20/02/2026
Sagradas Palavras do Masaaki-Sama
“Meishu-Sama ama a Igreja Cristã”
Culto do Natalício de Meishu-Sama e do Natal de Jesus Cristo
Hotel Grand Nikko Tóquio Daiba, Tóquio, Japão
18 de dezembro de 2022
Boa tarde!
O nome do culto celebrado hoje é “Culto do Natalício de Meishu-Sama e do Natal de Jesus Cristo”. Com relação ao fato de o culto estar sendo celebrado com esse nome, isso é algo surpreendente, algo sensacional, e foi com esse pensamento em mente que eu vim ao local onde o culto está sendo celebrado hoje. Mas, em meio a tudo isso, certamente não há como separar a nomenclatura do culto de críticas como “a Igreja está se aproximando do cristianismo” ou “a Igreja está se tornando uma Igreja Cristã”.
Bem, o que eu tenho transmitido aos senhores a respeito dessa relação com o cristianismo, é que é impossível Kyoshu-Sama cristianizar a Igreja. Por quê? É porque o que Kyoshu-Sama está orientando é algo que não é orientado no cristianismo, e é basicamente isso o que eu tenho dito aos senhores.
Então, o significado de “cristianização” consiste na aproximação com o cristianismo e, nesse sentido, se nós perguntássemos a Meishu-Sama o que ele acharia de a Igreja estar sendo cristianizada, qual seria a resposta dele?
Acho que ele diria o seguinte: “É isso mesmo. Estou cristianizando a Igreja. Qual é o problema nisso?”
Bem, pensemos a respeito do porquê ele diria isso. Como todos sabem, quando o reverendo Issai Nakajima, que foi o principal discípulo de Meishu-Sama – o reverendo Issai Nakajima também é um dos meus bisavôs, assim como Meishu-Sama – quando o reverendo Issai Nakajima faleceu, Meishu-Sama disse: “Com relação à salvação da humanidade, nossa religião, a Igreja Mundial do Messias, se aproximará muito do cristianismo”. Não é o cristianismo que vai se aproximar da Igreja Mundial do Messias, não! Essa diferença é imensa, viu! Meishu-Sama disse que a Igreja Mundial do Messias – a religião de Meishu-Sama – “se aproximará muito do cristianismo. Eu pensei sobre isso no passado, mas agora, finalmente, chegou a hora de isso se materializar”. Isso é um fato. Eu não estou inventando isso. É um fato.
Aqui, aparentemente Meishu-Sama está falando de forma objetiva, certo? Ao dizer que a Igreja Mundial do Messias se aproximará muito do cristianismo, ele falou de forma objetiva.
No entanto, uma vez que quem determina detalhadamente os vários rumos da sua religião é o próprio Meishu-Sama, na prática, o próprio Meishu-Sama, que se tornou uno em um só corpo com Deus, está fazendo com que a Igreja Mundial do Messias se aproxime do cristianismo. É isso, não é mesmo?
Assim sendo, falando de maneira ousada, o que Meishu-Sama disse foi que ele iria cristianizar a sua própria Igreja, afinal, a Igreja se aproximará do cristianismo. E Meishu-Sama disse que “chegou a hora de isso se materializar”. Ou seja, ele queria que isso já tivesse acontecido. E, finalmente, havia chegado a hora de isso se materializar.
Exatamente como ele disse nessas Sagradas Palavras, Meishu-Sama parou de usar as nomenclaturas budistas “Igreja Kannon do Japão” e “Igreja Miroku do Japão”, que ele usou até então, e passou a usar o termo Messias, que é judaico-cristão, dando à sua Igreja o nome de “Igreja Mundial do Messias”.
Vejamos o periódico oficial da Igreja. Isso também mudou. Antes da Igreja Mundial do Messias, a nomenclatura desse periódico era Luz, mas, primeiramente, seu nome passou a ser Messias e, poucos meses depois, passou a ser chamado de Glória.
Glória, senhores! Em um sentido religioso, “glória” é um termo que é plenamente cristão. E não é apenas isso, pois ao conferir as edições daquela época, nelas há muitas, mas muitas citações bíblicas extraídas do Novo Testamento. No primeiro exemplar depois de Meishu-Sama ter mudado o nome do periódico de Messias para Glória, havia muitas explicações a respeito de as palavras “glória” e “Luz” no Novo Testamento estarem se referindo a Jesus. E essas explanações preenchiam praticamente toda a primeira página daquele periódico.
Obviamente, a própria expressão “Construir o Paraíso Terrestre”, ou seja, construir o Reino dos Céus na Terra, que Meishu-Sama usou, também é uma expressão cristã, não é mesmo? Afinal, não se trata da Terra Pura que é pregada no budismo. O Paraíso, o Reino dos Céus, é um termo que, no cristianismo, expressa o mundo que está por vir.
Dentre os livros que Meishu-Sama escreveu, temos os que foram intitulados de Evangelho do Paraíso e Escritos do Evangelho do Paraíso, certo? Os títulos desses livros contêm expressões extremamente cristãs, não contêm? [Nota do Editor: no Japão, “Paraíso” é uma palavra que transmite uma conotação cristã muito forte, assim como as palavras “Reino dos Céus” e “Reino de Deus”.]
