas se inspiram na Escritura: Gn, 3, 19 e Mc 1, 15.

De onde provém a cinza?

A cinza procede dos ramos abençoados no Domingo da Paixão do Senhor, do ano anterior, seguindo um costume que se remonta ao século XII.

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O CRISTÃO É UM OUTRO CRISTO Pela fé e pelos Sacramentos nos tornamos membros do Senhor.“Neste corpo, a vida de Cristo se...
26/01/2019

O CRISTÃO É UM OUTRO CRISTO

Pela fé e pelos Sacramentos nos tornamos membros do Senhor.

“Neste corpo, a vida de Cristo se difunde através dos crentes que os sacramentos, de uma forma misteriosa e real, unem a Cristo sofredor e glorif**ado” (LG 7).

É por isso que todo batizado, todo cristão, é chamado a “conformar-se” com Cristo; isto é, assumir a forma de Cristo, tanto no sofrimento quanto na glória. É o que São Paulo dizia a São Timóteo:

“Eis uma verdade absolutamente certa: Se morrermos com ele, com ele viveremos. Se soubermos perseverar, com ele reinaremos” (2Tm 2,11).

Diziam os Santos Padres da Igreja: “Christianus alter Christus”, isto é, o cristão é um outro Cristo, exatamente por ser membro do Corpo de Cristo e viver do Seu mesmo Espírito. É por sentir-se realmente membro de Cristo que São Paulo afirmava:

“O que falta às tribulações de Cristo, completo na minha carne, por seu corpo que é a Igreja” (Col 1,24).

Aos Gálatas o Apóstolo mostra a sua perfeita identif**ação com Cristo-Cabeça da Igreja:

“Eu vivo, mas já não sou eu: é Cristo que vive em mim. A minha vida presente, na carne, eu a vivo na fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim” (Gal 2,20).

Aos Filipenses São Paulo resume sua perfeita comunhão com Cristo dizendo que:

“Cristo será glorif**ado no meu corpo (tenho toda a certeza disto) quer pela minha vida quer pela minha morte. Por que para mim o viver é Cristo…” (Fil 1,20-21).

Paulo queria que os filipenses tivessem “o mesmo sentimento de Cristo Jesus” (Fil 2,5); isto é, que os seus membros imitassem a Cabeça.

“Tende um mesmo amor, uma só alma e os mesmos pensamentos” (2,3).

A meta de cada membro é assemelhar-se à Cabeça (Col 1,18), “até Cristo ser formado neles” (Gal 4,19). Para isso somos inseridos nos mistérios de Sua vida.

Porque a Igreja é “um só Corpo”, é que a sua maior necessidade é a unidade, tão exigida por Jesus e pelos Apóstolos.

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QUARTO MANDAMENTO: “HONRAR PAI E MÃE”Deus estabeleceu a humanidade sobre a família, e colocou os pais como os primeiros ...
21/01/2019

QUARTO MANDAMENTO: “HONRAR PAI E MÃE”

Deus estabeleceu a humanidade sobre a família, e colocou os pais como os primeiros educadores dos filhos; por isso colocou este Mandamento: “Honra teu pai e tua mãe” (Dt 5,16; Mc 7,8).

“Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor, teu Deus, te dá” (Êx 20,12). Jesus cumpriu com perfeição este mandamento: “Era-lhes submisso” (Lc 2,51). São Paulo ensinou aos cristãos: “Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, pois isso é justo. ‘Honra teu pai e tua mãe’; este é o primeiro mandamento acompanhado de promessas: ‘para seres feliz e teres uma longa vida sobre a terra'”(Ef 6,1-3). “Filhos, obedecei em tudo a vossos pais, pois isso é agradável ao Senhor” (Cl 3,20).

O respeito do filho pelos pais se revela pela docilidade e pela obediência: “Meu filho, guarda os preceitos de teu pai, não rejeites a instrução de tua mãe… Quando caminhares, te guiarão; quando descansares, te guardarão; quando despertares, te falarão” (Pr 6,20-22). Ensina a Igreja que “Deus quis que, depois dele, honrássemos nossos pais e os que Ele, para nosso bem, investiu de autoridade” (CIC § 2248).

Fazendo eco a essas palavras o Papa João Paulo II, disse na Carta às Famílias: “(…) “Honra o teu pai e a tua mãe”, porque eles são para ti, em determinado sentido, os representantes do Senhor, aqueles que te deram a vida, que te introduziram na existência: numa estirpe, numa nação, numa cultura. Depois de Deus são eles os teus primeiros benfeitores… E por isso: honra os teus pais! Há aqui uma certa analogia com o culto devido a Deus” (CF, 15).

Um aspecto importante na educação dos filhos é a “Bênção dos pais”. Diz o livro do Eclesiástico: “Honra teu pai por teus atos, tuas palavras, tua paciência a fim de que ele te dê a sua bênção”. Honrar é uma expressão muito forte, quer dizer “encher de honra”, de glória, de respeito (…), e tudo isto deve ser feito “por teus atos e tuas palavras… afim de que ele te dê a sua bênção e que esta permaneça em ti até o teu último dia” (Eclo 3,9- 10).

A bênção dos pais para os filhos não é mera formalidade social ou tradicional; mas é a bênção do próprio Deus para os filhos “através” dos pais, por meio daqueles que lhe deram a vida.

Prof. Felipe Aquino - Site Cléofas

Pelo 4° ano consecutivo, o grupo de jovens Força Jovem Cristã está com essa campanha do "Natal Solidário". Nossa intençã...
18/12/2018

Pelo 4° ano consecutivo, o grupo de jovens Força Jovem Cristã está com essa campanha do "Natal Solidário". Nossa intenção é arrecadar brinquedos e montar sacolinhas surpresas e distribuir nos dias que antecedem o dia do Natal. Será de grande valia a ajuda de cada um, seja doando um brinquedo (novo ou em boas condições de uso), balas, pirulito, pipocas, dinheiro ou até mesmo ajudando nos dias de doação. Estamos vendendo também uma rifa no valor de 2 reais em prol dessa causa. Queremos também contar com o Respeito e Carinho e Compreensão de cada morador da cidade. Abrace essa causa e ajude a deixar o Natal de uma criança ou até mesmo de uma família mais feliz e prazeroso.

Apoio da Pastoral da Criança e Sociedade São Vicente de Paulo.
"Cada criança é preciosa. Cada criança é uma criatura de Deus." Santa Teresa de Calcutá

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Ipaba, MG
35198000

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