Templo de umbanda Caboclos de Aruanda

Templo de umbanda Caboclos de Aruanda Estudo da religião de Umbanda

20/05/2024

"VINHAS DE LUZ"

“SUICIDAS MORREM. MORREM... MAS...NÃO DESENCARNAM. ”

No espiritismo costuma se usar o termo “Desencarnar” quando uma pessoa morre, porém no caso do suicídio as coisas ocorrem de forma mais lentas.
Em diversas obras encontramos trechos em que os espíritos afirmam que f**am presos ao corpo até sua completa extinção, Allan Kardec nos revela isso com propriedade na entrevista publicada na Revista Espírita de junho de 1858 com o título “ O suicida de Samaritana”
“5. Qual foi o motivo que vos levou ao suicídio? - R. Estou morto?... Não...
Habito meu corpo.... Não sabeis o quanto sofro! ... Eu estufo... Que mão compassiva procure me matar!
13. Que reflexões fizestes no momento em que sentistes a vida se extinguir em vós? - R. Não refleti; senti... Minha vida não está extinta... minha alma está ligada ao meu corpo... Sinto os vermes que me roem. ”
No livro “Depois do Suicídio” de Cleonice Orlandi de Lima, temos o depoimento de Jacinto[1] : “ Continuei com o corpo morto, mas sem poder me separar do cadáver. Assim paralisado assisti aos funerais, ouvi os lamentos e as recriminações dos presentes pelo meu ato. Horrorizado, vi fecharem o caixão sobre mim.
Fui conduzido, assistindo a tudo e sempre sentindo a dor do ferimento na boca. Carregaram-me ao cemitério, enterraram-me e me deixaram sozinho. Senti a sufocação do fundo da cova, mas não podia fazer o mais leve movimento. Estava colado ao corpo morto! As dores que sentia eram fabulosamente insuportáveis. E, logo a seguir, passei a sentir o cheiro do corpo apodrecendo. Senti a mordedura dos vermes, milhões de mordidas ao mesmo tempo, por todo o corpo. Dores incríveis!
Muito tempo depois a carne foi se separando dos ossos, foi se acabando e eu sempre ali, sentindo as dores e assistindo a tudo. A sede, a fome e o frio me torturavam. A dor do ferimento da boca nunca me abandonou. Jamais tive um único minuto de descanso, em que pudesse dormir.”
Emmanuel no livro “O Consolador” confirma :
“Suicidas há que continuam experimentando os padecimentos físicos da última hora terrestre, em seu corpo somático, indefinidamente. (...) a pior emoção do suicida é a de acompanhar, minuto a minuto, o processo da decomposição do corpo abandonado no seio da terra, verminado e apodrecido."[2]
Yvone Pereira no livro “Memória de um Suicida” nos traz uma visão do que ocorre quando finalmente o espírito se desliga do corpo contando a história de Camilo Castelo Branco que desencarnado, foi para o "Vale dos Suicidas", onde sofreu horrores, , durante 12 anos até ser resgatado em 1903.
Devemos ainda levar em conta que o suicídio não é só aquele brutal e relativamente rápido, tem também os fumantes, alcoólatras, e/ou viciados de maneira geral.
“O suicídio brutal, violento, é crueldade para com o próprio ser. No entanto, há também o indireto, que ocorre pelo desgastar das forças morais e emocionais, das resistências físicas no jogo das paixões dissolventes, na ingestão de alimentos em excesso, de bebidas alcoólicas, do fumo pernicioso, das dr**as adictícias, das reações emocionais rebeldes e agressivas, do comportamento mental extravagante, do s**o em uso exagerado, que geram sobrecargas destrutivas nos equipamentos físicos, psicológicos e psíquicos...”[3]
Kardec é bem claro sobre a questão do suicídio no Livro dos espíritos entre as questões 944 até 946.
“Na morte violenta as sensações não são precisamente as mesmas. Nenhuma desagregação inicial há começado previamente a separação do perispírito; a vida orgânica em plena exuberância de força é subitamente aniquilada. Nestas condições, o desprendimento se começa depois da morte e não pode completar-se rapidamente. No suicídio, principalmente, excede a toda expectativa. Preso ao corpo por todas as suas fibras, o perispírito faz repercutir na alma todas as sensações daquele. Com sofrimentos cruciantes.”[4]
Muitos podem questionar se o suicídio pode ser induzido por um obsessor, Yone Pereira novamente nos brinda com a resposta : “Não obstante, homens comuns ou inferiores poderão cair nos mesmos transes, conviver com entidades espirituais inferiores como eles e retornar obsidiados, predispostos aos maus atos e até inclinados ao homicídio e ao suicídio. Um distúrbio vibratório poderá ter várias causas, e uma delas será o próprio suicídio em passada existência. ”[5]
A doutrina espírita nos ensina que a morte não é o fim; e que de outra forma a vida continua. Que muitas vezes somos influenciados por obsessores, porem esses só agem devido ao nosso desiquilíbrio, e que precisamos ter consciência do que ocorre, caso desistamos da vida a qual tivemos o privilegio de através da reencarnação buscar compreender e superar as provas e expiações.
“A certeza da vida futura, com todas as suas consequências, transforma completamente a ordem de suas ideias, fazendo-lhe ver as coisas por outro prisma: é um véu que se ergue e lhe desvenda um horizonte imenso e esplêndido. Diante da infinidade e da grandeza da vida além da morte, a existência terrena desaparece, como um segundo na contagem dos séculos, como um grão de areia ao lado da montanha. Tudo se torna pequeno e mesquinho e nos admiramos por havermos dado tanta importância às coisas efêmeras e infantis. Daí, em meio às vicissitudes da existência, uma calma e uma tranquilidade que constituem uma felicidade, comparados com as desordens e os tormentos a que nos sujeitamos, ao buscarmos nos elevar acima dos outros; daí, também, ante as vicissitudes e as decepções, uma indiferença, que tira quaisquer motivos de desespero, afasta os mais numerosos casos de loucura e remove, automaticamente, a ideia de suicídio.”[6]
Não há fé inabalável senão aquela que pode encarar a razão face a face, em todas as épocas da Humanidade. Allan Kardec - 1857.
"Nascer...Morrer...Renascer novamente e progredir sempre. Tal é a Lei.
Somos Espíritos Imortais, criados por Deus, encarnados no Planeta Terra, vivendo uma experiência humana. Esta vida é apenas a continuação de tantas outras vidas. Morrer não é o fim.
Morrer é simplesmente voltar para casa."
Sejam todos bem vindos!