Acho que se Kyoshu-Sama tivesse feito essas coisas, uma após a outra, teríamos dito que ele estava cristianizando a Igreja por completo. Todavia, foi Meishu-Sama quem fez todas as coisas que eu acabei de lhes dizer, uma atrás da outra! Quem fez isso foi o próprio Meishu-Sama!
Ainda temos o que diz respeito ao coro Aleluia. Acerca desse coro, o conteúdo da sua letra é um louvor a Jesus Cristo. O desejo de Meishu-Sama era que os membros cantassem esse coro Aleluia e, por assim ser, construiu um fosso de orquestra no Templo Messias, que ele próprio havia construído.
E, naturalmente, em seu último ano de vida terrena, Meishu-Sama disse que ele havia nascido de novo como o Messias. Esse “nascer de novo” também aparece na Bíblia, no Evangelho segundo João, onde está escrito o seguinte: “Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus (João 3:3)”.
Tudo isso, ou seja, tudo que tem relação com o cristianismo e com o nome Messias, é o núcleo do núcleo da Obra Divina de Meishu-Sama. Essa mudança, por si só, é a mais pura cristianização.
Mas esses fatores relacionados ao Messias e ao cristianismo – fatores que são o centro da Obra Divina de Meishu-Sama – são todos fatores que nós consideramos, ao longo de muitos e muitos anos, como sendo um estorvo, não foram? Um estorvo.
Para nós, “Messias” era como se fosse um estorvo, não era?
Se a palavra “Messias” não fosse um estorvo, então por que o nome “Igreja Mundial do Messias” teve que ser alterado para “Igreja Messiânica Mundial” depois da ascensão de Meishu-Sama?
Meishu-Sama atuou como Igreja Mundial do Messias, mas mudamos esse nome para Igreja Messiânica Mundial, mudamos o nome do Templo Messias, que foi construído por Meishu-Sama, para Templo Messiânico e, agora, será que existe nesse Templo Messiânico o fosso de orquestra que foi preparado para execução do coro Aleluia? Não, não existe, não é mesmo?
Então, o que Meishu-Sama deixou para nós era um estorvo. E não foi só isso, pois o que nós considerávamos como um estorvo não é uma parte insignificante da Obra Divina de Meishu-Sama, não. Achávamos que o nome que Meishu-Sama deu à Igreja e ao templo edificado por ele, ou seja, os elementos centrais da Obra Divina de Meishu-Sama, eram um estorvo.
O que nós fizemos, no final das contas, foi nos livrarmos de tudo isso, alegar que a Obra Divina de Meishu-Sama não se resumia em trazer o Messias à linha de frente e nem em atuar em consonância com os cristãos. Em vez disso, nós alegávamos que a Obra Divina de Meishu-Sama consistia em atividades como o Johrei, a Agricultura Natural e a Arte, e que isso era a fé em Meishu-Sama. Não foi assim que agimos?
A próxima coisa que veio à mente, depois de termos essas atividades como fator principal, foi pensar: “A religião também é um estorvo”. A religião.
O que nós pensávamos foi o seguinte: se avançarmos como uma religião, seremos vistos com olhos críticos pela sociedade, mas, como o centro da fé em Meishu-Sama eram atividades como o Johrei, a Agricultura Natural e a Arte, não há problemas se abolirmos os traços religiosos e promovermos o Johrei como uma terapia energética. E nós fizemos o mesmo com a Agricultura Natural: em vez de enfatizar a existência de Deus, achávamos que podíamos trazê-la para o mesmo nível do que é dito comumente na sociedade como sendo a agricultura orgânica. Nós rebaixamos o legado de Meishu-Sama, como se ele fosse apenas o precursor desse método agrícola. Também fizemos isso com a Arte: passamos a achar que, como a sociedade diz que o coração das pessoas é curado através da Arte, não haveria problema em avançarmos com essa direção. Se assim o fizéssemos, não haveria a necessidade de sermos religião. Foi assim que nós pensamos e agimos, não é mesmo?
Então, no final das contas, a palavra “Messias” era um estorvo para nós e tudo o que tem ligação com o cristianismo também era um estorvo. Até mesmo a religião também era um estorvo para nós, não era?
Uma vez que chegamos a esse ponto, isso significa que, na prática, achávamos que Meishu-Sama se tornou um estorvo, não achávamos? Afinal, dizíamos apenas que se tratava da Obra Divina de Meishu-Sama, mas não trazíamos à tona nada daquilo que Meishu-Sama trouxe ao mundo.
Mas, ao pensar bem a respeito disso, o que aconteceria se continuássemos avançando dessa maneira?
Exemplificando, independentemente de termos ou não as cores da religião, dizíamos que avançaríamos com o Johrei e outras coisas, como uma ultrarreligião.
Dizíamos que não haveria problema em os cristãos também ministrarem Johrei, porque o Johrei era uma terapia energética e o credo da pessoa não importava. Era assim que agíamos, dizendo: “Fiquem à vontade para experimentar”, não era?
