Templo de Umbanda Filhos do Amanhecer e Cabocla Jupiara - TUFA

Templo de Umbanda Filhos do Amanhecer e Cabocla Jupiara - TUFA Templo de Umbanda Filhos do Amanhecer e Cabocla Jupiara -Ilè Asé Madé Ibò

E com grande pesar que comunicoOs líderes e amigos adeptos que o conheciamMeu Herói foi morar com pai Olorum recolhido p...
19/05/2026

E com grande pesar que comunico
Os líderes e amigos adeptos que o conheciam
Meu Herói foi morar com pai Olorum recolhido para o ayé

26/02/2026
26/07/2024

SALUBA NANÃ!!!

Itan de Nanã

Nanã Burukú é o orixá dos mangues, do pântano, senhora da morte. É responsável pelos portais de entrada (reencarnação) e saída (desencarne) das almas; remete à nossa ancestralidade, um espírito antigo que conduz os espíritos desencarnados ao mundo espiritual, aconchegando-os em seus braços.

Ogum precisava chegar ao outro lado de um grande pântano, lá havia uma séria confusão ocorrendo e sua presença era solicitada com urgência. Resolveu então atravessar o lodaçal para não perder tempo.
Ao começar a travessia que seria longa e penosa ouviu atrás de si uma voz autoritária:
- Volte já para o seu caminho rapaz! - Era Nanã com sua majestosa figura matriarcal que não admitia contrariedades - Para passar por aqui tem que pedir licença! - Como pedir licença? Sou um guerreiro, preciso chegar ao outro lado urgente. Há um povo inteiro que precisa de mim, disse Ogun; Nanã, por sua vez, retrucou -Não me interessa o que você é e sua urgência não me diz respeito. Ou pede licença ou não passa. Aprenda a ter consciência do que é respeito ao alheio. Ogum riu com escárnio:
- O que uma velha pode fazer contra alguém jovem e forte como eu? Irei passar e nada me impedirá!
Nanã imediatamente deu ordem para que a lama tragasse Ogum para impedir seu avanço. O barro agitou-se e de repente começou a se transformar em grande redemoinho de água e lama. Ogum teve muita dificuldade para se livrar da força imensa que o sugava. Todos seus músculos retesavam-se com a violência do embate.
Foram longos minutos de uma luta sufocante. Conseguiu sair, no entanto, não conseguiu avançar e sim voltar para a margem. De lá gritou:
-Velha feiticeira, você é forte não nego, porém também tenho poderes. Encherei esse barro que chamas de reino com metais pontiagudos e nem você conseguirá atravessa-lo sem que suas carnes sejam totalmente dilaceradas. E assim fez. O enorme pântano transformou-se em uma floresta de facas e espadas que não permitiriam a passagem de mais ninguém.
Desse dia em diante Nanã aboliu de suas terras o uso de metais de qualquer espécie. Ficou furiosa por perder parte de seu domínio, mas intimamente orgulhava-se de seu trunfo: - Ogum não passou!

Oriki ty Nanà (Oração para Nanã)

Okiti Kata, Ekùn A Pa Eran Má Ni Yan
Olu Gbongbo Ko Sun Ebi Eje
Gosungosun On Wo Ewu Eje
KO Pá Eni Ko Je Oka Odun
A Ni Esin O Ni Kange
Odo Bara Otolu
Omi a Dake Je Pa Eni
Omo Opara Ogan Ndanu
Sese Iba O
Iba Iye Ni Mo Mo Je Ni Ko Je Ti Aruní
Emi Wa Foribale Fun Sese
Oluidu Pe O papa
Ele Adie Ko Tuka
Yeye Mi Ni Bariba Li Akoko
Emi Ako Ni Ala Mo Le Gbe Agada
Emi A Wa Kiyà Onile Ki Ile

"A todos o viventes na Terra,
que devem respeito a este material tão familiar e desconhecido.
Nós somos de Lama da terra e a Ela devemos respeito,
A água e o sopro da vida aqui existem,
peço a ancestralidade que minhas palavras não sejam falsas.
Bem-vinda, mãe da Terra, eu aprendo e com respeito caminho sobre este material sagrado, eu agradeço e saúdo a mãe dos orixás, senhora do material de qual foi me dado o sopro da vida, com respeito peço que eu não tenha problemas de saúde".

19/06/2024

– Você é macumbeira(o)?
– Não
– O que você é ?
Eu sou descendente de deuses, de reis e rainhas,
Eu sou descendente de gloriosos guerreiros,
Eu sou descendente do raio e do fio,
Eu sou descendente do fogo e do vento,
Eu sou descendente da terra e também do céu,
Eu sou descendente da fauna e da flora,
Descendo da doença e também da cura,
Eu sou descendente do olho que vê e do ouvido que escuta,
Eu sou descendente do ombro que treme,
Eu sou descendente dos pés que dançam,
Eu sou descendente da boca que reza,
Eu sou descendente do joelho que se dobra,
Eu sou descendente do braço que abraça.
Sou descendente da alegria,
Prazer, Eu sou de axé!

Não se esconda! Bom dia, a benção!

Com carinho, Ludmila de Iansã. ⚡️❤

04/03/2024

Vamos aproximar nossos conhecimentos com nossos mestres

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