31/07/2026
Julho tem 31 dias porque Deus sabia que, de vez em quando, seria impossível viver tudo o que Ele tinha para nós em menos dias.
Que mês!
Hoje, para fechar, é aniversário do meu melhor amigo. Vamos do lixo ao luxo com a mesma alegria e sempre de mãos dadas. Isso é raro, e eu só tenho a agradecer.
Este mês vivi experiências que, sinceramente, não consigo explicar em palavras. Tudo o que eu tentar dizer será pouco, insuficiente, quase inexprimível.
Vivi várias experiências com Deus, todas singelas e bonitas.
Meu sonho era ver um elefante na natureza, livre. Ele me esperou no meio da savana e ficou a apenas dez metros de mim, me olhando calmamente. Ele sabia da importância daquele momento para mim, e eu sabia que aquilo era um presente.
Manter-me deslumbrada, para mim, é isso: olhar para a vida com a certeza de que tudo é um milagre.
Também vivi um momento de culto como há anos não vivia. Não havia palco, não havia sequer cadeiras, mas havia fé. Muita fé. E Ele me encontrou no serviço.
Eu vi Jesus menino. Eu vi. Caminhei ao lado d’Ele, peguei-O no colo, brinquei com Ele.
Toda criança que cruzou o meu caminho no Bengo era Jesus menino: feliz no pouco, abrindo os braços para quem desejasse amá-Lo.
Definitivamente, julho transformou a minha humanidade. E Jesus, como sempre, transformou-me em alguém menos pior.
Fechei o mês com beijos e abraços de sobrinha e de irmão. Minhas riquezas.
Julho termina, mas permanece.