Por outro lado, o que acontecia internamente era que, já que é praticamente impossível negar o fato de que Meishu-Sama afirmou que ele próprio havia nascido de novo como Messias, o que fizemos foi, internamente, e somente internamente, dizer que Meishu-Sama era o único Messias, mas sem trazer isso à tona nas atividades missionárias. Viemos agindo sempre dessa maneira, não é mesmo?
Acho que pode ser aceitável fazer isso apenas por autossatisfação em países onde não existem muitos cristãos como, por exemplo, no Japão ou em alguns países e regiões nessa condição. Bem, digamos que toda a humanidade passe a fazer esse tipo de terapia energética, que toda a humanidade, graças ao empenho em fazermos com que ela pratique, passe a fazer isso. Se isso acontecer, será que, nesse momento, nós diríamos subitamente ao mundo: “Então... Para dizer a verdade, a pessoa que se chama Mokiti Okada é o único Messias”?
Primeiro, dissemos que não haveria problema em praticar o Johrei ou fazer a terapia energética mesmo que a pessoa fosse um cristão, mas será que, algum dia, diríamos subitamente aos cristãos: “Para dizer a verdade, Mokiti Okada é o único Messias”?
Será que, nesse momento, ou seja, quando disséssemos isso, os cristãos, que são cerca de um terço da população mundial, diriam: “Nós estávamos errados em considerar que Jesus era o único Messias”?
As mais variadas culturas, artes e história em países na Europa, nos Estados Unidos e em outros mais, tiveram como fundamento o fato de Jesus ser o Messias. Esses países celebram a Páscoa, o Natal e outras celebrações cristãs. Por mais que se pense a respeito disso, esses povos jamais jogarão tudo isso fora e dirão: “Nós estávamos errados”. Antes de mais nada, se o objetivo de Meishu-Sama fosse mesmo isso, por que ele disse que salvaria a humanidade atuando em consonância com o cristianismo?
Ou seja, se avançarmos tendo Meishu-Sama como o único Messias, um dia, definitivamente entraremos em um beco sem saída. Além de entrarmos em um beco sem saída, carregaremos conosco uma espécie de dilema. Isso porque, no final das contas, em âmbito mundial a existência de Jesus Cristo é reconhecida como o Messias, certo? Então, por não querer gerar desentendimentos com o mundo, manteríamos o assunto de que Meishu-Sama é o único Messias internamente, evitaríamos olhar diretamente para a questão de que Jesus é o Messias e que nós, somente nós, acreditaríamos que Meishu-Sama é o único Messias. Se continuássemos carregando conosco esse dilema, um dia entraríamos em um beco sem saída.
Além disso, se não aceitarmos Jesus como o Messias, por mais que digamos que Meishu-Sama é o único Messias, isso seria visto pelo mundo da seguinte maneira: “Essa pessoa está se autodenominando o Messias”. Os grupos que pensam dessa maneira, grupos que contêm tal ideologia, são vistos como uma seita.
É óbvio que, antes mesmo de falar sobre o cristianismo ou a Igreja Mundial do Messias, existem agora inúmeras críticas pelo simples fato de a organização ter caráter religioso [Nota do Editor: essas críticas são ainda mais fortes no Japão.]. O que em particular se torna um problema dentro disso tudo é esconder a identidade religiosa e fazer atividades missionárias através de organizações coligadas ou outras mais, pois, atualmente, isso é visto como a definição de uma seita.
No entanto, nós definitivamente não esconderemos a religião.
Em amplo sentido, uma pessoa jurídica religiosa no Japão é uma organização de interesse público e, portanto, o país concede o status de pessoa jurídica religiosa para que essa organização atue pelo bem do interesse público do Estado. Por assim ser, o que há de ruim em ser religião? Não existe nada para esconder, existe? É isso, não é mesmo?
Obviamente, no Japão, a liberdade religiosa é garantida mesmo sem ter o status de pessoa jurídica religiosa, o que é gratificante, pois, por esse motivo, não há a necessidade de esconder a fé. Antes de mais nada, o próprio Meishu-Sama não escondeu a religião e, por assim ser, por que existiria a necessidade de escondê-la?
Por sermos uma religião, a postura das pessoas com quem nos relacionamos normalmente até hoje pode mudar ou algumas pessoas podem acabar se afastando de nós. De minha parte, eu diria: “Fiquem à vontade”. Afinal, por que nós precisamos esconder o que não precisa ser escondido para que sejamos aceitos pelas pessoas ao nosso redor? Não, não há a necessidade de esconder, não!
Apesar de nós da Igreja Mundial do Messias não escondermos mais a religião de agora em diante, o que vem a ser o motivo de termos sentido, até hoje, fatores como a palavra “Messias” e a religião serem um estorvo? Isso, acredito eu, é o fato de que, no fundo, no fundo, possuíamos dentro de nós algo que não estava claro, uma espécie de dilema, que sentíamos em relação à existência de Jesus Cristo, ou melhor, em relação à existência de Meishu-Sama e Jesus Cristo – a existência de ambos.
