14/07/2025
Bom diaaa desejo um ótimo início de semana a todos nas bençãos de Orixá Bará! E vamos falar um pouco de Bará Lodê.
Bará Lodê: É o Orixá das chaves que abrem ou fecham os caminhos, para todas as existencias. Cuida de todos os cruzeiros, da estrada, do mato ou da rua.
É o gerador do que existe, do que existiu e do que ainda vai existir.
O nome “Bará” significa: aquele que é possuidor do poder.
Também chamado de Exú Bará, pois “Exú” significa esfera,
Aquilo que é infinito, que não tem começo nem fim.
O dia da semana que saudamos Bará é segunda feira.
Sua saudação é Alupo que na língua yorubá significa "venha o falante" orixá Bará além de ser o dono dos cruzeiros e caminhos também é o orixá da comunicação. Sua cor é o vermelho.
Parte do corpo que rege:
Esqueleto, p***s, pâncreas, uretra, urina.
Barás da rua
Bará Lodê, considerado violento e por isso muito respeitado.
É o guardião do templo, portanto deve-se cumprimentá-lo
Por primeiro por todos independente de s**o ao entrar no terreiro.
Seu assentamento e seus pertences ficam guardados
à parte numa casinha na entrada do Ilê.
Acompanham o Bará Lodê: Ogum Avagã e em algumas nações também Oyá Timboá,
Igualmente denominados Orixás de rua.
Sobre Orixá Bará.
Um de seus símbolos marcantes é a chave, pois é o que permite.
A passagem e o início de tudo e é responsável pelos caminhos e pela comunicação.
As questões mais imediatas relacionadas a dinheiro e trabalho,
É a ele que pedimos abertura.
Faz a interligação entre Aiyê (terra)
E ao Orún(céu) Pedimos a ele que leve
Aos demais Orixás nossos pedidos e agradecimentos, afinal,
Não teremos êxito sem antes pedirmos e ofertarmos algo a ele.
Bará é quem deve receber as oferendas em primeiro lugar
A fim de assegurar que tudo corra bem.
Outra característica marcante de Bará é ser o detentor
E o transmissor da fertilidade e da fecundação.
Este Orixá cuida da parte sexual dos homens de seus órgãos genitais
De reprodução. Seu outro símbolo é o "Falo" (a simbologia de um p***s pendurado em seu braço)
Longe de ser obsceno, pois a presença de Bará
Faz-se necessária na geração de uma vida.
É o mais humano dos orixás, por exemplo: adora agrados e oferendas,
Detesta água e chuva, nos dias chuvosos é inútil lhe entregar oferendas na rua.
Nestes dias é melhor deixá-los guardadas no Quarto-de-Santo até que a chuva cesse.
Ele está presente nos lugares onde existem multidões, gargalhadas, risos fartos e nas alegrias incontidas. É o desprendimento do nervosismo contido no peito, a rapidez do deslocamento.
“Capaz de carregar o óleo que comprou no mercado
“Numa simples peneira sem que este óleo se derrame”.
E assim é Bará, o Orixá que faz o acerto virar erro e o erro virar acerto.
Além disso, ele é muito irreverente, adorando resolver e propor enigmas. Caminha no tempo e espaço com tranquilidade, buscando coisas no passado, presente e futuro. Se ele não é tratado de maneira correta, ele confunde e zomba de quem o maltrata. Mas quando
é reverenciado, ajuda, abre caminhos e soluciona.
Segundo a mitologia, ele adora inverter a ordem estabelecida, como,
por exemplo, a mulher trabalhar fora de casa e o homem gerarem
as crianças e cuidar de todas as atividades do lar.
Isso serve para incentivar mudanças e desenvolvimento.
As diferenças físicas que existem entre todos os seres,
Principalmente os humanos, é um atributo de Bará,
caso contrário, seríamos exatamente iguais.
Filhos de Bará.
Os filhos de Bará possuem uma personalidade muito marcante,
ora são pessoas inteligentes e compreensivas com os problemas dos outros, ora são bravas, intrigantes e ficam muito contrariadas.
Por isso para ter-se um amigo ou filho de Bará é preciso que se tenha muito jeito e compreensão ao tratar-se com ele.
São pessoas altamente fiéis aos seus princípios,
e às suas causas. São corajosos e dedicados. Amáveis, não medem esforços nem sacrifícios para auxiliar as pessoas que ama.
Excelentes amantes, a virilidade é uma característica básica.
Daqueles regidos por este orixá.
Características Positivas:
Sempre chegam ao seu objetivo, mesmo que para isto tenham que se empenhar de corpo e alma. Fortes, capazes, românticos, felizes, participativos, francos, inquietos, sinceros, espertos e atentos.
Características Negativas:
Severos e exigentes ao extremo, caprichosos, extremamente vaidosos, intrigueiros, mentirosos(por vezes) manipuladores
e ambiciosos. Brigões, debochados e brincalhões.
O HOMEM DE BARÁ
O Orixá do s**o, da procriação e da fertilidade, faz de seus filhos homens com enorme poder de sedução. Afinal, cabe a ele o papel
de dar continuidade à espécie. Mas justamente por ser extremamente sensual e também por ser versátil, será capaz de agir dessa forma com várias pessoas ao mesmo tempo. O mais interessante de tudo é que ele dificilmente se afasta definitivamente das mulheres com quem manteve vínculos amorosos e se***is. Por esta razão, não é difícil reconquistá-lo, principalmente se ele se deu bem sexualmente com essa parceira interessada em tê-lo de volta.
A MULHER DE BARÁ
Assim como o homem de Bará, a mulher é dotada de muita sensualidade. Mas esta é uma característica que ela não deixa transparecer com facilidade. Pelo contrário, tentará escondê-la atrás de uma imagem bastante reservada. Poderão ser mais transparente em relação ao s**o,
se sentir segurança com seu companheiro. E segurança emocional
para uma filha de Bará significa encontrar um homem
Que desenvolva com ela uma grande cumplicidade.
Aí sim ela se soltará e se mostrará como realmente é:
extremamente sensual.
BARÁ
Orixa Bará Léba foi o primeiro Orixá a chegar na terra, por isso o cruzeiro é dele. Quando ele chegou e pisou na terra, partiu o cruzeiro em 4 partes, e junto com ele veio a mentira, porque ele foi na parte de cima do cruzeiro e se identificou como Exu Lodê, saindo dali foi na cabeceira do mato e se identificou como Exu Adague, rodeou e foi mato a dentro, identificando-se como Exu Lanã, saindo dali, foi-se à beira da praia e identificou-se como Exu Agelú. Chegando-se a conclusão de que todos os nossos Barás são um só, só que Léba é o nosso Orixalá, aí vem a controvérsia que em alguns lados ele chega e outros não.
Texto Ilê axé afefe de Oyá Bomi.