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25/04/2024

Energia sensacional, obrigado a todos envolvidos

24/04/2024

*Aguardamos todos amanhã, para nossa gira em louvor a Ogum, e comemoração dos 4 anos de fundação, regado com a tradicional feijoada com axé do nosso patrono*

23/04/2024

Quatro anos louvando e trabalhando pela espiritualidade

E lá se vão 4 anos de casa aberta.Com muito trabalho, muita humildade, dobrando o joelho sempre em agradecimento, por tu...
23/04/2024

E lá se vão 4 anos de casa aberta.
Com muito trabalho, muita humildade, dobrando o joelho sempre em agradecimento, por tudo que nos proporciona dia a dia.
O TUCA é uma casa de caboclos, onde senhor Cobra Coral, Sete Flechas e Cabocla Jupira, comandam.
Pai Ogum, o patrono, e não por acaso a casa foi aberta no dia 23 de abril de 2020.
Em tão pouco tempo, já passamos por muitas situações, por muitas provações, quando nos foi falado, que não é fácil abrir e cuidar de um terreiro, não mentiram, não é mesmo, cuidar de pessoas, filhos de santo, assistência, cuidar de vidas, é muita responsabilidade.
O que se ganha com isso? A sensação de dever cumprido, saber que somos instrumentos de trabalho, é ajudar quem nunca vimos na vida, ser orientador, é ter filhos de santo mais velhos que você, te chamando de pai ou mãe, no caso da Ya.
É apagar o incêndio, mas não tomar partido, é puxar a orelha, mas não ser carrasco.
É mostrar com palavras e atitudes, que estamos todos no mesmo barco, e se todos remarem no mesmo sentido, o trabalho f**a menos puxado.
É ouvir as pessoas agradecendo, que por algum motivo foram ajudadas, e estão melhores.
Ter cada aberta, é por muitas vezes, você não estar bem fisicamente, ou mentalmente, mas mesmo assim, deixar os problemas do portão para fora, vestir a farda branca do trabalho, e dar o melhor de você, por todos.
São 4 anos, que se for permitido pela espiritualidade, a de ser comemorado, por muitas e muitas vezes ainda.
Agradeço a Ya Barbara de Yansã, que me ajuda a comandar nosso templo.
Agradeço aos meus fiéis amigos, filhos e filhas Pais e Mães pequenos(as) a conduzir nosso templo.
Agradeço aos filhos, que confiram nós, para cuidarmos da espiritualidade de vocês.
Agradeço aos guardiões
Seu Caveira
Maria Padilha das 7 encruzilhadas
Tranca Rua das Almas
João Caveira
Por nos dá, a proteção, no antes, durante e pós trabalho.
Que Deus em sua infinita bondade, possa nos conceder, saúde, para continuar o trabalho, que possamos mais ajudar, que ser ajudados.
Que possamos ser um gota, no oceano, mas que tente fazer o certo, tornar as nossas vidas, e a vida das pessoas melhor.
*A humildade a Caridade e a Evolução* continua sendo a bandeira dessa casa, é com essas 3 palavras que lutamos, dia a dia.
Somos trabalhadores, e continuaremos nessa linha, vaidade, luxo, soberba, cobrar pelo dom recebido, já mais!!!.
Muito, muito, muito obrigado a todos, que fazem, ou já fizeram parte dessa casa.
*Avante filhos de Fé*
*Quatro anos, de trabalho, e devoção ao sagrado*
*Templo de Umbanda Caboclos de Aruanda*

Sejam todos bem vindos
13/03/2024

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Feliz 2024 a todos, com a proteção de todos guias e Orixás
31/12/2023

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https://youtu.be/F10D06LrfgE?si=e_aHZmoSV6ROAcyvFeliz natal a todos, que oxalá ilumine vossos lares
24/12/2023

https://youtu.be/F10D06LrfgE?si=e_aHZmoSV6ROAcyv
Feliz natal a todos, que oxalá ilumine vossos lares

Pai, fazei de nós grandes e trazei-nos boa sorte no cumprimento de nossa missão nessa Terra!Inscreva-se no canal! Vídeos novos toda semana!Una-se a essa vibr...

É o que deseja a família do Templo de Umbanda Caboclos de Aruanda.A todos amigos, irmãos e simpatizantes da nossa casa.
24/12/2023

É o que deseja a família do Templo de Umbanda Caboclos de Aruanda.
A todos amigos, irmãos e simpatizantes da nossa casa.

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