Em meio a essas circunstâncias, nosso pensamento foi o seguinte: “Bem, se apresentarmos Meishu-Sama como o Messias, criaremos uma desavença com os cristãos. Então, não vamos fazer isso por enquanto”. Bem, é normal pensar dessa maneira, pois é mais fácil para evitar isso.
Querendo ou não, conhecemos a verdade através de Kyoshu-Sama. E, o que seria essa verdade? Primeiro, é que Jesus Cristo, e não somente Meishu-Sama, também é o Messias, e que Jesus é aquele que expiou os pecados de toda a humanidade.
Se alguém afirmar que Meishu-Sama é o único Messias, o que vocês farão com a afirmação de que Jesus Cristo é o Messias? Vocês entrariam em pânico, não entrariam?
Mas nós somos diferentes, não somos? Cremos e aceitamos que Jesus Cristo é o Messias e que ele veio ao mundo com uma importante missão.
O que Jesus desejava era que não somente ele, mas sim, todos os seres humanos também nascessem de novo como filhos de Deus, como Messias. Jesus, nesse sentido, foi o primeiro a conseguir isso: o primeiro a ser o nosso modelo.
Depois disso, vem a questão da Segunda Vinda de Cristo. Até hoje, a humanidade está à sua procura. Quando e onde ele virá? Todos os cristãos estiveram e ainda estão procurando por ele. Existem até algumas pessoas que afirmam ser a Segunda Vinda de Cristo.
Mas vejam só. Não era nada tão dramático assim. Na verdade, era inútil procurá-lo dizendo: “Onde será que ele poderia voltar?” ou “Quando ele virá?”, pois ele já veio. Ele voltou dentro de toda a humanidade, dentro de cada um de nós. A alma chamada Cristo, a alma chamada Messias, já veio. Ela já existe dentro de nós.
Não olhem para o seu exterior, senhores. Olhem para o seu interior, pois já está aí. Dentro de vocês, existe o Deus, o Altíssimo. Quero dizer: isso aconteceu com todas as pessoas. Para começar, como é possível diferenciar o Deus único? O Deus que estava dentro de Jesus também está dentro de nós. Como podemos dizer o que é melhor ou o que é inferior, uma vez que Deus é um só e uma vez que Ele existe dentro de todos nós?
O ser que provou que a Segunda Vinda de Cristo ocorre dentro de toda a humanidade, e que toda a humanidade está destinada a nascer de novo, é alguém que não somos capazes de valorizar o suficiente, e esse ser é Meishu-Sama.
Onde está o dilema? Esse dilema não existe mais, não é mesmo? Nós não precisamos evitar Jesus. Nós não precisamos esconder uma parte do que Meishu-Sama nos disse. Nós não precisamos esconder a palavra Messias. Nós não precisamos esconder a religião. Nós não precisamos esconder que aquilo que Meishu-Sama quis era atuar em consonância com o cristianismo. Não precisamos esconder nada.
Além disso, Meishu-Sama disse que Jesus é o Senhor da Expiação e que ele, Meishu-Sama, é o Senhor do Perdão, certo?
A questão que existe aqui é a seguinte: os cristãos consideram Jesus não somente como o Senhor da Expiação, mas também como o Senhor da Salvação e como o Senhor do Perdão. Qual é a aceitação que precisamos ter com relação a isso? Explanei detalhadamente acerca disso antes e, portanto, gostaria de me abster de falar novamente a respeito disso hoje, mas, antes de mais nada, nós usávamos as Sagradas Palavras de Meishu-Sama onde está escrito que Jesus é o Redentor e que Meishu-Sama é o Senhor do Perdão apenas para alegar que Meishu-Sama era superior a Jesus. Foi isso o que fizemos até hoje.
Mas essas Sagradas Palavras, pelo contrário, significam que Meishu-Sama não consegue se tornar o Redentor e, ao mesmo tempo, indicam que é somente depois da etapa da redenção que nós conseguimos adentrar a etapa do perdão. É isso o que, na verdade, essas Sagradas Palavras estão indicando.
Isso significa que, embora Meishu-Sama tenha, no mínimo, aceitado Jesus como o Redentor, pulávamos a etapa de aceitar esse Redentor e concluíamos que, entre Jesus e Meishu-Sama, Meishu-Sama era superior, não é mesmo? Acabamos usando essas Sagradas Palavras como uma forma de afirmar que Meishu-Sama era superior a Jesus, não usamos?
Mas, por fim, o que acontecerá se não aceitarmos Jesus como o Redentor é o seguinte: apesar de Meishu-Sama ter dito que a sua religião era uma religião celestial e embora ele tenha dito que nós devemos primeiro subir ao Paraíso e puxar todos ao Paraíso, trazendo-os à salvação, não aceitávamos o Redentor e, por isso, tínhamos a ideia de que a Obra Divina se resumisse em algo como “vamos acumular virtudes”, “é necessário purificar as inúmeras afinidades dos antepassados”, “é preciso dedicar com afinco”, e que, sem isso, não nos aproximaríamos de Deus. Não foi isso o que fizemos? Tudo passou a ser o que foi até hoje, porque nós não aceitávamos o Redentor!
