Tenda de Umbanda Filhos de Pai Peri

Tenda de Umbanda Filhos de Pai Peri Casa de Pai Oxóssi e Mãe Iemanjá 🍃🌊 Compromisso sério
Pela fé, pela necessidade ou pela dor! Obviamente, este compromisso será do bom comportamento. Senhor!

Não importa o motivo que levou alguém para a religião mas qualquer que seja, em algum momento o seguidor deve assumir um compromisso. Eu tento, tento, tento, e, quando faço uma reflexão, vejo que estou longe de ser poço de virtudes. Fazei de mim um instrumento da tua paz”. Que tal se Ele faz? Dai vamos ao velho ditado “faça o que eu digo mas não faça o que eu faço”.
“Devo levar amor onde existe ód

io?” Devo! “Devo levar alegria onde existe tristeza?” Devo! “Devo levar esperança onde existe desespero?” Devo! Só aí já estou devendo muito e nem cheguei no final.
É difícil! Porém, vou continuar tentando, pois, quem sabe um dia terei superávit na balança das virtudes sobre os vícios. Ser Zelador foi o compromisso que assumi e espero melhorar quanto puder para justificar a encarnação. Amo esta casa e me sinto agraciado por cada filho que nela está, levando comigo a bandeira da Umbanda!

Que Agosto seja um mês de muito amor! Acompanhe as nossas redes sociais e saiba mais sobre a Tenda do Pai Peri.
24/07/2026

Que Agosto seja um mês de muito amor!

Acompanhe as nossas redes sociais e saiba mais sobre a Tenda do Pai Peri.

24/06/2026

Que a energia de Xangô continue iluminando nossos caminhos com justiça, equilíbrio e sabedoria, trazendo amor, tranquilidade e proteção para todos os lares e corações.

Que do Oriente, com seus poderes de misticismo e luz, continue abençoando suas filhas, fortalecendo a caminhada de cada uma que buscam a caridade, a fé e a evolução espiritual.

Nossa gratidão a todos confiam em nosso trabalho.

🪓 Saravá Xangô Caô!

🌿 Saravá o Caboclo Pedra Branca!
🌿 Saravá o Caboclo Lua Branca!
🌿 Saravá o Caboclo do Sol!
🌿 Saravá o Caboclo Pedra da Lua!

Que os Caboclos derramem suas bênçãos, trazendo força, coragem, saúde e prosperidade a todos.

Gratidão, fé e axé! 🙏🏾✨

02/05/2026

Saída de 07 anos da Patrícia de Ogum

Este não é apenas um marco de tempo… é a celebração de uma caminhada de fé, entrega e transformação.
Foram 07 anos sob a força de Ogum e o acolhimento de Iemanjá, onde cada passo foi guiado, cada batalha foi sustentada e cada vitória foi merecida.
Que Ogum continue abrindo seus caminhos com sua espada firme, e que Iemanjá siga te envolvendo com seu manto de amor e proteção.
Que a espiritualidade maior nunca te falte… que te guie, te sustente e te fortaleça em todos os momentos, trazendo paz nos dias difíceis, luz nas decisões e prosperidade em sua jornada.
Patrícia, sua caminhada dentro da casa do Caboclo Peri foi marcada por lealdade, dedicação e um amor verdadeiro que não se explica, se sente.

Que seus caminhos sejam sempre abertos, protegidos e iluminados.

Esses dias vi uma sacerdotisa anunciar publicamente seu afastamento. (Se não me falha a memória ela é do Rio Grande do S...
28/04/2026

Esses dias vi uma sacerdotisa anunciar publicamente seu afastamento. (Se não me falha a memória ela é do Rio Grande do Sul).

Ela relatou fechar a casa.
Encerrar um ciclo.
Entregar os assentamentos de seus filhos.

E imediatamente surgiram os juízes do sacerdócio alheio:

“Missão é para a vida toda.”
« Tem que pensar nos Òrìsàs.”
« E as pessoas que precisam dela?”
»Sacerdote não pode desistir.”

Foi então que uma pergunta me atravessou:

Até que ponto vale o preço de ser sacerdote?

Porque existe uma cobrança silenciosa e às vezes cruel de que o sacerdote seja uma espécie de entidade funcional: sempre disponível, sempre forte, sempre equilibrado, sempre pronto para ouvir dores, resolver conflitos, sustentar egos, apartar guerras internas, alimentar esperanças e carregar demandas espirituais que não cessam.

Mas quase nunca perguntam:

quem sustenta quem sustenta?

As pessoas esperam de um sacerdote direção, colo, resposta, milagre, solução, paciência, presença e renúncia.

Esperam que ele esteja acima do cansaço.
Acima da frustração.
Acima da exaustão emocional.
Acima da própria humanidade.

Como se ao assumir um cargo espiritual ele tivesse automaticamente assinado a própria anulação como indivíduo.

Mas sacerdote tem vida.
Tem corpo.
Tem limites.
Tem vontade própria.
Tem sonhos fora do barracão.
Tem necessidades emocionais.
Tem ambições humanas e profissionais.
E principalmente: Tem o direito de não querer morrer em nome de uma função.

Porque conviver com gente é uma das tarefas mais difíceis do mundo.

Pessoas são cheias de certezas, de carências, de melindres, de projeções, de exigências e, muitas vezes, de ingratidão.

Muitas não querem ser conduzidas.
Querem apenas ser beneficiadas.
Querem a bênção, querem a reza,querem o ebó, querem o milagre,querem o amparo…
Mas nem sempre querem disciplina, entrega, transformação ou responsabilidade espiritual.

Querem o resultado sem o processo.

E no meio disso tudo está o sacerdote, algumas vezes adoecendo em silêncio para manter viva uma estrutura que quase nunca o poupa.

Então eu volto à pergunta:

Qual é o valor real da força de um sacerdote?

Porque sua força é sempre exigida.

Mas sua saúde física e emocional raramente é preservada!?

Seu tempo é tomado como se fosse público.
Sua energia é tratada como se fosse infinita.
Sua renúncia é naturalizada como obrigação.

E qualquer movimento de recolhimento é chamado de fraqueza, egoísmo ou falta de compromisso com os Òrìsàs.

Mas talvez exista uma verdade incômoda que muitos não querem aceitar:
nenhum Òrìsà se honra através do adoecimento completo de quem serve.

Não existe grandeza espiritual em destruir a própria vida para manter expectativas humanas.

Não existe santidade em se abandonar para continuar sendo útil.

Sacerdócio não deveria ser sentença de desaparecimento pessoal.

Não deveria exigir que alguém abrisse mão do crescimento profissional, da saúde mental, da paz doméstica e da própria identidade para conduzir pessoas que, muitas vezes, sequer desejam verdadeiramente caminhar.

Porque servir ao sagrado não deveria significar servir à exaustão.

Talvez a pergunta não seja por que alguém fecha uma casa.

Talvez a pergunta seja..quantos sacerdotes continuam de pé apenas porque se sentem culpados demais para ir embora?

Texto: Ventos de Oyá / Oyanitiatiiná 🔥

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