Dentro de Meishu-Sama, a expiação do pecado já terminou. É por já ter terminado, que ele pôde nos dizer que é possível subirmos ao Paraíso e nos tornarmos alguém que puxa todos ao Paraíso e os traz à salvação.
Mas pensávamos que poderíamos pular a etapa que consiste em aceitar o Redentor e, por isso, continuamos cobertos de pecados, dizendo que nossos pecados precisam ser purificados, que os pecados precisam ser purificados através das dedicações, que precisamos nos tornar habitantes do Paraíso e que isso ou aquilo não basta, e assim por diante. Isso faz com que vivamos nossas vidas como pecadores o tempo todo. E isso acontece porque não aceitamos o Redentor.
No entanto, é somente com a existência do Redentor que nós conseguimos servir na obra de salvação e na obra do perdão. Então, se não aceitarmos a existência de Jesus e não dissermos: “Eu aceito o seu sangue” – uma vez que ele é o Redentor que expiou nossos pecados ao derramar seu sangue na cruz –, o caminho para servirmos na Obra Divina de Meishu-Sama deixará de existir.
Aqueles que têm dúvida em relação ao nome do culto de hoje, vejam o seguinte salmo que Meishu-Sama compôs:
“Ó Deus! / Sem a expiação pelo deus Tokotati, / O Universo inteiro certamente já teria perecido!”
Se o Universo inteiro tivesse perecido, nem mesmo Meishu-Sama teria existido e, com isso, também não conseguiríamos professar a nossa fé. Portanto, é natural que nós, seres humanos, celebremos o nascimento de Jesus, que expiou os nossos pecados.
Mesmo em relação à Bíblia, o que Meishu-Sama disse a respeito dela? Embora, por fim, ele tenha sido inocentado das acusações que havia sofrido, ele foi preso uma vez e escreveu as memórias daquela ocasião (Memórias acerca da Perseguição Religiosa, 30 de outubro de 1950). Nesse registro de memórias, Meishu-Sama escreveu que em cada cela de uma prisão deveria ser colocada uma Bíblia. Ele disse isso.
Meishu-Sama também disse que, entre todos os livros religiosos no mundo inteiro, não há outro mais poderoso do que a Bíblia para levar as pessoas ao arrependimento. Foi isso o que ele escreveu nesse registro de memórias.
Ele disse que os escritos mais poderosos para levar as pessoas ao arrependimento era a Bíblia, e não o que ele próprio havia escrito. Essas Sagradas Palavras de Meishu-Sama de fato existem. Eu não estou inventando isso.
Quando direcionamos nossos olhos para estas Sagradas Palavras, temos a tendência de nos colocarmos em uma posição objetiva e qualificar Meishu-Sama como se ele fosse uma espécie de crítico literário, aceitando-as como algo que Meishu-Sama, como crítico literário, disse. Mas pensemos a respeito da razão de Meishu-Sama ter dito que não há outro livro mais poderoso do que a Bíblia para levar as pessoas ao arrependimento. Isso, naturalmente, foi porque Meishu-Sama leu a Bíblia e, entre os inúmeros livros religiosos que existem no mundo, ele sentiu que não há outro livro como a Bíblia que o levou a pensar: “Ah! Preciso me arrepender dos meus pecados”. Não há como Meishu-Sama ter dito algo nesse sentido por ter escutado isso de outras pessoas.
Isso significa que Meishu-Sama está nos dizendo o seguinte: “Leiam a Bíblia se vocês querem se arrepender”.
Aliás, uma vez que ele demonstrou a intenção de que a Bíblia fosse colocada nas celas das prisões, ele queria que ela fosse lida pelas pessoas que cometeram pecados. Ele sentiu que até mesmo os pecadores se arrependeriam ao lerem a Bíblia.
Sendo esse o caso, nós somos pecadores, não somos? Será que somos pessoas bondosas que só fizeram o bem e não têm nada para se arrepender? Não é isso, não é mesmo? Nós mesmos possuímos muitas coisas conosco.
Antes de mais nada, Meishu-Sama sentia inveja dos Estados Unidos, onde acredita-se que as famílias possuem pelo menos uma Bíblia em seu lar. Ele disse que sentia inveja das famílias que possuem a Bíblia.
Por assim ser, se o que Meishu-Sama mais sentiu através da Bíblia foi que ela tem o poder para levar as pessoas ao arrependimento, será que nós, que somos cobertos de pecados, também não precisamos ler a Bíblia? Será que não precisamos ter pelo menos uma Bíblia em nosso lar? Se quisermos seguir o que Meishu-Sama disse, tem que ser assim.
Mas deixem-me ressaltar um ponto. Embora ler a Bíblia ou atuar em consonância com o cristianismo seja algo que soa bem aos nossos ouvidos, será que isso significa que nós, como Igreja Mundial do Messias, devemos considerar tudo o que, em geral, é pregado no cristianismo como sendo bom e aderir a isso? Bem, isso não é tão simples assim.
Afinal, mesmo em relação às Sagradas Palavras de Meishu-Sama que eu citei há pouco, trata-se de apenas uma parte dessas Sagradas Palavras e, embora seja exatamente isso o que está escrito nelas, não as aceitamos da maneira que eu acabei de lhes dizer.
Para dizer a verdade, aceitávamos as Sagradas Palavras dentro do contexto que havíamos criado sobre Meishu-Sama em nossa mente e não pensávamos que precisávamos aceitar Jesus como o Redentor ou ler a Bíblia para nos arrependermos dos nossos pecados, não é mesmo?
Então, já que, graças a Kyoshu-Sama, fomos levados a conhecer a verdade agora, o que nos permitiu chegar até esse caminho, mesmo em relação a questões como a Bíblia e o cristianismo, devemos ter cuidado para não as tratar de forma leviana e seguir um caminho egocêntrico, desviando-nos do que Kyoshu-Sama orienta, assim como fizemos com as Sagradas Palavras de Meishu-Sama e as suas realizações. Penso que também seja importante aceitar, tanto o que tem relação com o cristianismo como com a Bíblia, sob as orientações de Kyoshu-Sama.
Por exemplo, está escrito que Jesus, em seus últimos momentos antes de morrer na cruz, clamou em voz alta: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste? (Mateus 27:46)”. Depois de ter clamado isso em voz alta, ele morreu.
Em relação a essa passagem bíblica, não sei dizer de que maneira os cristãos a interpretam, mas o pensamento mais comum aqui seria o seguinte: “Jesus pensou que Deus iria ajudá-lo, mas como isso não aconteceu, entrou em desespero e, por fim, acabou morrendo na cruz. Então, Jesus foi ao mundo dos mortos, mas ressuscitou no terceiro dia graças ao poder de Deus”. Em outras palavras, por um momento Jesus achou que Deus havia abandonado ele e, por isso, entrou em desespero, mas posteriormente Jesus ressuscitou através do poder de Deus. Creio que seja assim que este episódio é visto.
Isto é apenas uma frase de uma passagem que consta na Bíblia, mas será que esse é o seu verdadeiro significado?
Na verdade, acho que esse ponto de vista que acabei de mencionar, de que o próprio Jesus entrou em desespero, não é correta.
O trecho da Bíblia que foi lido hoje fala a respeito da virgem Maria. E essa Maria carregava consigo todos os antepassados que nasceram antes dela. Em outras palavras, todos os pecados que Maria carregava consigo, pecados que foram cometidos por seus antepassados, foram herdados pelo corpo de Jesus.
Quanto ao pai de Jesus, acredita-se que a gravidez de Maria foi concebida pelo Espírito Santo, não é mesmo? Deixemos de lado o fato de aceitar ou não que isso tenha acontecido.
Mas, pelo menos, Jesus herdou o corpo e sangue de Maria. Isso significa que, mesmo se tratando de Jesus, em nossa maneira de dizer, ele é a “soma total de seus inúmeros antepassados”.
E, embora se fale a respeito do pecado cometido contra Deus, no final das contas, isso se resume no fato de nós termos nos apossado da vida de Deus, pensando que vivemos com a nossa própria força.
Apesar de Deus ter dito: “Eu farei com que você viva por toda a eternidade”, o ser humano se apossou da vida de Deus, criou de maneira arbitrária o conceito de “longevidade” e viveu em um mundo onde achamos que tudo termina quando a vida neste mundo acaba, enquanto pedia ajuda a Deus quando estava prestes a morrer.
Quando Jesus foi colocado na cruz e estava prestes a morrer, de maneira nenhuma Deus o abandonou. Ele, Deus, não abandonou toda a humanidade. Embora Ele não tenha abandonado nenhum de nós de maneira alguma, o que fizemos foi nos apossarmos da vida de Deus e criarmos de maneira arbitrária a noção de morte, o medo da morte.
O que Jesus, que é a soma total de seus inúmeros antepassados, manifestou foi essa postura que todos nós, a humanidade, possuímos. Em vez de fazer com que ele manifestasse o seu próprio sentimento, Deus fez com que Jesus, como sendo a soma total de seus inúmeros antepassados, manifestasse a nossa postura de uma forma que fosse visível. Com isso, Deus nos mostrou o seguinte: “Vocês se apossaram da vida e viraram as costas para Mim. Mesmo que continuem vivendo dessa maneira, apenas chegarão a um mundo de desespero, onde ficarão dizendo: ‘Por que o Senhor me abandonou?’”.
Deus fez com que Jesus expressasse a nossa postura como seres que pecaram contra Deus e, depois disso, colocou essa postura na cruz. Em outras palavras, isso significa que Deus nos disse: “Eu perdoo isso. Eu perdoo essa postura que vocês tiveram”.
Então, somos capazes de saber isso graças às orientações de Kyoshu-Sama. Acho que os cristãos não têm uma aceitação como a que estou lhes dizendo agora, pois eles não pensam a respeito dos antepassados que existem dentro de Jesus.
Frequentemente escutamos falar acerca do amor ao próximo. O que muitas pessoas dizem é que devemos amar o próximo como amamos a nós mesmos, não é? Normalmente, o amor ao próximo consiste em fazer boas ações pensando no bem das outras pessoas, mas o que eu penso é que não é isso, e que, no cristianismo, o verdadeiro próximo é Jesus.
Então, o amor ao próximo significa amar Jesus.
Quer dizer, por mais que digamos: “Vamos fazer o bem ao próximo”, existe uma mistura de muitas coisas dentro de nós e, portanto, não somos seres que conseguem fazer o bem ao próximo assim tão facilmente.
Antes de mais nada, se fôssemos pessoas que conseguem pôr em prática o amor ao próximo, por que Jesus teve que ser colocado na cruz?
Na verdade, amar o próximo significa, em última análise, aceitar o sangue expiatório de Jesus – aceitar o seu sangue expiatório com todo nosso coração, amar Jesus de todo nosso coração. É dessa maneira que eu tenho aceitado isso.
Por assim ser, a Igreja Mundial do Messias avançará aceitando diretamente Jesus Cristo e Meishu-Sama – aceitando ambos – que são dois grandes seres. E não há um dilema ou contradição nisso, certo? Até hoje, vivíamos cobertos de dilemas e contradições. É por isso que precisávamos esconder. Na verdade, será que existe a necessidade de esconder o Messias e a religião? Não, essa necessidade não existe!
Logo, Kyoshu-Sama desbravou o caminho que estamos trilhando atualmente e nos guiou até o ponto no qual conseguimos celebrar um culto como o de hoje, com essa nomenclatura. É isso, não é mesmo?
Já que Meishu-Sama disse que havia chegado a hora de isso se materializar, então, é naturalmente previsível que, com relação a nos aproximarmos do cristianismo, posteriormente ocorreriam inúmeras mudanças, não é mesmo? E essas mudanças, depois da ascensão de Meishu-Sama, só podem ser feitas por nós, pelas nossas mãos, sob a liderança de Kyoshu-Sama, não é mesmo?
Enquanto Meishu-Sama esteve vivo aqui na Terra, foram mudanças e mais mudanças, uma após a outra. Portanto, acho necessário que cada um de nós siga os passos de Meishu-Sama e avance com coragem, nem que seja um passo ou meio passo à frente, para que possamos nos aproximar cada vez mais da vontade de Meishu-Sama.
Esta é, de fato, a última ocasião em que transmito minhas palavras aos senhores durante este ano, e existe uma mensagem que eu gostaria de transmitir para todos nesta época de fim de ano. Essa mensagem é temer a Deus: o temor a Deus.
Existem ocasiões nas quais Kyoshu-Sama inicia suas palavras dizendo: “Com profundo respeito e temor a Deus”. Além disso, Meishu-Sama também compôs um salmo que diz:
“Criarei aqueles que temem a Deus e / Se mantêm no caminho correto, / Porque esta é minha missão.”
Ou seja, o temor a Deus é importante para todos nós.
No entanto, para nós o temor a Deus é comumente associado ao fato de temer que Deus nos julgue. Nós conhecemos esse tipo de temor, certo? Ou seja, acho que a sensação de temor a Deus que nós temos consiste em achar que o Altíssimo está vendo se não estamos fazendo coisas ruins.
Mas, na verdade, Deus já deu o Seu veredito. E o veredito desse julgamento foi o seguinte: “Eu perdoo”. Senhores, é: “Eu perdoo”! Não é: “Eu ficarei de olho em vocês de agora em diante, conferindo se todos farão o bem ou o mal”. Quando o tema é o presente de Natal para as crianças, é comum os pais dizerem aos filhos algo como: “Seja bonzinho, senão o Papai Noel não trará o seu presente”. Bem, em minha casa também acontece o mesmo [risos].
Só que Deus já separou o bem e o mal e nos declarou o Seu veredito. Ele já declarou o veredito do julgamento. E esse veredito é o seguinte: “Eu perdoo”.
Isso não tem relação somente conosco, não. Isso tem relação com tudo o que a humanidade faz. Afinal, Meishu-Sama nos ensina que Deus “perdoa qualquer tipo de pecado”.
“Deus é o Soberano do Universo. / Ele perdoa qualquer tipo de pecado. / E também pune todos eles!”
Imediatamente entendemos que Deus pune qualquer tipo de pecado. Mas, Meishu-Sama também está dizendo que Deus perdoa qualquer tipo de pecado. Portanto, todo e qualquer tipo de pecado, independentemente de qual seja, pode ser perdoado. Isso é muito sério, não é mesmo?
Então, não se trata de ficar apresentando argumentos sem sentido, como: “Uma coisa terrível como essa também foi perdoada?” Obviamente, neste mundo é melhor não causar transtornos às pessoas ao seu redor. Como existem as leis, no caso de infringi-las, precisamos receber a devida punição pelo que fizemos. Então, não é que eu esteja negando isso.
Em vez disso, a questão é: “Mesmo sendo um ser como eu”. Ou seja, ter sentimentos como: “Ó Deus, o Senhor perdoa e acolhe até mesmo um ser como eu” e “O Senhor perdoou todo o meu ser”.
Sim, é tudo o que existe em décadas de nossas vidas. Deus perdoou tudo isso. Quando sentimos esse grandioso amor de Deus, se o sentimento que aflorar dentro de nós for algo como: “Não sou digno de ficar perante Deus”, isso, na verdade, é o verdadeiro temor a Deus.
É claro que é importante sentir que Deus é uma existência temerosa, que pode e faz qualquer coisa. Mas, ao mesmo tempo, quando pensamos algo como: “Ah, Deus, o Senhor envolveu até mesmo uma postura terrível como a minha com o Seu amor e a perdoou”, se nesse momento surgir na nossa mente o seguinte pensamento: “Não sou digno do Vosso amor”, isso, na verdade, é o temor a Deus. Só que isso é algo que, até hoje, não sentimos uma vez sequer.
A imagem que nós temos ao escutar sobre o temor a Deus é relacionada à preocupação de pensar se está tudo bem ou não quando acabamos cometendo um mal. Mas, na verdade, o importante é sentirmos temor a Deus, que perdoou tudo.
Cada um de nós vivenciou inúmeras coisas até hoje em sua vida, não vivenciou? Também aconteceram muitas coisas durante este ano, não é mesmo? Houve momentos em que os senhores pensaram: “Ah! Por que eu fiz aquilo?”, “Por que eu acabei dizendo isso para aquela pessoa?” ou “Eu poderia ter feito de outra maneira...” Sim, isso acontece.
É óbvio que, em relação a isso, precisamos corrigir nossa trajetória para não voltarmos a fazer a mesma coisa no futuro. Mas não adianta ficar sempre se remoendo e lamentando o que aconteceu no passado. Afinal, Deus está nos dizendo: “Isso aconteceu porque Eu te utilizei”. Ele está nos dizendo: “Eu te utilizei porque, sem falta, foi necessário fazer aquilo”.
Inúmeros sentimentos afloram em nosso coração através dos nossos fracassos e das coisas pelas quais lamentamos, não afloram? Deus quer avançar a salvação usando o coração, certo? Então, o nosso coração está sendo usado por Deus.
Existem situações como: fazer o que não queria fazer, dizer o que não pretendia dizer ou fazer algo mesmo sabendo que não deveria ser feito, não existem? Acerca de tudo isso, Deus está nos dizendo: “Foi necessário fazer isso, e Eu te utilizei” e “Eu assumo a responsabilidade”.
É 𝘵𝘶𝘥𝘰, senhores. Tudo em nossas vidas! É óbvio que pode ser algo que aconteceu ao nosso redor recentemente, como também pode ser algo que aconteceu durante este ano, mas, em relação a isso, Deus está dizendo para cada um de nós o seguinte: “Você não precisa se remoer ou lamentar”. Deus está nos dizendo: “Não há nada de ruim no passado”. E Ele está nos dizendo: “Além de não haver nada de ruim no passado, nada de ruim acontecerá no futuro. Apenas coisas boas acontecerão”. Deus está nos dizendo: “Apenas coisas boas acontecem com vocês”.
Ora, se tudo está sendo feito por Deus, então tudo é bom. Pode até haver algo que pareça desarmônico aos olhos humanos. Entretanto, é porque isso se trata de algo que precisamos carregar conosco em prol da salvação. Só que, para Deus, isso não é ruim.
Deus verteu o Seu amor sobre nós até hoje e não existe nada que seja ruim para nós. É difícil acreditarmos nisso. É difícil acreditar, mas se Deus está fazendo tudo, então, definitivamente é isso. Se nós dizemos que acreditamos em Deus, então precisa ser assim, não é mesmo?
Assim sendo, o que Deus está nos dizendo é o seguinte: “Não sintam remorsos pelo que aconteceu até hoje. Não sofram com o que aconteceu até hoje, nem se preocupem com o futuro. Eu estou utilizando vocês com carinho apenas em prol das coisas boas”.
Naturalmente, a palavra “esperança” é uma palavra que é muito, muito usada. Mas realmente não há nada além de esperança para nós, pois de agora em diante só acontecerão coisas boas.
Tivemos muitos acontecimentos durante este ano. Tivemos muitos acontecimentos em nossas vidas até hoje. Tivemos, não tivemos? Mas temos que atribuir tudo isso a Deus, deixando tudo na Sua mão, e dizer: “Ó Deus, o Senhor me utilizou. Tudo estava dentro do Seu perdão”. Aliás, Deus também fará muitas coisas boas por nós no ano que vem. A fim de fazer com que nos aproximemos Dele, Ele virá até nós com amor e fará com que coisas boas aconteçam.
Então, juntos, depositemos nossa confiança nesse Deus e, por sermos companheiros que aceitam e creem em Jesus e em Meishu-Sama, em ambos, vamos apoiar e ajudar uns aos outros, assim como fizemos durante todo este ano, e sigamos em frente no ano que vem também em comunhão.
Muito obrigado.